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Música e marchas populares animam os domingos de junho em Moncarapacho

1 June 2026 at 18:36

O mês de junho vai ser animado em Moncarapacho com as tradicionais “Matinés ao Domingo”, uma iniciativa que alia música popular e atuações de marchas, proporcionando tardes de convívio e animação à comunidade.

O programa decorre todos os domingos do mês, na Casa Povo do Concelho de Olhão – Moncarapacho, entre as 15:00 e as 19:00, e conta com a participação de vários artistas e coletividades ligadas às tradições populares da região.

Música e marchas animam as tardes de junho

A primeira sessão realiza-se a 7 de junho, com a atuação de Filipe Romão, acompanhada pela Marcha Popular da Universidade Sénior de Moncarapacho.

No dia 14 de junho sobe ao palco Silvino Campos, num espetáculo que contará também com a participação da Marcha Popular da ACASO.

A programação prossegue a 21 de junho com Sandrine, numa tarde enriquecida pela atuação da Marcha Popular do Museu do Traje.

O encerramento do programa de junho acontece a 28 de junho, com Luís José e a participação da Marcha Popular da Junta de Freguesia de Olhão.

A iniciativa pretende celebrar o espírito dos Santos Populares e promover momentos de encontro entre diferentes gerações, valorizando simultaneamente a música popular portuguesa e o trabalho desenvolvido pelas associações e coletividades locais.

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Castro Marim assinala 40 anos da adesão à União Europeia com homenagem a José Saramago

1 June 2026 at 18:10

O Mercado Local de Castro Marim recebe, no próximo dia 5 de junho, uma exposição fotográfica e uma conferência dedicadas à rota literária de José Saramago no Algarve, numa iniciativa integrada nas comemorações dos 40 anos da adesão de Portugal à União Europeia.

A partir das 18:00, o espaço acolhe a exposição “Viagem Fotográfica ao Algarve”, promovida pela ¼ Escuro – Associação de Fotógrafos Amadores de Vila Real de Santo António. A mostra propõe um olhar sobre o Algarve contemporâneo, estabelecendo uma comparação com a realidade encontrada por José Saramago durante a viagem que realizou pela região em 1980.

Para a concretização deste projeto, os fotógrafos participantes percorreram os vários concelhos algarvios visitados pelo escritor, inspirando-se nos textos produzidos por Saramago nessa época. A exposição permanecerá patente ao público até ao dia 7 de junho.

Conferência aborda percurso literário de José Saramago no Algarve

No mesmo dia terá lugar uma conferência dedicada ao mesmo tema, conduzida por Adriana Freire Nogueira, professora da Universidade do Algarve.

A iniciativa pretende promover a reflexão sobre o legado literário de José Saramago e a evolução do território algarvio ao longo das últimas décadas, através do cruzamento entre literatura, fotografia e património regional.

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Verão à porta: saiba se ainda pode conduzir de chinelos ou descalço em 2026

1 June 2026 at 18:00

Com o verão à porta e os dias de praia a aproximarem-se, regressa uma dúvida antiga entre muitos automobilistas: afinal, ainda é permitido conduzir de chinelos em 2026? Em Portugal, o Código da Estrada não proíbe expressamente este tipo de calçado, mas isso não significa que todos os comportamentos ao volante sejam seguros ou estejam livres de consequências.

A ideia de que conduzir de chinelos dá automaticamente multa é um dos mitos rodoviários mais repetidos todos os verões. A dúvida surge sobretudo depois de idas à praia, piscinas ou zonas balneares, quando muitos condutores entram no carro com chinelos, sandálias abertas ou até com os pés molhados.

De acordo com o Código da Estrada, não existe uma norma que obrigue o condutor a usar um tipo específico de calçado. Também não há uma contraordenação própria apenas por conduzir de chinelos, descalço ou em tronco nu.

Não há multa automática por conduzir de chinelos

A regra principal é simples: conduzir de chinelos, por si só, não dá origem a uma multa automática em Portugal. O Código da Estrada não define que calçado deve ser usado pelo condutor nem estabelece uma proibição direta de chinelos, sandálias ou outro calçado aberto.

A GNR já divulgou mensagens no mesmo sentido, sublinhando que o ato de conduzir de chinelos não tem uma contraordenação própria associada no Código da Estrada. Também o ACP e a DECO PROteste explicam que a lei não proíbe este tipo de calçado, embora recomendem atenção à segurança.

Isto significa que um condutor não deve ser autuado apenas por estar a usar chinelos. No entanto, a situação muda se esse calçado dificultar o controlo dos pedais, escorregar, ficar preso ou contribuir para uma manobra perigosa.

O problema está na segurança ao volante

Embora não exista uma proibição específica, o condutor deve garantir que consegue conduzir em segurança. O artigo 11.º do Código da Estrada estabelece que os condutores devem abster-se de quaisquer atos suscetíveis de prejudicar o exercício da condução com segurança.

A infração a esta regra pode ser sancionada com coima de 60 a 300 euros. Ou seja, o problema não é o chinelo em si, mas o facto de o calçado, ou qualquer outro comportamento, poder prejudicar o domínio do veículo.

Na prática, se os chinelos escorregarem do pé, ficarem presos entre os pedais ou impedirem uma travagem rápida, podem tornar-se um problema. Numa situação de fiscalização ou acidente, as autoridades podem avaliar se o calçado contribuiu para uma condução sem segurança.

É por isso que a resposta não deve ser vista como um simples “sim, pode”. Pode conduzir de chinelos, mas deve fazê-lo apenas se conseguir manter controlo total do automóvel, dos pedais e das manobras necessárias.

Chinelos podem escorregar ou prender nos pedais

Os riscos aumentam quando os chinelos estão molhados, com areia ou pouco ajustados ao pé. Depois de um dia de praia, é comum entrar no carro com os pés húmidos, o que pode fazer com que o calçado escorregue no momento de acelerar, travar ou carregar na embraiagem.

Outro problema está nos chinelos mais largos ou gastos, que podem dobrar, sair do pé ou ficar presos debaixo dos pedais. Estas situações podem parecer improváveis, mas bastam poucos segundos de distração para comprometer a reação do condutor.

Conduzir descalço também não é proibido

Outra dúvida frequente é saber se conduzir descalço é permitido. Tal como acontece com os chinelos, não existe uma regra que obrigue o condutor a estar calçado durante a condução.

Ainda assim, conduzir descalço também pode trazer riscos. Os pés podem estar molhados, com areia ou sensíveis ao contacto com os pedais, reduzindo a força ou a precisão necessária para travar em segurança.

Além disso, em dias de muito calor, o interior do carro pode atingir temperaturas elevadas e os pedais podem tornar-se desconfortáveis. A recomendação é ter sempre no veículo um par de sapatos confortáveis e seguros para conduzir, sobretudo depois da praia.

O que deve usar para conduzir no verão

O calçado mais seguro para conduzir deve ficar bem preso ao pé, ter sola estável e permitir sentir corretamente os pedais. Sapatos leves, sapatilhas ou sandálias bem ajustadas costumam ser opções mais seguras do que chinelos soltos.

O ideal é evitar calçado com sola demasiado escorregadia, plataformas muito altas, saltos instáveis ou modelos que possam sair facilmente do pé. O objetivo não é cumprir uma regra sobre moda ou vestuário, mas garantir que o condutor mantém controlo total do veículo.

Quem costuma ir à praia pode deixar no carro um par de calçado próprio para conduzir. É uma solução simples e prática, que evita riscos desnecessários sem obrigar a grandes mudanças de rotina.

Quando é que pode haver problema com a polícia?

A simples utilização de chinelos não deve, por si só, originar uma coima. No entanto, se o condutor estiver envolvido numa situação em que fique demonstrado que o calçado prejudicou a condução, poderá haver consequências.

Por exemplo, se os chinelos se prenderem nos pedais e provocarem uma travagem brusca, uma perda de controlo ou um acidente, as autoridades podem enquadrar o comportamento como uma violação do dever de condução segura previsto no artigo 11.º do Código da Estrada.

Nestes casos, o foco não é o chinelo em si, mas o facto de o condutor não ter assegurado as condições necessárias para conduzir com segurança. É essa diferença que muitos automobilistas desconhecem.

Pode conduzir de chinelos, mas com cuidado

A resposta final é clara: sim, pode conduzir de chinelos em Portugal em 2026, porque não há multa automática nem proibição expressa no Código da Estrada. Ainda assim, deve garantir que o calçado não compromete a condução.

Se os chinelos estiverem molhados, largos, gastos ou forem pouco estáveis, o mais prudente é não conduzir com eles. Um par de sapatos confortáveis no carro pode evitar sustos, atrasos e possíveis problemas em caso de acidente.

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Gerson Baldé homenageado em Albufeira após conquistar ouro mundial

1 June 2026 at 17:40

O atleta Gerson Baldé, natural de Albufeira, foi recebido este sábado pelo presidente da Câmara Municipal, Rui Cristina, em reconhecimento pela conquista do título de campeão do mundo de salto em comprimento, alcançado no Campeonato do Mundo de Atletismo em pista curta, realizado em março, na cidade polaca de Torun.

O atleta português garantiu a medalha de ouro na sexta e última tentativa da final, ao atingir a marca de 8,46 metros, estabelecendo um novo recorde nacional e a melhor marca mundial do ano.

O resultado permitiu-lhe superar os seus principais adversários, o italiano Mattia Furlani e o búlgaro Bozhidar Sarâboyukov, assegurando o lugar mais alto do pódio.

Município destaca conquista histórica do atleta albufeirense

Durante a receção nos Paços do Concelho, Rui Cristina felicitou o atleta pelo “feito notável que orgulha todos os albufeirenses”.

O autarca destacou igualmente o “espírito de campeão que permitiu alcançar a melhor marca da prova no último suspiro”, agradecendo a Gerson Baldé por “elevar o nome de Albufeira além-fronteiras, e contribuir para o prestígio internacional do nosso concelho”.

Rui Cristina acrescentou ainda que “esta receção é prova do reconhecimento de todos os albufeirenses por uma conquista merecida e fruto do trabalho desenvolvido ao longo de vários anos”.

A receção constituiu uma homenagem do município ao percurso desportivo do atleta, cuja prestação colocou Albufeira em destaque no panorama internacional do atletismo e permitiu escrever uma nova página na história da modalidade em Portugal.

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Adeus bom senso? Descubra se existe uma distância mínima para colocar a toalha na praia

1 June 2026 at 17:30

Com a chegada da época balnear, volta uma dúvida comum entre muitos banhistas: existe uma distância mínima obrigatória para colocar a toalha na praia, junto de outras pessoas? Em regra, atualmente não há uma distância nacional fixa para separar toalhas ou chapéus de sol no regime normal das praias portuguesas, mas há regras de bom senso, segurança e ocupação do areal que devem ser respeitadas.

A confusão tem origem, em parte, nas regras aplicadas durante a pandemia, quando existiram normas específicas sobre distanciamento entre grupos no areal. Em 2020, por exemplo, o Decreto-Lei n.º 24/2020 previa 1,5 metros entre utentes e três metros entre chapéus de sol. Essas medidas excecionais já não correspondem ao regime normal em vigor nas praias portuguesas.

Hoje, quem vai à praia deve distinguir duas situações diferentes: a distância entre banhistas por uma questão de convivência e conforto, e as regras relativas às zonas concessionadas, aos acessos, às áreas de circulação, à sinalização e às indicações dadas pelas autoridades no local.

Não há uma distância fixa entre toalhas

Em termos gerais, não existe uma regra nacional que obrigue os banhistas a colocar a toalha a uma distância mínima exata da toalha de outra pessoa. Ou seja, atualmente não há uma medida única, como um metro, dois metros ou três metros, que seja aplicada de forma automática em todas as praias.

Ainda assim, isso não significa que se possa ocupar qualquer espaço sem cuidado. As praias são espaços de uso público, mas devem ser usadas de forma a permitir a circulação, o acesso ao mar e a utilização do areal por todos os banhistas.

Na prática, aproximar demasiado uma toalha, um guarda-sol ou outros objetos de um grupo que já está instalado pode gerar conflitos e dificultar a circulação. Mesmo sem uma distância legal fixa, deve ser mantido espaço suficiente para que as pessoas se movimentem, entrem e saiam do local com segurança.

Atenção aos acessos e zonas de passagem

Um dos pontos mais importantes é não bloquear acessos, zonas sinalizadas, canais assinalados, entradas para apoios de praia, zonas de socorro ou passagens usadas por veículos de emergência. Estas áreas devem permanecer livres, independentemente da lotação do areal.

Também deve haver cuidado junto à linha de água, sobretudo em praias com mar mais agitado, ondulação forte ou subidas rápidas da maré. A Autoridade Marítima Nacional recomenda que os banhistas cumpram as indicações dos nadadores-salvadores, respeitem bandeiras e placas de sinalização e não virem as costas às ondas e ao mar.

Além disso, em praias com arribas, falésias ou zonas instáveis, os banhistas devem respeitar sempre a sinalização existente. A Autoridade Marítima Nacional recomenda que não se permaneça debaixo ou próximo de arribas e zonas instáveis, mesmo que o espaço pareça livre.

E nas praias concessionadas?

Outra dúvida frequente está relacionada com as zonas concessionadas, onde existem chapéus de sol, toldos ou espreguiçadeiras pagos. Nos últimos dias, o tema voltou a ganhar destaque depois de a Agência Portuguesa do Ambiente ter esclarecido que os banhistas podem colocar chapéus de sol e toalhas em frente às concessões, desde que estejam fora da área efetivamente concessionada.

Segundo declarações do presidente da Agência Portuguesa do Ambiente à Lusa, a área concessionada corresponde ao espaço delimitado da concessão. Fora dessa área, o restante areal é de uso livre, não podendo ser tratado como exclusivo do concessionário.

Isto significa que um banhista pode instalar-se em frente a uma zona concessionada, desde que não invada o espaço delimitado da concessão nem impeça acessos, circulação ou regras de segurança. A praia continua a ser um espaço de uso público nas áreas não concessionadas.

Bom senso continua a ser a principal regra

Mesmo sem uma distância mínima definida por lei entre toalhas, o bom senso é essencial. Deixar algum espaço entre grupos evita incómodos, facilita a circulação e reduz situações de conflito em praias mais cheias.

Colocar a toalha demasiado perto de outra pessoa, tocar no guarda-sol de outro banhista ou ocupar o espaço que outro grupo estava claramente a usar pode não resultar numa coima automática, mas é uma atitude que deve ser evitada.

Em dias de grande afluência, pode ser difícil encontrar espaço amplo no areal. Nesses casos, a melhor opção é procurar zonas menos congestionadas, respeitar quem já está instalado e evitar bloquear caminhos naturais até ao mar.

O que pode dar problemas na praia

Embora não exista uma distância mínima nacional para a toalha, há comportamentos que podem levar à intervenção das autoridades. Bloquear acessos, desrespeitar sinalização, instalar-se em zonas interditas, transpor barreiras de proteção, ocupar áreas reservadas ou ignorar ordens dos nadadores-salvadores e da Autoridade Marítima pode ter consequências.

Também podem existir regras específicas em determinadas praias, definidas por editais, planos de ordenamento ou decisões locais. Por isso, os banhistas devem estar atentos aos avisos afixados nas entradas das praias e junto aos apoios balneares.

A regra prática é simples: pode colocar a toalha no areal livre, mas deve fazê-lo sem impedir a circulação, sem invadir áreas concessionadas delimitadas e sem desrespeitar zonas de segurança.

Afinal, onde pode pôr a toalha?

Pode colocar a toalha numa zona livre do areal, incluindo em frente a concessões, desde que não esteja dentro da área concessionada delimitada nem bloqueie acessos ou zonas de passagem. Não há, atualmente, uma distância mínima nacional obrigatória entre toalhas de banhistas diferentes.

Ainda assim, é aconselhável deixar espaço suficiente para circular, abrir o guarda-sol com segurança e não incomodar quem está ao lado. Esta distância não tem de ser medida com fita métrica, mas deve permitir uma convivência normal no areal.

A dúvida sobre a distância mínima pode ter uma resposta simples: a lei não impõe uma medida fixa entre toalhas no regime normal atual, mas a praia deve ser usada com respeito, segurança e atenção às indicações locais. No verão, mais do que chegar primeiro, importa saber ocupar o espaço sem prejudicar os outros.

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Fábio Coelho assume comando da Polícia Municipal de Lagos

1 June 2026 at 17:08

A Polícia Municipal de Lagos conta, a partir desta segunda-feira, com uma nova equipa de comando. O comissário Fábio Coelho assumiu as funções de comandante da força policial municipal, enquanto o chefe principal Hélio Jesus passou a desempenhar o cargo de adjunto de comando. Ambos transitam da Polícia de Segurança Pública (PSP) e possuem conhecimento da realidade local. Na mesma data entrou também em funções mais um agente municipal.

A cerimónia de apresentação decorreu no Auditório do Edifício Paços do Concelho Século XXI, reunindo membros do executivo municipal, representantes da Assembleia Municipal, juntas de freguesia, forças de segurança presentes no concelho, agentes municipais, dirigentes e técnicos da autarquia.

Município quer reforçar meios humanos e instalações da Polícia Municipal

Durante a sessão, o presidente da Câmara Municipal de Lagos, Hugo Pereira, agradeceu a disponibilidade dos novos responsáveis para assumirem os cargos e destacou o papel desempenhado pelas várias estruturas da PSP que contribuíram para viabilizar o processo.

O autarca salientou ainda a importância da colaboração entre a Polícia Municipal e as restantes forças de segurança que operam no concelho, defendendo a necessidade de continuar a reforçar os recursos da corporação.

Entre as prioridades identificadas pelo município está o aumento do número de agentes ao serviço. Nesse sentido, a autarquia tem desenvolvido ações de divulgação junto de escolas secundárias, procurando dar a conhecer a profissão e captar futuros candidatos. Paralelamente, prosseguem as diligências para garantir instalações permanentes e mais adequadas para a Polícia Municipal, através da aquisição do antigo edifício da Guarda Fiscal, localizado na Praça D’Armas.

Na sua intervenção, Hugo Pereira deixou ainda uma palavra de reconhecimento ao anterior comandante, Sérgio Remudas, considerando que o trabalho desenvolvido foi particularmente exigente, uma vez que “foi o construir de toda uma estrutura de procedimentos e atuação a partir do zero”.

Por sua vez, Fábio Coelho agradeceu a confiança depositada na nova equipa de comando, composta por si e por Hélio Jesus, manifestando disponibilidade para ouvir entidades, associações e agentes municipais antes de definir o modelo de atuação a implementar.

O novo comandante garantiu que a sua ação será orientada por princípios como a proximidade, a visibilidade, o humanismo e a pedagogia, sublinhando a importância do serviço público prestado pela Polícia Municipal. Dirigindo-se aos agentes, reconheceu a exigência das suas funções e assegurou total disponibilidade para os apoiar e defender.

A Polícia Municipal de Lagos foi criada em 2019, com a ratificação do regulamento da Polícia Municipal de Lagos em Conselho de Ministros, e entrou em funcionamento, em 2021,. Atualmente, dispõe de dez agentes, uma estrutura técnica e administrativa de apoio e passa agora a contar, pela primeira vez, com o lugar de adjunto de comando preenchido.

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Quarteira abre inscrições para programa de verão gratuito dedicado aos jovens

1 June 2026 at 16:50

A Junta de Freguesia de Quarteira abriu esta segunda-feira as inscrições para o 8125 AZUL, um programa de verão destinado a jovens entre os 12 e os 16 anos, que decorrerá entre 6 de julho e 14 de agosto, no Edifício Sociocultural de Quarteira.

A iniciativa oferece um conjunto diversificado de atividades gratuitas, realizadas durante o período da tarde, de segunda a sexta-feira, entre as 14:00 e as 17:00.

O objetivo passa por proporcionar alternativas de ocupação dos tempos livres durante as férias escolares, promovendo simultaneamente o convívio, a criatividade e o desenvolvimento de competências pessoais.

Atividades criativas e convívio longe dos ecrãs

Segundo Célia Rodrigues, técnica superior do Gabinete Sociocultural da Junta de Freguesia de Quarteira, o projeto pretende proporcionar “uma oferta de atividades gratuitas, que seja flexível e ajustada à liberdade própria do período das férias”.

O programa está estruturado em três vertentes distintas: Espaço Lúdico, Projetos Criativos e Workshops Pontuais. O Espaço Lúdico disponibilizará jogos de tabuleiro e diversos materiais recreativos, incentivando os jovens a socializar e a ocupar o tempo longe dos dispositivos eletrónicos.

Já os Projetos Criativos incluem áreas como Arte Urbana, Fotografia e Música, desenvolvidas ao longo das seis semanas do programa. Estas atividades serão orientadas pela Associação Policromia, pelo fotógrafo André Santos e pelo músico Marc Noah, culminando na concretização de um projeto final concebido pelos participantes.

Workshops semanais abordam jornalismo, culinária e capoeira

Uma vez por semana, os jovens inscritos poderão ainda participar em workshops temáticos dedicados a diferentes áreas de interesse, entre as quais jornalismo, culinária e capoeira. Todas as atividades terão lugar no Edifício Sociocultural de Quarteira, junto à Praça do Mar.

Para o presidente da Junta de Freguesia de Quarteira, João Romão, esta iniciativa representa “não como um custo, mas como um investimento; uma resposta à sazonalidade típica da região e no auxílio às famílias, aumentando a oferta ao nível da ocupação dos tempos livres dos nossos jovens”.

A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição obrigatória, uma vez que o número de vagas é limitado. O programa completo e o formulário de inscrição estão disponíveis em em jf-quarteira.pt.

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Vila do Bispo recebe primeiro dos 66 veículos apoiados pelo Algarve 2030

1 June 2026 at 16:23

A Câmara Municipal de Vila do Bispo entregou este sábado o primeiro dos 66 veículos de prevenção e combate a incêndios rurais financiados por fundos europeus para reforçar a capacidade operacional dos agentes de proteção civil da região, no âmbito do Programa Regional Algarve 2030.

A cerimónia contou com a participação da presidente da Câmara Municipal de Vila do Bispo, Paula Freitas, e do presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve e da Comissão Diretiva do Programa Regional Algarve 2030, José Apolinário.

A entrega assinala o início da concretização dos investimentos aprovados no âmbito do aviso “Meios materiais para proteção civil e prevenção e gestão de catástrofes ITI – CIM-AMAL”, destinado ao reforço dos meios de proteção civil nos municípios algarvios.

No caso de Vila do Bispo, a candidatura aprovada prevê a aquisição de quatro novos veículos operacionais para o corpo de bombeiros local, num investimento total de 969.900 euros.

Vila do Bispo reforça meios de combate a incêndios

A operação “Aquisição de Veículos Operacionais de Proteção e Socorro – Município de Vila do Bispo” conta com uma despesa elegível de 915 mil euros e um apoio de 549 mil euros do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

Segundo a CCDR Algarve, os novos equipamentos vão contribuir para aumentar a capacidade de prevenção e combate a incêndios rurais, melhorar a resposta a situações de emergência e reforçar a segurança dos operacionais.

A renovação da frota permitirá ainda reduzir custos de manutenção e aumentar a eficácia e rapidez das operações de socorro.

Algarve recebe 66 novos veículos financiados por fundos europeus

No conjunto das candidaturas aprovadas ao abrigo deste aviso, o investimento ultrapassa os 16,3 milhões de euros, correspondendo a mais de 9,1 milhões de euros de financiamento FEDER.

Os apoios vão permitir a aquisição de 66 veículos de prevenção e combate a incêndios, cuja entrega decorrerá progressivamente nos próximos meses em vários municípios algarvios.

Entre os concelhos abrangidos encontram-se Albufeira, Alcoutim, Aljezur, Castro Marim, Faro, Lagoa, Lagos, Loulé, Monchique, Olhão, Portimão, São Brás de Alportel, Silves, Tavira, Vila do Bispo e Vila Real de Santo António.

A CCDR Algarve considera que este investimento resulta da cooperação entre municípios, Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), AMAL e Programa Regional Algarve 2030, colocando os fundos europeus ao serviço da proteção das populações e da adaptação do território aos desafios das alterações climáticas.

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Politicamente (In)correto: A Democracia por adjudicação. Quem não tem ajustes diretos?

1 June 2026 at 15:40

Os ajustes diretos, as avenças e os contratos sem concurso prévio voltaram a ocupar o espaço mediático.

Na verdade, nunca saíram dele.

Apenas regressam ciclicamente à superfície, como aquelas verdades incómodas que todos conhecem, mas sobre as quais poucos querem falar com excessiva frontalidade.

A questão é simples, que autarquia, empresa municipal, comunidade intermunicipal ou mesmo estrutura partidária não recorre a este mecanismo legal?

Tal como as cartas de amor de antigamente, os ajustes diretos parecem existir em todo o lado.

Uns assumem-nos com naturalidade, outros disfarçam-nos com uma criatividade burocrática digna de melhor causa.

Importa ser claro, o ajuste direto é um instrumento legal.

O problema nunca esteve na sua existência.

O problema reside no uso intensivo, recorrente e, por vezes, pouco escrutinado que dele se faz.

Falamos de muitos milhões de euros.

Talvez de milhares de milhões quando somados os contratos celebrados pelos 308 municípios, pelas 3.259 freguesias e pelo vasto universo de empresas municipais e intermunicipais que povoam a arquitetura administrativa portuguesa.

Um fluxo financeiro colossal que atravessa governos locais de esquerda, de direita e de todas as tonalidades ideológicas intermédias.

Neste domínio, as diferenças partidárias parecem dissolver-se com uma surpreendente rapidez.

A ideologia termina frequentemente onde começa a gestão do poder. O ajuste direto tornou-se uma espécie de língua franca da administração pública local, todos a criticam quando estão na oposição e quase todos a utilizam quando chegam ao poder.

Mas o verdadeiro problema não está nos contratos.

O busílis da questão encontra-se na perceção pública sobre aquilo que acontece para além deles.

A sociologia política ensina-nos que as democracias não sobrevivem apenas da legalidade dos seus atos.

Dependem igualmente da confiança dos cidadãos nas instituições.

E essa confiança é corroída quando a coincidência começa a parecer demasiado frequente para ser apenas coincidência.

Quando uma empresa ou um Cidadão celebra sucessivos contratos com uma autarquia e, simultaneamente, surge envolvido na promoção política do partido que governa essa mesma autarquia, o problema deixa de ser jurídico. Passa a ser ético.

Passa a ser político.

Passa a ser democrático.

Naturalmente, ninguém poderá impedir um empresário, um consultor ou um prestador de serviços de ter convicções políticas.

Vivemos numa democracia.

O problema surge quando a fronteira entre a prestação de um serviço e a fidelização de uma influência se torna difusa.

É nesse momento que o Cidadão comum começa a desconfiar.

E a democracia vive mal da desconfiança.

A antropologia do poder ensina-nos que as sociedades humanas tendem a reproduzir redes de reciprocidade.

Favores geram favores.

Lealdades geram recompensas.

Proximidades geram oportunidades. Não se trata necessariamente de corrupção.

Muitas vezes trata-se apenas da velha natureza humana a operar dentro das instituições modernas.

O resultado, porém, é semelhante, forma-se uma elite de proximidade que dispõe de vantagens competitivas dificilmente alcançáveis por quem não pertence ao círculo certo.

Mais preocupante ainda é a opacidade do financiamento político local. Enquanto as campanhas nacionais são alvo de maior escrutínio mediático e institucional, a realidade autárquica continua a viver em zonas cinzentas onde a fiscalização raramente acompanha a criatividade dos protagonistas.

Quando determinados grupos políticos conseguem mobilizar recursos, apoios, serviços, comunicação e influência provenientes de empresas “amigas”, os seus adversários entram na disputa em manifesta desigualdade de circunstâncias.

Não porque lhes falte competência ou apoio popular, mas porque lhes faltam as chaves de acesso às redes informais de poder.

A Democracia deveria ser uma competição de ideias.

Demasiadas vezes transforma-se numa competição de contactos.

Talvez seja apenas percepção minha.

Talvez tudo isto aconteça apenas no domínio da imaginação.

Talvez os ajustes diretos sejam sempre neutros, as avenças absolutamente inocentes e as coincidências apenas isso mesmo, coincidências.

Mas, se assim fosse, porque motivo tantos Cidadãos olham para estas situações com crescente ceticismo?

A legalidade é indispensável.

Contudo, uma Democracia saudável exige algo mais exigente do que a mera conformidade legal, exige legitimidade, transparência e distância crítica face aos interesses instalados.

Porque há uma verdade simples que o Direito não consegue resolver sozinho, nem tudo o que é legal é necessariamente legítimo.

Talvez eu continue ingénuo.

Talvez continue a acreditar que o poder deve ser escrutinado, independentemente da cor partidária que o exerce.

Ou talvez seja apenas um Quixote sem Pança, insistindo em combater moinhos que, por coincidência, continuam sempre ligados à rede elétrica do poder.

Leia também: Politicamente (In)correto: O Algarve da hipocrisia – governaram, falharam, agora fingem | Por Francisco Moleiro

Vem aí um ‘vendaval’: jato polar deverá atingir os 250 km/h sobre Portugal a partir deste dia

1 June 2026 at 15:30

Portugal continental deverá sentir uma mudança gradual no estado do tempo entre quarta e quinta-feira, devido à intensificação da corrente de jato polar sobre a Península Ibérica. Segundo a Meteored, este fluxo atmosférico poderá atingir velocidades próximas dos 250 km/h em altitude, favorecendo uma maior influência atlântica no território.

De acordo com o portal especializado em meteorologia, Meteored, a alteração não significa que esses ventos se façam sentir diretamente à superfície. A corrente de jato circula a cerca de 9 a 11 quilómetros de altitude, mas pode influenciar a deslocação de massas de ar e sistemas frontais, alterando o vento, a nebulosidade e as temperaturas.

Em Portugal continental, os efeitos deverão ser mais evidentes na fachada ocidental, sobretudo no litoral Norte e Centro. A entrada de ar marítimo mais fresco e húmido deverá travar a subida das temperaturas nestas regiões e reforçar a sensação de tempo mais instável.

Litoral deverá ficar mais fresco

A mudança deverá começar a notar-se ao longo de quarta-feira, com aumento da nebulosidade nas regiões costeiras e reforço do vento de norte e noroeste durante a tarde. No litoral Norte e Centro, as temperaturas máximas deverão ficar, em muitos locais, entre 18 e 23 ºC.

Em Lisboa, as máximas ainda poderão rondar os 25 ºC, mas a influência marítima deverá tornar o ambiente mais fresco do que no interior. No Porto e noutras zonas da faixa costeira, o tempo deverá apresentar mais nuvens, sobretudo durante a manhã e ao final do dia.

No interior, o cenário será diferente. A massa de ar mais quente e seca deverá manter temperaturas mais elevadas, em particular no Alentejo, no vale do Tejo e no interior algarvio, onde os termómetros poderão atingir valores entre 26 e 32 ºC.

Contraste térmico entre costa e interior

O contraste entre o litoral e o interior poderá tornar-se bastante marcado durante a tarde. Em alguns locais, a diferença de temperatura poderá ultrapassar os 10 ºC em poucas dezenas de quilómetros, devido ao efeito da nortada e da entrada de ar marítimo.

Na tarde de quarta-feira, Porto e Lisboa deverão registar máximas entre 20 e 25 ºC, enquanto várias zonas do interior poderão continuar acima dos 29 ºC. No Alentejo, as temperaturas poderão chegar aos 32 ºC, mantendo um ambiente quente e seco.

Esta diferença será sentida sobretudo por quem se deslocar entre zonas costeiras e regiões interiores. A sensação térmica poderá mudar de forma significativa, com vento mais fresco junto ao litoral e calor mais intenso nas áreas afastadas da influência atlântica.

Rajadas podem chegar aos 70 km/h

A intensificação da circulação atlântica deverá também reforçar a nortada ao longo da faixa costeira ocidental, sobretudo entre quinta e sexta-feira. O vento deverá soprar moderado a forte de norte e noroeste, em especial no litoral e nas terras altas.

Durante a noite de quinta-feira, as rajadas poderão atingir entre 45 e 60 km/h no litoral ocidental. Nas zonas costeiras mais expostas entre Aveiro e Leiria, não estão excluídos valores pontualmente próximos dos 70 km/h.

No interior, o vento deverá ser menos intenso, embora também se possam registar rajadas entre 35 e 50 km/h em algumas zonas. A combinação de vento, ar mais fresco e maior nebulosidade deverá acentuar a mudança face aos dias anteriores.

Mar também pode ficar mais agitado

O reforço do vento de norte e noroeste deverá contribuir para um aumento da agitação marítima ao longo da costa atlântica. As zonas mais expostas poderão sentir condições menos favoráveis, sobretudo durante a tarde e o início da noite.

Além do vento, a circulação de origem marítima deverá favorecer períodos de maior nebulosidade no litoral Norte e Centro. Esta nebulosidade deverá ser mais frequente durante a noite, madrugada e primeiras horas da manhã.

No Minho e no Douro Litoral, não está excluída a ocorrência de chuva fraca. Ainda assim, os acumulados previstos não deverão ser significativos, tratando-se de precipitação pouco expressiva e localizada.

Mudança será gradual, não brusca

Apesar da referência a ventos muito fortes em altitude, a mudança prevista deverá ser gradual à superfície. A principal consequência para a população será a alteração do padrão dos últimos dias, com mais vento, mais nuvens e temperaturas mais baixas na faixa costeira.

O interior continuará a registar valores mais elevados, sobretudo no Centro e Sul, mas o contraste com o litoral deverá ser mais evidente. A nortada poderá tornar o ambiente mais desconfortável nas zonas costeiras, especialmente ao final da tarde.

Quem vive ou circula junto ao litoral deve contar com vento mais forte, sensação térmica mais baixa e maior nebulosidade entre quarta e sexta-feira. Já no interior, o calor deverá persistir, embora com algumas variações consoante a região.

Atenção às atividades ao ar livre

A previsão pode ter impacto em atividades ao ar livre, sobretudo junto à costa. Passeios marítimos, prática de desportos náuticos e deslocações em zonas expostas ao vento poderão exigir maior atenção, devido às rajadas e à possível agitação marítima.

Os automobilistas também devem ter cuidado em pontes, viadutos e estradas junto ao litoral, onde o vento lateral pode ser mais sentido. A recomendação é acompanhar as atualizações meteorológicas ao longo da semana, uma vez que a previsão pode sofrer ajustamentos.

A corrente de jato polar deverá, assim, marcar uma mudança no tempo em Portugal continental, trazendo maior influência atlântica, descida das temperaturas no litoral e reforço da nortada. O interior continuará mais quente, mantendo um país dividido entre ar fresco junto à costa e calor nas regiões mais afastadas do mar.

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InBeauty Algarve reúne profissionais da beleza no Centro de Congressos de Lagoa

1 June 2026 at 15:08

O Município de Lagoa acolhe, nos dias 31 de maio e 1 de junho, a primeira edição da InBeauty Algarve, uma feira profissional dedicada aos setores da estética, cosmética, cabelos, unhas, maquilhagem e wellness, que decorre no Centro de Congressos de Lagoa.

Promovido pela Exponor – Feira Internacional do Porto, o evento marca a chegada ao Algarve de uma iniciativa reconhecida a nível nacional pela organização de certames especializados na área da beleza.

Centro de Congressos de Lagoa. Crédito: CML

A escolha de Lagoa para receber esta nova feira é vista pela autarquia como um reforço do posicionamento do concelho enquanto destino de referência para o turismo de negócios e para a realização de eventos profissionais de âmbito nacional e internacional.

Centro de Congressos reforça papel estratégico

A realização da InBeauty Algarve enquadra-se na estratégia municipal de valorização e dinamização do Centro de Congressos de Lagoa, consolidando este equipamento como uma infraestrutura vocacionada para acolher congressos, convenções, feiras e eventos especializados ao longo de todo o ano.

Segundo o município, esta aposta pretende aumentar a atratividade do concelho, dinamizar a economia local e contribuir para reduzir a sazonalidade turística através da captação de novos públicos e segmentos de mercado.

Beleza, inovação e networking em destaque

A edição inaugural da feira tem como tema central a “Skin Longevity”, conceito associado à promoção de hábitos preventivos de combate ao envelhecimento, ao cuidado da saúde da pele e à valorização do bem-estar.

O evento conta com uma ampla área expositiva, demonstrações técnicas, apresentações de produtos, equipamentos e tendências do setor, bem como competições e momentos de networking destinados a marcas, profissionais e decisores das áreas da beleza, hotelaria e wellness.

De acordo com a organização, o forte interesse demonstrado pelo mercado reflete-se na elevada taxa de ocupação do espaço expositivo, atualmente praticamente esgotado.

Com a realização desta iniciativa, o Município de Lagoa pretende continuar a afirmar o Centro de Congressos como um espaço multifuncional preparado para receber eventos de grande dimensão e qualidade, reforçando simultaneamente a notoriedade do concelho nos setores do turismo, dos negócios e do bem-estar.

A InBeauty Algarve decorre entre as 10:00 e as 18:00, no Centro de Congressos de Lagoa.

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Ensinar as crianças a cuidar da saúde da coluna desde cedo | Por Jorge Alves

1 June 2026 at 14:46

No Dia Mundial da Criança, faz sentido lembrar que cuidar da saúde também se aprende. Tal como ensinamos as crianças a lavar os dentes, a ter uma alimentação equilibrada ou a praticar exercício físico, é igualmente importante ajudá-las a conhecer o próprio corpo e a estar atentas a sinais que podem indicar problemas de saúde. A saúde da coluna é um desses exemplos. Durante o crescimento, existem alterações que podem surgir de forma silenciosa e passar despercebidas durante meses. A escoliose é uma delas.

A escoliose é uma deformidade da coluna vertebral caracterizada por uma curvatura anormal da coluna. Surge mais frequentemente durante a infância e adolescência, especialmente nas fases de crescimento rápido. Na maioria dos casos, a causa é desconhecida, razão pela qual é chamada escoliose idiopática.

Muitas vezes, a escoliose não provoca dor, sobretudo nas fases iniciais. Por isso, a observação atenta por parte dos pais, familiares, professores ou profissionais de saúde é fundamental. Existem alguns sinais simples que devem despertar atenção: um ombro mais alto do que o outro, assimetria da cintura, uma omoplata mais saliente, inclinação do tronco ou diferença na altura das ancas. Em alguns casos, a alteração é mais evidente quando a criança se inclina para a frente.

A deteção precoce faz toda a diferença. Quando identificada atempadamente, a escoliose pode ser acompanhada e tratada de forma adequada, permitindo reduzir a progressão da deformidade e melhorar a qualidade de vida da criança ou adolescente. O acompanhamento por profissionais especializados é essencial para definir a melhor abordagem em cada situação.

É importante transmitir às crianças que estar atento ao próprio corpo não deve gerar medo, mas sim confiança e responsabilidade. Pequenos gestos de atenção podem ajudar a reconhecer alterações precocemente e facilitar o acesso aos cuidados necessários.

A campanha “Josephine Explica a Escoliose” surge precisamente com esse objetivo: sensibilizar famílias e população em geral para a importância da literacia em saúde e da deteção precoce da escoliose pediátrica. Através de uma linguagem simples e acessível, procura ajudar pais e filhos a reconhecer sinais de alerta e a compreender melhor esta condição.

Promover hábitos saudáveis, incentivar a atividade física e ensinar as crianças a cuidar da sua saúde desde cedo é um investimento importante no seu futuro. Porque crescer com saúde também passa por cuidar da coluna.

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Luís Ramos leva ecopoesia e consciência ambiental ao Festival ECOlógita em Tavira

1 June 2026 at 14:35

O jovem poeta algarvio Luís Carlos Vicente Ramos vai apresentar a performance “Deus sive Natura: ecopoesia espiritual” no Festival ECOlógita, que decorre em Tavira. O espetáculo está agendado para o dia 6 de junho, pelas 21:00, na Zona Palco do evento.

A performance centra-se na problemática ambiental e na ecologia espiritual, propondo uma reflexão sobre a natureza enquanto realidade dotada de um carácter sagrado.

O projeto utiliza a poesia como ferramenta de sensibilização para a atual crise ambiental, explorando novas formas de perceção e convivência com o meio natural.

Entre os textos que integram a apresentação encontram-se poemas como “História espiritual da destruição do mundo”, “Ribeira Alta” e “Mãe-Terra”, sendo também evocadas obras de poetas naturais do concelho de Tavira relacionadas com esta temática.

Poesia como forma de ativismo ambiental

A iniciativa pretende aproximar um público diversificado da mensagem ecológica presente na poesia ambiental, despertando o interesse pelas correntes da ecopoesia e da ecologia espiritual. O projeto procura igualmente demonstrar que a poesia pode constituir um instrumento de ativismo ecológico e de consciencialização ambiental.

Natural de Tunes, no concelho de Silves, Luís Carlos Vicente Ramos nasceu em 1998. É licenciado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e mestre em Ética e Filosofia Política pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. É também criador do projeto digital de divulgação cultural “O Cravo de Tunes”.

A performance integra a programação da terceira edição do Festival ECOlógita, iniciativa que regressa nos dias 5 e 6 de junho com o objetivo de promover a ligação entre educação, cultura, ambiente e cidadania.

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ASMAL alerta para fraude com pedidos de donativos em seu nome

1 June 2026 at 14:15

A Associação de Saúde Mental do Algarve (ASMAL) alertou para a existência de uma alegada ação fraudulenta de recolha de fundos realizada indevidamente em nome da instituição, apelando à atenção da população, entidades públicas e privadas, comerciantes e meios de comunicação social.

Segundo a associação, chegaram ao seu conhecimento diversas situações em que indivíduos se apresentam falsamente como funcionários, representantes ou colaboradores da ASMAL, solicitando donativos e apoios financeiros junto de entidades do concelho de Faro e de cidadãos abordados na via pública.

A instituição esclarece que estas pessoas não têm qualquer ligação à associação nem autorização para a representar, sublinhando que “não estão autorizadas a representá-la e não têm qualquer legitimidade para solicitar donativos ou contribuições em seu nome”.

Associação pede vigilância e remete caso para a PSP

A ASMAL considera que “Trata-se de uma situação totalmente fraudulenta, sendo falsas todas as alegações de que estas recolhas de fundos são promovidas ou autorizadas pela ASMAL”.

A associação esclarece ainda que não promove campanhas de angariação de fundos através de abordagens porta a porta, contactos de rua ou pedidos presenciais efetuados por alegados funcionários.

De acordo com a instituição, a situação já foi formalmente denunciada à Polícia de Segurança Pública (PSP), encontrando-se as autoridades competentes informadas para os respetivos procedimentos de averiguação e investigação.

A ASMAL recorda que qualquer apoio à sua missão social deve ser efetuado exclusivamente através dos canais oficiais da associação, nomeadamente por consignação de 1% do IRS, transferência bancária para a conta oficial ou donativos realizados diretamente nas suas instalações, sempre com emissão do respetivo comprovativo.

A associação apela ainda a que cidadãos e entidades não entreguem dinheiro a pessoas que aleguem representá-la sem confirmação prévia e que comuniquem situações suspeitas às autoridades ou à própria instituição.

Segundo a ASMAL, a proteção da confiança da comunidade e a transparência na gestão dos apoios recebidos constituem princípios fundamentais da sua atuação, justificando a divulgação pública deste alerta. A associação agradece igualmente a colaboração de todos na prevenção de novas situações de fraude.

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Atenção passageiros: Metro de Lisboa vai estar encerrado até este dia

1 June 2026 at 13:50

O Metro de Lisboa vai estar encerrado a partir das 23h00 desta terça-feira, 2 de junho, e só deverá retomar o serviço às 06h30 de quinta-feira, 4 de junho. A paralisação está relacionada com a greve geral marcada para quarta-feira, 3 de junho, e deverá levar ao encerramento de todas as estações.

De acordo com o Notícias ao Minuto, a transportadora informou esta segunda-feira que, por motivo de greve convocada pelos sindicatos representativos dos trabalhadores da empresa, se prevê a paralisação do serviço de transporte durante o dia 3 de junho. A empresa antecipa ainda o encerramento da exploração para a noite anterior.

Segundo a nota divulgada pelo Metro de Lisboa, o serviço encerra a partir das 23h00 de terça-feira e será retomado apenas às 06h30 de quinta-feira. Durante esse período, os passageiros não deverão contar com circulação nas linhas nem com acesso às estações.

Estações vão estar encerradas

A paralisação deverá afetar toda a rede do Metropolitano de Lisboa. A empresa indica que as estações estarão encerradas, o que poderá causar fortes constrangimentos nas deslocações dentro da capital e na ligação entre Lisboa e concelhos vizinhos.

O impacto deverá ser sentido sobretudo na quarta-feira, dia da greve geral, mas começa ainda na terça-feira à noite, devido ao encerramento antecipado do serviço. Quem depende do metro para regressar a casa ao final do dia deve planear alternativas com antecedência.

Na mesma comunicação, o Metro de Lisboa agradece a compreensão dos passageiros e lamenta os eventuais inconvenientes causados pela paralisação. A transportadora não indicou serviços mínimos na informação divulgada.

Greve geral pode afetar vários transportes

A greve geral convocada para 3 de junho poderá ter impacto alargado nos transportes públicos. Além do Metro de Lisboa, várias organizações representativas de trabalhadores do setor já manifestaram intenção de aderir à paralisação.

Entre os setores que podem sofrer perturbações estão o transporte ferroviário, os transportes urbanos de passageiros e a aviação civil. A situação poderá gerar dificuldades acrescidas para quem se desloca diariamente por motivos profissionais, escolares ou pessoais.

A CP também poderá ser afetada, depois de estruturas sindicais ligadas aos trabalhadores com funções comerciais e aos maquinistas terem anunciado adesão à greve. Os pré-avisos foram apresentados no âmbito da contestação às alterações à legislação laboral.

Carris e aviação também na lista

A Carris e a Carristur também surgem entre as empresas onde os trabalhadores decidiram aderir à greve geral. Esta adesão poderá criar constrangimentos adicionais em Lisboa, especialmente para passageiros que procurem alternativas ao metro através de autocarros ou elétricos.

No setor da aviação, o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil aprovou a adesão à greve geral. Também o Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroporto anunciou que vai aderir ao protesto, apontando críticas ao pacote laboral em discussão.

Por outro lado, o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil não deverá aderir à paralisação. Ainda assim, a existência de greves em diferentes áreas ligadas ao transporte pode provocar atrasos, cancelamentos ou perturbações operacionais ao longo do dia.

Protesto contra alterações laborais

A greve geral foi convocada pela CGTP-IN para quarta-feira, 3 de junho, contra as alterações à lei laboral. O pré-aviso foi entregue depois de as negociações com o Governo terem terminado sem acordo.

O Governo aprovou em Conselho de Ministros uma proposta de lei de revisão da legislação laboral, que deverá ser discutida no Parlamento. O anúncio foi feito pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho.

A proposta surge após o fim das negociações em sede de Concertação Social, sem entendimento entre o Executivo e os parceiros sociais. As estruturas sindicais contestam o pacote laboral e defendem que as alterações representam um recuo nos direitos dos trabalhadores.

Passageiros devem preparar alternativas

Face ao encerramento anunciado do Metro de Lisboa, os passageiros devem preparar alternativas de transporte para a noite de terça-feira, para toda a quarta-feira e para o início da manhã de quinta-feira. A situação poderá ser particularmente difícil nas horas de ponta.

Quem tiver consultas, viagens, aulas, trabalho presencial ou ligações a aeroportos e estações ferroviárias deve confirmar horários e condições de circulação antes de sair de casa. A greve poderá afetar diferentes meios de transporte em simultâneo.

A recomendação principal é planear as deslocações com margem adicional, consultar os avisos das transportadoras e acompanhar eventuais atualizações ao longo do dia. A paralisação do Metro de Lisboa deverá ser um dos principais impactos da greve geral na Área Metropolitana de Lisboa.

Leia também: Greve geral chega esta semana e há sinais de que tudo começa antes do previsto: saiba quais setores vão sentir primeiro o impacto

Autódromo de Portimão vai encher: F4 regressa ao Algarve com um português na luta pelo título

1 June 2026 at 13:04

O desporto motorizado regressa ao Algarve com um fim de semana dedicado às corridas de formação, reunindo duas competições internacionais e vários jovens pilotos em ascensão. O evento decorre em Portimão e destaca-se pela intensidade em pista, num programa que se estende ao longo de três dias. A entrada com acesso ao padddock custa 10 euros.

De acordo com o portal Lisboa Secreta, o recinto recebe entre 5 e 7 de junho as rondas do F4 Spanish Championship e da Eurocup-3. A mesma fonte sublinha que a iniciativa pretende aproximar o público do universo das corridas, permitindo contacto direto com equipas e pilotos num ambiente competitivo.

O formato do fim de semana inclui sessões de qualificação e várias corridas, numa estrutura pensada para maximizar o número de momentos em pista ao longo dos três dias.

Noah Monteiro em destaque na luta pelo campeonato

Na categoria de Fórmula 4, o principal foco recai sobre o piloto português Noah Monteiro, que chega a Portimão na segunda posição da classificação geral. Segundo a mesma fonte, o jovem piloto encontra-se a 12 pontos do líder, o holandês Rocco Coronel, depois dos resultados obtidos em Valência.

A proximidade na tabela classificativa aumenta a importância desta ronda, já que qualquer resultado poderá influenciar diretamente a luta pelo título. Atrás de Monteiro surge ainda o espanhol Aleix Piñera, também em posição de disputa pelo pódio do campeonato.

Eurocup-3 traz novos duelos à pista

Na Eurocup-3, a atenção centra-se em James Egozi, que chega a Portugal após um início de época consistente. De acordo com a organização, o piloto norte-americano destacou-se na ronda anterior em Paul Ricard, onde somou três pódios, incluindo uma vitória, assumindo a liderança do campeonato.

Atrás dele surgem Keanu Al Azhari e o estreante Ean Eyckmans, que têm mantido uma luta direta pelas posições cimeiras. A mesma fonte refere ainda o equilíbrio nas equipas, com a MP Motorsport e a Palou Motorsport a ocuparem os lugares de topo na classificação.

Portimão como palco exigente para jovens pilotos

O circuito algarvio é frequentemente apontado como um dos traçados mais exigentes do calendário, devido às suas curvas de elevada dificuldade e variações de altitude. Segundo a organização, este conjunto de características obriga a uma condução precisa, reduzindo a margem de erro em várias zonas do traçado.

A pista é também descrita como um desafio técnico relevante para pilotos em fase de desenvolvimento, sendo considerada um dos testes mais completos da temporada.

Entrada custa 10€ e inclui o contacto direto com o paddock

O fim de semana em Portimão inclui o acesso por 10 euros às bancadas e ao paddock, permitindo aos espectadores acompanhar de perto a dinâmica das equipas. O objetivo passa por proporcionar uma experiência mais próxima do ambiente competitivo do automobilismo.

Com corridas distribuídas entre treinos, qualificações e provas principais, o evento promete vários momentos de pista ao longo dos três dias, com destaque para a intensidade das lutas em ambas as categorias.

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Edmar da Silva assinala Dia da Criança com mensagem dedicada aos leitores

1 June 2026 at 12:43

A Oficina do Livro com Edmar assinala o Dia da Criança com uma iniciativa que reforça a importância da leitura no desenvolvimento pessoal, educativo e social das crianças e dos jovens.

O projeto, desenvolvido há mais de duas décadas em contexto escolar, continua a promover o contacto com os livros como uma experiência de descoberta, criatividade e cidadania.

Ao longo dos anos, a iniciativa tem procurado despertar o gosto pela leitura e pela escrita através de histórias, oficinas e encontros com leitores, envolvendo milhares de crianças e jovens da região. Segundo o projeto, a leitura constitui uma ferramenta essencial para o desenvolvimento do pensamento crítico, da empatia e da capacidade de compreender diferentes realidades.

Neste contexto, a Oficina do Livro com Edmar decidiu assinalar a data partilhando uma seleção de obras que marcaram leitores ao longo dos anos, destacando livros capazes de estimular a imaginação, os valores humanos, a amizade, a inclusão, a consciência ambiental e o prazer de ler.

Mais de duas décadas a promover a leitura

O projeto sublinha que, num contexto marcado pela rapidez da informação e pelo consumo imediato de conteúdos digitais, a leitura continua a ser uma das formas mais eficazes de desenvolver competências pessoais e sociais.

Ao longo de mais de vinte anos, a Oficina do Livro com Edmar tem promovido atividades de narração de histórias, escrita criativa e reflexão, transformando a leitura numa experiência participativa e próxima dos jovens leitores.

Segundo o projeto, estas iniciativas têm abordado temas como a inclusão social, o combate ao racismo, a proteção ambiental e o desenvolvimento humano, utilizando a literatura como instrumento de sensibilização e transformação social.

Edmar da Silva destaca a importância da leitura no crescimento das novas gerações, afirmando que “Cada criança que descobre o prazer da leitura ganha uma nova forma de compreender o mundo e de sonhar o futuro”.

No âmbito das comemorações do Dia da Criança, a Oficina do Livro com Edmar deixa ainda uma mensagem de felicitação a todas as crianças, desejando que continuem a encontrar nos livros uma fonte de inspiração, conhecimento e imaginação.

A iniciativa recorda que os livros permanecem uma ferramenta insubstituível na formação de cidadãos mais conscientes, criativos e preparados para os desafios do futuro.

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Universidade do Algarve inova: nesta plataforma há uma nova funcionalidade gratuita para os alunos estudarem para os exames nacionais

1 June 2026 at 12:33

A preparação para exames nacionais passa a contar com novas ferramentas digitais que procuram aproximar o estudo em casa das condições reais das provas. A iniciativa envolve uma plataforma educativa desenvolvida em Portugal e dirigida a alunos e professores, com foco na simulação de testes em ambiente digital.

Ouvido pela agência de notícias Lusa, o coordenador do projeto MILAGE, Mauro Figueiredo sublinha que a plataforma passou a disponibilizar novas funcionalidades que permitem gerar fichas de treino em formato semelhante ao das provas digitais nacionais. O responsável explicou que os alunos podem praticar em condições muito próximas das que vão encontrar nos exames, tanto em estrutura como em apresentação visual.

O mesmo responsável referiu que estes exercícios foram desenhados para reproduzir o modelo das provas nacionais digitais, incluindo diferentes níveis de dificuldade e conjuntos variados de questões, permitindo várias tentativas ao longo do processo de aprendizagem.

Treino progressivo e autonomia dos estudantes

Segundo o coordenador do projeto, a lógica da plataforma passa por incentivar uma preparação mais gradual e autónoma, adaptada ao ritmo de cada aluno. A ideia é garantir que os estudantes chegam aos exames familiarizados com o formato e com o tipo de ambiente digital utilizado nas avaliações.

Mauro Figueiredo acrescentou que os exercícios são gerados automaticamente com base numa base de dados acumulada ao longo de vários anos, o que permite diversificar conteúdos e exercícios de treino.

Feedback imediato e apoio ao estudo

Conforme o coordenador, após a realização das tarefas, os alunos podem aceder às soluções para verificar o desempenho e identificar os conteúdos que precisam de ser reforçados. Este mecanismo pretende apoiar o estudo contínuo e a consolidação das matérias ao longo do tempo.

O projeto surge numa fase em que o sistema de avaliação em Portugal tem vindo a integrar progressivamente ferramentas digitais, tanto no ensino como na realização de provas.

Professores também ganham novas ferramentas

Além dos alunos, a plataforma passa também a permitir que os professores criem testes de avaliação em formato digital de forma gratuita. Estes podem ser construídos com recurso a questões próprias ou ao banco de exercícios disponível na plataforma.

Segundo o coordenador do projeto, estas funcionalidades reforçam o papel da MILAGE na promoção de métodos de aprendizagem mais ativos e na disponibilização de recursos educativos acessíveis a diferentes níveis de ensino.

Projeto com origem na Universidade do Algarve

O projeto foi criado em 2016 na Universidade do Algarve e tem vindo a ser desenvolvido como uma ferramenta de apoio ao ensino. A plataforma disponibiliza conteúdos desde o pré-escolar até ao ensino secundário e abrange várias disciplinas.

Mauro Figueiredo concluiu que a evolução recente reforça o compromisso da plataforma com a inclusão digital e com o sucesso escolar, sublinhando a disponibilização de recursos gratuitos para estudantes e professores.

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Centenas de nadadores participam no Algarve Open Masters

1 June 2026 at 12:22

O Algarve Open Masters Verão / Campeonato Regional de Masters 2026 reuniu cerca de 250 atletas em Loulé ao longo do passado fim de semana, confirmando-se como um dos mais relevantes eventos da natação masters em Portugal.

A competição destacou-se pela forte participação de nadadores provenientes de várias regiões do país e pelo elevado nível competitivo demonstrado ao longo dos dois dias de provas.

Durante o evento foram estabelecidos dezenas de recordes regionais e vários recordes nacionais, refletindo a qualidade dos atletas presentes e o crescente prestígio da competição no panorama da natação masters.

Na classificação coletiva final, o Louletano Desportos Clube conquistou o primeiro lugar com 5.732 pontos. O Lagoa Académico Clube terminou na segunda posição, com 4.590 pontos, enquanto o Portinado – Associação de Natação de Portimão completou o pódio com 2.723 pontos.

Recordes e competitividade marcaram a prova

Os resultados alcançados pelos clubes evidenciam o trabalho desenvolvido ao longo da época e o elevado nível competitivo que caracterizou a competição.

A organização destaca que o evento foi marcado por prestações de grande qualidade em todas as categorias, contribuindo para a obtenção de novos máximos regionais e nacionais.

Convívio reforçou espírito da comunidade masters

Além da vertente desportiva, o Algarve Open Masters voltou a destacar-se pelo ambiente de amizade e companheirismo que caracteriza o movimento masters.

Um dos momentos mais marcantes aconteceu no domingo, durante o almoço-convívio que reuniu atletas, treinadores, dirigentes, árbitros e voluntários, promovendo o convívio e o fortalecimento dos laços entre os participantes.

A organização agradeceu o apoio da Câmara Municipal de Loulé e das Juntas de Freguesia de São Clemente e de São Sebastião, entidades consideradas fundamentais para a realização da competição.

Foi igualmente deixada uma palavra de reconhecimento aos patrocinadores e parceiros que contribuíram para o sucesso do evento.

Para Fábio Bota, presidente da Associação de Natação do Algarve, “este evento mostrou-nos que quando sonhamos é possível criar, em conjunto, coisas maravilhosas. Foi claramente uma aposta ganha e esperamos que no próximo ano possamos contar com ainda mais atletas”.

“A todos os que tornaram possível este evento – patrocinadores, clubes, atletas, árbitros, voluntários e entidades parceiras – deixo o meu mais sincero obrigado. Obrigado por acreditarem neste projeto e por contribuírem para tornar este fim de semana verdadeiramente inesquecível”, acrescenta.

A organização pretende agora consolidar e ampliar o Algarve Open Masters, reforçando a sua posição como evento de referência nacional e mantendo como pilares os valores da amizade, respeito, superação e companheirismo.

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Vem aí a primeira maratona de sempre do Algarve: evento vai realizar-se nesta data e este será o ponto de partida

1 June 2026 at 12:12

A região do Algarve prepara-se para receber, pela primeira vez, uma maratona oficial, um evento que marca a entrada do sul do país no circuito das grandes provas de atletismo de estrada. A estreia está agendada para 6 de dezembro e foi anunciada através das redes sociais, num momento que confirma a aposta crescente em eventos desportivos com ligação ao turismo e à promoção territorial.

De acordo com a organização do evento, citada pela NiT, o traçado foi concebido para tirar partido da paisagem costeira, com partida e chegada na Marina de Vilamoura e passagem por vários pontos do concelho de Loulé. A mesma fonte descreve a prova como pensada para proporcionar uma experiência diferenciada, associando a competição à envolvente natural do território.

A estrutura do evento inclui várias distâncias, permitindo a participação de atletas com diferentes níveis de preparação. Estão previstas provas de 42, 21, 10 e cinco quilómetros, numa lógica que combina vertente competitiva com participação recreativa.

Turismo, logística e ambição regional

A organização sublinha ainda a ligação entre a prova e a capacidade turística da região. Segundo a mesma fonte, o Algarve reúne condições logísticas e infraestruturais que facilitam a receção de atletas, equipas técnicas e visitantes, destacando a proximidade ao Aeroporto de Faro e a oferta hoteleira existente como fatores relevantes para a realização do evento.

Num plano institucional, o presidente da Câmara Municipal de Loulé, Telmo Pinto, destacou o significado do projeto para o concelho, referindo que “é com enorme orgulho que o município acolhe um projeto tão ambicioso e transformador como a Maratona do Algarve”.

Expectativa para a primeira edição

O autarca acrescentou que a iniciativa se enquadra numa estratégia de dinamização territorial, afirmando que o evento “reflete a nossa visão de um território dinâmico, coeso e capaz de atrair milhares de pessoas de todo o mundo, dinamizando a economia local e celebrando o desporto num cenário verdadeiramente deslumbrante”.

Telmo Pinto sublinhou ainda o compromisso do município com o desporto e o turismo sustentável, reforçando a intenção de posicionar Loulé como palco de eventos de grande escala.

Inscrições ainda por definir

Apesar da apresentação pública da prova, ainda não foram divulgados os valores de inscrição nem os prémios associados às diferentes distâncias. A organização indica que essas informações serão disponibilizadas em breve no site oficial do evento, mantendo em aberto alguns dos detalhes operacionais desta primeira edição.

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