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Passos fez algo raro: Ventura ficou submisso. O histórico do “professor e aluno”

1 June 2026 at 11:08
Antes da famosa frase sobre os “prostitutos” na política, houve um momento peculiar entre Passos Coelho e André Ventura. Durante a apresentação de um livro, Pedro Passos Coelho falou (durante quase 50 minutos). E disse uma frase que entrou para as notícias. “O que é autêntico e genuíno sempre se manifesta de uma forma muito mais eficaz do que o que é postiço. E então o postiço fica sem nada: fica sem integridade, fica como um prostituto sem carácter, sem reduto de pensamento, simplesmente vendido ao aplauso que o momento lhe possa fornecer”. Um discurso sem destinatário mencionado. E um

Ventura: Governo tentou condicionar relatório, adjunta quis esconder informação e Montenegro mentiu no Parlamento

By: Lusa
28 May 2026 at 11:04
MAI procurou “condicionar um relatório que vinha a público sobre o SIRESP”. Montenegro: “Não tenho conhecimento de nada”. O primeiro-ministro disse não ter conhecimento de nenhuma “tentativa de ocultação” ou condicionamento das conclusões do relatório do SIRESP, o que levou o líder do Chega a acusá-lo de mentir ao Parlamento. No debate quinzenal desta quarta-feira, na Assembleia da República, André Ventura afirmou que “o Ministério da Administração Interna procurou pelo menos condicionar um relatório que vinha a público sobre o SIRESP” e “há elementos que demonstram, sem margem para dúvidas, a tentativa de ocultar informação pública” por parte de uma

Banda desenhada no debate: Montenegro Peter Pan, Ventura Lucky Luke, Carneiro Speedy González

By: ZAP
28 May 2026 at 10:41
E Hugo Soares é o Cebolinha. Tempestades, SIRESP e lei laboral foram assuntos que passaram pelo debate quinzenal. O primeiro-ministro considerou “muito válido” o contributo do Presidente da República sobre a gestão das tempestades, que diz estar “quase todo incluído” no PTRR, mas admite que “aqui ou acolá” podem ser aprimoradas “regras de coordenação” “Posso reiterar que, tal como consta do relatório da Presidência aberta do Presidente da República, o Governo esteve muito presente, muito próximo”, afirmou. Luís Montenegro admitiu que “não correu tudo bem“, justificando, desde logo, com o caráter inédito da depressão Kristin, e defendeu que “tudo foi

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