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Uma supererupção transformou a Nova Zelândia há 350 mil anos. Já sabemos como

3 June 2026 at 08:00
A supererupção dividiu-se em duas fases: inicialmente com a expulsão de um único corpo de magma, seguindo-se um evento muito maior e mais complexo com cinco corpos magmáticos subterrâneos em erupção simultânea. Há cerca de 350 000 anos, o centro da Ilha Norte da Nova Zelândia era muito diferente da paisagem montanhosa e coberta de arbustos que é hoje. Em pleno período glaciário, as temperaturas eram mais frias e as condições mais severas. Vastos bosques de faias e podocarpos cobriam a região, proporcionando habitat para uma abundante avifauna nativa. Foi neste cenário tranquilo que uma das erupções mais explosivas da

Vulcão Kilauea lança colunas de lava de até 300 metros de altura no Havaí (vídeo)

O Kilauea é um dos vulcões mais ativos do mundo. A sua cratera está situada, aproximadamente, a 1.247 metros de altura acima do nível do mar e vem apresentando atividade constante desde 2024.

O vulcão Kilauea entrou novamente em erupção, na tarde do passado domingo, dia 31 de maio. Este é o 23º episódio da atual erupção deste vulcão, que teve início em 23 de dezembro de 2024.

Neste episódio atual, o vulcão expeliu colunas de lava a mais de 300 metros acima do Havaí, segundo foi revelado por vulcanologistas dos EUA.

Um comunicado do gabinete do Serviço Meteorológico Nacional em Honolulu, divulgado este domingo, segundo a CNN Brasil, informava que era esperada uma erupção intermitente com jatos de lava na caldeira do Kilauea.

O comunicado acrescentou que estes episódios costumam durar menos de 12 horas, mas as cinzas podem permanecer na atmosfera durante mais tempo, dependendo do vento e das condições meteorológicas que se fizerem sentir.

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