Antigo Presidente iraniano terá ficado ferido no primeiro dia da guerra na sequência de um ataque israelita e, depois desse episódio, terá perdido confiança na ideia de mudança de regime. Gargalhadas e mais gargalhadas no programa Morning Joe, da MS NOW, na quarta-feira da semana passada. Porquê? Donald Trump e responsáveis israelitas terão ponderado um plano para recolocar Mahmoud Ahmadinejad no poder no Irão. Mas este terá ficado ferido logo no primeiro dia de guerra… em ataques do EUA e Israel. A informação da desejada recolocação foi avançada pelo New York Times, que descreveu a iniciativa como um plano “audacioso”
A assinatura do memorando de entendimento seria o maior avanço diplomático desde o início da guerra. Há acordo entre responsáveis diplomáticos dos EUA e do Irão para terminar com a guerra no país asiático. O portal norte-americano Axios, citando dois responsáveis dos Estados Unidos, avançou nesta quinta-feira que os dois países chegaram a um acordo que desbloquearia o estreito de Ormuz e prolongaria por 60 dias o cessar-fogo, mas o acordo aguarda aprovação de Donald Trump. Durante os 60 dias de prolongamento do cessar-fogo os beligerantes iniciariam negociações sobre o programa nuclear iraniano. O Irão não vai impor qualquer portagem
Os EUA mantêm nas Caraíbas uma das maiores forças navais fora do Médio Oriente, posicionando tropas, navios de guerra e armamento de precisão para um eventual ataque militar a Cuba, numa operação que ameaça tornar-se o terceiro conflito internacional de Donald Trump. O Departamento de Defesa dos EUA passou meses a posicionar as tropas e o armamento necessários para um eventual ataque militar a Cuba, nota o Politico. Falta apenas a luz verde final de Donald Trump. O presidente norte-americano lançou a hipótese de uma invasão da ilha após as pressões económicas e políticas não terem conseguido derrubar o governo
Os Estados Unidos anunciaram esta quarta-feira que realizaram novos ataques aéreos contra o Irão e abateram quatro drones iranianos, apesar de continuar em vigor um cessar-fogo no conflito, que dura há quase três meses. Os ataques aéreos visaram uma instalação militar na costa sul do Irão, considerada uma ameaça para as forças norte-americanas e para o tráfego marítimo comercial no Estreito de Ormuz. Em simultâneo, as forças dos EUA abateram quatro drones iranianos que, segundo uma fonte oficial, também representavam uma ameaça. De acordo com o New York Times, as forças armadas norte-americanas lançaram ainda ataques aéreos contra uma estação
O Irão alargou as restrições à divulgação de conteúdos noticiosos provenientes do país, instruindo os meios de comunicação internacionais a limitarem a utilização dos seus conteúdos pelos órgãos de comunicação israelitas. Segundo a Associated Press, as diretivas, enviadas a várias organizações noticiosas, partiram do Ministério da Cultura e Orientação Islâmica, entidade que supervisiona a atividade dos meios de comunicação social. “A responsabilidade pelo incumprimento desta diretiva recai sobre o meio de comunicação que a violar”, referiam as instruções. Estas restrições surgem três meses depois de os Estados Unidos e Israel terem iniciado ataques contra o Irão, que evoluíram para um