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Tempo vai dar nova ‘reviravolta’? Chuva, frio e calor podem marcar os próximos dias e estas serão as regiões afetadas

31 May 2026 at 10:30

A primeira semana de junho deverá trazer algumas variações no estado do tempo em Portugal continental, com uma fase inicial ainda quente no Interior, uma descida de temperatura a meio da semana e a possibilidade de alguma chuva, sobretudo no Norte. Depois, os modelos apontam para uma nova mudança, com o calor a poder regressar em força após o fim de semana.

De acordo com a previsão da Luso Meteo para a semana de 1 a 7 de junho, o tempo deverá dividir-se em três fases distintas. Primeiro, mantém-se algum calor nas regiões do Interior, enquanto o litoral continuará mais fresco devido à nortada. Depois, a descida em latitude do jato polar poderá permitir a aproximação de frentes atlânticas. Por fim, poderá ocorrer uma nova transição para um bloqueio atmosférico, cenário que tende a favorecer tempo mais quente.

Segundo a mesma fonte, o anticiclone deverá ficar centrado a sudoeste dos Açores, permitindo a aproximação de algumas frentes associadas a depressões que circularão, em média, à latitude do Reino Unido ou um pouco mais a norte. Estas frentes deverão chegar já em dissipação, mas ainda poderão trazer alguma precipitação ao território continental.

Chuva pode surgir entre quarta e sexta-feira

A possibilidade de chuva será maior entre quarta e sexta-feira, podendo ainda prolongar-se pontualmente até sábado. A precipitação deverá ser mais provável no Norte, embora alguns cenários indiquem que poderá chegar também a zonas do Centro. Nesta altura, sexta-feira surge como o dia com maior probabilidade de chuva, eventualmente mais persistente e generalizada.

Ainda assim, a previsão continua marcada por incerteza. A Luso Meteo explica que os modelos meteorológicos divergem quanto à intensidade da descida de temperatura. O modelo americano GFS mantém temperaturas relativamente amenas, entre 23 e 25 graus no Norte entre quinta-feira e sábado, enquanto os modelos europeus IFS-ECMWF e ICON-DWD apontam para valores inferiores a 15 graus em algumas zonas, o que representaria uma anomalia significativa para o início de junho.

Na prática, a semana deverá ter mais nebulosidade, alguma precipitação durante um ou dois dias e uma descida acentuada da temperatura, sobretudo nas regiões do Norte e do litoral. A previsão de neve nas terras mais altas acabou por ser afastada, mas a Luso Meteo sublinha que o ar mais fresco deverá fazer-se sentir de forma clara.

Incerteza continua a marcar a previsão

A evolução do tempo dependerá muito da forma como uma ou duas perturbações atlânticas se vão comportar entre os dias 3 e 6 de junho. Uma depressão prevista a oeste dos Açores poderá seguir mais para norte e interagir com o jato polar, favorecendo chuva e vento mais fortes no oeste da Europa, ou ficar mais a sul e acabar por se dissipar quase por completo.

Esta evolução será importante para perceber se o anticiclone conseguirá estender-se mais para norte e favorecer uma resposta anticiclónica sobre o centro e norte da Europa. Caso esse cenário ganhe força, Portugal poderá regressar, em poucos dias, a um padrão semelhante ao registado no final de maio, com subida acentuada da temperatura.

Por agora, a Luso Meteo aponta para alguma chuva, mas ainda sem certezas quanto às zonas mais afetadas e às quantidades esperadas. A tendência mais recente tem sido de redução da precipitação prevista entre 3 e 6 de junho, o que pode indicar um reforço anticiclónico mais rápido do que inicialmente previsto.

Como deverá evoluir o tempo durante a semana

O início da semana será marcado por tempo quente no Interior e mais fresco no litoral. Na terça-feira, deverá ocorrer uma descida generalizada da temperatura, com ambiente mais fresco, em especial a Norte e junto à costa. Poderão surgir nuvens baixas e alguma morrinha matinal.

Entre quarta e quinta-feira, a nebulosidade deverá aumentar gradualmente, embora as temperaturas possam recuperar ligeiramente em algumas regiões. Na quinta-feira, poderá ocorrer chuva fraca, sobretudo no litoral Norte e em zonas montanhosas, num dia mais cinzento e com vento de noroeste moderado a forte.

Na sexta-feira, a previsão atual indica chuva mais provável nas regiões a norte do sistema montanhoso Montejunto-Estrela. A precipitação poderá ser persistente em alguns locais e as temperaturas máximas poderão ficar abaixo dos 20 graus em zonas do Norte. No fim de semana, o Interior deverá voltar a aquecer, principalmente no domingo, embora o litoral possa continuar mais fresco devido ao vento de norte ou noroeste.

Açores e Madeira com tempo mais estável

Nos Açores, a semana deverá ser maioritariamente estável e com pouca chuva. Ainda assim, poderá aproximar-se uma perturbação entre quarta-feira à noite e sexta-feira, com possibilidade de alguma precipitação e aumento do vento, sobretudo nas ilhas ocidentais. As temperaturas deverão variar pouco, mantendo-se entre 21 e 24 graus, ligeiramente acima da média em vários dias.

Na Madeira, o tempo deverá manter-se geralmente seco e soalheiro, com vento de norte ou nordeste por vezes moderado a forte. Poderão surgir períodos de maior nebulosidade, sobretudo no final da semana, mas a precipitação será pouco provável e, a ocorrer, deverá ser fraca e localizada.

Calor pode regressar em força depois do dia 7

Depois desta fase mais instável e fresca, a Luso Meteo admite a possibilidade de uma nova viragem para tempo quente, sobretudo a partir do fim de semana e durante a segunda semana de junho. A dorsal africana do anticiclone poderá voltar a ganhar expressão, transportando ar quente e seco para a Península Ibérica.

Alguns modelos sugerem temperaturas até 10 graus acima da média, com maior probabilidade de calor intenso por volta do feriado de 10 de junho. Segundo a mesma fonte, os ensembles europeus e americanos têm vindo a reforçar este cenário, que poderá elevar as temperaturas para valores próximos dos 40 graus em algumas zonas do país.

Apesar disso, a previsão ainda não está fechada. Alguns modelos continuam a indicar a possibilidade de depressões permanecerem mais próximas da latitude de Portugal, mantendo ar mais fresco de norte. Contudo, esse cenário tem perdido força, pelo que a Luso Meteo considera cada vez mais provável o regresso do calor em junho, embora a intensidade e a duração desse episódio ainda estejam por confirmar.

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Vem aí uma viragem no tempo em Portugal: jato polar pode trazer chuva, vento e descida da temperatura nesta data

31 May 2026 at 06:00

Portugal ainda está sob influência de uma massa de ar muito quente, responsável pelas temperaturas excecionalmente elevadas dos últimos dias. Mas o início de junho poderá trazer uma mudança relevante no estado do tempo, com a aproximação de uma circulação mais atlântica e menos favorável à persistência do calor.

De acordo com a Meteored, a corrente de jato polar deverá tornar-se mais ondulada durante a primeira semana de junho, aproximando-se da Península Ibérica e abrindo a porta a mais nebulosidade, vento e chuva, sobretudo entre os dias 4 e 7.

Calor ainda continua no fim de maio

Antes da mudança, o calor deverá continuar a marcar o estado do tempo. Ao longo do último fim de semana do mês, as temperaturas deverão manter-se elevadas em várias regiões do interior Norte e Centro, no Alentejo, no Algarve e junto à fronteira com Espanha.

Nestas zonas, os termómetros poderão ultrapassar os 36 a 38 graus, mantendo um cenário mais típico de pleno verão do que de final de primavera. Ainda assim, começam a surgir sinais de alteração. A faixa costeira entre Lisboa e Viana do Castelo deverá sentir a entrada de ar mais fresco vindo de norte, com impacto gradual nas temperaturas.

Anticiclone ainda protege Portugal

O anticiclone dos Açores continuará a ter influência no estado do tempo durante o fim de semana. Segundo a Meteored, este anticiclone, alongado sobre o Atlântico, deverá manter Portugal protegido das frentes atlânticas mais organizadas, garantindo um cenário ainda estável e seco em grande parte do território.

No entanto, a sua posição permitirá a entrada de ar marítimo mais fresco junto ao litoral ocidental, o que deverá aliviar o calor em algumas zonas. Este arrefecimento poderá depois avançar para áreas do interior Norte e Centro, embora as regiões mais próximas da fronteira com Espanha continuem sob influência do ar quente continental.

Jato polar aproxima-se da Península

A mudança mais relevante deverá começar a desenhar-se a partir de segunda-feira, 2 de junho. De acordo com a Meteored, a circulação atmosférica sobre o Atlântico Norte deverá sofrer alterações importantes, com a corrente de jato polar a descer de latitude e a aproximar-se da Península Ibérica.

A corrente de jato polar é uma faixa de ventos muito fortes em altitude, situada a cerca de 9 a 11 quilómetros acima da superfície. Funciona como uma espécie de fronteira dinâmica entre massas de ar frio e quente, influenciando a trajetória das depressões e das frentes. Quando esta corrente se torna mais ondulada, o tempo à superfície pode mudar de forma mais expressiva.

Mais nuvens, vento e humidade

O contraste entre o anticiclone dos Açores e várias depressões atlânticas deverá destabilizar a corrente de jato. Segundo a Meteored, ao longo da primeira semana de junho, essa corrente poderá apresentar ondulações marcadas, com efeitos indiretos em Portugal continental.

Apesar de o fenómeno ocorrer em altitude, as consequências podem chegar à superfície sob a forma de maior nebulosidade, aumento da humidade, reforço do vento e uma atmosfera mais instável. Os primeiros mapas sugerem que, logo nos primeiros dias de junho, poderão surgir períodos de chuva fraca no Norte e Centro, acompanhados por mais nuvens do que nos dias anteriores.

Instabilidade mais provável entre 4 e 7 de junho

A fase mais importante desta mudança poderá ocorrer entre os dias 4 e 7 de junho. A Meteored refere que os modelos apontam para o desenvolvimento de uma depressão profunda a norte das Ilhas Britânicas, capaz de acentuar ainda mais as ondulações da corrente de jato polar.

Este padrão poderá favorecer a aproximação de instabilidade ao território português, sobretudo às regiões Norte e Centro. Os mapas de precipitação acumulada indicam que a maior parte da chuva prevista para a primeira semana de junho poderá concentrar-se precisamente nesse período.

Primeiro fim de semana dos Santos Populares pode ser diferente

Caso este cenário se confirme, o primeiro fim de semana completo de junho poderá ter um ambiente bem diferente daquele que marcou o final de maio. Depois de vários dias de calor intenso, o tempo poderá tornar-se mais ameno, húmido e ocasionalmente chuvoso em algumas zonas, especialmente no Norte e Centro.

A previsão ainda deve ser acompanhada com cautela, uma vez que pequenas alterações na posição da corrente de jato ou das depressões atlânticas podem mudar a distribuição da chuva e a intensidade do vento. Ainda assim, o sinal geral aponta para uma transição para um padrão mais atlântico.

Uma mudança depois do calor extremo

O início de junho poderá, assim, quebrar a sequência de dias marcados por calor persistente. A massa de ar quente africana deverá perder força progressivamente, à medida que o ar marítimo atlântico ganha influência. O litoral deverá sentir primeiro essa mudança, seguindo-se algumas zonas do interior.

A descida de temperatura não significa necessariamente tempo frio, mas deverá representar um alívio face aos valores excecionalmente altos registados no fim de maio.

Portugal mais perto de uma circulação atlântica

A mudança prevista pela Meteored aproxima Portugal de um padrão mais típico de circulação atlântica. Esse cenário costuma trazer mais humidade, maior nebulosidade, vento de oeste ou noroeste e possibilidade de chuva, sobretudo nas regiões mais expostas às frentes vindas do Atlântico.

A primeira semana de junho poderá marcar uma viragem no estado do tempo: o calor intenso perde força, o jato polar aproxima-se e a chuva pode regressar a algumas regiões entre os dias 4 e 7.

Leia também: Vem aí vento forte, chuva e nevoeiro: IPMA prevê mudança no tempo nestas regiões

Em junho “águas mil”? Novo mês vai trazer chuva e descida das temperaturas a partir desta data e estas serão as regiões afetadas

30 May 2026 at 18:00

A entrada de junho deverá trazer uma mudança no estado do tempo em Portugal continental, depois de vários dias marcados por calor intenso, valores pouco habituais para maio e uma onda de calor acompanhada pelo IPMA. A descida das temperaturas deverá sentir-se de forma gradual, com maior influência do ar marítimo e possibilidade de chuva fraca em algumas regiões.

A onda de calor teve início a 20 de maio e, segundo a atualização do IPMA com dados recolhidos até às 10h UTC de 28 de maio, 16 estações meteorológicas automáticas encontravam-se nessa situação.

O instituto destacou ainda o novo extremo absoluto de temperatura máxima para maio, registado em Mora, com 40,3 °C, valor que ultrapassou anteriores referências históricas do mesmo mês, de acordo com a Meteored.

Calor começa a perder força

Depois do episódio de calor extremo que marcou a reta final de maio, a primeira semana de junho deverá trazer um ambiente menos quente em várias zonas do país. De acordo com a mesma fonte, a mudança estará associada à substituição gradual da massa de ar muito quente e seca por uma massa mais fresca e húmida, vinda do Atlântico e com origem polar marítima.

A descida das temperaturas deverá ser mais evidente primeiro no litoral Norte e Centro, estendendo-se depois a outras regiões. O interior poderá manter calor mais intenso até ao início da semana, mas a partir de terça-feira, 2 de junho, o alívio térmico deverá chegar a grande parte de Portugal continental.

Fluxo de noroeste ajuda a mudar o tempo

A mudança estará relacionada com a deslocação progressiva da massa de ar quente para leste e com a entrada de um fluxo de noroeste. Este padrão favorece a chegada de ar marítimo mais fresco, o que deverá contribuir para regular as temperaturas, sobretudo na faixa costeira ocidental e nas regiões Norte e Centro.

Ainda assim, a descida não deverá acontecer da mesma forma em todo o território. Alguns pontos do Baixo Alentejo e do Sotavento Algarvio poderão continuar a sentir valores mais elevados durante mais tempo, antes de a mudança se tornar mais generalizada.

O IPMA, no boletim de previsão alargada produzido com base nas previsões do ECMWF, indicava que para a semana de 1 a 7 de junho não era possível identificar uma anomalia estatisticamente significativa na temperatura média semanal ou na precipitação acumulada. Ou seja, os cenários apontavam para maior normalização face ao calor excecional anterior, mas sem sinal estatístico forte para desvios semanais marcados.

NAO positiva pode marcar o arranque de junho

A Meteored refere ainda que os primeiros dias de junho poderão ser influenciados por um regime de NAO positiva, associado a um anticiclone dos Açores robusto e a uma depressão da Islândia também ativa. Este padrão tende a favorecer a circulação de depressões atlânticas mais a norte da Europa, mas pode permitir alguma variabilidade no estado do tempo em Portugal.

As previsões sub-sazonais do ECMWF são usadas precisamente para avaliar tendências nas semanas seguintes, comparando as condições previstas com a climatologia do modelo. O próprio ECMWF explica que este tipo de previsão dá uma visão geral das condições prováveis até 46 dias, focando-se sobretudo em médias semanais e desvios face ao normal.

Chuva pode regressar ao Norte e Centro

Apesar da presença do anticiclone dos Açores, a sua posição poderá permitir a passagem de algumas frentes atlânticas já enfraquecidas. Isso poderá traduzir-se em precipitação fraca e dispersa, sobretudo no litoral Norte e Centro e em algumas áreas de montanha, nos primeiros dias de junho.

A mesma previsão aponta para tempo mais variável durante a primeira semana do mês, com dias mais secos a alternarem com períodos de maior nebulosidade e alguma instabilidade. A possibilidade de chuva poderá voltar a colocar-se entre os dias 5 e 6 de junho, novamente com maior probabilidade nas regiões Norte e Centro.

Tempo mais fresco, mas com incerteza

A previsão alargada deve ser lida com prudência, uma vez que trabalha com cenários probabilísticos. O IPMA lembra que, neste tipo de previsão, a confiança diminui sobretudo a partir da segunda semana, sendo necessário interpretar os resultados com reservas.

Ainda assim, depois de vários dias de calor intenso, os modelos apontam para uma mudança clara no padrão dominante.

A chegada de ar marítimo mais fresco, o reforço do vento de oeste e noroeste e a possibilidade de frentes atlânticas deverão marcar o início de junho com temperaturas mais amenas e algum regresso da chuva, sobretudo no Norte e Centro do país.

Leia também: Vem aí vento forte, chuva e nevoeiro: IPMA prevê mudança no tempo nestas regiões

Vem aí vento forte, chuva e nevoeiro: IPMA prevê mudança no tempo nestas regiões

30 May 2026 at 06:00

Este sábado deverá trazer tempo estável em grande parte do continente, mas com alguns sinais de mudança em zonas específicas. O vento deverá ganhar força junto à faixa costeira ocidental e haverá possibilidade de neblina ou nevoeiro matinal em alguns pontos do litoral Norte e Centro.

De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), a previsão para Portugal continental, assinada pelos meteorologistas Bruno Café e Ângela Lourenço, aponta para céu pouco nublado ou limpo na generalidade do território. Ainda assim, o litoral Norte e Centro deverá começar o dia com mais nebulosidade, enquanto o Algarve deverá registar uma subida da temperatura, sobretudo da máxima e no sotavento.

Litoral Norte e Centro com mais nuvens pela manhã

O IPMA prevê céu pouco nublado ou limpo no continente, mas com períodos de maior nebulosidade no litoral Norte e Centro. Até ao final da manhã, estas zonas deverão apresentar-se geralmente muito nubladas. Em alguns locais do litoral Centro, essa nebulosidade poderá mesmo persistir ao longo do dia. A previsão indica ainda possibilidade de formação de neblina ou nevoeiro matinal em alguns pontos do litoral Norte e Centro, o que poderá marcar as primeiras horas do dia, sobretudo junto à costa.

Vento ganha força na faixa costeira ocidental

O vento será outro dos elementos a acompanhar este sábado. Segundo o IPMA, deverá soprar fraco a moderado, até 30 km/h, do quadrante oeste. Na faixa costeira ocidental e nas serras do litoral Centro, será de norte ou noroeste e poderá soprar por vezes forte, até 40 km/h, especialmente a partir da tarde.

Este reforço deverá ser mais sentido em zonas expostas do litoral, podendo tornar o ambiente menos confortável junto à costa, apesar do céu pouco nublado ou limpo em parte do país.

Algarve com subida de temperatura

No Algarve, a nota principal será a subida da temperatura. O IPMA prevê uma subida, em especial da máxima e no sotavento algarvio. Esta região deverá ter céu pouco nublado ou limpo, com um ambiente mais quente do que nos dias anteriores. Na costa sul, as ondas deverão ser inferiores a um metro, com a temperatura da água do mar entre 18 e 20 graus.

Na Grande Lisboa

Na Grande Lisboa, o céu deverá apresentar-se pouco nublado ou limpo, embora esteja geralmente muito nublado até ao meio da manhã. A nebulosidade poderá persistir junto ao Cabo Raso ao longo do dia. O vento será fraco a moderado, até 30 km/h, de norte ou noroeste, soprando por vezes forte, até 40 km/h, precisamente junto ao Cabo Raso. Assim, a região deverá ter um sábado globalmente estável, mas com vento mais sentido nas zonas costeiras e expostas.

No Grande Porto

No Grande Porto, o céu deverá estar pouco nublado, mas geralmente muito nublado até ao final da manhã. O vento será fraco, tornando-se fraco a moderado, até 25 km/h, de noroeste a partir da tarde. Há ainda possibilidade de formação de neblina ou nevoeiro matinal. A manhã poderá, por isso, começar mais cinzenta, com tendência para melhoria ao longo do dia.

Estado do mar no continente

Na costa ocidental, o IPMA prevê ondas de noroeste com 1 a 1,5 metros, aumentando gradualmente para 1,5 a 2 metros a partir da manhã. A temperatura da água do mar deverá variar entre 17 e 18 graus. Na costa sul, estão previstas ondas inferiores a um metro, com temperatura da água entre 18 e 20 graus.

Açores com chuva fraca e neblinas

Nos Açores, o sábado deverá ser mais húmido. De acordo com a previsão assinada pelos meteorologistas Viegas e Costa, os três grupos do arquipélago deverão ter céu geralmente muito nublado, períodos de chuva fraca ou chuvisco e condições favoráveis à formação de neblinas ou nevoeiro. No Grupo Ocidental, o vento será de sudoeste, bonançoso a moderado, entre 10 e 30 km/h, tornando-se fresco, entre 30 e 40 km/h, com rajadas até 50 km/h. No Grupo Central, o vento deverá soprar de sudoeste, bonançoso a moderado. No Grupo Oriental, será também de sudoeste, mas bonançoso, entre 10 e 20 km/h.

As temperaturas previstas para os Açores deverão manter-se amenas. Santa Cruz das Flores, Horta e Angra do Heroísmo deverão registar valores entre 17 e 22 graus. Em Ponta Delgada, a temperatura deverá variar entre 17 e 20 graus. Quanto ao mar, os grupos Ocidental e Central terão ondas de oeste com 2 a 3 metros, diminuindo para 1 a 2 metros. No Grupo Oriental, estão previstas ondas de oeste com 1 a 2 metros.

Madeira com vento forte em zonas expostas

Na Madeira, o sábado deverá apresentar períodos de céu muito nublado, com boas abertas nas terras altas e na vertente sul da ilha. O vento será fraco a moderado, até 30 km/h, de norte ou nordeste, soprando por vezes forte, até 45 km/h, nos extremos leste e oeste da ilha da Madeira e nas terras altas, sobretudo a partir da manhã. Na região do Funchal, o céu deverá estar geralmente pouco nublado, com vento fraco, inferior a 15 km/h.

Sábado com contrastes no país

O sábado deverá ser relativamente estável no continente, mas com diferenças importantes entre regiões. O litoral Norte e Centro deverá começar o dia com mais nuvens e possibilidade de neblina ou nevoeiro, enquanto o vento deverá reforçar-se na faixa costeira ocidental e nas serras do litoral Centro. No Algarve, a temperatura deverá subir, sobretudo no sotavento.

Nos arquipélagos, os Açores terão um cenário mais húmido, com chuva fraca, chuvisco e neblinas. Já a Madeira deverá ter vento por vezes forte nas zonas mais expostas, apesar das boas abertas previstas em parte da ilha.

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