Encontrado um dos primeiros filmes de animação portugueses. “A Lenda de Miragaia” estava na Feira da Ladra

O Algarve é apontado pela International Citizens Insurance (ICI), plataforma especializada em seguros internacionais de saúde e informação para expatriados, como uma das regiões mais populares de Portugal para viver a reforma, sobretudo entre estrangeiros que procuram sol, praia, segurança, serviços e uma comunidade internacional já instalada. Para os americanos que ponderam deixar os Estados Unidos nesta fase da vida, o sul de Portugal surge como uma opção forte pela combinação entre qualidade de vida, clima ameno e acesso a cuidados de saúde.
Este interesse não surge por acaso. A Global Citizen Solutions, empresa internacional especializada em mobilidade global, residência e cidadania por investimento, colocou Portugal no topo da lista mundial para a reforma, avaliando 44 programas de vistos ligados a rendimentos passivos e reforma, com critérios como qualidade de vida, economia, mobilidade, impostos, segurança e integração.
Para os norte-americanos, a escolha de Portugal passa também por questões práticas. Guias especializados para cidadãos dos EUA referem que muitos reformados olham para o país por causa do visto D7, associado a rendimentos passivos, da possibilidade de viver em cidades seguras e da diferença de custos face a várias zonas dos Estados Unidos.
Segundo a ICI, o Algarve é uma das regiões portuguesas mais procuradas por reformados estrangeiros e conta com uma presença significativa de residentes internacionais.
A plataforma destaca localidades como Faro, Lagos, Albufeira e Tavira, onde a existência de comunidades expatriadas e o uso frequente do inglês podem facilitar a adaptação de quem chega de fora.
Para muitos reformados americanos, esta facilidade de integração pesa na decisão. Viver num destino onde já existem comunidades estrangeiras, serviços adaptados a residentes internacionais e ligações aéreas através de Faro pode tornar a mudança menos complexa, especialmente para quem procura manter contacto regular com família e amigos noutros países.
Um dos principais atrativos do Algarve é o clima. O portal oficial de turismo gerido pelo Turismo de Portugal, descreve a região como um destino de clima ameno, com cerca de 300 dias de sol por ano, clima suave ao longo do ano, mar claro e praias que convidam ao descanso, fatores que ajudam a explicar a atenção dada ao destino por quem procura viver a reforma junto ao Atlântico.
Para reformados que vêm de zonas dos EUA com invernos rigorosos ou custos elevados em destinos costeiros, esta combinação de sol, mar e temperaturas mais agradáveis pode ser decisiva.
A mesma plataforma destaca ainda a oferta de lazer do Algarve, incluindo praias, campos de golfe, gastronomia, vinhos locais e atividades ao ar livre. Para quem quer viver a reforma de forma ativa, a região permite uma rotina marcada por caminhadas, refeições junto ao mar, desporto e convívio com outras comunidades estrangeiras.
Este estilo de vida é um dos motivos pelos quais o Algarve se distingue de outras regiões portuguesas. Em vez de uma reforma centrada apenas no descanso, muitos americanos encontram no sul do país uma rotina com praia, cultura local, mercados, restauração, natureza e atividades sociais, sem a dimensão urbana de Lisboa ou Porto.
Faro é um ponto importante nesta escolha, por ser a capital da região e contar com aeroporto internacional. A ICI sublinha que esta ligação facilita deslocações para outros países europeus e visitas de familiares ou amigos, um aspeto relevante para reformados estrangeiros que não querem sentir-se isolados depois da mudança.
Além de Faro, zonas como Lagos, Tavira e Albufeira oferecem perfis diferentes para a reforma. Lagos pode atrair quem procura costa, história e vida internacional; Tavira tende a ser associada a um ritmo mais calmo e tradicional; Albufeira é mais turística e movimentada; e Faro pode ser prática para quem valoriza serviços, transportes e proximidade ao aeroporto.
A questão da saúde é central para qualquer reformado que pense em viver no Algarve. O portal oficial ePortugal explica que qualquer estrangeiro legalmente residente em Portugal pode obter um número de utente do Serviço Nacional de Saúde, o que permite acesso a assistência médica nas unidades públicas do SNS.
Ainda assim, a ICI lembra que muitos reformados estrangeiros optam por seguros de saúde privados para terem acesso mais rápido a especialistas, hospitais privados e cobertura internacional.
Para americanos habituados a planear cuidadosamente custos médicos, este é um ponto essencial antes de escolher o Algarve como destino de reforma.
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A praia algarvia que está a dar que falar entre os britânicos fica na costa ocidental, longe dos resorts mais movimentados, e foi apontada como a melhor da Europa para 2026. Trata-se da Praia de Monte Clérigo, em Aljezur, destacada pela imprensa britânica pela beleza natural, ambiente tranquilo e pôr do sol sobre o Atlântico.
A distinção foi atribuída pela European Best Destinations, que elegeu Monte Clérigo como a melhor praia europeia para 2026. A escolha foi noticiada pelo jornal britânico The Sun, que apresentou este areal como uma escapadinha mais calma dentro do Algarve, região muito procurada por turistas do Reino Unido.
O artigo sublinha que o Algarve atrai todos os anos milhões de britânicos em busca de sol, praias de areia dourada e férias junto ao mar. Ainda assim, a praia agora destacada não fica entre os destinos mais conhecidos, como Albufeira, Vilamoura, Alvor, Falésia ou Praia da Rocha.
A Praia de Monte Clérigo fica no concelho de Aljezur, na costa ocidental algarvia. Ao contrário de outras zonas mais turísticas do Algarve, mantém um ambiente mais selvagem, marcado por falésias, mar atlântico e uma envolvente natural preservada.
Segundo a publicação britânica, Monte Clérigo distingue-se precisamente por estar afastada das multidões que costumam encher alguns dos resorts mais populares da região. O areal amplo e a paisagem atlântica ajudam a criar uma experiência diferente da imagem mais urbana e turística do Algarve central.
A praia integra o Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, uma das áreas costeiras mais valorizadas do país pela sua biodiversidade, trilhos, arribas e paisagens menos alteradas pela construção.
A European Best Destinations avaliou várias praias europeias tendo em conta critérios como beleza natural, qualidade da água, ambiente familiar, atividades disponíveis, alojamento e atmosfera geral. As praias mais bem classificadas foram depois submetidas à votação de um painel internacional de viajantes e entusiastas de turismo.
Monte Clérigo foi descrita como uma praia de falésias douradas e paisagens atlânticas selvagens. A combinação entre areia extensa, mar aberto, casas coloridas na encosta e pôr do sol sobre o oceano ajudou a reforçar a sua imagem como uma das praias mais bonitas da Europa.
O local é também conhecido pelas poças naturais que se formam na maré baixa, pelas condições para a prática de surf e pela proximidade à vila de Aljezur. Para quem procura natureza, caminhadas e ambiente mais tranquilo, é uma alternativa aos destinos algarvios mais movimentados.
A imprensa britânica apresentou Monte Clérigo como uma das chamadas “Sunset Beaches” de Portugal. A posição da praia, virada para oeste, permite ver o sol desaparecer no horizonte sobre o Atlântico, um dos aspetos mais valorizados por visitantes estrangeiros.
O The Sun cita comentários de turistas que descrevem a praia como bonita, preservada e afastada do ritmo mais intenso dos centros turísticos. Alguns visitantes destacam a costa recortada, a tranquilidade e a possibilidade de ficar até ao final do dia para fotografar o pôr do sol.
Esta combinação de cenário natural e menor pressão turística ajuda a explicar o interesse crescente por Monte Clérigo. Para muitos viajantes, a praia oferece uma versão diferente do Algarve: menos urbana, mais atlântica e mais ligada à natureza.
A distinção representa também uma oportunidade para Aljezur, concelho que tem vindo a afirmar-se como destino de turismo de natureza, surf, caminhadas e gastronomia local. A visibilidade internacional pode atrair novos visitantes, sobretudo aqueles que procuram fugir das zonas mais cheias durante o verão.
Apesar disso, o aumento da procura deve ser acompanhado com atenção. Praias inseridas em áreas naturais sensíveis exigem respeito pelas regras ambientais, estacionamento adequado, preservação das dunas e cuidado com resíduos deixados no areal.
O jornal britânico sublinha ainda que a praia é relativamente acessível para quem viaja do Reino Unido. O Aeroporto de Faro fica a cerca de uma hora e meia de carro de Monte Clérigo, o que permite combinar voos curtos com uma escapadinha até à costa vicentina.
A publicação refere também a existência de voos económicos para Faro durante o mês de junho, reforçando a ideia de que o destino pode ser uma opção atrativa para turistas britânicos que procuram sol, praia e preços competitivos.
Ainda assim, quem visita Monte Clérigo deve ter em conta que se trata de uma zona diferente dos grandes resorts. A oferta é mais tranquila, a paisagem é mais selvagem e a experiência está mais ligada à natureza do que ao turismo de massas.
Na lista das melhores praias da Europa para 2026, Monte Clérigo surge em primeiro lugar, à frente de vários destinos conhecidos. A segunda posição foi atribuída à praia de Voutoumi, em Antipaxos, na Grécia, seguindo-se Fteri Beach, em Cefalónia.
A lista inclui ainda Elafonisi, em Creta, conhecida pela areia rosada, Bogliasco Beach, em Itália, Cala Mesquida, em Maiorca, Kvalvika Beach, na Noruega, Rovinia Beach, em Corfu, Kaputas Beach, na Turquia, e Paleokastritsa, também em Corfu.
Para quem associa o Algarve apenas a grandes resorts, animação noturna e praias cheias, Monte Clérigo mostra outra face da região. A praia combina areal amplo, mar atlântico, falésias e uma pequena localidade junto à costa, mantendo um ambiente mais calmo do que os destinos mais populares.
A distinção internacional pode aumentar a curiosidade sobre esta zona de Aljezur, mas também reforça a importância de visitar com respeito pelo território. Estacionar nos locais próprios, proteger as dunas e evitar deixar lixo são cuidados essenciais para preservar o equilíbrio da praia.
Eleita a melhor praia da Europa para 2026, Monte Clérigo confirma que o Algarve continua a surpreender para lá dos nomes mais conhecidos. Longe das multidões, este areal da costa ocidental está agora no centro das atenções dos britânicos.
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A possibilidade de viajar por Portugal sem pagar volta a estar em cima da mesa para milhares de jovens: o programa ANDA Conhecer Portugal prepara-se para lançar uma nova vaga de vouchers ainda este mês, depois de a primeira fase de 2026 ter esgotado em poucos dias.
De acordo com o site oficial do ANDA, plataforma informativa dedicada ao programa e à mobilidade juvenil, esta nova distribuição surge após o forte interesse registado em março, quando os primeiros 10 mil vouchers desapareceram rapidamente. A data concreta de abertura ainda não foi anunciada, mas quem pretende candidatar-se já deve começar a preparar o processo.
Criado em 2024, o ANDA Conhecer Portugal resulta de uma parceria entre a Movijovem e a CP. O objetivo mantém-se: facilitar o acesso dos jovens a experiências de viagem e incentivar a descoberta do território nacional, reduzindo os custos associados. Na prática, cada voucher permite sete dias consecutivos de viagens ilimitadas em comboios selecionados e seis noites de alojamento em Pousadas de Juventude, com pequeno-almoço incluído.
O acesso está reservado, em regra, a jovens até aos 30 anos que tenham concluído o ensino secundário este ano ou estejam em vias de o fazer. Porém, o programa também se estende a participantes em iniciativas de voluntariado ligadas ao IPDJ, a jovens em Campos de Trabalho Internacionais e a membros de associações juvenis ou estudantis, desde que cumpram os critérios definidos.
Ao nível das deslocações, o passe inclui ligações em intercidades, regionais, interregionais e urbanos nas áreas de Lisboa, Porto e Coimbra. Nos serviços de longo curso é necessária reserva de lugar e a emissão dos bilhetes deve ser feita presencialmente nas bilheteiras da CP, após a receção do voucher.
Já no alojamento, existem regras apertadas. As seis noites têm de ser consecutivas e cada estadia implica um mínimo de duas noites por pousada. As reservas são obrigatoriamente feitas online e não podem ser alteradas ou canceladas. O modelo base inclui cama em quarto partilhado, embora seja possível pedir upgrades pagos, sujeitos a disponibilidade.
Um dos pontos menos claros continua a ser a elegibilidade de jovens estrangeiros residentes em Portugal. Segundo a mesma fonte, há inconsistências entre o regulamento mais recente e a secção de perguntas frequentes, sobretudo no que diz respeito ao critério da nacionalidade.
Ainda assim, a formulação atual parece abrir a porta a residentes com Cartão de Cidadão ou Chave Móvel Digital, deixando a confirmação final dependente da plataforma no momento da candidatura.
No total, estão previstos 30 mil vouchers para este ano, distribuídos por três fases. Depois da primeira, em março, seguem-se novas vagas em junho e setembro. Uma vez atribuídos, os vouchers podem ser utilizados entre 5 de julho de 2026 e 4 de julho de 2027.
As candidaturas decorrem exclusivamente online e implicam autenticação com Chave Móvel Digital. É também obrigatório possuir Cartão Jovem, que pode ser obtido durante o processo de inscrição sem custos adicionais.
Com a procura a superar rapidamente a oferta nas fases anteriores, a preparação antecipada pode ser decisiva. Como refere o site oficial na sua última atualização, não há lista de espera nem reservas: os vouchers são atribuídos por ordem de pedido até esgotar.
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A época balnear já arrancou em Portimão e traz consigo um conjunto de medidas destinadas a reforçar a segurança, a assistência e a acessibilidade nas praias do concelho durante os meses de maior afluência. O dispositivo preparado para este verão inclui vigilância reforçada, apoio de saúde e equipamentos destinados a pessoas com mobilidade condicionada.
Segundo o comunicado enviado pela autarquia às redações, a época balnear teve início na última segunda-feira, 1 de junho, e prolonga-se até 30 de setembro, período durante o qual as várias zonas balneares do concelho passam a contar com meios humanos e técnicos destinados a apoiar residentes e visitantes.
Entre as medidas implementadas destaca-se a instalação de 15 torres de vigilância, distribuídas entre duas das praias mais frequentadas do concelho. O objetivo passa por reforçar a observação das áreas balneares e melhorar a capacidade de resposta em situações de emergência.
Segundo a mesma fonte, oito dessas estruturas encontram-se na Praia de Alvor e as restantes sete na Praia da Rocha. As torres vão permanecer em funcionamento até ao início de outubro, ultrapassando ligeiramente o período oficial da época balnear.
A operação preparada para este verão inclui também a presença de cerca de 50 nadadores-salvadores distribuídos pelas várias praias do concelho. Estes profissionais asseguram a vigilância das zonas concessionadas e prestam apoio em situações de necessidade.
Além dos meios humanos, as praias contam com diversos equipamentos de emergência. Os dispositivos instalados incluem desfibrilhadores automáticos externos e garrafas de oxigénio, reforçando a capacidade de assistência imediata em caso de incidente.
A assistência aos banhistas será igualmente complementada através de postos de enfermagem instalados em diferentes praias do concelho. A medida resulta de uma colaboração estabelecida entre o município e a Unidade Local de Saúde do Algarve.
Conforme a mesma fonte, os três postos estarão localizados na Praia da Rocha, na Praia do Vau e na Praia de Alvor. O funcionamento está previsto entre 1 de julho e 15 de setembro, diariamente entre as 10:00 h e as 18:00 h.
As medidas destinadas a pessoas com mobilidade reduzida mantêm-se durante mais uma época balnear. O projeto Praia Acessível continuará a disponibilizar equipamentos que facilitam o acesso à areia e ao mar.
Entre julho e setembro, estarão disponíveis cadeiras anfíbias, conhecidas por tiraló, bem como tendas e toldos de apoio na Praia do Vau e na Praia de Alvor. A utilização destes equipamentos será acompanhada por monitores.
Além das praias abrangidas pelo projeto Praia Acessível, existem outros equipamentos destinados a melhorar as condições de utilização dos espaços balneares por pessoas com limitações de mobilidade.
A mesma nota explica que a Área Desportiva da Praia da Rocha disponibilizará duas cadeiras anfíbias e um tapete de praia adaptado, permitindo uma deslocação mais cómoda entre os diferentes pontos daquela zona balnear.
O conjunto de medidas agora implementadas procura responder ao aumento da procura que habitualmente se verifica durante os meses de verão, quando milhares de pessoas escolhem as praias de Portimão para lazer e férias.
Entre vigilância, assistência médica e acessibilidade, o município volta a apostar num dispositivo abrangente para apoiar os utilizadores das praias ao longo da época balnear deste ano.
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A marca algarvia Gooiâba Brand promoveu, no passado sábado, o seu primeiro evento dedicado ao bem-estar feminino, reunindo mais de 35 mulheres para uma manhã marcada pelo convívio, partilha de experiências e momentos de descontração.
A iniciativa decorreu no Hotel Quinta do Marco, em Santa Catarina da Fonte do Bispo, no concelho de Tavira, e teve início com uma aula de pilates, seguindo-se um brunch num ambiente pensado para proporcionar uma experiência diferenciadora às participantes.

Inserido num cenário privilegiado, com vista para a serra e para o mar, o encontro permitiu às participantes desfrutar de uma manhã dedicada ao bem-estar e à valorização das relações pessoais.
A propósito desta iniciativa, a CEO da marca, Cristiana Antunes, explicou que “mais do que apresentar a nossa nova coleção de verão, quisemos criar uma experiência memorável para as nossas clientes e seguidoras, num ambiente leve, inspirador e muito feminino”.

A responsável acrescenta que “foi uma manhã repleta de boa energia, sorrisos e momentos especiais que ficarão certamente na memória de todas as participantes”.
O evento marcou a estreia da Gooiâba Brand na organização de encontros presenciais dedicados ao universo feminino, reforçando a proximidade da marca com as suas clientes e seguidoras através de experiências centradas no bem-estar e na partilha.
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O Algarve continua a servir de inspiração para projetos culturais e literários que levam a região além-fronteiras. Desta vez, o cenário escolhido foi uma localidade do concelho de Albufeira, que surge como pano de fundo de um novo romance assinado por uma autora britânica com milhões de leitores em vários países.
O livro “The Hotel by the Sea” chega ao mercado português esta terça-feira, 2 de junho, com o título “Uma Pousada no Algarve“. A obra será apresentada pela própria autora, Julie Caplin, numa sessão marcada para o dia 6 de junho, às 21:00 h, na Fnac do AlgarveShopping, na Guia.
A narrativa decorre nos Olhos de Água, uma das localidades mais conhecidas da faixa costeira do concelho de Albufeira. A escolha deste cenário coloca o Algarve no centro da ação de uma obra que combina elementos de romance, viagens e descoberta pessoal.
A protagonista do romance chama-se Rebecca e trabalha como instrutora de Pilates. Depois de atravessar uma desilusão amorosa, aceita uma oportunidade profissional numa quinta localizada naquela zona algarvia, iniciando uma mudança significativa na sua vida.
Ao chegar aos Olhos de Água, Rebecca conhece Felipe Rebelo, responsável pela propriedade onde irá trabalhar. A relação entre ambos assume um papel central no desenvolvimento da história.
Segundo a informação disponibilizada pela editora, as primeiras impressões entre as personagens acabam por ser desafiadas ao longo da narrativa, à medida que vão descobrindo novas facetas um do outro e da realidade que os rodeia.
Julie Caplin é uma escritora britânica reconhecida internacionalmente pelos romances que integram a coleção “Destinos Românticos”. Cada livro da série transporta os leitores para uma cidade ou região diferente, explorando ambientes, tradições e referências gastronómicas locais. Antes de se dedicar exclusivamente à escrita, a autora trabalhou durante vários anos na área das relações públicas. Essa experiência profissional levou-a a viajar por diversos países europeus, acompanhando especialistas ligados à gastronomia e ao vinho.
Essas viagens acabaram por influenciar muitos dos temas presentes nos seus livros. A culinária, os produtos locais e as tradições culturais surgem frequentemente integrados nas histórias criadas por Julie Caplin. Em “Uma Pousada no Algarve”, esses elementos também marcam presença. Aspetos ligados à gastronomia, às relações familiares, à história e à identidade local fazem parte do contexto que envolve a trama principal.
A apresentação da edição portuguesa contará com a participação da autora e terá lugar poucos dias depois da chegada do livro às livrarias. A sessão será conduzida por Analita Alves dos Santos. Para os leitores da região, o encontro representa uma oportunidade para conhecer de perto a escritora que escolheu uma localidade algarvia como cenário do seu mais recente romance traduzido para português.
Nos últimos anos, o Algarve tem surgido com frequência crescente em livros, produções audiovisuais e projetos culturais internacionais. As suas paisagens, localidades e tradições continuam a atrair criadores de diferentes áreas. Neste caso, os Olhos de Água transformam-se no palco de uma narrativa que será agora apresentada ao público português, permitindo aos leitores descobrir uma história ficcionada construída a partir de um cenário bem conhecido da região.
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As cutículas têm uma função importante na proteção das unhas, mas continuam a dividir opiniões entre quem prefere removê-las e quem defende que devem ser apenas empurradas. Especialistas ouvidos pelo website de Martha Stewart alertam que cortar esta zona pode aumentar o risco de infeções, sobretudo quando a manicura é feita em casa.
O cuidado com as unhas faz parte da rotina de muitas pessoas, mas nem todos os gestos feitos durante a manicura são inofensivos. Um dos temas que mais dúvidas levanta está relacionado com as cutículas, a pequena camada de pele junto à base da unha.
Há quem as remova por razões estéticas, para deixar a unha com um aspeto mais limpo e uniforme. No entanto, dermatologistas e profissionais da área recomendam prudência, uma vez que as cutículas funcionam como uma barreira natural de proteção.
De acordo com especialistas citados pelo website de Martha Stewart, a recomendação geral é não remover as cutículas, sobretudo quando o procedimento é feito em casa e sem acompanhamento profissional.
O principal risco está no facto de esta pele ajudar a proteger a unha contra bactérias, fungos e outros agentes externos. Quando é cortada em excesso, podem surgir pequenas feridas, irritação, inflamação ou infeção.
“As cutículas servem para proteger as unhas e funcionam como uma barreira protetora”, explicou Renee Oquel Mesa, manicura profissional, ao mesmo website. Segundo a especialista, cortar demasiado esta zona pode causar feridas e aumentar o risco de problemas.
Em vez de cortar, muitos profissionais aconselham empurrar suavemente as cutículas. Este gesto permite melhorar o aspeto da unha sem eliminar totalmente a proteção natural.
Ainda assim, o procedimento deve ser feito com cuidado e com utensílios próprios. A pele deve estar amolecida, para evitar lesões e desconforto.
Segundo os especialistas, a forma mais segura passa por aplicar um produto próprio, como um sérum ou amolecedor de cutículas, e mergulhar as mãos em água morna durante alguns minutos antes de empurrar a pele com delicadeza.
A remoção completa deve ser evitada, mas pode haver uma exceção quando existe excesso de pele depois de empurrar a cutícula para trás. Mesmo nesses casos, o corte deve ser limitado e feito com cuidado.
O procedimento pode ser repetido uma vez por semana ou de duas em duas semanas, dependendo do crescimento das unhas e das cutículas.
No entanto, não se deve empurrar nem cortar a zona se existirem cortes, peles soltas, vermelhidão, dor, inchaço ou sinais de infeção. Nesses casos, o mais prudente é deixar a pele recuperar ou procurar aconselhamento profissional.
Além dos cuidados externos, a saúde das unhas também pode refletir o estado geral do organismo. Unhas fracas, quebradiças ou muito secas podem estar associadas a desidratação, défices nutricionais ou outras condições de saúde.
A dermatologista Sarah Sung explicou à revista Real Simple que alguns alimentos podem ajudar a fortalecer as unhas quando incluídos numa alimentação equilibrada.
Entre as sugestões estão os ovos, por serem ricos em proteína e biotina. Segundo a especialista, estes nutrientes podem ajudar a melhorar a espessura das unhas e a torná-las mais resistentes.
O salmão é outro alimento referido pela dermatologista, devido ao teor de ómega-3. A falta deste nutriente pode estar associada a unhas mais secas e quebradiças.
As carnes de aves, como frango e peru, também podem contribuir para a saúde das unhas, por serem fontes de proteína magra.
Ainda assim, alterações persistentes nas unhas, como fragilidade acentuada, mudança de cor, dor ou deformações, devem ser avaliadas por um profissional de saúde, sobretudo quando surgem de forma repentina ou se mantêm ao longo do tempo.
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A ilha da Armona, situada na Ria Formosa e a cerca de 15 minutos de barco de Olhão, voltou a chamar a atenção da imprensa espanhola. Conhecida por muitos como as “Maldivas portuguesas”, esta ilha algarvia tem conquistado visitantes pelas águas cristalinas, praias extensas e ambiente tranquilo.
O Algarve continua a ser um dos destinos mais procurados por quem deseja sol, mar e paisagens naturais. Entre as várias opções da região, a Armona destaca-se por oferecer uma experiência mais serena, longe da pressão turística sentida noutros pontos do litoral.
Foi precisamente esse equilíbrio entre beleza natural, sossego e autenticidade que mereceu elogios do portal espanhol HuffPost, que descreveu a ilha como um dos recantos mais surpreendentes do sul de Portugal.
A chegada à ilha faz-se de barco, a partir de Olhão, num percurso curto que ajuda a reforçar a sensação de afastamento da rotina. Ao desembarcar, o ritmo abranda e o contacto com a natureza torna-se o principal atrativo.
Na Armona, a presença de automóveis é praticamente inexistente, o que contribui para um ambiente mais calmo e seguro. Os visitantes deslocam-se sobretudo a pé, num cenário marcado por passadiços, pequenas casas coloridas e a proximidade constante da ria e do mar.
As praias são o grande cartão de visita da ilha. Os areais claros, longos e pouco urbanizados, juntamente com as águas transparentes em tons azul-turquesa, ajudam a explicar a comparação com destinos paradisíacos.
Ao contrário de outras zonas balneares mais movimentadas do Algarve, a ilha da Armona mantém uma atmosfera pacata. É um destino procurado por quem valoriza caminhadas junto ao mar, banhos tranquilos e dias de descanso sem confusão.
A baixa densidade de construção também contribui para preservar a identidade do local. A paisagem combina elementos naturais da Ria Formosa com pequenas habitações típicas, criando uma imagem simples, mas muito apelativa.
Esta ligação à natureza é um dos pontos mais valorizados por quem visita a ilha. A Armona oferece uma experiência de férias mais próxima do essencial, onde o silêncio, o mar e a paisagem assumem o papel principal.
Um dos aspetos destacados pela imprensa espanhola é o parque de campismo existente na ilha. Localizado em plena envolvente natural e a curta distância da praia, o espaço permite uma estadia simples e próxima da natureza.
O parque disponibiliza diferentes soluções de alojamento e serviços úteis para os visitantes. Entre as comodidades referidas estão o acesso a Wi-Fi, zonas de convívio, área para churrascos e parque infantil.
Esta oferta torna a Armona uma opção interessante para famílias, casais e grupos de amigos que procuram férias descontraídas. A proximidade ao mar e o ambiente calmo reforçam o apelo do destino.
Embora seja conhecida pelo sossego, a ilha não se limita aos dias de praia. A envolvente da Ria Formosa permite várias atividades ligadas ao mar e à natureza, adequadas a diferentes perfis de visitantes.
Entre as opções mais procuradas estão os passeios de barco, canoagem, vela, windsurf, mergulho e surf. Estas experiências permitem conhecer melhor a paisagem e aproveitar a riqueza natural da região.
A vertente sustentável é outro ponto associado à ilha. A reduzida circulação automóvel, os percursos feitos a pé e a valorização do património natural fazem da Armona um destino alinhado com um turismo mais responsável.
O destaque dado pela imprensa espanhola confirma a notoriedade crescente da ilha além-fronteiras. Para muitos visitantes, a Armona reúne características cada vez mais procuradas nas férias: autenticidade, tranquilidade, praias preservadas e contacto direto com a natureza.
Num momento em que muitos viajantes procuram alternativas aos destinos mais massificados, esta ilha da Ria Formosa surge como uma proposta diferenciadora no Algarve. O acesso fácil a partir de Olhão contrasta com a sensação de isolamento que se encontra à chegada.
Entre praias de águas cristalinas, ambiente pacato e paisagens protegidas, a ilha da Armona continua a afirmar-se como um dos refúgios mais encantadores do litoral algarvio. Para quem procura descanso, natureza e simplicidade, este é um destino a ter em conta.
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Quem tem uma propriedade no Algarve sabe que junho, julho e agosto são outra história. A procura dispara, os hóspedes chegam com grandes expectativas e a margem de erro reduz-se. Preparar bem o alojamento antes do início da época é o que distingue um verão de stresse constante de um em que tudo corre bem, as avaliações sobem e os clientes voltam. Nas próximas linhas, explicamos como lidar com isso com sensatez, organização e bom senso.
Pense que, entre uma saída e uma entrada, podem passar apenas duas ou três horas. Esse intervalo, em plena época alta, é o que tem para deixar o apartamento impecável. Se o espaço estiver cheio de objetos decorativos frágeis, superfícies difíceis de limpar ou armários sem uma ordem clara, essas horas não vão ser suficientes. Por isso, uma das primeiras decisões que vale a pena tomar antes do verão é simplificar.
As caixas de arrumação resistentes, empilháveis e com tampa permitem organizar o interior por categorias, de forma que nada fique solto nem acumule pó. O resultado são armários com uma lógica clara que qualquer pessoa da equipa de limpeza pode seguir sem perguntar. É este tipo de sistemas modulares que realmente agiliza a rotação de hóspedes, porque não depende de ser sempre a mesma pessoa a arrumar.
O que o hóspede vê ao entrar também é importante. Uma sala desimpedida, sem objetos pessoais do proprietário espalhados pelas prateleiras, transmite cuidado e respeito. Basta que tudo o que estiver presente tenha um lugar específico. E se, nessa revisão pré-verão, decidir renovar alguma superfície, preste atenção aos acabamentos. Proprietários e gestores de alojamentos no Algarve recorrem cada vez mais a lojas como a Action, que se destacam pela conveniência e por uma vasta gama de artigos para o lar e decoração focados na época estival a preços muito acessíveis.
O Algarve cheira a mar, e isso faz parte do seu charme. Mas essa mesma humidade salina que impregna o ambiente no verão também penetra nos armários, amarela as toalhas brancas e gera odores difíceis de eliminar se não forem combatidos a tempo. É um daqueles problemas que os proprietários de uma primeira casa de férias descobrem tarde, e que os mais experientes já aprenderam a prevenir.
As soluções de casa decoração que utilizar no alojamento podem fazer parte da solução: o rattan tratado, a madeira lacada ou os têxteis de fibra sintética respirável resistem muito melhor à salinidade do que os materiais porosos. Para as toalhas e roupa de praia, a organização modular resistente à humidade é o que funciona: recipientes herméticos ou caixas com fecho seguro impedem que o ambiente húmido afete os têxteis quando não estão a ser utilizados, e algumas saquetas de sílica gel nas prateleiras do roupeiro fazem o resto.
Saiba que, no Algarve, o sol é o seu aliado. Estender as toalhas ao ar livre durante pelo menos uma hora após a lavagem tem um efeito bactericida natural que dificilmente se consegue com produtos de limpeza convencionais. Se a isso se juntar um detergente desenvolvido para têxteis brancos em ambientes com humidade e sal, a vida útil da roupa de banho prolonga-se consideravelmente.
A cozinha é o espaço que mais rapidamente fica desarrumado com a rotação de hóspedes, e também aquele que os hóspedes mais valorizam quando está bem planeado. O problema costuma ser a falta de lógica: gavetas onde não se encontra nada, bancadas sobrecarregadas, condimentos fora de prazo misturados com os novos.
A chave é um sistema que qualquer hóspede consiga entender sem ler instruções. Identifique gavetas e armários com pictogramas claros, agrupe os utensílios por função e deixe na bancada apenas o que é usado diariamente, como a máquina de café, a torradeira e, no máximo, uma taça com fruta. O resto, guarde. A bancada desimpedida fica melhor nas fotografias que os hóspedes vão publicar e é desinfetada em trinta segundos.
A despensa merece a mesma atenção. No verão, com temperaturas que no interior do Algarve podem ultrapassar os 35 graus, os produtos armazenados sem proteção estragam-se rapidamente. Os recipientes herméticos de vidro ou plástico alimentar para arroz, massa, bolachas e outros produtos básicos conservam bem os alimentos e conferem à despensa um aspeto cuidado que as pessoas apreciam.
Nas plataformas de aluguer de férias, a diferença entre uma classificação de 4,3 e uma de 4,8 está frequentemente na sensação que o hóspede tem ao entrar: se o espaço tem coerência, se há cuidado por trás, se alguém pensou nele antes da sua chegada. É essa sensação que gera avaliações de cinco estrelas e tem muito a ver com as decisões de decoração.
No verão, há elementos concretos que criam essa perceção. Cortinas blackout no quarto bloqueiam o calor da tarde, almofadas frescas de algodão em tons que lembram o Mediterrâneo ou mesmo uma planta aromática na varanda podem criar um ambiente que as pessoas descrevem como “acolhedor” ou “encantador” nas suas avaliações. Também vale a pena investir em materiais com polímeros anti-UV nos têxteis de interior e exterior: capas de almofadas, toalhas de mesa ou tapetes de varanda que não desbotam época após época, transmitindo uma imagem de cuidado aos hóspedes.
Uma garrafa de vinho regional na mesa, um pequeno cesto com produtos locais ou um raminho de alfazema na casa de banho são gestos de boas-vindas que custam pouco, mas dizem muito. O hóspede que chega após horas de viagem e encontra esse tipo de detalhe agradece e conta: na avaliação, nas redes sociais, aos amigos. E, na época alta, essa recomendação vale muito.
As praias do sul de Portugal continuam a captar a atenção de turistas estrangeiros, sobretudo durante os meses mais quentes, numa altura em que muitos procuram alternativas a destinos mais concorridos. No Algarve, algumas zonas costeiras têm ganho destaque junto de visitantes espanhóis pela combinação entre paisagem natural, proximidade geográfica e acessos relativamente rápidos a partir da Andaluzia.
Segundo o jornal espanhol 20minutos, uma das praias que mais tem despertado curiosidade entre turistas vindos de Sevilha é a Praia do Camilo, em Lagos. A publicação descreve o local como um dos areais mais procurados por quem pretende evitar praias mais massificadas durante o verão. No entanto, as reduzidas dimensões do areal podem não permitir que todos os visitantes ali consigam estender a toalha.
A poucos quilómetros de Ponta da Piedade, a Praia do Camilo surge encaixada entre arribas escarpadas e formações rochosas típicas da costa algarvia. De acordo com o mesmo jornal, o cenário natural e a água transparente transformaram o local num dos pontos mais procurados da região.
O acesso, no entanto, não é imediato. Para chegar ao areal é necessário descer mais de 200 degraus, um percurso que acaba por limitar a circulação de visitantes e reduzir a capacidade da praia nos dias de maior procura. Conforme a mesma fonte, essa dificuldade contribui para a sensação de isolamento que muitos turistas procuram.
A curta distância em relação à fronteira espanhola tem sido outro dos fatores apontados para o aumento da procura. Escreve o jornal que a viagem desde Sevilha até Lagos pode ser feita em poucas horas, o que tem levado muitos visitantes andaluzes a escolherem o Algarve para escapadelas de verão.
Além da localização, a paisagem tem sido um dos elementos mais destacados por quem visita a zona. A publicação refere que as falésias avermelhadas contrastam com a areia clara e com o azul do Atlântico, criando uma imagem frequentemente partilhada nas redes sociais.
A Praia do Camilo apresenta ainda uma característica pouco comum. O areal está dividido em duas zonas separadas por uma grande formação rochosa. Segundo a mesma fonte, existe um túnel escavado na rocha que permite a passagem entre os dois lados da praia sem necessidade de regressar pelas escadas de acesso.
Esse detalhe tornou-se uma das imagens mais associadas ao local. Acrescenta a publicação que muitos visitantes percorrem o túnel para explorar diferentes perspetivas sobre a costa e as falésias envolventes.
Apesar da crescente popularidade, a dimensão da praia é limitada. Durante a época alta, sobretudo em dias de temperaturas elevadas, o espaço disponível no areal pode esgotar rapidamente. O número de visitantes aumenta também devido à proximidade com outros pontos turísticos da região.
De acordo com o 20minutos, a Praia do Camilo é frequentemente incluída em roteiros turísticos juntamente com Ponta da Piedade, uma das zonas mais conhecidas da costa algarvia pelas suas formações rochosas e miradouros sobre o oceano.
Importa ainda destacar que, nos últimos anos, Lagos consolidou-se como um dos municípios mais procurados do Algarve, sobretudo entre turistas estrangeiros. Refere a mesma fonte que a combinação entre praias encaixadas nas falésias, percursos pedonais junto ao mar e zonas históricas tem reforçado a atratividade da cidade.
Ao mesmo tempo, a procura crescente por praias consideradas mais reservadas tem levado muitos visitantes a afastarem-se de zonas urbanas mais movimentadas. A Praia do Camilo surge precisamente como uma dessas alternativas, embora a procura crescente possa tornar cada vez mais difícil encontrar espaço durante o verão.
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O Algarve voltou a captar atenções fora de Portugal, desta vez por motivos ligados ao turismo de natureza e às caminhadas. A região foi distinguida numa votação promovida por uma revista alemã especializada, surgindo entre os destinos europeus mais apreciados por quem procura percursos pedestres, paisagens naturais e experiências fora dos circuitos tradicionais de verão.
De acordo com a revista alemã Trekking Magazine, o Algarve alcançou o terceiro lugar no prémio “Most Popular Hiking Regions in Europe 2026”. A escolha foi feita através da votação de cerca de 35.000 leitores da publicação, dedicada ao turismo de natureza e às caminhadas em vários países europeus.
A região portuguesa aparece atrás das Dolomitas e Tirol do Sul, em Itália, e da Bretanha, em França. Segundo a mesma fonte, a classificação coloca o Algarve entre os principais destinos europeus para quem privilegia trilhos, paisagens naturais e percursos de longa distância.
Nos últimos anos, o Algarve tem procurado diversificar a oferta turística para além do verão e das praias. O reconhecimento internacional surge numa altura em que o turismo ligado à natureza ganha peso na região, sobretudo fora da época alta.
Escreve a publicação alemã que fatores, como o clima ameno ao longo do ano e a autenticidade das experiências locais ajudaram a consolidar a posição do Algarve neste segmento. A possibilidade de realizar caminhadas durante vários meses do ano tem sido apontada como uma das vantagens da região.
Entre os percursos destacados encontram-se a Via Algarviana e a Rota Vicentina. A primeira atravessa o interior algarvio, enquanto a segunda acompanha parte da costa sudoeste portuguesa.
Segundo a mesma fonte, estes percursos permitem descobrir zonas menos associadas ao turismo balnear, passando por áreas rurais, pequenas localidades e paisagens naturais afastadas dos centros mais movimentados da região.
O prémio foi anunciado poucos dias antes do arranque do Algarve Walking Season, uma iniciativa que reúne cinco festivais dedicados às caminhadas. O objetivo passa por incentivar visitas durante períodos de menor procura turística.
Acrescenta a publicação que esta estratégia procura promover um contacto mais próximo com o património natural e cultural da região. A aposta em atividades ligadas à natureza é vista também como uma forma de distribuir o fluxo turístico ao longo do ano.
Apesar de continuar associado às praias e ao turismo de verão, o Algarve tem vindo a ganhar notoriedade junto de visitantes interessados em experiências ligadas ao ar livre. Os trilhos pedestres, os percursos rurais e as zonas protegidas passaram a integrar vários roteiros turísticos internacionais.
Um dos percursos apontados como exemplo é o trilho entre Alte e a Ribeira de Alte, que conduz à Queda do Vigário. O local é conhecido pela presença de uma cascata procurada por visitantes durante diferentes épocas do ano.
A presença do Algarve neste ranking europeu mostra também uma mudança na forma como a região é promovida além-fronteiras. O destaque já não passa apenas pelas zonas costeiras mais conhecidas, mas também pelo património natural do interior e pelos percursos de natureza.
A Trekking Magazine refere ainda que o Algarve continua a consolidar a sua posição como destino multifacetado, capaz de atrair visitantes interessados em diferentes tipos de turismo, incluindo caminhadas, observação da paisagem e atividades ao ar livre.
Portugal continua a afirmar-se como um dos destinos balneares mais procurados da Europa, sobretudo durante os meses de verão. Apesar da popularidade consolidada do Algarve entre turistas estrangeiros, especialmente ingleses, começam a ganhar destaque outras zonas costeiras do país, apontadas como alternativas para quem procura praias menos concorridas e paisagens diferentes das habituais imagens promocionais do sul português.
De acordo com o portal de notícias britânico Which?, vários destinos portugueses fora do Algarve estão a despertar cada vez mais interesse entre visitantes britânicos. A publicação britânica destaca regiões costeiras, como Setúbal, Comporta, Sintra, Cascais e Peniche como opções para férias de praia longe das zonas mais pressionadas pelo turismo internacional.
A publicação refere que o Algarve continua a ser uma escolha habitual entre turistas britânicos devido às extensas praias, às formações rochosas e ao clima quente. Ainda assim, a crescente procura pela região torna mais difícil encontrar espaços tranquilos durante a época alta.
Entre as alternativas mencionadas surge a Baía de Setúbal. Segundo a mesma fonte, praias como a dos Galapinhos e a dos Galápos destacam-se pela água transparente, pela areia clara e pela proximidade ao Parque Natural da Arrábida.
O mesmo portal refere ainda que a Praia dos Galápos oferece acessos mais simples, enquanto a dos Galapinhos exige um percurso mais longo até ao areal. Em ambos os casos, explica o site, o enquadramento natural e o mar calmo são alguns dos elementos mais valorizados pelos visitantes.
A região de Setúbal é também apresentada como um destino associado à gastronomia e às atividades marítimas. Conforme a mesma fonte, os passeios para observação de golfinhos e os restaurantes de peixe e marisco junto à frente ribeirinha continuam entre as principais atrações locais.
Outro dos locais destacados é a Comporta. Escreve a publicação que a região tem vindo a ganhar notoriedade internacional e já foi apelidada informalmente de “Hamptons portuguesa”, devido à presença de figuras públicas e compradores estrangeiros.
Apesar desse crescimento, a mesma fonte considera que a zona continua relativamente discreta face a outros destinos turísticos europeus. As praias extensas, os bares de praia e as pequenas tabernas continuam a marcar a identidade da região.
De salientar ainda que a Comporta oferece vários quilómetros de areia contínua, além de zonas de pinhal e áreas propícias à observação de aves. Acrescenta a publicação que os visitantes encontram também pequenos cafés e restaurantes afastados dos circuitos turísticos mais massificados.
Mais a norte, a costa entre Sintra e Cascais surge igualmente entre os destaques. A mesma fonte sublinha a diversidade de praias existentes naquela faixa litoral, desde enseadas urbanas a zonas mais selvagens rodeadas por arribas.
A proximidade a Lisboa é apontada como uma das vantagens da região. Segundo o portal Which?, ficar alojado entre Cascais e Sintra permite combinar dias de praia com visitas aos palácios e monumentos históricos da serra de Sintra.
A publicação menciona ainda o Estoril e a Praia de São Pedro do Estoril, descrevendo a zona como um local de águas mais calmas e protegido por falésias calcárias. Conforme a mesma fonte, a vegetação costeira ajuda a criar um ambiente diferente daquele que normalmente é associado ao litoral mais turístico.
Por fim, Peniche é outro dos destinos destacados pela publicação britânica. Apesar das comparações frequentes com as formações rochosas do Algarve, a mesma fonte considera que esta zona da costa oeste oferece uma experiência distinta e mais ligada à cultura marítima.
Note que Peniche mantém uma forte identidade piscatória e continua muito associada ao surf e às atividades ligadas ao mar. A proximidade do arquipélago das Berlengas é apresentada como uma das grandes atrações da região.
O Algarve está a receber um projeto experimental ligado ao vinho que envolve garrafas submersas, barricas especiais e provas periódicas realizadas no fundo do mar. Na Marina de Albufeira, duas produtoras da região colocaram milhares de garrafas em estágio subaquático para estudar os efeitos do oceano no envelhecimento dos vinhos.
De acordo com o portal NiT, o projeto arrancou em março de 2025 e junta investigação, enologia e enoturismo. Mais de um ano depois da submersão inicial, várias garrafas foram retiradas temporariamente para análises e provas técnicas realizadas no final de abril.
A experiência decorre numa das zonas da Marina de Albufeira, onde estão atualmente submersas quase 3.000 garrafas pertencentes à Quinta do Canhoto e à Adega do Cantor. Os produtores pretendem perceber de que forma fatores como a pressão constante, a ausência de luz e a estabilidade térmica do mar podem influenciar o processo de envelhecimento do vinho.
Durante a operação realizada no final de abril, algumas garrafas foram recolhidas para avaliação técnica. O procedimento incluiu provas comparativas entre vinhos mantidos em ambiente subaquático e outros envelhecidos em condições tradicionais. Escreve a publicação que, além das garrafas, também foi retirada temporariamente uma barrica para testes. Os resultados das análises ainda estão a ser estudados pelas equipas envolvidas no projeto.
Um dos elementos mais invulgares desta experiência encontra-se ainda submerso. Trata-se de uma barrica com capacidade para 225 litros, desenvolvida especificamente para resistir às condições marítimas. Segundo a mesma fonte, esta é a primeira barrica portuguesa colocada em estágio subaquático. A peça foi produzida pela Tanoaria J.M. Gonçalves e recebeu alterações estruturais para suportar a corrosão provocada pela água salgada.
O responsável pela tanoaria, Abílio Gonçalves, explicou que a barrica foi construída com madeira de carvalho francês sujeita a três anos de secagem. “Trata-se de uma madeira de carvalho francês, com três anos de secagem. O material é de altíssima qualidade”, afirmou, citado pelo mesmo portal. O responsável acrescentou ainda que a estrutura “teve uma construção adicional, com barras de reforço nos tampos”.
Ao fim de 13 meses no fundo do mar, as garrafas apresentam já sinais evidentes da permanência subaquática. Ostras, cracas e outros organismos marinhos ficaram presos ao vidro durante o processo. Conforme a mesma fonte, as equipas responsáveis admitem que as rolhas terão de ser protegidas com lacre, uma vez que alguns organismos marinhos acabam por danificá-las ao longo do tempo.
A Adega do Cantor acompanha atualmente cerca de 600 garrafas em estágio subaquático. Entre os vinhos selecionados encontram-se um espumante de 2022, o Vida Nova branco de 2024 e vários tintos produzidos nos últimos anos. O enólogo Rúben Pinto explicou que a escolha recaiu sobre vinhos ainda numa fase inicial da sua evolução. “Quisemos optar por vinhos que tivessem no início da sua vida”, afirmou, citado pela NiT.
Já a Quinta do Canhoto colocou em ensaio um monocasta Alicante Bouschet de 2023, distribuído por diferentes formatos e condições de armazenamento. Refere a mesma fonte que o vinho está a ser envelhecido em garrafas de vários tamanhos, tanto em terra como no mar, além de barricas mantidas nos dois ambientes. No total, estão a ser comparados seis processos distintos de estágio.
Para tentar aproximar algumas condições da adega tradicional, a equipa recorre também à utilização de levedura seca ativa, simulando o chamado efeito de “borra fina”. “Isto é tudo novo, estamos a descobrir. Podemos estar a fazer uma asneira, mas não sabemos”, admitiu o enólogo Jorge Páscoa.
As provas técnicas realizam-se de três em três meses e os produtores continuam a avaliar qual será o momento ideal para retirar definitivamente os vinhos do fundo do mar. A Quinta do Canhoto admite que algumas garrafas possam regressar à superfície já em julho, embora a decisão final dependa da evolução observada nas próximas análises.
Encontrar uma praia ‘deserta’ no Algarve em pleno verão pode parecer uma tarefa difícil, sobretudo nos meses em que a região recebe mais visitantes. Ainda assim, há recantos onde o silêncio, a natureza e o mar continuam a marcar o ritmo do dia, longe das zonas mais movimentadas e dos areais cheios de chapéus de sol.
É o caso da Praia da Barrinha, em Faro, um ponto recôndito da Ria Formosa que continua a ser associado à ideia de praia quase deserta. Segundo o blog Visit Algarve, trata-se de uma zona muito tranquila, normalmente sem grandes concentrações de pessoas, acessível a pé a partir da Praia de Faro ou de barco.
Situada na extremidade nascente da Península do Ancão, muitas vezes associada à chamada Ilha de Faro, a Praia da Barrinha oferece uma frente atlântica ampla e uma paisagem marcada pela proximidade à Ilha Deserta, também conhecida como Ilha da Barreta. A zona integra o Parque Natural da Ria Formosa, área protegida caracterizada por ilhas-barreira, dunas, sapais e canais, segundo o Instituto de Conservação da Narureza e das Florestas (ICNF).
O principal motivo para continuar longe das maiores enchentes está no acesso. Quem parte da Praia de Faro tem de caminhar por um longo passadiço de madeira e seguir depois até ao areal, enquanto a alternativa passa por chegar de barco, opção que exige maior planeamento. Essa dificuldade ajuda a explicar porque é que a Barrinha mantém um ambiente mais reservado, de acordo com a fonte inicialmente citada.
A ausência de grandes infraestruturas turísticas reforça o caráter natural da praia. Na Barrinha não há a mesma oferta de bares, restaurantes ou apoios que se encontra noutros areais mais urbanos, pelo que quem a visita deve preparar-se com água, comida ligeira e proteção contra o sol. O portal Info Beach descreve-a como uma praia sem infraestrutura, selvagem e acessível por passadiço ou por barco.
Esta característica também ajuda a preservar o sistema dunar e a vegetação costeira. O percurso sobre passadiços permite atravessar zonas sensíveis sem pisar diretamente as dunas, reduzindo o impacto da presença humana num território que faz parte de uma das áreas naturais mais importantes do Algarve.
O nome Barrinha está ligado à barra que separa a zona lagunar do Atlântico, num ponto onde a paisagem muda com o vento, as ondas e as marés. O blog algarvio anteriormente citado destaca precisamente essa alteração constante da linha de costa, uma das características mais marcantes deste recanto da Ria Formosa.
Por essa razão, a visita exige atenção redobrada, sobretudo junto às zonas de corrente. Em maré baixa, a paisagem ganha bancos de areia e zonas rasas que atraem quem procura fotografias e passeios demorados, mas os banhistas devem respeitar sempre a sinalização e evitar zonas sem condições de segurança.
A envolvente da Praia da Barrinha é também relevante para a observação de aves. A Ria Formosa funciona como local de passagem e permanência para várias espécies, num conjunto de habitats que inclui sapais, dunas, canais e zonas lagunares, de acordo com o ICNF.
Além das aves, o sistema dunar do Algarve é também habitat de espécies como o camaleão-comum, associado às zonas costeiras e à vegetação dunar. Por isso, caminhar pelos passadiços e evitar sair dos percursos assinalados é uma forma simples de proteger este equilíbrio natural.
Quem planeia passar várias horas nesta praia deve levar tudo o que precisa para o dia, incluindo água, refeições leves, chapéu e guarda-sol. Como se trata de uma zona sem apoio turístico permanente, a visita exige mais preparação do que uma ida a uma praia urbana.
Também é importante trazer de volta todo o lixo produzido durante o dia. A regra deve ser simples: nada deve ficar no areal ou nas dunas. Este cuidado é ainda mais relevante numa área integrada no Parque Natural da Ria Formosa, onde a preservação dos habitats depende também do comportamento dos visitantes.
Nos meses de maior calor, a melhor opção passa por começar a caminhada cedo ou escolher horários de menor exposição solar. Além de tornar o percurso mais confortável, esta escolha permite aproveitar a praia com mais tranquilidade e observar a paisagem com outra luz.
A Praia da Barrinha fica no concelho de Faro, na ponta oriental da Península do Ancão, com acesso a partir da Praia de Faro através de um longo passadiço de madeira ou por barco. A localização afastada das zonas mais movimentadas é precisamente um dos fatores que ajudam a manter o ambiente tranquilo.
Quem chega de carro pode dirigir-se à zona da Praia de Faro e, a partir daí, seguir a pé, de acordo com o Visit Algarve. No verão, o estacionamento pode ser mais difícil, pelo que a visita exige alguma margem de tempo. Para quem prefere evitar a caminhada, os passeios ou táxis marítimos a partir de Faro podem ser uma alternativa, dependendo das condições de maré e da disponibilidade dos operadores locais.
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Há um recanto no interior do Algarve que parece feito para quem quer fugir à confusão das praias mais movimentadas sem abdicar de um mergulho refrescante. Fica na Fonte da Seiceira, no Ameixial, concelho de Loulé, e tem uma particularidade difícil de ignorar: a entrada é gratuita.
A descoberta ganhou fôlego nas redes sociais, através de um vídeo partilhado pelo Visit Loulé e pelos influenciadores digitais Miguel & Inês no Instagram. Entre a serra, a água límpida e o ambiente tranquilo, o espaço tem sido apresentado como uma espécie de oásis escondido na Serra do Caldeirão.
A Fonte da Seiceira fica no Ameixial, uma das aldeias serranas do concelho de Loulé. O local distingue-se por oferecer uma piscina de acesso gratuito, envolvida pela paisagem natural da Serra do Caldeirão. Para quem associa o Algarve apenas ao litoral, este é um daqueles sítios que mostram outra face da região, mais silenciosa, rural e ligada à natureza.
Segundo a descrição partilhada pelos influenciadores Miguel & Inês, trata-se de um espaço “em plena Serra do Caldeirão” e ainda “pouco conhecido”, ideal para quem procura escapar à confusão das praias algarvias.
O acesso faz-se pela Estrada Nacional 2, uma das vias mais conhecidas do país. A piscina situa-se na aldeia do Ameixial, apontada pelos criadores de conteúdo como “a primeira aldeia logo que se entra no Algarve”. Para quem chega do interior, é precisamente esta localização que torna o espaço numa paragem natural antes de descer até ao litoral.
A envolvente serrana reforça o caráter de refúgio. Em vez de grandes areais e parques cheios, o visitante encontra um ambiente mais recolhido, pensado para um dia de descanso em contacto com a natureza.
O espaço não se limita à piscina. De acordo com a informação divulgada no vídeo partilhado pelo Visit Loulé e por Miguel & Inês, a Fonte da Seiceira dispõe de casas de banho, chuveiros, parque infantil, mesas de piquenique, churrasqueiras, bar ou restaurante e uma fonte com água potável.
Estas condições tornam o local especialmente apelativo para famílias ou grupos que queiram passar várias horas na serra, sem depender apenas do banho. A existência de zona de merendas e equipamentos de apoio permite transformar a visita num programa de dia inteiro.
No verão, muitas praias do Algarve enchem rapidamente, sobretudo nas zonas mais conhecidas do litoral. É precisamente aí que espaços como a Fonte da Seiceira ganham interesse. A piscina gratuita do Ameixial surge como alternativa para quem quer água, sombra, tranquilidade e um ritmo mais lento.
A Serra do Caldeirão oferece ainda um enquadramento diferente, com paisagens interiores, ar mais seco e uma sensação de isolamento que contrasta com a pressão turística junto ao mar.
O local deverá agradar sobretudo a quem procura experiências simples, ligadas ao território. Não se trata de um parque aquático nem de uma piscina urbana convencional. O encanto está precisamente na combinação entre água, serra e ambiente de aldeia.
Para quem vive no Algarve, pode ser uma escapadinha curta. Para quem visita a região de férias, pode funcionar como um desvio diferente no roteiro, sobretudo para quem quer conhecer o interior algarvio e não ficar apenas pelas praias.
As redes sociais têm ajudado a dar visibilidade a lugares que, durante anos, foram conhecidos sobretudo por habitantes locais ou visitantes habituais. A Fonte da Seiceira é um desses casos. O vídeo partilhado pelo Visit Loulé e pelos influenciadores Miguel & Inês voltou a colocar este espaço no mapa de quem procura sugestões diferentes no Algarve.
Ainda assim, o local mantém o charme de uma descoberta serrana. A piscina gratuita, os equipamentos de apoio e a localização junto à EN2 fazem dela uma opção simples, acessível e com forte ligação ao território.
Se está a planear uns dias no Algarve, a Fonte da Seiceira pode ser uma alternativa a incluir no percurso, sobretudo se quiser conhecer o lado menos óbvio da região. Entre mergulhos, piqueniques, sombra e paisagem serrana, este recanto do Ameixial mostra que o Algarve também se descobre longe da linha de costa. E, neste caso, sem pagar entrada.
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O Algarve continua a afirmar-se como uma das regiões mais procuradas por quem visita Portugal, não só pelas praias, mas também pelo património, pela gastronomia e por um ritmo de vida mais calmo. Entre os destinos que mais têm despertado atenção além-fronteiras, esta cidade algarvia voltou a ganhar destaque entre os espanhóis por reunir história, natureza e autenticidade no mesmo cenário.
Segundo o canal espanhol LaSexta, Faro é uma das cidades portuguesas que mais tem vindo a conquistar turistas espanhóis, aparecendo como uma alternativa menos evidente do que Lisboa ou Porto, mas cada vez mais apreciada por quem quer conhecer o sul do país de forma mais completa.
Como capital do Algarve, Faro beneficia também da sua localização estratégica. Com aeroporto internacional e uma dimensão urbana equilibrada, a cidade funciona como porta de entrada para a região, sem perder a atmosfera acolhedora que a distingue de outros destinos turísticos mais massificados.
As origens de Faro remontam à época romana, quando era conhecida como Ossonoba, segundo o blog Visit Faro. Ao longo dos séculos, a cidade atravessou diferentes períodos de domínio, incluindo a presença muçulmana e, mais tarde, a reconquista cristã, deixando marcas visíveis no traçado urbano e na arquitetura.
É precisamente essa herança que dá identidade ao centro histórico. O Arco da Vila, um dos locais mais emblemáticos da cidade, e as muralhas que delimitam a antiga Vila Adentro continuam a testemunhar a passagem de várias culturas por este território.
No interior da Cidade Velha, as ruas estreitas e empedradas convidam a passeios sem pressa. É uma zona onde o ambiente se mantém mais resguardado e onde o passado continua bastante presente, tanto nos edifícios como na forma como o espaço se organiza.
Entre os principais pontos de interesse está a Sé Catedral de Faro, construída em 1251 sobre uma antiga mesquita. O edifício reúne diferentes influências arquitetónicas e oferece, a partir da torre, uma vista ampla sobre a cidade e sobre a paisagem envolvente da Ria Formosa.
O próprio Arco da Vila, uma das entradas mais fotografadas de Faro, conserva no seu interior um arco em ferradura de origem islâmica, elemento que ajuda a compreender a diversidade histórica da cidade e a sucessão de civilizações que por ali passaram.
Outro dos espaços que mais impressiona os visitantes, de acordo com a mesma fonte, é a Capela dos Ossos de Faro, integrada na Igreja de Nossa Senhora do Carmo. Decorada com ossos de mais de 1.200 monges carmelitas, continua a ser um dos locais mais marcantes do património religioso algarvio.
Nas proximidades de Faro estende-se o Parque Natural da Ria Formosa, uma das zonas húmidas mais importantes da Europa. Com canais, sapais e ilhas-barreira, esta área protegida tem um papel central na identidade local e é também um dos grandes atrativos para quem procura natureza preservada junto ao mar.
A Praia de Faro, situada numa dessas ilhas, é apontada como um dos espaços mais apreciados por quem quer juntar cidade e praia no mesmo destino. Além do areal, a zona permite explorar o ecossistema através de passeios de barco ou de caiaque, muitas vezes acompanhados por guias locais.
Mesmo junto à Cidade Velha, a marina de Faro tornou-se um dos pontos mais movimentados da cidade, refere ainda a mesma fonte. As esplanadas, os restaurantes e a proximidade da ria transformaram esta zona num espaço de encontro entre residentes e turistas, mas também num ponto de partida para visitas às ilhas e outras atividades náuticas.
A gastronomia é outro dos aspetos que mais cativa quem chega. Pratos como cataplana de marisco, arroz de lingueirão ou sardinhas assadas continuam entre as propostas mais associadas à região, a par de doces tradicionais como Dom Rodrigo ou figos recheados.
O Museu Municipal de Faro, instalado no antigo Convento de Nossa Senhora da Assunção, ajuda a completar esse retrato da cidade, reunindo peças de arqueologia romana, arte sacra e pintura que permitem compreender melhor a evolução histórica do Algarve.
Faro mantém ainda uma ligação especial à própria origem do nome Algarve. A designação deriva do árabe Al-Gharb al-Andalus, expressão que significa “o ocidente do al-Andalus”, e a cidade, então chamada Ossonoba, teve um papel relevante na organização administrativa da região durante a ocupação muçulmana.
No século X, chegou mesmo a cunhar a sua própria moeda, sinal da importância económica e política que teve no sul da Península Ibérica. Hoje, essa profundidade histórica continua bem visível em muitos recantos da cidade, ajudando a explicar porque é que Faro continua a encantar quem a visita.
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O Algarve, no sul de Portugal, está a ser apresentado em Espanha como uma região onde natureza, património e acessos costeiros pouco convencionais se cruzam numa mesma rota turística. Perto de Tavira destaca-se uma atividade de baixo custo associada a uma travessia marítima para uma zona de areia quase isolada.
De acordo com o portal espanhol Notícias del Vino, Tavira surge como ponto inicial para compreender o Sotavento algarvio, com ligação direta ao rio Gilão e um centro histórico de ruas tradicionais. A mesma fonte refere que a cidade funciona como transição entre a malha urbana e a paisagem lagunar. Esta proximidade com zonas naturais torna Tavira um dos pontos mais utilizados para explorar o interior costeiro oriental do Algarve.
No entanto, é a 15 minutos de carro de Tavira que pode realizar a atividade que nem todos conhecem e que o mesmo portal considera um “truque de expert” para quem vai ao Algarve. E o ‘truque’ passa por fazer a travessia até à Praia da Fábrica, uma faixa de areia praticamente deserta. O percurso é feito de barco e o trajeto de ida e volta custa apenas dois euros.
A mesma fonte acrescenta que este acesso é frequentemente apontado como uma das experiências mais simples da região para chegar a uma zona costeira pouco frequentada.
A Praia da Fábrica fica perto da aldeia histórica de Cacela Velha, que mantém um núcleo histórico elevado, com vista direta sobre a Ria Formosa e sobre o sistema de ilhas barreira que caracteriza esta área do Algarve. O local é descrito como ponto estratégico de observação da costa.
De acordo com a mesma fonte, a Ria Formosa estende-se ao longo de dezenas de quilómetros e integra canais naturais e zonas húmidas com circulação marítima constante.
Segundo a publicação, Faro é muitas vezes apenas associada ao aeroporto, mas o seu centro histórico preserva a chamada Vila Adentro, com estruturas antigas e ligação à catedral, pelo que também deve ser um ponto obrigatório de passagem numa visita ao Algarve. O contraste entre entrada moderna e núcleo antigo é sublinhado como elemento recorrente.
Por sua vez, Silves mantém vestígios do período islâmico, com destaque para o castelo em pedra vermelha e a vista sobre o vale do rio Arade.
No Barlavento algarvio, a gruta de Benagil, uma formação natural com abertura superior que permite a entrada de luz, sendo apenas acessível por via marítima devido às condições de segurança é também um local de visita obrigatória na região.
Nas imediações, a Praia da Marinha e a Rota dos Sete Vales Colgantes formam um percurso pedestre ao longo de falésias, com cerca de seis quilómetros entre zonas de elevada exposição ao mar.
Por fim, o Noticias del Vino recomenda uma visita a Lagos, já que combina património histórico com praia, como é o caso da Praia do Camilo, acessível por escadarias junto às falésias. A cidade mantém ligação à história marítima portuguesa.
A mesma fonte acrescenta que a Ponta da Piedade apresenta formações rochosas esculpidas pela erosão, enquanto Sagres e o Cabo de São Vicente representam o extremo ocidental do Algarve, marcado por ventos fortes e falésias expostas ao Atlântico.
Nem todas as férias em Portugal têm de passar pelas praias mais concorridas do litoral. No interior do país, há zonas balneares de água doce que oferecem sombra natural, ambiente tranquilo e infraestruturas capazes de receber famílias durante os meses mais quentes.
Uma dessas opções é a Praia Fluvial do Carvoeiro, situada na localidade de Carvoeiro, no concelho de Mação, distrito de Santarém. De acordo com o Ekonomista, este espaço fica a cerca de 25 minutos de Mação e a menos de duas horas de Lisboa, o que o torna uma alternativa acessível para uma escapadinha ou para alguns dias de descanso.
A Praia Fluvial do Carvoeiro está integrada numa paisagem marcada por pinheiros altos, vegetação abundante e água doce, criando um ambiente mais resguardado do que o de muitas zonas balneares costeiras.
Segundo a rede Aldeias do Xisto, trata-se de um espaço com um amplo espelho de água, envolvido por pinheiros e afastado de fontes relevantes de poluição. Essa localização contribui para a sensação de refúgio que muitos visitantes procuram quando querem fugir à agitação das praias mais conhecidas.
A qualidade da praia tem sido reconhecida ao longo dos anos. A Praia Fluvial do Carvoeiro tem recebido a Bandeira Azul, distinção associada à qualidade da água, segurança, gestão ambiental e infraestruturas de apoio. O espaço é também classificado como Praia Acessível, o que reforça a sua vocação para receber diferentes tipos de visitantes.
De acordo com informação regional do Médio Tejo, em 2026 a praia fluvial de Carvoeiro recebeu a Bandeira Azul pela 20.ª vez consecutiva, desde 2007, sendo destacada como uma das referências da região.
Um dos principais atrativos desta praia fluvial está nas infraestruturas. O espaço dispõe de piscina para crianças, parque de merendas, churrasqueira, bar, balneários, posto de primeiros socorros e zona de sombra. A existência de cadeira anfíbia permite ainda melhorar o acesso à água por parte de pessoas com mobilidade reduzida.
Estas condições tornam a Praia Fluvial do Carvoeiro especialmente interessante para famílias com crianças, que procuram um local seguro, confortável e com apoios suficientes para passar o dia.
Ao contrário de muitos destinos costeiros durante o verão, esta praia fluvial oferece uma experiência mais calma e ligada à natureza.
A envolvente arborizada ajuda a proteger do calor, enquanto a água doce e o ambiente rural tornam o espaço apelativo para quem procura descanso sem abdicar de condições básicas.
Ainda assim, julho e agosto tendem a ser os meses de maior procura. Para quem prefere maior tranquilidade, junho e setembro podem ser alternativas mais equilibradas.
A visita pode ser complementada com outros pontos de interesse no concelho de Mação. A região é conhecida pela paisagem natural, pelos percursos pedestres, pela arte rupestre do rio Ocreza e pela gastronomia local, com destaque para enchidos, presunto, filhós, cavacas e tigeladas.
Para quem gosta de explorar, há ainda miradouros, aldeias e formações geológicas que ajudam a prolongar a escapadinha para além da zona balnear.
A Praia Fluvial do Carvoeiro localiza-se na ribeira de Carvoeiro, a nordeste do concelho de Mação. O acesso faz-se a partir de Mação, seguindo em direção ao Caratão e depois para Carvoeiro. As coordenadas GPS são 39.6303, -7.92306.
No final, esta praia fluvial mostra que nem sempre é preciso seguir até ao litoral para encontrar um bom destino de verão. Com Bandeira Azul, sombra, água doce e infraestruturas familiares, o Carvoeiro continua a ser uma das opções mais interessantes para quem procura férias longe das multidões.
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A melhor experiência do mundo fica em Portugal e custa menos de 3 euros, segundo a imprensa britânica. Trata-se de um passeio a pé pelo centro histórico do Porto, recentemente distinguido nos prémios Travellers’ Choice Awards: Best of the Best Things to Do, do Tripadvisor.
A experiência chama-se The Unvanquished Tour in Porto City Center e foi destacada pelo jornal britânico The Sun como a atividade que lidera a lista mundial das melhores coisas para fazer, de acordo com as avaliações dos viajantes na plataforma.
O passeio é conduzido por guias locais e leva os visitantes por alguns dos pontos mais conhecidos da cidade, cruzando história, arquitetura, cultura e recomendações úteis para quem quer conhecer melhor o Porto.
Segundo a descrição da experiência, o objetivo é levar os participantes a mergulhar em 2.000 anos de história, passando por monumentos icónicos e recantos menos óbvios da cidade.
O percurso começa junto à Câmara Municipal do Porto e segue pela Avenida dos Aliados, uma das principais artérias da cidade. A partir daí, o grupo percorre vários locais de interesse no centro histórico.
Entre as paragens estão a Livraria Lello, frequentemente apontada como uma das livrarias mais bonitas do mundo, a Igreja do Carmo, a Universidade do Porto, os jardins da cidade, o antigo bairro judeu, a estação de São Bento e a Ponte D. Luís I.
A distinção do Tripadvisor tem por base a quantidade e a qualidade das avaliações feitas pelos viajantes entre 1 de fevereiro de 2025 e 31 de janeiro de 2026.
De acordo com o The Sun, o The Unvanquished Tour in Porto City Center soma mais de 26 mil avaliações de cinco estrelas e é recomendado por 99,9% dos viajantes.
Um dos visitantes descreveu o guia como “fantástico” e disse que a experiência foi uma das melhores visitas guiadas que já fez. Outro avaliador considerou o passeio “a melhor forma de ver o Porto”.
Embora o valor indicado comece abaixo das 3 libras, cerca de 3 euros, a experiência funciona com preço flexível. Ou seja, os participantes pagam aquilo que consideram justo no final da visita.
A própria descrição refere que as gorjetas são bem-vindas e esperadas, de acordo com o grau de satisfação de cada pessoa.
O passeio dura cerca de duas horas e meia e tem um limite máximo de 25 participantes, o que permite uma experiência relativamente próxima e guiada.
O destaque internacional surge num momento em que o Porto continua a afirmar-se como um dos destinos mais procurados em Portugal. A cidade é a segunda maior do país e fica junto ao rio Douro, com um centro histórico conhecido pela arquitetura, gastronomia e vistas sobre a Ribeira e Vila Nova de Gaia.
Além do passeio distinguido pelo Tripadvisor, há muitas outras experiências para fazer na cidade. Entre elas estão as caves de vinho do Porto, o teleférico de Gaia, os miradouros, as igrejas revestidas a azulejo e os percursos junto ao rio.
A cidade também é fácil de explorar a pé, embora as subidas possam exigir algum esforço. Ainda assim, é precisamente essa dimensão caminhável que torna os tours pelo centro tão populares entre visitantes estrangeiros.
O The Sun destaca ainda a comida e a bebida como parte essencial de uma visita ao Porto. Entre os exemplos referidos estão os pastéis de nata, que podem ser encontrados por preços acessíveis, e pratos tradicionais como o bacalhau.
Outro símbolo gastronómico da cidade é a francesinha, uma sanduíche recheada com carnes, coberta com queijo e servida com molho à base de tomate e cerveja.
A ligação ao vinho do Porto é igualmente incontornável. A região produz este vinho há séculos e há várias experiências dedicadas à história, prova e processo de produção.
A eleição deste passeio como a melhor experiência do mundo reforça a projeção internacional do Porto e mostra como atividades simples, acessíveis e bem avaliadas podem ter grande impacto no turismo.
Por menos de 3 euros, os visitantes conseguem percorrer alguns dos locais mais emblemáticos da cidade acompanhados por guias locais, com explicações históricas e sugestões práticas.
Para Portugal, o reconhecimento é mais um sinal da força do turismo urbano, especialmente quando combina património, autenticidade, gastronomia e preços acessíveis.