Nos próximos anos, novas intervenções vão permitir que futuros pais e os seus médicos monitorizem o desenvolvimento do feto durante horas a fio, sem a necessidade de um aparelho de ecografia tradicional. O dispositivo, denominado UPatch, envia ondas sonoras de alta frequência para o interior do corpo e foi concebido com elétrodos e uma lente acústica. Quando colocado à volta do abdómen da grávida, oferece uma visão de todo o útero, quer ela esteja sentada, de pé ou deitada. Este consegue medir com precisão características anatómicas do feto, tais como a circunferência da cabeça, a circunferência abdominal ou o comprimento
O dispositivo promete reduzir significativamente o consumo energético e de água dos data centers. Uma equipa de investigadores no Japão desenvolveu um dispositivo computacional inovador que pode aumentar significativamente a velocidade de processamento, reduzindo drasticamente a geração de calor, um dos maiores desafios enfrentados pelos modernos centros de dados e sistemas de computação de alto desempenho. A nova tecnologia, descrita num estudo publicado na revista Science a 14 de maio, baseia-se num “elemento de comutação não volátil” capaz de processar informação a velocidades sem precedentes. De acordo com os investigadores, o dispositivo consegue comutar um único bit de informação em
Uma simulação da Emergence AI colocou agentes Claude, Grok, Gemini e ChatGPT a governar sociedades digitais com agentes autónomos. O ensaio acabou em crimes, colapsos sociais e mortes virtuais, abrindo um novo debate sobre os riscos da inteligência artificial autónoma. Imagine uma cidade vazia. Sem habitantes humanos, apenas dez agentes artificiais, cada um com a sua “personalidade”, acesso à internet, mais de 120 ferramentas e uma única tarefa: viver juntos. Votar. Trabalhar. Planear um futuro. Ou destruí-lo — dependendo do modelo que estivesse no controlo. Foi precisamente este o mundo que a Emergence AI criou durante uns dias, e os
Uma simulação da Emergence AI colocou agentes Claude, Grok, Gemini e ChatGPT a governar sociedades digitais com agentes autónomos. O ensaio acabou em crimes, colapsos sociais e mortes virtuais, abrindo um novo debate sobre os riscos da inteligência artificial autónoma. Imagine uma cidade vazia. Sem