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Descoberta nova forma de determinar a massa de planetas escondidos

Uma equipa de cientistas descobriu que os anéis de poeira dos planetas recém-formados podem ser a chave para determinar a sua massa. Os avanços mas tecnologias de observação, como o Atacama Large Millimeter/submillimeter Array no Chile, permitiram aos investigadores observar de perto os discos protoplanetários, os anéis de poeira e gás que compõem a região de formação planetária de uma estrela. Nessas observações, os astrónomos identificaram que estes discos são compostos por estruturas de anéis distintas. Num novo estudo, publicado o mês passado na The Astrophysical Journal, a equipa revelou o seu método para extrapolar a massa de um planeta

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Afinal, as pontes de Einstein-Rosen podem não ser wormholes

Uma equipa de investigadores, entre os quais o professor de física João Marto, da UBI, sugere que as pontes de Einstein-Rosen funcionam como uma ligação matemática entre duas direcções do tempo: uma que avança e outra que recua. A ideia pode resolver o Paradoxo da Informação dos buracos negros. O conceito de ponte de Einstein-Rosen é muitas vezes entendido como um atalho cósmico, semelhante a um túnel que liga pontos distantes no espaço-tempo. Embora essa imagem resulte bem na ficção científica, um novo estudo mostra que não corresponde à física real por trás deste conceito. O estudo, recentemente publicado na

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O Sol está a mudar e não sabemos porquê

A actividade magnética do Sol está a ser comprimida numa camada cada vez mais superficial, logo abaixo da superfície visível. A cada novo ciclo, a compressão torna-se mais acentuada. No atual ciclo solar 25, o efeito é particularmente forte. Encoste o ouvido ao chão no sítio certo e consegue ouvir um comboio a aproximar-se a quilómetros de distância. Muito antes de surgir no horizonte, as vibrações que atravessam a terra denunciam a sua chegada. Os cientistas têm feito algo notavelmente semelhante com o Sol: encostam o ouvido, metaforicamente, à superfície solar e escutam os rumores vindos das profundezas. O que

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Descoberto buraco negro que se formou antes da sua galáxia

O que surge primeiro, a galáxia ou o buraco negro? Os cientistas há muito que pensam que poderia ser a galáxia, mas… é complicado. Recorrendo ao poder de imagem e espetroscopia sem precedentes do Telescópio Espacial James Webb da NASA/ESA/CSA, uma equipa de investigadores mapeou o movimento e a composição do gás que orbita um buraco negro no centro de Abell 2744-QSO1, uma pequena galáxia a mais de 13 mil milhões de anos-luz da Terra. Os resultados sugerem que o buraco negro com 50 milhões de massas solares é anterior à sua galáxia hospedeira, tendo-se possivelmente formado no primeiro segundo

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Alguma coisa passou entre nós e uma estrela distante

Algo que anda à deriva silenciosamente pela escuridão há 13 mil milhões de anos anunciou brevemente a sua presença ao curvar a luz de uma estrela distante, durante uma hora, numa noite de dezembro de 2019. Na noite de 18 de dezembro de 2019, uma estrela na nossa galáxia satélite, a Grande Nuvem de Magalhães, ficou momentaneamente mais brilhante. Não de forma dramática nem explosiva — apenas uma subida e descida suave e simétrica de luminosidade, com a duração de cerca de uma hora, como se algo tivesse passado à sua frente e curvado a sua luz na nossa direção.

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O 3I/ATLAS pode ter semeado vida interestelar no Sistema Solar

O objeto interestelar 3I/ATLAS, que atravessou o Sistema Solar numa trajetória invulgarmente próxima do plano orbital da Terra, está a alimentar novas especulações sobre a possibilidade de transporte de material biológico entre sistemas planetários. A hipótese de que o objeto interestelar 3I/ATLAS possa ter semeado vida interestelar no Sistema Solar é altamente especulativa, mas parte de observações que, segundo alguns investigadores, merecem ser examinadas com atenção. É o caso do astrónomo Avi Loeb, da Universidade de Harvard, que, num artigo no  El Confidencial faz uma reflexão sobre a teoria da panspermia — a ideia de que a vida, ou os

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Durante 19 dias, o Sol fez algo que ninguém esperava

Uma explosão rádio solar de tipo IV, iniciada em Agosto de 2025, prolongou-se durante 19 dias — quase quatro vezes mais do que qualquer fenómeno semelhante antes registado. Foi preciso analisar os dados de 4 naves espaciais em conjunto para descobrir que inha origem num “helmet streamer”. O Sol não é propriamente conhecido por ser tranquilo. A cada segundo, liberta energia equivalente a 100 mil milhões de bombas nucleares, lança com frequência para o espaço nuvens de plasma magnetizado com milhares de milhões de toneladas e, de vez em quando, oferece-nos auroras visíveis muito mais a sul do que se

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