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“Dragão” com penas conviveu com os dinossauros. Usava a longa cauda para o costume

O fóssil de uma espécie de ave recém-identificada, do tamanho de um tordo, chamada Plumadraco bankoorum, que viveu há cerca de 121 milhões de anos, preservou quase toda a sua plumagem, incluindo as penas da cauda — ​​​​que eram duas vezes mais compridas que o seu corpo. Um fóssil com 121 milhões de anos, que se encontrava preservado num museu em Shandong, na China, levou à identificação de uma nova espécie que habitou a região durante o período Cretácico. A nova espécie, que tinha uma cauda tão impressionante que ganhou a alcunha de “dragão emplumado“, foi descrita num artigo publicado

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Descoberto parente do crocodilo sem dentes, com bico, e que andava sobre 2 patas

Os restos mortais do fóssil foram descobertos em 2006 numa pedreira no Novo México, conhecida pelo seu tesouro em fósseis da era Triássica. Os ossos assemelhavam-se aos pertencentes a duas espécies norte-americanas reconhecidas de Shuvosauridae, antigos répteis que viveram durante o Triássico Superior. No entanto, o novo espécime parecia ligeiramente diferente. Em primeiro lugar, os ossos foram datados de há cerca de 212 milhões de anos, o que era mais recente do que uma das espécies de Shuvosauridae e posterior a outra. Também existiram diferenças fisiológicas, como no seu úmero. Num novo estudo, publicado esta terça-feira na Journal of Vertebrate

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Os restos mortais do fóssil foram descobertos em 2006 numa pedreira no Novo México, conhecida pelo seu tesouro em fósseis da era Triássica. Os ossos assemelhavam-se aos pertencentes a duas espécies norte-americanas reconhecidas de Shuvosauridae, antigos répteis que viveram durante o Triássico Superi

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