Chega: greve geral colada a feriado e ponte é “artifício para ter dias de férias”

As Mulheres Social-Democratas (MSD) do PSD promovem, no próximo sábado, dia 6 de junho, a sessão de constituição e tomada de posse do Núcleo das Mulheres Social-Democratas de São Brás de Alportel, reforçando a presença feminina na participação política local e criando uma nova plataforma de proximidade, intervenção cívica e ação comunitária no concelho. A […]

Nos passados dias 22, 23 e 24 de maio, na cidade de Viseu, a JSD/Algarve participou ativamente no XXIX Congresso Nacional da Juventude Social Democrata, o principal momento de debate político e definição estratégica da estrutura nacional da organização. Durante os trabalhos congressuais, a delegação da JSD/Algarve apresentou a moção setorial intitulada “Mobilidade, Ferrovia e […]
Segurança, mobilidade e educação marcaram mais uma Presidência Aberta promovida pela Presidente da Câmara Municipal de São Brás de Alportel, Marlene Guerreiro, acompanhada pelos elementos do executivo a tempo inteiro, numa jornada dedicada ao acompanhamento de investimentos e projetos em curso no concelho, reforçando a proximidade com a comunidade e o contacto com a realidade local.
O plano de trabalhos teve início na Escola Secundária José Belchior Viegas, para visitar as obras em curso, nomeadamente a criação do novo Centro Tecnológico Especializado na Área Industrial, dedicado à área da restauração, um projeto em parceria com o Agrupamento de Escolas José Belchior Viegas, com financiamento do PRR, numa aposta na formação profissional, estruturante na educação no concelho e na região. A visita incidiu ainda sobre os trabalhos intervenção e melhoria no pavilhão escolar e equipamentos, obra realizada no âmbito de um protocolo de colaboração firmado pelo Município de São Brás de Alportel com o Ministério da Educação. Na ocasião, os autarcas tiveram ainda a oportunidade de acompanhar os trabalhos de instalação de unidades que estão a ser instaladas, em investimento da Câmara Municipal, para alargamento de salas de aula e balneários.
O programa incluiu visita à obra de requalificação da Estrada Municipal (EM) 523, entre a EN270 e a zona do Vale Carvalho, uma intervenção que visa melhorar as condições de circulação rodoviária, reforçar a segurança e aumentar a durabilidade do pavimento, contribuindo para uma mobilidade mais eficiente naquela ligação. Seguiu-se uma visita à empreitada de Requalificação do Centro Urbano da Vila, em fase de conclusão, para valorizar o espaço público, melhorar as acessibilidades e a mobilidade de todos.
O dia prosseguiu com uma reunião técnica no São Brás Cineteatro Jaime Pinto, no Âmbito do projeto de substituição integral do sistema SADI (Sistema Automático de Deteção de Incêndios), uma intervenção que terá início já no próximo mês de junho. Esta empreitada contempla a modernização de todo o sistema de deteção e alarme de incêndio, garantindo a atualização tecnológica dos equipamentos, o reforço das condições de segurança, a fiabilidade operacional e a conformidade com as normas técnicas e regulamentação em vigor aplicáveis a edifícios de utilização pública e espaços culturais. Numa segunda fase, a reunião com a participação do Arquiteto Ruben Martins e da sua equipa e o Engenheiro Bruno Sares, no âmbito do projeto de reabilitação integral do Cineteatro, que está a ser executado de forma faseada.
Houve ainda tempo para participar na inauguração da nova loja “IAD Training Center Universo”, localizada na Avenida da Liberdade.
A Presidência Aberta integrou ainda momentos de participação direta da comunidade com duas Sessões Participativas. Na Mesquita, teve lugar uma sessão participativa dedicada à ampliação da rede de saneamento, no momento em que o plano global da rede avança para a execução da primeira fase de alargamento à Mesquita.
Nas Mealhas, realizou-se uma sessão marcada pelo diálogo, participação e partilha de propostas para o futuro da localidade, com enfoque na organização da circulação rodoviária, valorização do espaço público e reforço da segurança e mobilidade.
Após os vários momentos da Presidência Aberta de maio, a Presidente da Câmara Municipal, Marlene Guerreiro, sublinhou que esta iniciativa “tem permitido acompanhar de perto os projetos em desenvolvimento no concelho, reforçando a proximidade com a comunidade e garantindo um contacto direto com as necessidades, desafios e oportunidades. Só ouvindo mais podemos decidir melhor.”
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Elsa Cordeiro é a nova diretora regional do Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) no Algarve, confirmou o Sul Informação junto da própria.
A antiga vice-presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Algarve começou ontem, dia 1 de Junho, a trabalhar nas suas novas funções na liderança do IEFP, tendo mesmo tido uma reunião com o secretário Estado Adjunto e do Trabalho, em Évora.
Elsa Maria Simas Cordeiro é licenciada em Gestão Económica e Financeira, com PósGraduação em Avaliação de Políticas Públicas, Pós-Graduação em Direito do Urbanismo e do Turismo e detentora do CAGEP – Programa de Formação em Gestão Pública.
Tem um percurso profissional consolidado de mais de três décadas no setor financeiro, com 34 anos de experiência em funções de gestão bancária, destacando-se pela liderança de equipas, planeamento estratégico e rigor na gestão.
Em paralelo, desenvolveu um extenso percurso na vida pública, tendo exercido funções executivas e políticas a nível local, regional e nacional. Foi vice-presidente da Câmara Municipal de Tavira, deputada à Assembleia da República pelo círculo de Faro, onde integrou, como membro efetivo, a Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública e a Comissão da Saúde, e desempenhou diversos cargos de responsabilidade em estruturas políticas e associativas.
Desde Outubro de 2020 até ao início do passado mês de Março, exerceu funções de vice-presidente da CCDR Algarve, designada por Resolução do Conselho de Ministros, com intervenção em matérias de coordenação regional, políticas públicas e articulação institucional.
O seu percurso evidencia experiência relevante nas áreas da governação pública, saúde, ação social e administração financeira, aliando conhecimento técnico, capacidade de liderança e profundo compromisso com o serviço público.
Elsa Cordeiro sucede no cargo a Madalena Feu, que se reformou no final do ano passado.
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A JSD Algarve apresentou uma moção para reforçar a ferrovia, incluindo a modernização da Linha do Algarve e a ligação ao Aeroporto de Faro.
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O Conselho Regional da CCDR Algarve elegeu os representantes das autarquias algarvias no Conselho Económico e Social.
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Diz o ditado popular que “Portugal é mar”. Enchemo-nos de orgulho ao afirmar que possuímos uma das maiores Zonas Económicas Exclusivas (ZEE) do mundo. Porém, a uma grande dimensão corresponde também uma grande responsabilidade: garantir o controlo e a soberania sobre o nosso mar.
Hoje, a costa algarvia tornou-se um hotspot do narcotráfico, operado sobretudo através de lanchas de alta velocidade e orquestrado por grandes organizações criminosas com ligações que vão desde a costa africana até à América do Sul.
Não é por acaso que o Algarve se tornou uma porta de entrada destas rotas. A proximidade estratégica ao Norte de África, aliada a uma geografia costeira propícia a desembarques rápidos em zonas isoladas, favorece este tipo de atividade criminosa. A isto soma-se a fraca capacidade da justiça portuguesa para lidar eficazmente com estes criminosos. É inadmissível que os nossos operacionais arrisquem a vida para deter traficantes que, poucos dias depois, acabam novamente em liberdade. Basta recordar o caso dos traficantes que abalroaram uma embarcação da GNR no Guadiana, provocando a morte de um militar e ferimentos em outros três.
Quando uma organização criminosa utiliza armas de guerra para proteger a sua atividade ilícita no nosso território marítimo, deixa de ser apenas uma rede de tráfico. Passa a constituir uma séria ameaça à autoridade do Estado, à segurança das populações e ao bem comum. É tempo de a legislação e a justiça encararem estas estruturas com a gravidade que merecem, aproximando o seu enquadramento ao de organizações terroristas, tendo em conta a escala da violência, a capacidade de intimidação e o perigo público que representam para as comunidades costeiras e para os operacionais que diariamente as enfrentam no mar.
Defender a soberania nacional e garantir a segurança das nossas águas exige determinação, responsabilidade e visão estratégica. A recente legislação aplicada a este tipo de embarcações constitui um passo positivo e merece reconhecimento, mas não pode ser o ponto de chegada. É fundamental reforçar os meios materiais e humanos ao dispor das forças de segurança e das autoridades marítimas, valorizando aqueles que arriscam a vida ao serviço de Portugal.
Ao mesmo tempo, impõe-se uma justiça célere, firme e eficaz, capaz de responder à crescente sofisticação do narcotráfico e do narcoterrorismo. Um Estado forte na defesa da lei, da ordem e da segurança dos cidadãos é uma condição indispensável para proteger as famílias, preservar a coesão social e salvaguardar a liberdade de todos.
O mar continua a ser o nosso maior desígnio nacional. Mas, para o preservar, temos de saber protegêlo. E, aos olhos de um país inteiro, a nossa fronteira sul continua vulnerável, entregue à mercê de quem já não teme a justiça portuguesa.
Sobre o autor do artigo: Guilherme Rosado é investigador na UAlg, licenciado em Biologia Marinha e mestre em Ciências Marinhas e Alterações Climáticas.
Leia também: Pela proteção dos menores: o fim da ideologia “woke” na saúde infantil | Por Guilherme Rosado
Mulheres Social Democratas do Algarve promovem um arraial em Armação de Pêra com música, gastronomia e entrada livre.
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Luís Montenegro defendeu hoje no Porto que Portugal deve reduzir a dependência dos fundos europeus e investir em projetos de excelência.
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A Juventude do PCP aprovou uma nova Comissão Regional num encontro que reuniu mais de 50 participantes em Faro. A Juventude Comunista Portuguesa (JCP) realizou, no domingo, dia 31 de maio, o 11.º Encontro Regional do Algarve, no Centro de Trabalho de Faro do Partido Comunista Português (PCP), reunindo mais de 50 jovens provenientes de […]
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Os ajustes diretos, as avenças e os contratos sem concurso prévio voltaram a ocupar o espaço mediático.
Na verdade, nunca saíram dele.
Apenas regressam ciclicamente à superfície, como aquelas verdades incómodas que todos conhecem, mas sobre as quais poucos querem falar com excessiva frontalidade.
A questão é simples, que autarquia, empresa municipal, comunidade intermunicipal ou mesmo estrutura partidária não recorre a este mecanismo legal?
Tal como as cartas de amor de antigamente, os ajustes diretos parecem existir em todo o lado.
Uns assumem-nos com naturalidade, outros disfarçam-nos com uma criatividade burocrática digna de melhor causa.
Importa ser claro, o ajuste direto é um instrumento legal.
O problema nunca esteve na sua existência.
O problema reside no uso intensivo, recorrente e, por vezes, pouco escrutinado que dele se faz.
Falamos de muitos milhões de euros.
Talvez de milhares de milhões quando somados os contratos celebrados pelos 308 municípios, pelas 3.259 freguesias e pelo vasto universo de empresas municipais e intermunicipais que povoam a arquitetura administrativa portuguesa.
Um fluxo financeiro colossal que atravessa governos locais de esquerda, de direita e de todas as tonalidades ideológicas intermédias.
Neste domínio, as diferenças partidárias parecem dissolver-se com uma surpreendente rapidez.
A ideologia termina frequentemente onde começa a gestão do poder. O ajuste direto tornou-se uma espécie de língua franca da administração pública local, todos a criticam quando estão na oposição e quase todos a utilizam quando chegam ao poder.
Mas o verdadeiro problema não está nos contratos.
O busílis da questão encontra-se na perceção pública sobre aquilo que acontece para além deles.
A sociologia política ensina-nos que as democracias não sobrevivem apenas da legalidade dos seus atos.
Dependem igualmente da confiança dos cidadãos nas instituições.
E essa confiança é corroída quando a coincidência começa a parecer demasiado frequente para ser apenas coincidência.
Quando uma empresa ou um Cidadão celebra sucessivos contratos com uma autarquia e, simultaneamente, surge envolvido na promoção política do partido que governa essa mesma autarquia, o problema deixa de ser jurídico. Passa a ser ético.
Passa a ser político.
Passa a ser democrático.
Naturalmente, ninguém poderá impedir um empresário, um consultor ou um prestador de serviços de ter convicções políticas.
Vivemos numa democracia.
O problema surge quando a fronteira entre a prestação de um serviço e a fidelização de uma influência se torna difusa.
É nesse momento que o Cidadão comum começa a desconfiar.
E a democracia vive mal da desconfiança.
A antropologia do poder ensina-nos que as sociedades humanas tendem a reproduzir redes de reciprocidade.
Favores geram favores.
Lealdades geram recompensas.
Proximidades geram oportunidades. Não se trata necessariamente de corrupção.
Muitas vezes trata-se apenas da velha natureza humana a operar dentro das instituições modernas.
O resultado, porém, é semelhante, forma-se uma elite de proximidade que dispõe de vantagens competitivas dificilmente alcançáveis por quem não pertence ao círculo certo.
Mais preocupante ainda é a opacidade do financiamento político local. Enquanto as campanhas nacionais são alvo de maior escrutínio mediático e institucional, a realidade autárquica continua a viver em zonas cinzentas onde a fiscalização raramente acompanha a criatividade dos protagonistas.
Quando determinados grupos políticos conseguem mobilizar recursos, apoios, serviços, comunicação e influência provenientes de empresas “amigas”, os seus adversários entram na disputa em manifesta desigualdade de circunstâncias.
Não porque lhes falte competência ou apoio popular, mas porque lhes faltam as chaves de acesso às redes informais de poder.
A Democracia deveria ser uma competição de ideias.
Demasiadas vezes transforma-se numa competição de contactos.
Talvez seja apenas percepção minha.
Talvez tudo isto aconteça apenas no domínio da imaginação.
Talvez os ajustes diretos sejam sempre neutros, as avenças absolutamente inocentes e as coincidências apenas isso mesmo, coincidências.
Mas, se assim fosse, porque motivo tantos Cidadãos olham para estas situações com crescente ceticismo?
A legalidade é indispensável.
Contudo, uma Democracia saudável exige algo mais exigente do que a mera conformidade legal, exige legitimidade, transparência e distância crítica face aos interesses instalados.
Porque há uma verdade simples que o Direito não consegue resolver sozinho, nem tudo o que é legal é necessariamente legítimo.
Talvez eu continue ingénuo.
Talvez continue a acreditar que o poder deve ser escrutinado, independentemente da cor partidária que o exerce.
Ou talvez seja apenas um Quixote sem Pança, insistindo em combater moinhos que, por coincidência, continuam sempre ligados à rede elétrica do poder.
Leia também: Politicamente (In)correto: O Algarve da hipocrisia – governaram, falharam, agora fingem | Por Francisco Moleiro

A Juventude Comunista Portuguesa (JCP) realizou, no dia 31 de maio, o 11.º Encontro Regional do Algarve, no Centro de Trabalho de Faro do PCP, contando com a participação de mais de 50 jovens provenientes de vários pontos da região.
A iniciativa decorreu num contexto que a organização descreve como de “degradação das condições de vida dos algarvios”, referindo problemas na educação, no acesso ao ensino superior, nas condições laborais, na habitação e na valorização do ambiente, da cultura e do desporto.
Em comunicado, a JCP considera que se verifica “o caminho de elitização do ensino superior que o Governo quer trilhar” e “brutais ataques aos direitos dos jovens trabalhadores, em particular com o pacote laboral, favorável apenas aos patrões”, acrescentando ainda a existência de “uma imposta crise na habitação”.
A organização afirma que o encontro teve como objetivo dar continuidade ao reforço da estrutura regional e à intensificação da intervenção política na região, sublinhando a importância da mobilização juvenil.
Durante a sessão, dezenas de militantes e simpatizantes intervieram sobre a realidade dos jovens algarvios, apresentando propostas e linhas de intervenção para o futuro. Foram também aprovadas, por unanimidade, uma moção de saudação à luta da juventude algarvia, a resolução política do 11.º Encontro Regional do Algarve da JCP e a nova Comissão Regional do Algarve, órgão de direção da organização na região.
António José Seguro alertou hoje para a pobreza infantil em Portugal e apelou à proteção das crianças mais vulneráveis, no dia em que se celebra o Dia Mundial da Criança.
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