Chegou o fato de super-herói da vida real. Uma equipa de investigadores da Coreia do Sul inventou um tecido “musculado” que permite criar peças de roupa robotizadas, que aumentam a força do utilizador em 40%. Cientistas do Centro de Investigação em Robótica Avançada do Instituto Coreano de Máquinas e Materiais (KIMM) criaram um novo processo para entrelaçar fibras ultrafinas em tecidos de músculos artificiais. Este novo material permite criar roupa robótica vestível que, segundo os testes realizados, pode aumentar a força do utilizador e reduzir a carga muscular em até 40%. Embora os robots vestíveis concebidos com este novo processo
Humanoides da empresa norte-americana fizeram-no numa livestream, sem apresentar quaisquer falhas de hardware. A empresa norte-americana Figure AI concluiu recentemente uma transmissão em direto no Youtube de 200 horas, na qual se vê os seus robôs humanoides Figure 03 a trabalhar de forma autónoma, num teste de resistência e operação contínua em ambiente logístico que se revelou tão impressionante, quanto assustador. Durante a demonstração, os robôs da Figure processaram 249.560 encomendas sem registarem qualquer falha de hardware considerada crítica — houve apenas quedas ocasionais de encomendas e itens colocados na orientação errada que segundo a empresa não afetaram a operação.
https://www.youtube.com/watch?v=JeeJJ42TKQU Humanoides da empresa norte-americana fizeram-no numa livestream, sem apresentar quaisquer falhas de hardware. A empresa norte-americana Figure AI concluiu recentemente uma transmissão em direto no Youtube de 200 horas, na qual se vê os seus robôs humanoid
Os robôs inscritos na primeira turma vão começar por aprender 45 “competências básicas”, como agarrar, levantar, pousar e mover objectos. Estes movimentos parecem simples, mas tarefas como dobrar roupa, arrumar prateleiras ou limpar equipamentos são difíceis para robôs humanoides. A China apresentou a sua primeira “escola de formação” para robôs humanoides, uma infraestrutura em Xangai concebida para ensinar às máquinas as competências práticas de que precisarão para trabalhar em casas, fábricas, hospitais, empresas de serviços e explorações agrícolas. O centro deverá entrar em pleno funcionamento em Julho e começará por reunir mais de 100 robôs de mais de uma dúzia
https://www.youtube.com/watch?v=k1_Z7-jGd6w Os robôs inscritos na primeira turma vão começar por aprender 45 “competências básicas”, como agarrar, levantar, pousar e mover objectos. Estes movimentos parecem simples, mas tarefas como dobrar roupa, arrumar prateleiras ou limpar equipamentos são difíce