Humanoides da empresa norte-americana fizeram-no numa livestream, sem apresentar quaisquer falhas de hardware. A empresa norte-americana Figure AI concluiu recentemente uma transmissão em direto no Youtube de 200 horas, na qual se vê os seus robôs humanoides Figure 03 a trabalhar de forma autónoma, num teste de resistência e operação contínua em ambiente logístico que se revelou tão impressionante, quanto assustador. Durante a demonstração, os robôs da Figure processaram 249.560 encomendas sem registarem qualquer falha de hardware considerada crítica — houve apenas quedas ocasionais de encomendas e itens colocados na orientação errada que segundo a empresa não afetaram a operação.
https://www.youtube.com/watch?v=JeeJJ42TKQU Humanoides da empresa norte-americana fizeram-no numa livestream, sem apresentar quaisquer falhas de hardware. A empresa norte-americana Figure AI concluiu recentemente uma transmissão em direto no Youtube de 200 horas, na qual se vê os seus robôs humanoid
É uma questão de humanização, de respeito pelo consumidor, e é preciso proteger os mais frágeis. A expressão ‘apoio ao cliente’ desapareceu de vários sites. Já terá acontecido a quase todos os leitores do ZAP: telefonam para alguma empresa, algum serviço, e nunca falam com uma pessoa. É uma máquina a (tentar) tratar do assunto, a indicar as opções, a dizer para carregar neste ou naquele número. E, muitas vezes, além de nunca falar com um ser humano, chega ao fim do telefonema e o assunto continua na mesma. Nada foi resolvido. O Partido Socialista (PS) quer acabar com isso:
É um dos maiores acordos de partilha de lucros alguma vez registados na indústria tecnológica. E os chips continuam. É um caso que já se foi tornando num símbolo de uma nova realidade laboral na era da inteligência artificial (IA): se as empresas conseguem lucros históricos, os trabalhadores vão pressionando cada vez mais para ficarem com parte desses lucros. A Samsung chegou a um acordo histórico com os trabalhadores da sua divisão de semicondutores. O acordo prevê prémios que poderão ultrapassar os 400 mil dólares (343 mil euros) por trabalhador. É um dos maiores acordos de partilha de lucros alguma
Os robôs inscritos na primeira turma vão começar por aprender 45 “competências básicas”, como agarrar, levantar, pousar e mover objectos. Estes movimentos parecem simples, mas tarefas como dobrar roupa, arrumar prateleiras ou limpar equipamentos são difíceis para robôs humanoides. A China apresentou a sua primeira “escola de formação” para robôs humanoides, uma infraestrutura em Xangai concebida para ensinar às máquinas as competências práticas de que precisarão para trabalhar em casas, fábricas, hospitais, empresas de serviços e explorações agrícolas. O centro deverá entrar em pleno funcionamento em Julho e começará por reunir mais de 100 robôs de mais de uma dúzia
https://www.youtube.com/watch?v=k1_Z7-jGd6w Os robôs inscritos na primeira turma vão começar por aprender 45 “competências básicas”, como agarrar, levantar, pousar e mover objectos. Estes movimentos parecem simples, mas tarefas como dobrar roupa, arrumar prateleiras ou limpar equipamentos são difíce