Na moção com que se recandidatou à liderança do partido, o presidente do PSD afirma que manterá o compromisso de “não ter uma solução de governo nem com o Chega, nem com o PS”, mas considera ser absurdo falar de “cercas sanitárias” no parlamento. O presidente do PSD, Luís Montenegro, foi este sábado reeleito com 94,8% dos votos em eleições diretas no partido, às quais concorreu sem oposição interna, para um mandato de dois anos na liderança dos sociais-democratas. De acordo com os dados divulgados pelo Conselho Nacional de Jurisdição do PSD, num total de 56.868 militantes inscritos, votaram 15.261.
MAI procurou “condicionar um relatório que vinha a público sobre o SIRESP”. Montenegro: “Não tenho conhecimento de nada”. O primeiro-ministro disse não ter conhecimento de nenhuma “tentativa de ocultação” ou condicionamento das conclusões do relatório do SIRESP, o que levou o líder do Chega a acusá-lo de mentir ao Parlamento. No debate quinzenal desta quarta-feira, na Assembleia da República, André Ventura afirmou que “o Ministério da Administração Interna procurou pelo menos condicionar um relatório que vinha a público sobre o SIRESP” e “há elementos que demonstram, sem margem para dúvidas, a tentativa de ocultar informação pública” por parte de uma
E Hugo Soares é o Cebolinha. Tempestades, SIRESP e lei laboral foram assuntos que passaram pelo debate quinzenal. O primeiro-ministro considerou “muito válido” o contributo do Presidente da República sobre a gestão das tempestades, que diz estar “quase todo incluído” no PTRR, mas admite que “aqui ou acolá” podem ser aprimoradas “regras de coordenação” “Posso reiterar que, tal como consta do relatório da Presidência aberta do Presidente da República, o Governo esteve muito presente, muito próximo”, afirmou. Luís Montenegro admitiu que “não correu tudo bem“, justificando, desde logo, com o caráter inédito da depressão Kristin, e defendeu que “tudo foi