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Praia da Rocha recebe elite mundial do Beach Tennis Open em junho

O Portugal Beach Tennis Open’26 regressa a Portimão entre os dias 1 e 7 de junho e promete voltar a transformar a Praia da Rocha num dos principais palcos mundiais do ténis de praia.

Ao longo de uma semana, o evento vai reunir alguns dos maiores nomes internacionais da modalidade, incluindo todos os jogadores do top-10 mundial masculino e feminino.

Crédito: Luis Barbosa

O principal destaque da competição será o Sand Series Portimão, considerado uma das provas mais prestigiadas do circuito internacional de beach tennis e comparado aos torneios do Grand Slam do ténis tradicional.

A competição decorre entre 3 e 7 de junho e integra o grupo restrito de oito torneios internacionais que atribuem pontos para as Sand Series Tour Finals, agendadas para o final do ano, na Arábia Saudita.

Organizado pela Federação Portuguesa de Ténis, com o apoio do Município de Portimão, o evento volta a apostar numa combinação entre competição internacional de alto nível e atividades abertas a atletas de diferentes idades e níveis de experiência.

Competição internacional e torneios para todas as idades

O recinto, instalado na Praia da Rocha, contará com 28 courts dedicados à modalidade. Além da alta competição, haverá espaço para torneios do escalão +40, competições amadoras integradas na Portimão Beach Tennis Cup e provas jovens, incluindo o torneio internacional júnior ITF BT J100 e a competição de sub-16.

Crédito: Luis Barbosa

O arranque oficial acontece já no dia 1 de junho, com o BT50 Portimão, torneio internacional destinado a duplas masculinas, femininas e mistas, que servirá de preparação para alguns dos principais atletas da modalidade. Fora dos courts, a animação será reforçada com uma Sunset Party aberta ao público.

Entre os nomes em destaque estará a portuguesa Marta Magalhães, atual 22.ª classificada do ranking mundial, que em 2025 alcançou o segundo lugar na competição de pares mistos ao lado do francês Mathieu Guegano.

Portimão reforça aposta no turismo desportivo

A realização do Sand Series Portimão reforça a afirmação do concelho como destino de referência para o acolhimento de grandes eventos desportivos internacionais ligados ao mar e à praia. As condições naturais, as infraestruturas de apoio e a capacidade organizativa do município têm contribuído para atrair atletas, equipas e visitantes de diferentes países ao longo de todo o ano.

O evento enquadra-se ainda na estratégia municipal de promoção do desporto para diferentes públicos, alinhada com o lema “Portimão, Mais Desporto Para Todos”, conciliando competição de elite com momentos de participação, convívio e animação dirigidos à população e aos visitantes.

Crédito: Luis Barbosa

A entrada no recinto será gratuita e o espaço contará com bancadas com capacidade para cerca de 1.500 espectadores, permitindo acompanhar de perto alguns dos melhores jogadores mundiais de ténis de praia.

Em Portimão, a modalidade é dinamizada pelo Clube Beach Tennis de Portimão, que conta atualmente com dois anos de existência e cerca de meia centena de atletas federados.

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Portugal vai ganhar o Mundial? Economista que acertou os últimos três campeões já fez a previsão e há surpresa

A seleção nacional de futebol pode chegar muito perto de conquistar o primeiro Mundial da sua história, mas uma previsão matemática aponta para um final diferente daquele que muitos adeptos portugueses desejariam. O autor da projeção é Joachim Klement, economista alemão que ficou conhecido por ter acertado os vencedores das últimas três edições da competição.

De acordo com a Revista Monet, site brasileiro de entretenimento, Klement antecipou os títulos da Alemanha em 2014, da França em 2018 e da Argentina em 2022. Agora, o seu modelo aponta para uma final do Mundial de 2026 entre Portugal e Países Baixos, com vitória neerlandesa no torneio que será disputado no Canadá, nos Estados Unidos e no México.

Portugal chegaria à final, mas não venceria

A previsão coloca a seleção portuguesa no jogo decisivo do Mundial de 2026. Segundo a Revista Monet, o modelo de Joachim Klement indica que Portugal chegaria à final, mas perderia frente aos Países Baixos. A seleção neerlandesa, tal como Portugal, nunca conquistou um Campeonato do Mundo, apesar de já ter estado perto em várias ocasiões.

O Mundial de 2026 começa a 11 de junho, na Cidade do México, e termina a 19 de julho, em Nova Iorque. Será a primeira edição organizada por três países e contará com Canadá, Estados Unidos e México como anfitriões.

O campeão apontado é uma surpresa

A grande surpresa está na seleção que o modelo coloca no topo. Klement acredita que os Países Baixos serão campeões do mundo pela primeira vez. A seleção neerlandesa foi finalista em 1974, 1978 e 2010, mas perdeu essas três finais, respetivamente, frente à Alemanha, Argentina e Espanha.

“Fiquei um pouco surpreendido quando o meu modelo e as simulações apontaram que a Holanda venceria”, afirmou Joachim Klement ao portal alemão SBS Dutch, citado pela Revista Monet.

Caminho difícil até ao título

A previsão não aponta para um percurso simples dos Países Baixos. Na simulação de Klement, a seleção neerlandesa enfrentaria Japão, Suécia e Tunísia na fase de grupos. Depois, eliminaria Marrocos, Canadá, França e Espanha antes de chegar à final contra Portugal. “Principalmente porque a simulação mostrou que a Holanda teria um caminho muito, muito difícil até à final”, explicou o economista.

Para Klement, se os Países Baixos chegarem às meias-finais, já estariam num momento de confiança muito elevado. “Se a Holanda chegar à semifinal, já estará numa situação de muita confiança, acreditando que pode vencer qualquer equipa”, afirmou.

Brasil ficaria pelo caminho cedo

A previsão reserva ainda outra surpresa forte. Segundo a Revista Monet, o modelo aponta para uma eliminação precoce do Brasil. A seleção brasileira, orientada por Carlo Ancelotti, cairia já na segunda fase, frente ao Japão.

O detalhe chama a atenção porque o Brasil continua a ser a seleção com mais títulos mundiais e costuma partir sempre entre os candidatos naturais à vitória final. Ainda assim, segundo a projeção de Klement, o hexa não chegaria em 2026.

Casas de apostas veem cenário diferente

A previsão do economista não coincide totalmente com a leitura das casas de apostas. Segundo a Revista Monet, Portugal surge como a sexta seleção favorita à conquista do Mundial de 2026, enquanto os Países Baixos aparecem em oitavo lugar.

Ou seja, o modelo aponta para uma final com Portugal, mas atribui o título a uma seleção que não surge entre as principais favoritas do mercado.

Como funciona o modelo?

Joachim Klement usa uma fórmula matemática que cruza vários fatores. De acordo com a Revista Monet, o modelo junta rendimento desportivo, condições climáticas e informação económica. O próprio economista explicou que recorre a fundamentos económicos e climáticos para avaliar quão forte uma seleção deveria ser.

“Se olhar para o meu modelo, ele utiliza fundamentos económicos e climáticos para avaliar quão forte uma seleção deveria ser. E, quanto mais equilibradas duas equipas são em força, maior é o papel da sorte em qualquer partida individual”, afirmou Klement.

Previsão não é certeza

Apesar do histórico recente de acertos, uma previsão deste tipo deve ser lida com cautela. O futebol continua a depender de fatores difíceis de medir: lesões, decisões de arbitragem, momentos individuais, sorte, calendário, pressão e rendimento no próprio dia. Um modelo pode identificar tendências e probabilidades, mas não consegue controlar tudo o que acontece dentro de campo.

Ainda assim, o facto de Klement ter acertado os últimos três campeões torna a nova previsão especialmente mediática.

Portugal ficaria a um passo do sonho

Para Portugal, a projeção tem um lado entusiasmante e outro frustrante. Chegar à final de um Mundial seria um feito inédito para a seleção portuguesa. Mas perder esse jogo deixaria o país novamente sem o título mais desejado do futebol internacional.

A previsão coloca Portugal muito perto da glória, mas entrega o troféu aos Países Baixos. Se o modelo voltar a acertar, 2026 poderá trazer uma campanha histórica para a seleção nacional, ainda que com um desfecho amargo.

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Algarve acolhe em Dezembro maratona que nasce para esbater a sazonalidade e promover turisticamente a região

A primeira edição da Maratona do Algarve, uma prova que «pretende afirmar-se no calendário nacional e internacional da corrida de estrada, associando a prática desportiva à promoção turística da região e à participação da comunidade», vai ter lugar no dia 6 de Dezembro, em Loulé, com partida e chegada à Marina de Vilamoura.

A prova, promovida pelo Turismo do Algarve, com o apoio da Câmara Municipal de Loulé e do Grupo Arrow Global e organizada pela GlobalSport, contemplará quatro distâncias distintas – 42, 21, 10 e 5 quilómetros -, «uma estrutura competitiva e inclusiva, desenhada para envolver diferentes perfis de corredores e a comunidade em geral», segundo os promotores da prova.

«A Maratona do Algarve 2026 foi desenhada para oferecer aos atletas uma experiência distintiva no destino. Com partida e chegada na Marina de Vilamoura, o percurso irá desenrolar-se ao longo do concelho de Loulé, tendo o oceano como enquadramento para uma prova que combina exigência desportiva, fruição da paisagem e contacto com o território», acrescentou.

A prova terá como padrinhos Carlos Lopes, «referência maior do atletismo nacional», e Aurora Cunha, tricampeã mundial e vencedora de quatro grandes maratonas mundiais.

Para André Gomes, presidente do Turismo do Algarve este «é um projeto com particular relevância para a estratégia de afirmação da região como destino de referência para grandes eventos desportivos internacionais. Ao associar uma prova desta natureza à qualidade da nossa oferta turística, à beleza da costa algarvia e à capacidade de organização do território, estamos a reforçar o posicionamento do Algarve como um destino ativo, competitivo e atrativo ao longo de todo o ano».

«A realização da prova em dezembro é também particularmente importante, porque contribui para dinamizar a região fora da época alta, gerar impacto na economia local e mostrar que o Algarve tem condições únicas para receber visitantes, atletas e famílias em qualquer estação. Este é, por isso, um evento que valoriza o desporto, promove o destino e reforça o trabalho que temos vindo a desenvolver para reduzir a sazonalidade e diversificar a oferta turística da região», disse o mesmo responsável.

Já o “anfitrião” Telmo Pinto, presidente da Câmara de Loulé, manifestou «o enorme orgulho» para o município de Loulé em acolher «um projeto tão ambicioso e transformador como a Maratona do Algarve».

«Este evento reflete a nossa visão de um território dinâmico, coeso e capaz de atrair milhares de pessoas de todo o mundo, dinamizando a economia local e celebrando o desporto num cenário verdadeiramente deslumbrante. Loulé reafirma, assim, o seu compromisso inabalável com o desporto e o turismo sustentável», afirmou o autarca.

«Vilamoura tem hoje todas as condições para competir entre os grandes destinos internacionais. O trabalho que temos vindo a desenvolver passa por elevar continuamente a qualidade da oferta e da experiência proporcionada a quem nos visita. Ver a Marina de Vilamoura assumir-se como palco de partida e chegada da Maratona do Algarve reforça esse posicionamento internacional», considerou, por seu lado, John Calvão, representante da Arrow Global.

«A Maratona do Algarve é a materialização de um sonho antigo: criar uma das melhores e mais belas maratonas do mundo no sul de Portugal. Com o apoio excecional dos nossos parceiros, estamos a desenhar um percurso e uma experiência que transcende a própria corrida. Queremos que cada participante sinta a magia do Algarve a cada quilómetro, num evento que se pauta pelo mais elevado rigor técnico, desportivo e organizativo», disse, por seu lado, Paulo Costa, diretor executivo da GlobalSport.

A expetativa da organização é «atrair milhares de participantes nacionais e internacionais» e que a prova contribua «para dinamizar a região fora da época alta, gerar impacto na economia local e reforçar a atratividade do destino ao longo de todo o ano».

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Sessenta anos disto: os 61 golos de Portugal em Campeonatos do Mundo

O primeiro foi logo aos dois minutos, e o último de Rafael Leão. De Inglaterra ao Catar, dos nove de Eusébio ao oitavo de Ronaldo: os golos começaram de cabeça e acabaram com goleada (mas sem final feliz). Desde a fulgurante estreia, há 60 anos, com José Augusto a marcar logo aos dois minutos frente à Hungria, às noites inspiradas de Ronaldo, trivelas de Quaresma e hat-tricks inesperados. Entre históricas reviravoltas, pesadas desilusões e emocionantes empates tardios, o percurso português nos Mundiais tem sido feito à base da esperança, que no entanto nunca levou a equipa das quinas a uma

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O primeiro foi logo aos dois minutos, e o último de Rafael Leão. De Inglaterra ao Catar, dos nove de Eusébio ao oitavo de Ronaldo: os golos começaram de cabeça e acabaram com goleada (mas sem final feliz). Desde a fulgurante estreia, há 60 anos, com José Augusto a marcar logo aos dois minutos frente
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