Na moção com que se recandidatou à liderança do partido, o presidente do PSD afirma que manterá o compromisso de “não ter uma solução de governo nem com o Chega, nem com o PS”, mas considera ser absurdo falar de “cercas sanitárias” no parlamento. O presidente do PSD, Luís Montenegro, foi este sábado reeleito com 94,8% dos votos em eleições diretas no partido, às quais concorreu sem oposição interna, para um mandato de dois anos na liderança dos sociais-democratas. De acordo com os dados divulgados pelo Conselho Nacional de Jurisdição do PSD, num total de 56.868 militantes inscritos, votaram 15.261.
Segundo o líder da bancada socialista, Eurico Brilhante Dias, o processo para indicação de candidatos a juízes do Tribunal Constitucional e provedora de Justiça teve “interlocução política” do primeiro-ministro e do secretário-geral do PS, além das respetivas lideranças parlamentares. O PSD aceitou a indicação do PS de propor Luísa Neto, atual presidente do Conselho Diretivo do Instituto Nacional de Administração (INA), como candidata a provedora de Justiça, eleição que requer maioria de dois terços no parlamento. A eleição para as funções de provedora de justiça está marcada para 12 de junho. Será a segunda tentativa nesta legislatura no sentido de