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Verão à porta: saiba se ainda pode conduzir de chinelos ou descalço em 2026

Com o verão à porta e os dias de praia a aproximarem-se, regressa uma dúvida antiga entre muitos automobilistas: afinal, ainda é permitido conduzir de chinelos em 2026? Em Portugal, o Código da Estrada não proíbe expressamente este tipo de calçado, mas isso não significa que todos os comportamentos ao volante sejam seguros ou estejam livres de consequências.

A ideia de que conduzir de chinelos dá automaticamente multa é um dos mitos rodoviários mais repetidos todos os verões. A dúvida surge sobretudo depois de idas à praia, piscinas ou zonas balneares, quando muitos condutores entram no carro com chinelos, sandálias abertas ou até com os pés molhados.

De acordo com o Código da Estrada, não existe uma norma que obrigue o condutor a usar um tipo específico de calçado. Também não há uma contraordenação própria apenas por conduzir de chinelos, descalço ou em tronco nu.

Não há multa automática por conduzir de chinelos

A regra principal é simples: conduzir de chinelos, por si só, não dá origem a uma multa automática em Portugal. O Código da Estrada não define que calçado deve ser usado pelo condutor nem estabelece uma proibição direta de chinelos, sandálias ou outro calçado aberto.

A GNR já divulgou mensagens no mesmo sentido, sublinhando que o ato de conduzir de chinelos não tem uma contraordenação própria associada no Código da Estrada. Também o ACP e a DECO PROteste explicam que a lei não proíbe este tipo de calçado, embora recomendem atenção à segurança.

Isto significa que um condutor não deve ser autuado apenas por estar a usar chinelos. No entanto, a situação muda se esse calçado dificultar o controlo dos pedais, escorregar, ficar preso ou contribuir para uma manobra perigosa.

O problema está na segurança ao volante

Embora não exista uma proibição específica, o condutor deve garantir que consegue conduzir em segurança. O artigo 11.º do Código da Estrada estabelece que os condutores devem abster-se de quaisquer atos suscetíveis de prejudicar o exercício da condução com segurança.

A infração a esta regra pode ser sancionada com coima de 60 a 300 euros. Ou seja, o problema não é o chinelo em si, mas o facto de o calçado, ou qualquer outro comportamento, poder prejudicar o domínio do veículo.

Na prática, se os chinelos escorregarem do pé, ficarem presos entre os pedais ou impedirem uma travagem rápida, podem tornar-se um problema. Numa situação de fiscalização ou acidente, as autoridades podem avaliar se o calçado contribuiu para uma condução sem segurança.

É por isso que a resposta não deve ser vista como um simples “sim, pode”. Pode conduzir de chinelos, mas deve fazê-lo apenas se conseguir manter controlo total do automóvel, dos pedais e das manobras necessárias.

Chinelos podem escorregar ou prender nos pedais

Os riscos aumentam quando os chinelos estão molhados, com areia ou pouco ajustados ao pé. Depois de um dia de praia, é comum entrar no carro com os pés húmidos, o que pode fazer com que o calçado escorregue no momento de acelerar, travar ou carregar na embraiagem.

Outro problema está nos chinelos mais largos ou gastos, que podem dobrar, sair do pé ou ficar presos debaixo dos pedais. Estas situações podem parecer improváveis, mas bastam poucos segundos de distração para comprometer a reação do condutor.

Conduzir descalço também não é proibido

Outra dúvida frequente é saber se conduzir descalço é permitido. Tal como acontece com os chinelos, não existe uma regra que obrigue o condutor a estar calçado durante a condução.

Ainda assim, conduzir descalço também pode trazer riscos. Os pés podem estar molhados, com areia ou sensíveis ao contacto com os pedais, reduzindo a força ou a precisão necessária para travar em segurança.

Além disso, em dias de muito calor, o interior do carro pode atingir temperaturas elevadas e os pedais podem tornar-se desconfortáveis. A recomendação é ter sempre no veículo um par de sapatos confortáveis e seguros para conduzir, sobretudo depois da praia.

O que deve usar para conduzir no verão

O calçado mais seguro para conduzir deve ficar bem preso ao pé, ter sola estável e permitir sentir corretamente os pedais. Sapatos leves, sapatilhas ou sandálias bem ajustadas costumam ser opções mais seguras do que chinelos soltos.

O ideal é evitar calçado com sola demasiado escorregadia, plataformas muito altas, saltos instáveis ou modelos que possam sair facilmente do pé. O objetivo não é cumprir uma regra sobre moda ou vestuário, mas garantir que o condutor mantém controlo total do veículo.

Quem costuma ir à praia pode deixar no carro um par de calçado próprio para conduzir. É uma solução simples e prática, que evita riscos desnecessários sem obrigar a grandes mudanças de rotina.

Quando é que pode haver problema com a polícia?

A simples utilização de chinelos não deve, por si só, originar uma coima. No entanto, se o condutor estiver envolvido numa situação em que fique demonstrado que o calçado prejudicou a condução, poderá haver consequências.

Por exemplo, se os chinelos se prenderem nos pedais e provocarem uma travagem brusca, uma perda de controlo ou um acidente, as autoridades podem enquadrar o comportamento como uma violação do dever de condução segura previsto no artigo 11.º do Código da Estrada.

Nestes casos, o foco não é o chinelo em si, mas o facto de o condutor não ter assegurado as condições necessárias para conduzir com segurança. É essa diferença que muitos automobilistas desconhecem.

Pode conduzir de chinelos, mas com cuidado

A resposta final é clara: sim, pode conduzir de chinelos em Portugal em 2026, porque não há multa automática nem proibição expressa no Código da Estrada. Ainda assim, deve garantir que o calçado não compromete a condução.

Se os chinelos estiverem molhados, largos, gastos ou forem pouco estáveis, o mais prudente é não conduzir com eles. Um par de sapatos confortáveis no carro pode evitar sustos, atrasos e possíveis problemas em caso de acidente.

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Adeus bom senso? Descubra se existe uma distância mínima para colocar a toalha na praia

Com a chegada da época balnear, volta uma dúvida comum entre muitos banhistas: existe uma distância mínima obrigatória para colocar a toalha na praia, junto de outras pessoas? Em regra, atualmente não há uma distância nacional fixa para separar toalhas ou chapéus de sol no regime normal das praias portuguesas, mas há regras de bom senso, segurança e ocupação do areal que devem ser respeitadas.

A confusão tem origem, em parte, nas regras aplicadas durante a pandemia, quando existiram normas específicas sobre distanciamento entre grupos no areal. Em 2020, por exemplo, o Decreto-Lei n.º 24/2020 previa 1,5 metros entre utentes e três metros entre chapéus de sol. Essas medidas excecionais já não correspondem ao regime normal em vigor nas praias portuguesas.

Hoje, quem vai à praia deve distinguir duas situações diferentes: a distância entre banhistas por uma questão de convivência e conforto, e as regras relativas às zonas concessionadas, aos acessos, às áreas de circulação, à sinalização e às indicações dadas pelas autoridades no local.

Não há uma distância fixa entre toalhas

Em termos gerais, não existe uma regra nacional que obrigue os banhistas a colocar a toalha a uma distância mínima exata da toalha de outra pessoa. Ou seja, atualmente não há uma medida única, como um metro, dois metros ou três metros, que seja aplicada de forma automática em todas as praias.

Ainda assim, isso não significa que se possa ocupar qualquer espaço sem cuidado. As praias são espaços de uso público, mas devem ser usadas de forma a permitir a circulação, o acesso ao mar e a utilização do areal por todos os banhistas.

Na prática, aproximar demasiado uma toalha, um guarda-sol ou outros objetos de um grupo que já está instalado pode gerar conflitos e dificultar a circulação. Mesmo sem uma distância legal fixa, deve ser mantido espaço suficiente para que as pessoas se movimentem, entrem e saiam do local com segurança.

Atenção aos acessos e zonas de passagem

Um dos pontos mais importantes é não bloquear acessos, zonas sinalizadas, canais assinalados, entradas para apoios de praia, zonas de socorro ou passagens usadas por veículos de emergência. Estas áreas devem permanecer livres, independentemente da lotação do areal.

Também deve haver cuidado junto à linha de água, sobretudo em praias com mar mais agitado, ondulação forte ou subidas rápidas da maré. A Autoridade Marítima Nacional recomenda que os banhistas cumpram as indicações dos nadadores-salvadores, respeitem bandeiras e placas de sinalização e não virem as costas às ondas e ao mar.

Além disso, em praias com arribas, falésias ou zonas instáveis, os banhistas devem respeitar sempre a sinalização existente. A Autoridade Marítima Nacional recomenda que não se permaneça debaixo ou próximo de arribas e zonas instáveis, mesmo que o espaço pareça livre.

E nas praias concessionadas?

Outra dúvida frequente está relacionada com as zonas concessionadas, onde existem chapéus de sol, toldos ou espreguiçadeiras pagos. Nos últimos dias, o tema voltou a ganhar destaque depois de a Agência Portuguesa do Ambiente ter esclarecido que os banhistas podem colocar chapéus de sol e toalhas em frente às concessões, desde que estejam fora da área efetivamente concessionada.

Segundo declarações do presidente da Agência Portuguesa do Ambiente à Lusa, a área concessionada corresponde ao espaço delimitado da concessão. Fora dessa área, o restante areal é de uso livre, não podendo ser tratado como exclusivo do concessionário.

Isto significa que um banhista pode instalar-se em frente a uma zona concessionada, desde que não invada o espaço delimitado da concessão nem impeça acessos, circulação ou regras de segurança. A praia continua a ser um espaço de uso público nas áreas não concessionadas.

Bom senso continua a ser a principal regra

Mesmo sem uma distância mínima definida por lei entre toalhas, o bom senso é essencial. Deixar algum espaço entre grupos evita incómodos, facilita a circulação e reduz situações de conflito em praias mais cheias.

Colocar a toalha demasiado perto de outra pessoa, tocar no guarda-sol de outro banhista ou ocupar o espaço que outro grupo estava claramente a usar pode não resultar numa coima automática, mas é uma atitude que deve ser evitada.

Em dias de grande afluência, pode ser difícil encontrar espaço amplo no areal. Nesses casos, a melhor opção é procurar zonas menos congestionadas, respeitar quem já está instalado e evitar bloquear caminhos naturais até ao mar.

O que pode dar problemas na praia

Embora não exista uma distância mínima nacional para a toalha, há comportamentos que podem levar à intervenção das autoridades. Bloquear acessos, desrespeitar sinalização, instalar-se em zonas interditas, transpor barreiras de proteção, ocupar áreas reservadas ou ignorar ordens dos nadadores-salvadores e da Autoridade Marítima pode ter consequências.

Também podem existir regras específicas em determinadas praias, definidas por editais, planos de ordenamento ou decisões locais. Por isso, os banhistas devem estar atentos aos avisos afixados nas entradas das praias e junto aos apoios balneares.

A regra prática é simples: pode colocar a toalha no areal livre, mas deve fazê-lo sem impedir a circulação, sem invadir áreas concessionadas delimitadas e sem desrespeitar zonas de segurança.

Afinal, onde pode pôr a toalha?

Pode colocar a toalha numa zona livre do areal, incluindo em frente a concessões, desde que não esteja dentro da área concessionada delimitada nem bloqueie acessos ou zonas de passagem. Não há, atualmente, uma distância mínima nacional obrigatória entre toalhas de banhistas diferentes.

Ainda assim, é aconselhável deixar espaço suficiente para circular, abrir o guarda-sol com segurança e não incomodar quem está ao lado. Esta distância não tem de ser medida com fita métrica, mas deve permitir uma convivência normal no areal.

A dúvida sobre a distância mínima pode ter uma resposta simples: a lei não impõe uma medida fixa entre toalhas no regime normal atual, mas a praia deve ser usada com respeito, segurança e atenção às indicações locais. No verão, mais do que chegar primeiro, importa saber ocupar o espaço sem prejudicar os outros.

Leia também: Atenção se vai à praia: saiba o que fazer se tocar numa alforreca e que erros deve evitar

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Vem aí um ‘vendaval’: jato polar deverá atingir os 250 km/h sobre Portugal a partir deste dia

Portugal continental deverá sentir uma mudança gradual no estado do tempo entre quarta e quinta-feira, devido à intensificação da corrente de jato polar sobre a Península Ibérica. Segundo a Meteored, este fluxo atmosférico poderá atingir velocidades próximas dos 250 km/h em altitude, favorecendo uma maior influência atlântica no território.

De acordo com o portal especializado em meteorologia, Meteored, a alteração não significa que esses ventos se façam sentir diretamente à superfície. A corrente de jato circula a cerca de 9 a 11 quilómetros de altitude, mas pode influenciar a deslocação de massas de ar e sistemas frontais, alterando o vento, a nebulosidade e as temperaturas.

Em Portugal continental, os efeitos deverão ser mais evidentes na fachada ocidental, sobretudo no litoral Norte e Centro. A entrada de ar marítimo mais fresco e húmido deverá travar a subida das temperaturas nestas regiões e reforçar a sensação de tempo mais instável.

Litoral deverá ficar mais fresco

A mudança deverá começar a notar-se ao longo de quarta-feira, com aumento da nebulosidade nas regiões costeiras e reforço do vento de norte e noroeste durante a tarde. No litoral Norte e Centro, as temperaturas máximas deverão ficar, em muitos locais, entre 18 e 23 ºC.

Em Lisboa, as máximas ainda poderão rondar os 25 ºC, mas a influência marítima deverá tornar o ambiente mais fresco do que no interior. No Porto e noutras zonas da faixa costeira, o tempo deverá apresentar mais nuvens, sobretudo durante a manhã e ao final do dia.

No interior, o cenário será diferente. A massa de ar mais quente e seca deverá manter temperaturas mais elevadas, em particular no Alentejo, no vale do Tejo e no interior algarvio, onde os termómetros poderão atingir valores entre 26 e 32 ºC.

Contraste térmico entre costa e interior

O contraste entre o litoral e o interior poderá tornar-se bastante marcado durante a tarde. Em alguns locais, a diferença de temperatura poderá ultrapassar os 10 ºC em poucas dezenas de quilómetros, devido ao efeito da nortada e da entrada de ar marítimo.

Na tarde de quarta-feira, Porto e Lisboa deverão registar máximas entre 20 e 25 ºC, enquanto várias zonas do interior poderão continuar acima dos 29 ºC. No Alentejo, as temperaturas poderão chegar aos 32 ºC, mantendo um ambiente quente e seco.

Esta diferença será sentida sobretudo por quem se deslocar entre zonas costeiras e regiões interiores. A sensação térmica poderá mudar de forma significativa, com vento mais fresco junto ao litoral e calor mais intenso nas áreas afastadas da influência atlântica.

Rajadas podem chegar aos 70 km/h

A intensificação da circulação atlântica deverá também reforçar a nortada ao longo da faixa costeira ocidental, sobretudo entre quinta e sexta-feira. O vento deverá soprar moderado a forte de norte e noroeste, em especial no litoral e nas terras altas.

Durante a noite de quinta-feira, as rajadas poderão atingir entre 45 e 60 km/h no litoral ocidental. Nas zonas costeiras mais expostas entre Aveiro e Leiria, não estão excluídos valores pontualmente próximos dos 70 km/h.

No interior, o vento deverá ser menos intenso, embora também se possam registar rajadas entre 35 e 50 km/h em algumas zonas. A combinação de vento, ar mais fresco e maior nebulosidade deverá acentuar a mudança face aos dias anteriores.

Mar também pode ficar mais agitado

O reforço do vento de norte e noroeste deverá contribuir para um aumento da agitação marítima ao longo da costa atlântica. As zonas mais expostas poderão sentir condições menos favoráveis, sobretudo durante a tarde e o início da noite.

Além do vento, a circulação de origem marítima deverá favorecer períodos de maior nebulosidade no litoral Norte e Centro. Esta nebulosidade deverá ser mais frequente durante a noite, madrugada e primeiras horas da manhã.

No Minho e no Douro Litoral, não está excluída a ocorrência de chuva fraca. Ainda assim, os acumulados previstos não deverão ser significativos, tratando-se de precipitação pouco expressiva e localizada.

Mudança será gradual, não brusca

Apesar da referência a ventos muito fortes em altitude, a mudança prevista deverá ser gradual à superfície. A principal consequência para a população será a alteração do padrão dos últimos dias, com mais vento, mais nuvens e temperaturas mais baixas na faixa costeira.

O interior continuará a registar valores mais elevados, sobretudo no Centro e Sul, mas o contraste com o litoral deverá ser mais evidente. A nortada poderá tornar o ambiente mais desconfortável nas zonas costeiras, especialmente ao final da tarde.

Quem vive ou circula junto ao litoral deve contar com vento mais forte, sensação térmica mais baixa e maior nebulosidade entre quarta e sexta-feira. Já no interior, o calor deverá persistir, embora com algumas variações consoante a região.

Atenção às atividades ao ar livre

A previsão pode ter impacto em atividades ao ar livre, sobretudo junto à costa. Passeios marítimos, prática de desportos náuticos e deslocações em zonas expostas ao vento poderão exigir maior atenção, devido às rajadas e à possível agitação marítima.

Os automobilistas também devem ter cuidado em pontes, viadutos e estradas junto ao litoral, onde o vento lateral pode ser mais sentido. A recomendação é acompanhar as atualizações meteorológicas ao longo da semana, uma vez que a previsão pode sofrer ajustamentos.

A corrente de jato polar deverá, assim, marcar uma mudança no tempo em Portugal continental, trazendo maior influência atlântica, descida das temperaturas no litoral e reforço da nortada. O interior continuará mais quente, mantendo um país dividido entre ar fresco junto à costa e calor nas regiões mais afastadas do mar.

Leia também: Tempo vai dar nova ‘reviravolta’? Chuva, frio e calor podem marcar os próximos dias e estas serão as regiões afetadas

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Atenção passageiros: Metro de Lisboa vai estar encerrado até este dia

O Metro de Lisboa vai estar encerrado a partir das 23h00 desta terça-feira, 2 de junho, e só deverá retomar o serviço às 06h30 de quinta-feira, 4 de junho. A paralisação está relacionada com a greve geral marcada para quarta-feira, 3 de junho, e deverá levar ao encerramento de todas as estações.

De acordo com o Notícias ao Minuto, a transportadora informou esta segunda-feira que, por motivo de greve convocada pelos sindicatos representativos dos trabalhadores da empresa, se prevê a paralisação do serviço de transporte durante o dia 3 de junho. A empresa antecipa ainda o encerramento da exploração para a noite anterior.

Segundo a nota divulgada pelo Metro de Lisboa, o serviço encerra a partir das 23h00 de terça-feira e será retomado apenas às 06h30 de quinta-feira. Durante esse período, os passageiros não deverão contar com circulação nas linhas nem com acesso às estações.

Estações vão estar encerradas

A paralisação deverá afetar toda a rede do Metropolitano de Lisboa. A empresa indica que as estações estarão encerradas, o que poderá causar fortes constrangimentos nas deslocações dentro da capital e na ligação entre Lisboa e concelhos vizinhos.

O impacto deverá ser sentido sobretudo na quarta-feira, dia da greve geral, mas começa ainda na terça-feira à noite, devido ao encerramento antecipado do serviço. Quem depende do metro para regressar a casa ao final do dia deve planear alternativas com antecedência.

Na mesma comunicação, o Metro de Lisboa agradece a compreensão dos passageiros e lamenta os eventuais inconvenientes causados pela paralisação. A transportadora não indicou serviços mínimos na informação divulgada.

Greve geral pode afetar vários transportes

A greve geral convocada para 3 de junho poderá ter impacto alargado nos transportes públicos. Além do Metro de Lisboa, várias organizações representativas de trabalhadores do setor já manifestaram intenção de aderir à paralisação.

Entre os setores que podem sofrer perturbações estão o transporte ferroviário, os transportes urbanos de passageiros e a aviação civil. A situação poderá gerar dificuldades acrescidas para quem se desloca diariamente por motivos profissionais, escolares ou pessoais.

A CP também poderá ser afetada, depois de estruturas sindicais ligadas aos trabalhadores com funções comerciais e aos maquinistas terem anunciado adesão à greve. Os pré-avisos foram apresentados no âmbito da contestação às alterações à legislação laboral.

Carris e aviação também na lista

A Carris e a Carristur também surgem entre as empresas onde os trabalhadores decidiram aderir à greve geral. Esta adesão poderá criar constrangimentos adicionais em Lisboa, especialmente para passageiros que procurem alternativas ao metro através de autocarros ou elétricos.

No setor da aviação, o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil aprovou a adesão à greve geral. Também o Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroporto anunciou que vai aderir ao protesto, apontando críticas ao pacote laboral em discussão.

Por outro lado, o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil não deverá aderir à paralisação. Ainda assim, a existência de greves em diferentes áreas ligadas ao transporte pode provocar atrasos, cancelamentos ou perturbações operacionais ao longo do dia.

Protesto contra alterações laborais

A greve geral foi convocada pela CGTP-IN para quarta-feira, 3 de junho, contra as alterações à lei laboral. O pré-aviso foi entregue depois de as negociações com o Governo terem terminado sem acordo.

O Governo aprovou em Conselho de Ministros uma proposta de lei de revisão da legislação laboral, que deverá ser discutida no Parlamento. O anúncio foi feito pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho.

A proposta surge após o fim das negociações em sede de Concertação Social, sem entendimento entre o Executivo e os parceiros sociais. As estruturas sindicais contestam o pacote laboral e defendem que as alterações representam um recuo nos direitos dos trabalhadores.

Passageiros devem preparar alternativas

Face ao encerramento anunciado do Metro de Lisboa, os passageiros devem preparar alternativas de transporte para a noite de terça-feira, para toda a quarta-feira e para o início da manhã de quinta-feira. A situação poderá ser particularmente difícil nas horas de ponta.

Quem tiver consultas, viagens, aulas, trabalho presencial ou ligações a aeroportos e estações ferroviárias deve confirmar horários e condições de circulação antes de sair de casa. A greve poderá afetar diferentes meios de transporte em simultâneo.

A recomendação principal é planear as deslocações com margem adicional, consultar os avisos das transportadoras e acompanhar eventuais atualizações ao longo do dia. A paralisação do Metro de Lisboa deverá ser um dos principais impactos da greve geral na Área Metropolitana de Lisboa.

Leia também: Greve geral chega esta semana e há sinais de que tudo começa antes do previsto: saiba quais setores vão sentir primeiro o impacto

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Britânicos consideram esta cidade portuguesa como a melhor do mundo para expatriados

Lisboa foi eleita a melhor cidade do mundo para expatriados, segundo um novo ranking internacional da Global Citizen Solutions. A cidade portuguesa alcançou 88,49 pontos em 100 e ficou à frente de cidades como Amesterdão, Melbourne, Viena e Barcelona.

De acordo com o portal britânico Express, o estudo analisou 35 cidades em seis continentes e avaliou fatores considerados decisivos para quem quer viver fora do país de origem.

Entre os indicadores estiveram o custo de vida, a segurança, os cuidados de saúde, a qualidade do ar, o domínio do inglês, a facilidade de integração social e os direitos de mobilidade.

A Global Citizen Solutions concluiu que Lisboa não lidera necessariamente todos os critérios de forma isolada, mas apresenta um desempenho equilibrado em praticamente todas as áreas avaliadas.

Lisboa destaca-se pelo equilíbrio

A capital portuguesa ficou no primeiro lugar da lista com uma pontuação global de 88,49 em 100.

Segundo o ranking, Lisboa combina qualidade de vida, segurança, bom acesso a cuidados de saúde, clima favorável e custos ainda competitivos face a outras capitais da Europa Ocidental.

O estudo destaca também a facilidade de integração para estrangeiros, um fator cada vez mais relevante para trabalhadores remotos, reformados, famílias e empreendedores digitais.

Para muitos expatriados, a cidade oferece uma combinação difícil de encontrar: vida urbana, proximidade ao mar, boa oferta cultural e uma comunidade internacional já consolidada.

Capital portuguesa à frente de grandes cidades

Na classificação geral, Amesterdão ficou em segundo lugar, com 81,97 pontos, seguida de Melbourne, com 81,79.

Viena ocupou a quarta posição, com 81,07 pontos, enquanto Barcelona fechou o top cinco com 80,70.

O top 10 inclui ainda Singapura, Auckland, Tóquio, Copenhaga e Seul.

Apesar da forte concorrência, Lisboa conseguiu distinguir-se por apresentar bons resultados em vários indicadores ao mesmo tempo, em vez de depender apenas de um ponto forte.

Segurança e saúde pesaram no ranking

A segurança e os cuidados de saúde tiveram especial peso na avaliação, por serem considerados fatores essenciais para quem decide mudar-se para outro país a médio ou longo prazo.

O estudo refere que algumas cidades com excelentes infraestruturas e bons serviços de saúde podem, ainda assim, apresentar maiores dificuldades de integração social para estrangeiros.

Foi o caso de cidades como Viena e Copenhaga, que ficaram bem classificadas no ranking geral, mas registaram resultados mais baixos na componente de integração.

Lisboa e Barcelona foram destacadas pela capacidade de combinar custos moderados, bons sistemas de saúde e maior acessibilidade social.

Clima e localização reforçam atratividade

Além dos indicadores avaliados no estudo, Lisboa continua a beneficiar de fatores que reforçam a sua atratividade internacional.

O clima ameno, os muitos dias de sol ao longo do ano e a proximidade a praias atlânticas são alguns dos elementos que ajudam a explicar a popularidade da cidade.

Para os britânicos, a capital portuguesa é também uma opção próxima, com voos diretos a partir de Londres e do sul de Inglaterra que costumam demorar cerca de duas horas e meia a três horas.

A ligação aérea regular, operada por várias companhias, facilita estadias prolongadas, viagens frequentes e mudanças de residência.

Nem tudo são vantagens para quem chega

Apesar da boa posição no ranking, a crescente procura internacional por Lisboa também tem levantado desafios dentro da cidade.

O aumento da pressão sobre a habitação, o custo das rendas e a transformação de alguns bairros históricos são temas que têm marcado o debate público nos últimos anos.

Ainda assim, no contexto internacional avaliado pela Global Citizen Solutions, Lisboa continua a aparecer como uma das capitais mais atrativas para quem procura segurança, qualidade de vida e integração fora do país de origem.

O resultado reforça a imagem da cidade como destino global para expatriados, mas também reacende a discussão sobre o equilíbrio entre atração internacional e qualidade de vida para quem já vive na capital.

Leia também: Adeus malas com rodinhas: nova lei em cidade histórica da Europa proíbe uso e turistas têm de se adaptar

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Vai haver cortes de água prolongados no início de junho: estas serão as regiões afetadas

Vários municípios portugueses têm cortes de água programados para a primeira semana de junho, entre segunda-feira, 1 de junho, e domingo, 7 de junho. As interrupções resultam sobretudo de trabalhos de manutenção, ligação de redes e lavagem de reservatórios, podendo afetar moradores e comerciantes durante várias horas.

Os avisos conhecidos foram divulgados por autarquias e entidades gestoras locais, uma vez que não existe uma lista nacional única com todas as interrupções previstas no abastecimento de água. Por esse motivo, a informação disponível pode não abranger todos os concelhos do país.

Entre os locais com cortes já anunciados estão Almada, Tavira, Espinho, Coruche e Sintra. Em alguns casos, as interrupções decorrem durante o dia; noutros, estão previstas para o período noturno, de forma a reduzir o impacto junto da população.

Almada e Tavira com cortes logo no dia 1 de junho

Em Almada, a interrupção está prevista para segunda-feira, 1 de junho, entre as 09h00 e as 17h00, na União das Freguesias da Caparica e Trafaria. Segundo o aviso municipal, o corte deve-se a trabalhos dos SMAS de Almada para ligação de nós à rede pública de abastecimento.

As zonas afetadas incluem a Rua 1.º de Maio, Azinhaga dos Moinhos, Rua Comandante Ferreira Lopes, Travessa Escola Primária, Travessa 25 de Abril, Rua Capitão Ribeiro da Cruz, Largo Capitão Ribeiro da Cruz e Rua Bento de Jesus Caraça. O contacto de piquete indicado no aviso é o 800 205 712.

Também em Tavira há uma interrupção programada para 1 de junho, entre as 14h00 e as 18h00, na Travessa de Santo Estêvão, na freguesia de Cachopo. O aviso foi divulgado pela Taviraverde, empresa municipal responsável pelo abastecimento de água no concelho.

Espinho com intervenções em vários arruamentos

Em Espinho, o município publicou um aviso relacionado com a renovação da rede do sistema de abastecimento de água. A intervenção decorre entre 25 de maio e 5 de junho, abrangendo assim parte da primeira semana de junho.

Para o período entre 1 e 5 de junho, os excertos disponíveis apontam para condicionamentos em troços como a Rua 22, a Rua 62 e a Rua 7. Entre os locais referidos estão a Rua 62, entre a Rua 20 e a Rua 22, nos dias 2 e 3 de junho, e a Rua 7, entre a Rua 62 e a Rua 22, entre 2 e 5 de junho.

Como a tabela completa do aviso não ficou integralmente acessível, os moradores e comerciantes devem confirmar junto do Município de Espinho ou da entidade gestora a rua exata, o horário previsto e a duração da interrupção antes dos trabalhos.

Couço e Sintra também têm avisos confirmados

No concelho de Coruche, a Águas do Ribatejo tem sinalizada uma suspensão do abastecimento de água no Couço para terça-feira, 2 de junho, entre as 08h30 e as 12h00. A informação pública disponível confirma o aviso, embora o detalhe completo dos arruamentos afetados não tenha sido possível consultar.

Em Sintra, estão previstas várias interrupções temporárias devido a trabalhos de manutenção e lavagem de reservatórios. Uma delas decorre entre as 22h00 de 2 de junho e as 07h00 de 3 de junho, na União das Freguesias de Agualva e Mira Sintra, associada à lavagem do Reservatório de Mira Sintra.

Entre as zonas afetadas neste aviso estão a Avenida 25 de Abril, Largo da Igreja, Rua 1.º de Maio, Rua Capitães de Abril, Rua da Mina, Rua Dr. Agostinho Neto, Rua Fundação Gulbenkian, Rua Guilhermina Suggia e parte da Rua São Francisco de Assis.

Cacém, São Marcos e Almargem do Bispo na lista

A mesma intervenção em Sintra afeta também a União das Freguesias do Cacém e São Marcos, igualmente entre as 22h00 de 2 de junho e as 07h00 de 3 de junho. O aviso municipal identifica vários arruamentos, incluindo a Alameda Cidade Bona, Avenida Cidade de Londres, Avenida dos Bombeiros Voluntários, Avenida dos Missionários, Rua Cidade de Belgrado, Rua Cidade de Bruxelas, Rua Cidade de Madrid, Rua Cidade de Roma, Rua de Mira Sintra e Rua Soldados da Paz.

Ainda no concelho de Sintra, está prevista uma suspensão temporária do abastecimento na freguesia de Almargem do Bispo, no dia 3 de junho, entre as 00h10 e as 06h00. A interrupção está relacionada com a lavagem do Reservatório do Sabugo.

As zonas indicadas pela autarquia são Alto das Falimas, Morelena, Olelas, Quarteiras, Sabugo, na zona baixa, e Palmeiros. Por se tratar de uma intervenção durante a madrugada, o impacto poderá ser menor, mas os residentes devem garantir alguma reserva de água para necessidades essenciais.

Nova interrupção anunciada em Tavira

Tavira volta a surgir na lista de avisos para quarta-feira, 3 de junho. A Taviraverde anunciou uma interrupção programada de abastecimento em Santa Margarida, na freguesia de Tavira, entre as 09h00 e as 18h00.

Este será um dos cortes mais prolongados da semana, podendo chegar às nove horas de duração. A população abrangida deve acautelar o consumo de água durante esse período, sobretudo em habitações, estabelecimentos comerciais e serviços locais.

As entidades gestoras costumam recomendar que, durante e após as interrupções, os utilizadores deixem correr a água durante alguns minutos antes de a consumir, caso esta apresente turvação ou alteração temporária de cor. Esta situação pode acontecer após intervenções na rede pública.

Avisos podem mudar em cima da hora

Os cortes programados podem sofrer alterações devido ao decorrer dos trabalhos, às condições técnicas no local ou a imprevistos na rede. Além disso, as ruturas não programadas tendem a ser comunicadas apenas no próprio dia, o que significa que podem surgir novos avisos durante a semana.

Por essa razão, os moradores das zonas afetadas devem confirmar a informação junto da respetiva câmara municipal, serviços municipalizados ou empresa gestora de água na véspera da interrupção. Esta recomendação é particularmente importante nos casos de Espinho e Couço, onde o detalhe público disponível estava incompleto.

A preparação antecipada pode evitar transtornos, sobretudo em famílias com crianças, idosos ou pessoas dependentes. Ter água armazenada para consumo, higiene básica e confeção de alimentos é a principal medida preventiva para enfrentar interrupções prolongadas no abastecimento.

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Continente instala câmaras nas prateleiras e explica o motivo: não é para vigiar clientes

Uma fotografia partilhada no Reddit levantou dúvidas sobre a presença de pequenas câmaras instaladas diretamente nas prateleiras de algumas lojas Continente. A imagem gerou discussão entre utilizadores, mas a empresa garante que os dispositivos fazem parte de um projeto piloto ligado à gestão de produtos e não à identificação de clientes.

De acordo com o portal especializado em tecnologia, Pplware, a polémica começou depois de um utilizador ter publicado uma imagem alegadamente captada numa loja Continente, onde se vê um pequeno equipamento colocado num linear do supermercado. A dúvida surgiu de imediato: tratava-se de vigilância aos clientes, de leitura de códigos ou de uma nova tecnologia para controlar os preços?

Numa primeira leitura, houve quem sugerisse que o dispositivo pudesse servir para ler códigos QR e ajudar na atualização dos preços apresentados nos ecrãs digitais das prateleiras. A explicação oficial, contudo, aponta para uma utilização diferente e ligada à operação interna das lojas.

Projeto piloto nas lojas

Questionado pelo Polígrafo, o Continente explicou que as câmaras fazem parte de um projeto piloto implementado pela MC, dona da cadeia de supermercados. O objetivo passa por tornar mais eficiente a gestão de stocks e detetar problemas nos lineares de venda.

Segundo a empresa, estes dispositivos fixos instalados nas prateleiras permitem identificar situações em que um produto está em rutura, ou seja, quando falta na prateleira, bem como eventuais incorreções nas etiquetas de preço. A tecnologia serve, assim, para ajudar as equipas a perceber mais rapidamente o que precisa de ser reposto ou corrigido.

Na prática, o sistema pretende reduzir falhas na apresentação dos produtos e melhorar a experiência de compra. Quando uma prateleira fica vazia ou uma etiqueta não corresponde ao produto exposto, a loja pode agir com maior rapidez e evitar erros que afetam tanto a operação como o consumidor.

Empresa afasta vigilância dos clientes

Uma das principais preocupações levantadas nas redes sociais foi a privacidade dos clientes. A presença de câmaras ao nível das prateleiras levou alguns utilizadores a questionar se os consumidores estariam a ser filmados ou identificados durante as compras.

O Continente garante que a solução está focada exclusivamente na monitorização dos produtos e dos lineares. Segundo a empresa, o sistema não está programado para captar ou identificar clientes, nem para fazer reconhecimento individual de quem circula na loja.

A mesma fonte assegura ainda que o projeto cumpre as normas aplicáveis de proteção de dados pessoais. Ainda assim, a discussão mostra como a utilização de câmaras e sensores no retalho continua a gerar dúvidas, sobretudo quando os equipamentos são visíveis para os consumidores.

Tecnologia já tinha chegado às lojas

Esta não é a primeira aposta do Continente em soluções com câmaras dentro dos supermercados. Em 2021, a cadeia lançou a loja Continente Labs, onde foram instaladas centenas de câmaras no teto para acompanhar movimentos e interações dos clientes com as prateleiras, sem recurso a reconhecimento facial.

Mais recentemente, em janeiro de 2025, o grupo abriu em Leiria uma loja apresentada como a “maior loja inteligente do mundo”. A superfície Continente Bom Dia tem mais de 1200 metros quadrados e utiliza câmaras e sensores com inteligência artificial para apoiar o processo de compra e reduzir perdas.

A diferença, neste novo caso, está na localização dos equipamentos. Em vez de estarem apenas no teto ou integrados na estrutura geral da loja, as câmaras surgem agora nas próprias prateleiras, com um propósito declarado de apoio logístico.

Retalho cada vez mais automatizado

A digitalização dos supermercados tem vindo a acelerar nos últimos anos, com etiquetas eletrónicas, sensores, sistemas automáticos de reposição e lojas inteligentes. Para as empresas, estas soluções permitem controlar melhor os stocks, evitar ruturas, corrigir preços e reduzir custos operacionais.

Para os consumidores, a promessa é uma experiência mais simples, com menos falhas nas prateleiras e maior rapidez na atualização da informação. No entanto, a utilização de câmaras em espaços comerciais continua a exigir comunicação clara, sobretudo quando os equipamentos são colocados em locais visíveis e próximos dos produtos.

O caso das câmaras nas prateleiras do Continente mostra precisamente esse equilíbrio difícil entre inovação e confiança. A empresa diz tratar-se de uma ferramenta para melhorar a operação das lojas, mas a reação nas redes sociais revela que muitos clientes querem saber, de forma transparente, que dados são recolhidos e para que finalidade são usados.

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‘Maldivas portuguesas’: espanhóis rendidos ao parque de campismo desta ilha algarvia

A ilha da Armona, situada na Ria Formosa e a cerca de 15 minutos de barco de Olhão, voltou a chamar a atenção da imprensa espanhola. Conhecida por muitos como as “Maldivas portuguesas”, esta ilha algarvia tem conquistado visitantes pelas águas cristalinas, praias extensas e ambiente tranquilo.

O Algarve continua a ser um dos destinos mais procurados por quem deseja sol, mar e paisagens naturais. Entre as várias opções da região, a Armona destaca-se por oferecer uma experiência mais serena, longe da pressão turística sentida noutros pontos do litoral.

Foi precisamente esse equilíbrio entre beleza natural, sossego e autenticidade que mereceu elogios do portal espanhol HuffPost, que descreveu a ilha como um dos recantos mais surpreendentes do sul de Portugal.

Um refúgio natural na Ria Formosa

A chegada à ilha faz-se de barco, a partir de Olhão, num percurso curto que ajuda a reforçar a sensação de afastamento da rotina. Ao desembarcar, o ritmo abranda e o contacto com a natureza torna-se o principal atrativo.

Na Armona, a presença de automóveis é praticamente inexistente, o que contribui para um ambiente mais calmo e seguro. Os visitantes deslocam-se sobretudo a pé, num cenário marcado por passadiços, pequenas casas coloridas e a proximidade constante da ria e do mar.

As praias são o grande cartão de visita da ilha. Os areais claros, longos e pouco urbanizados, juntamente com as águas transparentes em tons azul-turquesa, ajudam a explicar a comparação com destinos paradisíacos.

Praias tranquilas e paisagem preservada

Ao contrário de outras zonas balneares mais movimentadas do Algarve, a ilha da Armona mantém uma atmosfera pacata. É um destino procurado por quem valoriza caminhadas junto ao mar, banhos tranquilos e dias de descanso sem confusão.

A baixa densidade de construção também contribui para preservar a identidade do local. A paisagem combina elementos naturais da Ria Formosa com pequenas habitações típicas, criando uma imagem simples, mas muito apelativa.

Esta ligação à natureza é um dos pontos mais valorizados por quem visita a ilha. A Armona oferece uma experiência de férias mais próxima do essencial, onde o silêncio, o mar e a paisagem assumem o papel principal.

Campismo em plena natureza

Um dos aspetos destacados pela imprensa espanhola é o parque de campismo existente na ilha. Localizado em plena envolvente natural e a curta distância da praia, o espaço permite uma estadia simples e próxima da natureza.

O parque disponibiliza diferentes soluções de alojamento e serviços úteis para os visitantes. Entre as comodidades referidas estão o acesso a Wi-Fi, zonas de convívio, área para churrascos e parque infantil.

Esta oferta torna a Armona uma opção interessante para famílias, casais e grupos de amigos que procuram férias descontraídas. A proximidade ao mar e o ambiente calmo reforçam o apelo do destino.

Um destino para descansar e explorar

Embora seja conhecida pelo sossego, a ilha não se limita aos dias de praia. A envolvente da Ria Formosa permite várias atividades ligadas ao mar e à natureza, adequadas a diferentes perfis de visitantes.

Entre as opções mais procuradas estão os passeios de barco, canoagem, vela, windsurf, mergulho e surf. Estas experiências permitem conhecer melhor a paisagem e aproveitar a riqueza natural da região.

A vertente sustentável é outro ponto associado à ilha. A reduzida circulação automóvel, os percursos feitos a pé e a valorização do património natural fazem da Armona um destino alinhado com um turismo mais responsável.

A atenção crescente dos espanhóis

O destaque dado pela imprensa espanhola confirma a notoriedade crescente da ilha além-fronteiras. Para muitos visitantes, a Armona reúne características cada vez mais procuradas nas férias: autenticidade, tranquilidade, praias preservadas e contacto direto com a natureza.

Num momento em que muitos viajantes procuram alternativas aos destinos mais massificados, esta ilha da Ria Formosa surge como uma proposta diferenciadora no Algarve. O acesso fácil a partir de Olhão contrasta com a sensação de isolamento que se encontra à chegada.

Entre praias de águas cristalinas, ambiente pacato e paisagens protegidas, a ilha da Armona continua a afirmar-se como um dos refúgios mais encantadores do litoral algarvio. Para quem procura descanso, natureza e simplicidade, este é um destino a ter em conta.

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Britânicos lançam “aviso urgente” para todos o que viajam para Portugal: património português está em risco e este é o motivo

Portugal continua a ser um dos destinos preferidos dos turistas britânicos, mas quem visita o país está a ser aconselhado a ter atenção à compra de azulejos antigos vendidos na rua, em feiras ou em lojas sem informação clara sobre a origem das peças. O alerta surge devido ao roubo de azulejos em edifícios antigos, que depois podem ser vendidos como artigos “vintage” ou recuperados.

Os azulejos são uma das marcas mais reconhecidas do património português e fazem parte da identidade visual de igrejas, palácios, estações ferroviárias, fachadas de casas e edifícios históricos. Muitos turistas procuram estas peças como recordação, mas especialistas e residentes alertam que nem todos os azulejos à venda têm proveniência legal.

Segundo relatos divulgados por criadores de conteúdo residentes em Portugal, citados pelo portal britânico Express, existe um mercado paralelo alimentado pelo furto de azulejos retirados de edifícios abandonados, imóveis em obras ou até habitações ocupadas. As peças são depois vendidas em mercados, zonas turísticas, plataformas online e, em alguns casos, enviadas para o estrangeiro.

Azulejos são património, não simples lembranças

Conhecidos pela cor, detalhe e valor artístico, os azulejos portugueses têm mais de cinco séculos de história e estão presentes em diferentes regiões do país. Para além da função decorativa, contam histórias ligadas à religião, à arquitetura, à vida quotidiana e à evolução urbana de várias cidades.

O problema é que a procura turística por peças antigas tornou estes elementos mais apetecíveis para redes de furto e revenda. Um azulejo retirado de uma fachada não é apenas um objeto isolado: faz parte de um conjunto arquitetónico e, quando desaparece, deixa uma marca visível no edifício e empobrece o património local.

Por isso, a compra de azulejos sem origem comprovada pode contribuir, mesmo sem intenção, para a destruição de património histórico. Muitos compradores acreditam estar a adquirir uma peça recuperada de forma legítima, mas nem sempre fazem perguntas sobre a proveniência ou exigem documentação.

Como funciona o mercado ilegal

De acordo com os alertas partilhados, os ladrões tendem a procurar edifícios antigos, imóveis devolutos ou fachadas em reabilitação, onde os azulejos podem ser removidos com menor vigilância. Em alguns casos, são usadas ferramentas próprias para retirar as peças com cuidado, evitando que se partam e aumentando o seu valor de revenda.

Depois de retirados, os azulejos podem surgir à venda como peças “antigas”, “recuperadas” ou “vintage”. A aparência envelhecida, que para o turista pode parecer sinal de autenticidade, é precisamente um dos fatores que aumenta o risco de se tratar de património furtado.

A falta de perguntas sobre a origem das peças facilita este negócio. Se o vendedor não consegue explicar de onde vieram os azulejos, não apresenta fatura, certificado ou informação clara sobre a proveniência, o comprador deve desconfiar.

O que devem fazer os turistas

Quem quiser comprar azulejos em Portugal deve privilegiar lojas de artesãos, oficinas de cerâmica, museus, lojas especializadas e espaços que vendam peças novas ou reproduções devidamente identificadas. Comprar diretamente a artistas locais é uma forma mais segura de levar uma recordação autêntica sem alimentar o mercado ilegal.

Antes de comprar uma peça antiga, é aconselhável perguntar a origem, pedir comprovativo de venda e perceber se se trata de uma reprodução, de um azulejo novo ou de uma peça recuperada de forma legal. Se o vendedor evitar responder, não emitir recibo ou apresentar a peça de forma vaga, o melhor é não comprar.

Este cuidado é especialmente importante em zonas turísticas onde há maior circulação de visitantes e maior facilidade em vender objetos sem grande controlo. A regra é simples: se parece demasiado antigo, raro ou barato e não há explicação convincente sobre a origem, o risco é maior.

Património português em risco

Os azulejos portugueses têm valor cultural e histórico, mas também económico, o que os torna vulneráveis ao furto. A retirada ilegal destas peças afeta a imagem das cidades, prejudica proprietários e dificulta a preservação de edifícios antigos.

Nos últimos anos, várias entidades ligadas ao património têm alertado para a necessidade de maior proteção, registo e sensibilização. O problema não está apenas em quem rouba, mas também em quem compra sem questionar a origem.

Para os turistas, o conselho é claro: levar uma recordação de Portugal não deve significar retirar uma parte da história do país. A melhor alternativa passa por apoiar ceramistas e lojas responsáveis, escolhendo peças novas, reproduções autorizadas ou produtos com proveniência comprovada.

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Esta planta nasce ‘a potes’ no Algarve onde quase nada sobrevive e pode render milhões: conheça o “espargo do mar”

Durante anos, a salicórnia foi vista como uma planta selvagem das zonas de sapal, capaz de crescer em terrenos salgados onde quase nada sobrevive. Hoje, o “espargo do mar” começa a ganhar estatuto de alimento de futuro, com presença na alta cozinha, interesse científico e potencial económico para explorações agrícolas ligadas à sustentabilidade.

Conhecida popularmente como “espargo do mar”, esta planta halófita desenvolve-se em ambientes salinos, sobretudo em zonas de marisma e sapal. O seu sabor salgado e a textura crocante tornaram-na cada vez mais procurada por chefs e restaurantes que procuram ingredientes diferentes, ligados ao território e com menor impacto ambiental.

Em Espanha, um dos nomes associados à transformação da salicórnia em cultura agrícola é Manuel Díaz, técnico florestal de 57 anos, natural de Isla Cristina, em Huelva. Cresceu entre marismas e começou a olhar com outros olhos para uma planta que, durante décadas, era pouco valorizada fora das comunidades costeiras.

A salicórnia também pode ser encontrada em Portugal, nomeadamente em zonas húmidas e salinas como a Ria Formosa, no Algarve, onde cresce naturalmente em sapais e áreas influenciadas pela água salgada. Esta presença reforça a ligação da planta aos ecossistemas costeiros e ajuda a explicar o interesse crescente pelo seu aproveitamento gastronómico, embora a recolha em espaços naturais deva respeitar sempre as regras de conservação e proteção ambiental.

De planta ignorada a produto de valor

De acordo com o Huffpost, a história de Manuel Díaz começou com curiosidade e muitas experiências. Nos tempos livres, enquanto trabalhava na área florestal, decidiu perceber se seria possível cultivar salicórnia fora do seu habitat natural sem prejudicar as populações selvagens existentes nas marismas.

O processo não foi imediato. Depois de vários testes, erros e pequenas experiências, conseguiu reunir cerca de 600 gramas de sementes e começou a testar o cultivo na própria casa, incluindo numa zona improvisada na açoteia. Esse trabalho artesanal permitiu-lhe compreender melhor a planta e avançar para uma produção controlada.

Com o tempo, Manuel tornou-se um dos pioneiros no cultivo de salicórnia em Espanha. Hoje produz em modo ecológico numa parcela em Isla Cristina e fornece o produto a pedido, sobretudo para áreas onde este ingrediente é valorizado pela sua raridade, sabor e ligação ao mar.

Quanto pode render a salicórnia?

O potencial económico é um dos pontos que mais chama a atenção. Em declarações citadas pela imprensa espanhola, Manuel Díaz afirma que, em cinco hectares bem trabalhados, é possível faturar até milhão e meio de euros, uma estimativa que ajuda a explicar o interesse crescente nesta cultura.

Segundo o produtor, um hectar bem explorado pode produzir pelo menos 6.000 quilos por ano. No mercado de produto fresco ecológico, o preço pode rondar os 35 euros por quilo, embora estes valores dependam da procura, da qualidade, da certificação, dos canais de venda e da capacidade de escoamento.

Além da venda em fresco, a planta pode ter outros aproveitamentos. O restante material vegetal pode ser usado para extratos ou aplicações ligadas à investigação, aumentando o valor potencial da cultura e tornando-a mais interessante para projetos agrícolas inovadores.

Um alimento ligado à sustentabilidade

A salicórnia tem despertado interesse não apenas pelo sabor, mas também pela capacidade de crescer em terrenos salinos, onde outros cultivos dificilmente prosperam. Esta característica torna-a particularmente relevante num contexto de alterações climáticas, escassez de água doce e degradação de solos agrícolas.

A planta foi mesmo descrita pela Smithsonian Institution como um “promissor superalimento”, devido ao seu valor nutricional, resistência a condições extremas e potencial para integrar sistemas agrícolas mais adaptados a ambientes difíceis.

O seu cultivo pode ajudar a diversificar a agricultura em zonas costeiras ou salinas, desde que seja feito de forma controlada e sem danificar os ecossistemas naturais. Para muitos especialistas, este é precisamente o equilíbrio mais importante: transformar uma planta de valor em cultura agrícola sem pôr em risco os sapais onde ela cresce espontaneamente.

Da marisma para a alta cozinha

Nos restaurantes, a salicórnia é valorizada pelo sabor salino natural, que permite acompanhar peixe, marisco, saladas e pratos vegetarianos. A textura crocante e a aparência invulgar tornam-na apelativa para a alta cozinha, onde é muitas vezes usada como ingrediente de acabamento.

Apesar do crescente interesse, continua a ser um produto minoritário em Espanha e noutros mercados ibéricos. A produção ainda é limitada, o preço é elevado e a distribuição depende muito de canais especializados, restaurantes e consumidores mais atentos a ingredientes diferenciados.

Ainda assim, o percurso da salicórnia mostra como uma planta antes ignorada pode tornar-se oportunidade económica, gastronómica e científica. O “espargo do mar” passou de erva de sapal a símbolo de uma agricultura mais resiliente, capaz de encontrar valor onde antes quase ninguém via futuro.

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Britânicos rendidos: a melhor experiência do mundo fica nesta cidade portuguesa e custa menos de 3 euros

A melhor experiência do mundo fica em Portugal e custa menos de 3 euros, segundo a imprensa britânica. Trata-se de um passeio a pé pelo centro histórico do Porto, recentemente distinguido nos prémios Travellers’ Choice Awards: Best of the Best Things to Do, do Tripadvisor.

A experiência chama-se The Unvanquished Tour in Porto City Center e foi destacada pelo jornal britânico The Sun como a atividade que lidera a lista mundial das melhores coisas para fazer, de acordo com as avaliações dos viajantes na plataforma.

O passeio é conduzido por guias locais e leva os visitantes por alguns dos pontos mais conhecidos da cidade, cruzando história, arquitetura, cultura e recomendações úteis para quem quer conhecer melhor o Porto.

Um passeio por 2.000 anos de história

Segundo a descrição da experiência, o objetivo é levar os participantes a mergulhar em 2.000 anos de história, passando por monumentos icónicos e recantos menos óbvios da cidade.

O percurso começa junto à Câmara Municipal do Porto e segue pela Avenida dos Aliados, uma das principais artérias da cidade. A partir daí, o grupo percorre vários locais de interesse no centro histórico.

Entre as paragens estão a Livraria Lello, frequentemente apontada como uma das livrarias mais bonitas do mundo, a Igreja do Carmo, a Universidade do Porto, os jardins da cidade, o antigo bairro judeu, a estação de São Bento e a Ponte D. Luís I.

Mais de 26 mil avaliações de cinco estrelas

A distinção do Tripadvisor tem por base a quantidade e a qualidade das avaliações feitas pelos viajantes entre 1 de fevereiro de 2025 e 31 de janeiro de 2026.

De acordo com o The Sun, o The Unvanquished Tour in Porto City Center soma mais de 26 mil avaliações de cinco estrelas e é recomendado por 99,9% dos viajantes.

Um dos visitantes descreveu o guia como “fantástico” e disse que a experiência foi uma das melhores visitas guiadas que já fez. Outro avaliador considerou o passeio “a melhor forma de ver o Porto”.

Preço é flexível

Embora o valor indicado comece abaixo das 3 libras, cerca de 3 euros, a experiência funciona com preço flexível. Ou seja, os participantes pagam aquilo que consideram justo no final da visita.

A própria descrição refere que as gorjetas são bem-vindas e esperadas, de acordo com o grau de satisfação de cada pessoa.

O passeio dura cerca de duas horas e meia e tem um limite máximo de 25 participantes, o que permite uma experiência relativamente próxima e guiada.

Porto continua a conquistar turistas

O destaque internacional surge num momento em que o Porto continua a afirmar-se como um dos destinos mais procurados em Portugal. A cidade é a segunda maior do país e fica junto ao rio Douro, com um centro histórico conhecido pela arquitetura, gastronomia e vistas sobre a Ribeira e Vila Nova de Gaia.

Além do passeio distinguido pelo Tripadvisor, há muitas outras experiências para fazer na cidade. Entre elas estão as caves de vinho do Porto, o teleférico de Gaia, os miradouros, as igrejas revestidas a azulejo e os percursos junto ao rio.

A cidade também é fácil de explorar a pé, embora as subidas possam exigir algum esforço. Ainda assim, é precisamente essa dimensão caminhável que torna os tours pelo centro tão populares entre visitantes estrangeiros.

Gastronomia também pesa na experiência

O The Sun destaca ainda a comida e a bebida como parte essencial de uma visita ao Porto. Entre os exemplos referidos estão os pastéis de nata, que podem ser encontrados por preços acessíveis, e pratos tradicionais como o bacalhau.

Outro símbolo gastronómico da cidade é a francesinha, uma sanduíche recheada com carnes, coberta com queijo e servida com molho à base de tomate e cerveja.

A ligação ao vinho do Porto é igualmente incontornável. A região produz este vinho há séculos e há várias experiências dedicadas à história, prova e processo de produção.

Uma experiência portuguesa no topo do mundo

A eleição deste passeio como a melhor experiência do mundo reforça a projeção internacional do Porto e mostra como atividades simples, acessíveis e bem avaliadas podem ter grande impacto no turismo.

Por menos de 3 euros, os visitantes conseguem percorrer alguns dos locais mais emblemáticos da cidade acompanhados por guias locais, com explicações históricas e sugestões práticas.

Para Portugal, o reconhecimento é mais um sinal da força do turismo urbano, especialmente quando combina património, autenticidade, gastronomia e preços acessíveis.

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