Indivíduos com predisposição genética para uma iniciação sexual mais precoce tendem a ter piores resultados em vários indicadores ligados ao envelhecimento. No entanto, a relação entre os dois é indireta. A idade em que uma pessoa tem a sua primeira relação sexual pode estar associada, décadas mais tarde, a outros indicadores de saúde. A sugestão é de um novo estudo da Universidade de Shandong, na China, que aponta para uma possível ligação entre uma iniciação sexual mais precoce e piores cenários de saúde em áreas como fragilidade física, saúde mental, doenças crónicas e qualidade de vida na idade adulta avançada.