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Olhão volta a ser distinguido ‘Município Amigo da Juventude’ agora com 4 estrelas

O Município de Olhão voltou a ser distinguido como Município Amigo da Juventude, tendo alcançado este ano a classificação de 4 Estrelas, atribuída pela Federação Nacional das Associações Juvenis (FNAJ), no âmbito da Rede Nacional de Municípios Amigos da Juventude, sendo de realçar que além de renovar a distinção, o concelho registou uma evolução na avaliação, passando de 3 para 4 estrelas, o que representa um reconhecimento acrescido do trabalho desenvolvido em prol da juventude.

O vereador da Juventude do Município de Olhão, Custódio Moreno, que recebeu o comprovativo em Castro Daire, das mãos de Fernando Vieira, presidente da FNAJ, já disse que Olhão vai agora “trabalhar para na próxima edição chegar às 5 estrelas”.

Esta renovação e melhoria da classificação representam “o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo Município na promoção de políticas locais de juventude, reforçando o compromisso com a participação ativa dos jovens na vida da comunidade e com a criação de oportunidades que contribuam para o seu desenvolvimento pessoal, social e cívico”, referiu o responsável pelo pelouro da Juventude.

Criada em 2020 pela FNAJ, a Rede Nacional de Municípios Amigos da Juventude é uma plataforma que aproxima o movimento associativo juvenil e o poder local, promovendo a implementação de políticas de juventude inovadoras, estruturadas e sustentáveis, o projeto assenta na partilha de boas práticas, na criação de estratégias conjuntas e na promoção de sinergias entre associações juvenis e municípios de todo o país.

A distinção atribuída a Olhão enquadra-se neste trabalho em rede, que tem como base o Plano Nacional de Políticas Locais de Juventude e o modelo de Diálogo Jovem de Base Local, incentivando os municípios a desenvolverem medidas concretas que respondam às necessidades e aspirações das novas gerações.

Com esta renovação e subida para a categoria de 4 Estrelas, Olhão reafirma o seu compromisso com os jovens do concelho, prosseguindo uma estratégia que valoriza a sua participação e envolvimento na construção de uma comunidade mais dinâmica, inclusiva e preparada para os desafios do futuro.

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Olhão | Município voltou a homenagear profissionais do mar nas comemorações do Dia do Pescador

O Município de Olhão assinalou este domingo, 31 de maio, o Dia do Pescador, com uma cerimónia de homenagem aos profissionais ligados ao mar, numa iniciativa que decorreu no Auditório Municipal Maria Barroso e que reuniu pescadores, armadores, aquicultores, representantes do setor e população em geral. A celebração teve início com a palestra “Valorização e […]

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A alfarrobeira da Quinta da Parra

A maior alfarrobeira (Ceratonia siliqua L.) de Portugal. Localizada na Quinta da Parra, Moncarapacho, Olhão, esta árvore conta-se entre as quatro mais grossas do país e está classificada pela Autoridade Florestal Nacional (AFN). Mas, mais que tudo, é bela.



A sua beleza advém-lhe não só do porte majestoso mas também da vitalidade que apresenta, apesar da idade calculada em 600 anos. Claro que os cuidados de que tem beneficiado e o facto de não ter sofrido qualquer poda desde há muito tempo, foram e são factores determinantes para que este colosso continue a viver por muito mais tempo.



A copa possui, numa escala fora do normal, o aspecto natural para a espécie, uma característica que rareia nas alfarrobeiras de produção devido a podas sucessivas.

O tronco é enorme, com várias cavidades mas aparentemente saudável.



As suas medidas, realizadas pela AFN em 2006, são as seguintes.

P.A.P. = 13,40 metros
Altura = 14,0 metros
Diâmetro da copa N-S = 15,50 metros
Diâmetro da copa E-O = 17,40 metros

No entanto, as nossas medidas indicam um Diâmetro da copa N-S de 19 metros.

Podem localizar aqui esta árvore nos mapas do Wikimapia.

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Profissionais do mar que afirmam Olhão como «referência nacional» foram distinguidos

O município de Olhão voltou a assinalar o Dia do Pescador, com a habitual cerimónia de homenagem aos profissionais ligados ao mar e uma palestra, realizadas este domingo, 31 de Maio.

A iniciativa, que decorreu no Auditório Municipal Maria Barroso, reuniu pescadores, armadores, aquicultores, representantes do setor e população em geral.

A celebração teve início com a palestra “Valorização e Sustentabilidade de Recursos Marinhos Partilhados – O Caso do Atum em Portugal”, dedicada à reflexão sobre a preservação dos recursos marinhos e a sustentabilidade da atividade piscatória.

Seguiu-se a cerimónia de entrega de distinções, que reconheceu «o contributo de homens e mulheres que diariamente ajudam a afirmar Olhão como uma referência nacional da economia do mar».

O presidente da Câmara Municipal de Olhão, Ricardo Calé, destacou no seu discurso a importância estratégica do setor para o concelho e os desafios que enfrenta atualmente.

«O setor enfrenta hoje desafios concretos: alterações climáticas, custos de operação elevados, pressão sobre os recursos e uma renovação geracional que tarda. Mas a capacidade de adaptação e a resiliência sempre foram marcas dos olhanenses e é com essa convicção que o município tem trabalhado para que a pesca e a aquacultura tenham futuro, competitividade e capacidade de atrair novas gerações, criando oportunidades e investimento», afirmou.

O autarca sublinhou que Olhão «continua a afirmar-se como referência nacional na economia azul, o que, para nós, é um orgulho» e aproveitou a ocasião para reforçar a necessidade de intervenção urgente nas infraestruturas do Porto de Pesca de Olhão.

«Continuaremos a lutar e exigir, quer da tutela, quer da Docapesca, que sejam efetuadas as reabilitações dos pontões de acesso às embarcações e do cais de combustível, fundamentais à segurança dos profissionais do setor que diariamente utilizam estas infraestruturas», disse.

Segundo Ricardo Calé, o município já manifestou disponibilidade para colaborar na requalificação dos acessos e no processo de renovação e modernização do porto, que completou recentemente 70 anos.

As comemorações terminaram com uma demonstração de ronqueio de atum e uma degustação, proporcionando aos participantes uma experiência ligada às tradições marítimas e gastronómicas que fazem parte da identidade de Olhão.

Os distinguidos na edição de 2026 do Dia do Pescador foram:
– Arrasto – Novo Peixe de Ouro;
– Cerco – Selma;
– Polivalente Local – VIP, Até Já, Vencedor e Mãezinha;
– Polivalente Costeira – Mar Bravo e André Sousa;
– Armação – Tunipex e Real Atunara;
– Aquicultura e Moluscicultura – Relíquias da Paisagem e José Manuel Prata;
– Mariscador Apeado – José da Cruz de Brito Amador;
– Mulher na Pesca – Alcina Sousa;
– Mulher na Aquicultura – Anabela Maria Arrais Pereira;
– Pescador Mais Antigo – Manuel Bruno Gouveia Carrada;
– Pescador Mais Novo – Tiago Fernando Pereira Sousa;
– Pescador em Progressão – Dinis Gonçalves Matos;
– Homem na Indústria Conserveira – Mário Rodrigues Soares;
– Mulher na Indústria Conserveira – Maria Fátima Sousa dos Santos;
– Prémio Mérito – Maria Alexandra Anica Teodósio;
– Prémio Carreira – António Valeriano Picoito Rolão.

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Olhão voltou a homenagear profissionais do mar no Dia do Pescador

O Município de Olhão voltou a distinguir os profissionais ligados ao setor do mar nas comemorações do Dia do Pescador, assinaladas no domingo, 31 de maio, numa cerimónia que decorreu no Auditório Municipal Maria Barroso e reuniu pescadores, armadores, aquicultores, representantes do setor e população.

A celebração teve início com a palestra “Valorização e Sustentabilidade de Recursos Marinhos Partilhados – O Caso do Atum em Portugal”, dedicada à reflexão sobre a preservação dos recursos marinhos e a sustentabilidade da atividade piscatória.

Seguiu-se a cerimónia de entrega de distinções, que reconheceu o contributo de homens e mulheres
que diariamente ajudam a afirmar Olhão como uma referência nacional da economia do mar.

Na sua intervenção, o presidente da Câmara Municipal de Olhão, Ricardo Calé, destacou a importância estratégica do setor para o concelho e os desafios que enfrenta atualmente.

“O setor enfrenta hoje desafios concretos: alterações climáticas, custos de operação elevados, pressão sobre os recursos e uma renovação geracional que tarda. Mas a capacidade de adaptação e a resiliência sempre foram marcas dos olhanenses e é com essa convicção que o Município tem trabalhado para que a pesca e a aquacultura tenham futuro, competitividade e capacidade de atrair novas gerações, criando oportunidades e investimento”, afirmou.

O autarca sublinhou, ainda, que “Olhão continua a afirmar-se como referência nacional na economia azul, o que, para nós, é um orgulho”.

Ricardo Calé aproveitou, igualmente, a ocasião para reforçar a necessidade de intervenção urgente
nas infraestruturas do Porto de Pesca de Olhão.

“Continuaremos a lutar e exigir, quer da tutela, quer da Docapesca, que sejam efetuadas as reabilitações dos pontões de acesso às embarcações e do cais de combustível, fundamentais à segurança dos profissionais do setor que diariamente utilizam estas infraestruturas”, afirmou, acrescentando que o Município já manifestou disponibilidade para colaborar na requalificação dos acessos e no processo de renovação e modernização do porto, que completou recentemente 70 anos.

Entre os homenageados na edição de 2026 do Dia do Pescador estiveram embarcações e empresas dos setores da pesca e da aquacultura, bem como profissionais que se destacaram pelo seu percurso e contributo para a atividade marítima.

O Prémio Mérito foi atribuído a Maria Alexandra Anica Teodósio, reitora da Universidade do Algarve, pelo trabalho desenvolvido na área dos recursos marinhos, enquanto o Prémio Carreira distinguiu António Valeriano Picoito Rolão pelo seu percurso ligado ao setor.

As comemorações terminaram com uma demonstração de ronqueio de atum e uma degustação gastronómica, proporcionando aos participantes um contacto direto com tradições que continuam a marcar a identidade marítima e cultural de Olhão.

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Olharapos, gambozinos, sereias e mouras encantadas do imaginário português reunidos num atlas ilustrado

Almajonas, olharapos, musaranhos e sereias estão entre as criaturas fantásticas do imaginário popular português convocadas para um atlas ilustrado, de Samuel F. Pimenta e Helena Soares, dirigido aos mais novos e editado este mês.

“Atlas das criaturas mágicas de Portugal” é uma compilação de personagens e figuras de histórias antigas, muitas vezes associadas à mitologia de uma determinada região, e cujo conhecimento tem passado de geração em geração por via da narração oral.

O livro, editado pela Penguin Random House, foi construído como um atlas geográfico, no qual são reveladas cerca de 70 criaturas fantásticas de norte a sul do país, arquipélagos dos Açores e Madeira.

Na breve introdução ao livro, Samuel F. Pimenta explica que as personagens reunidas no livro são tão antigas como os Trasgos, “considerados os duendes portugueses” cujo passatempo preferido é desarrumar a casa, ou tão recentes como os gambozinos, sobre os quais se fala “em praticamente todo o território português”.

Com duplas páginas profusamente coloridas, o livro apresenta uma composição visual que conjuga várias personagens, repartidas por regiões e acompanhadas de pequenos textos descritivos.

Da região norte, Samuel F. Pimenta apresenta o Tatro Azeiteiro, “uma criatura feita de brumas que habita o nevoeiro e produz um cheiro a azeite”, ou o Coca de Monção, “um dragão que sai das águas do rio Minho e causa o terror entre a população”.

Na região centro, há o Gigante Monderigon, que batizou o rio Mondego e foi enterrado de pé em Penacova, e o Monstro Chevelhudo, que vive sob a lagoa escura da Serra da Estrela.

Os gigantes Cardiga e Almourol, o João Pestana, “que tem a missão de transportar o sono”, as Tágides, as ninfas do rio Tejo, o Homem das Sete Dentaduras, que “aparece na zona da Fuseta” , e a Moura Encantada Floripes, que vive aprisionada em Olhão, também estão presentes neste atlas, desenhado pela ilustradora Helena Soares.

“Independentemente da forma como estas criaturas te vão chegar, espero que possam continuar a ser imaginadas além das páginas deste livro”, escreveu Samuel F. Pimenta na introdução desta estreia literária para os mais novos.

Samuel F. Pimenta, licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa, é autor de poesia e romance, nomeadamente “Ágora” (2016), “Iluminações de Uma Mulher Livre” (2017) e “Ophiussa” (2024).

Helena Soares, ilustradora e design gráfica, é coautora do livro ilustrado “António Variações, uma biografia” (2020), com texto de Bruno Horta.

“Atlas das Criaturas Mágicas” vai ser apresentado pelos autores no sábado na livraria Papa Livros, no Porto, a 04 de junho na Feira do Livro de Lisboa, e a 20 de junho na livraria Aqui Há Gato, em Santarém.

Foto de destaque: Estátua da Moura Floripes nas ruas de Olhão

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