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Deve ou não remover as cutículas das unhas? Saiba o que dizem os especialistas

As cutículas têm uma função importante na proteção das unhas, mas continuam a dividir opiniões entre quem prefere removê-las e quem defende que devem ser apenas empurradas. Especialistas ouvidos pelo website de Martha Stewart alertam que cortar esta zona pode aumentar o risco de infeções, sobretudo quando a manicura é feita em casa.

O cuidado com as unhas faz parte da rotina de muitas pessoas, mas nem todos os gestos feitos durante a manicura são inofensivos. Um dos temas que mais dúvidas levanta está relacionado com as cutículas, a pequena camada de pele junto à base da unha.

Há quem as remova por razões estéticas, para deixar a unha com um aspeto mais limpo e uniforme. No entanto, dermatologistas e profissionais da área recomendam prudência, uma vez que as cutículas funcionam como uma barreira natural de proteção.

Cutículas protegem a unha

De acordo com especialistas citados pelo website de Martha Stewart, a recomendação geral é não remover as cutículas, sobretudo quando o procedimento é feito em casa e sem acompanhamento profissional.

O principal risco está no facto de esta pele ajudar a proteger a unha contra bactérias, fungos e outros agentes externos. Quando é cortada em excesso, podem surgir pequenas feridas, irritação, inflamação ou infeção.

“As cutículas servem para proteger as unhas e funcionam como uma barreira protetora”, explicou Renee Oquel Mesa, manicura profissional, ao mesmo website. Segundo a especialista, cortar demasiado esta zona pode causar feridas e aumentar o risco de problemas.

Empurrar pode ser uma alternativa mais segura

Em vez de cortar, muitos profissionais aconselham empurrar suavemente as cutículas. Este gesto permite melhorar o aspeto da unha sem eliminar totalmente a proteção natural.

Ainda assim, o procedimento deve ser feito com cuidado e com utensílios próprios. A pele deve estar amolecida, para evitar lesões e desconforto.

Segundo os especialistas, a forma mais segura passa por aplicar um produto próprio, como um sérum ou amolecedor de cutículas, e mergulhar as mãos em água morna durante alguns minutos antes de empurrar a pele com delicadeza.

Quando se deve evitar mexer nas cutículas?

A remoção completa deve ser evitada, mas pode haver uma exceção quando existe excesso de pele depois de empurrar a cutícula para trás. Mesmo nesses casos, o corte deve ser limitado e feito com cuidado.

O procedimento pode ser repetido uma vez por semana ou de duas em duas semanas, dependendo do crescimento das unhas e das cutículas.

No entanto, não se deve empurrar nem cortar a zona se existirem cortes, peles soltas, vermelhidão, dor, inchaço ou sinais de infeção. Nesses casos, o mais prudente é deixar a pele recuperar ou procurar aconselhamento profissional.

Alimentação também influencia a saúde das unhas

Além dos cuidados externos, a saúde das unhas também pode refletir o estado geral do organismo. Unhas fracas, quebradiças ou muito secas podem estar associadas a desidratação, défices nutricionais ou outras condições de saúde.

A dermatologista Sarah Sung explicou à revista Real Simple que alguns alimentos podem ajudar a fortalecer as unhas quando incluídos numa alimentação equilibrada.

Entre as sugestões estão os ovos, por serem ricos em proteína e biotina. Segundo a especialista, estes nutrientes podem ajudar a melhorar a espessura das unhas e a torná-las mais resistentes.

Proteína e ómega-3 podem ajudar

O salmão é outro alimento referido pela dermatologista, devido ao teor de ómega-3. A falta deste nutriente pode estar associada a unhas mais secas e quebradiças.

As carnes de aves, como frango e peru, também podem contribuir para a saúde das unhas, por serem fontes de proteína magra.

Ainda assim, alterações persistentes nas unhas, como fragilidade acentuada, mudança de cor, dor ou deformações, devem ser avaliadas por um profissional de saúde, sobretudo quando surgem de forma repentina ou se mantêm ao longo do tempo.

Leia também: Atenção se vai à praia: saiba o que fazer se tocar numa alforreca e que erros deve evitar

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‘Maldivas portuguesas’: espanhóis rendidos ao parque de campismo desta ilha algarvia

A ilha da Armona, situada na Ria Formosa e a cerca de 15 minutos de barco de Olhão, voltou a chamar a atenção da imprensa espanhola. Conhecida por muitos como as “Maldivas portuguesas”, esta ilha algarvia tem conquistado visitantes pelas águas cristalinas, praias extensas e ambiente tranquilo.

O Algarve continua a ser um dos destinos mais procurados por quem deseja sol, mar e paisagens naturais. Entre as várias opções da região, a Armona destaca-se por oferecer uma experiência mais serena, longe da pressão turística sentida noutros pontos do litoral.

Foi precisamente esse equilíbrio entre beleza natural, sossego e autenticidade que mereceu elogios do portal espanhol HuffPost, que descreveu a ilha como um dos recantos mais surpreendentes do sul de Portugal.

Um refúgio natural na Ria Formosa

A chegada à ilha faz-se de barco, a partir de Olhão, num percurso curto que ajuda a reforçar a sensação de afastamento da rotina. Ao desembarcar, o ritmo abranda e o contacto com a natureza torna-se o principal atrativo.

Na Armona, a presença de automóveis é praticamente inexistente, o que contribui para um ambiente mais calmo e seguro. Os visitantes deslocam-se sobretudo a pé, num cenário marcado por passadiços, pequenas casas coloridas e a proximidade constante da ria e do mar.

As praias são o grande cartão de visita da ilha. Os areais claros, longos e pouco urbanizados, juntamente com as águas transparentes em tons azul-turquesa, ajudam a explicar a comparação com destinos paradisíacos.

Praias tranquilas e paisagem preservada

Ao contrário de outras zonas balneares mais movimentadas do Algarve, a ilha da Armona mantém uma atmosfera pacata. É um destino procurado por quem valoriza caminhadas junto ao mar, banhos tranquilos e dias de descanso sem confusão.

A baixa densidade de construção também contribui para preservar a identidade do local. A paisagem combina elementos naturais da Ria Formosa com pequenas habitações típicas, criando uma imagem simples, mas muito apelativa.

Esta ligação à natureza é um dos pontos mais valorizados por quem visita a ilha. A Armona oferece uma experiência de férias mais próxima do essencial, onde o silêncio, o mar e a paisagem assumem o papel principal.

Campismo em plena natureza

Um dos aspetos destacados pela imprensa espanhola é o parque de campismo existente na ilha. Localizado em plena envolvente natural e a curta distância da praia, o espaço permite uma estadia simples e próxima da natureza.

O parque disponibiliza diferentes soluções de alojamento e serviços úteis para os visitantes. Entre as comodidades referidas estão o acesso a Wi-Fi, zonas de convívio, área para churrascos e parque infantil.

Esta oferta torna a Armona uma opção interessante para famílias, casais e grupos de amigos que procuram férias descontraídas. A proximidade ao mar e o ambiente calmo reforçam o apelo do destino.

Um destino para descansar e explorar

Embora seja conhecida pelo sossego, a ilha não se limita aos dias de praia. A envolvente da Ria Formosa permite várias atividades ligadas ao mar e à natureza, adequadas a diferentes perfis de visitantes.

Entre as opções mais procuradas estão os passeios de barco, canoagem, vela, windsurf, mergulho e surf. Estas experiências permitem conhecer melhor a paisagem e aproveitar a riqueza natural da região.

A vertente sustentável é outro ponto associado à ilha. A reduzida circulação automóvel, os percursos feitos a pé e a valorização do património natural fazem da Armona um destino alinhado com um turismo mais responsável.

A atenção crescente dos espanhóis

O destaque dado pela imprensa espanhola confirma a notoriedade crescente da ilha além-fronteiras. Para muitos visitantes, a Armona reúne características cada vez mais procuradas nas férias: autenticidade, tranquilidade, praias preservadas e contacto direto com a natureza.

Num momento em que muitos viajantes procuram alternativas aos destinos mais massificados, esta ilha da Ria Formosa surge como uma proposta diferenciadora no Algarve. O acesso fácil a partir de Olhão contrasta com a sensação de isolamento que se encontra à chegada.

Entre praias de águas cristalinas, ambiente pacato e paisagens protegidas, a ilha da Armona continua a afirmar-se como um dos refúgios mais encantadores do litoral algarvio. Para quem procura descanso, natureza e simplicidade, este é um destino a ter em conta.

Leia também: Atenção turistas: vêm aí novas regras neste destino paradisíaco muito procurado que afetam muitos turistas europeus

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O guia essencial para preparar a sua casa de férias no Algarve para o pico do verão

Quem tem uma propriedade no Algarve sabe que junho, julho e agosto são outra história. A procura dispara, os hóspedes chegam com grandes expectativas e a margem de erro reduz-se. Preparar bem o alojamento antes do início da época é o que distingue um verão de stresse constante de um em que tudo corre bem, as avaliações sobem e os clientes voltam. Nas próximas linhas, explicamos como lidar com isso com sensatez, organização e bom senso.

A importância de simplificar o espaço para facilitar a limpeza rápida entre hóspedes

Pense que, entre uma saída e uma entrada, podem passar apenas duas ou três horas. Esse intervalo, em plena época alta, é o que tem para deixar o apartamento impecável. Se o espaço estiver cheio de objetos decorativos frágeis, superfícies difíceis de limpar ou armários sem uma ordem clara, essas horas não vão ser suficientes. Por isso, uma das primeiras decisões que vale a pena tomar antes do verão é simplificar.

As caixas de arrumação resistentes, empilháveis e com tampa permitem organizar o interior por categorias, de forma que nada fique solto nem acumule pó. O resultado são armários com uma lógica clara que qualquer pessoa da equipa de limpeza pode seguir sem perguntar. É este tipo de sistemas modulares que realmente agiliza a rotação de hóspedes, porque não depende de ser sempre a mesma pessoa a arrumar.

O que o hóspede vê ao entrar também é importante. Uma sala desimpedida, sem objetos pessoais do proprietário espalhados pelas prateleiras, transmite cuidado e respeito. Basta que tudo o que estiver presente tenha um lugar específico. E se, nessa revisão pré-verão, decidir renovar alguma superfície, preste atenção aos acabamentos. Proprietários e gestores de alojamentos no Algarve recorrem cada vez mais a lojas como a Action, que se destacam pela conveniência e por uma vasta gama de artigos para o lar e decoração focados na época estival a preços muito acessíveis.

Como proteger a sua roupa de praia e toalhas da humidade costeira com total eficácia

O Algarve cheira a mar, e isso faz parte do seu charme. Mas essa mesma humidade salina que impregna o ambiente no verão também penetra nos armários, amarela as toalhas brancas e gera odores difíceis de eliminar se não forem combatidos a tempo. É um daqueles problemas que os proprietários de uma primeira casa de férias descobrem tarde, e que os mais experientes já aprenderam a prevenir.

As soluções de casa decoração que utilizar no alojamento podem fazer parte da solução: o rattan tratado, a madeira lacada ou os têxteis de fibra sintética respirável resistem muito melhor à salinidade do que os materiais porosos. Para as toalhas e roupa de praia, a organização modular resistente à humidade é o que funciona: recipientes herméticos ou caixas com fecho seguro impedem que o ambiente húmido afete os têxteis quando não estão a ser utilizados, e algumas saquetas de sílica gel nas prateleiras do roupeiro fazem o resto.

Saiba que, no Algarve, o sol é o seu aliado. Estender as toalhas ao ar livre durante pelo menos uma hora após a lavagem tem um efeito bactericida natural que dificilmente se consegue com produtos de limpeza convencionais. Se a isso se juntar um detergente desenvolvido para têxteis brancos em ambientes com humidade e sal, a vida útil da roupa de banho prolonga-se consideravelmente.

Estratégias de organização infalíveis para cozinhas e despensas de apartamentos de férias

A cozinha é o espaço que mais rapidamente fica desarrumado com a rotação de hóspedes, e também aquele que os hóspedes mais valorizam quando está bem planeado. O problema costuma ser a falta de lógica: gavetas onde não se encontra nada, bancadas sobrecarregadas, condimentos fora de prazo misturados com os novos.

A chave é um sistema que qualquer hóspede consiga entender sem ler instruções. Identifique gavetas e armários com pictogramas claros, agrupe os utensílios por função e deixe na bancada apenas o que é usado diariamente, como a máquina de café, a torradeira e, no máximo, uma taça com fruta. O resto, guarde. A bancada desimpedida fica melhor nas fotografias que os hóspedes vão publicar e é desinfetada em trinta segundos.

A despensa merece a mesma atenção. No verão, com temperaturas que no interior do Algarve podem ultrapassar os 35 graus, os produtos armazenados sem proteção estragam-se rapidamente. Os recipientes herméticos de vidro ou plástico alimentar para arroz, massa, bolachas e outros produtos básicos conservam bem os alimentos e conferem à despensa um aspeto cuidado que as pessoas apreciam.

O detalhe na decoração da casa que garante avaliações de cinco estrelas nos meses mais quentes

Nas plataformas de aluguer de férias, a diferença entre uma classificação de 4,3 e uma de 4,8 está frequentemente na sensação que o hóspede tem ao entrar: se o espaço tem coerência, se há cuidado por trás, se alguém pensou nele antes da sua chegada. É essa sensação que gera avaliações de cinco estrelas e tem muito a ver com as decisões de decoração.

No verão, há elementos concretos que criam essa perceção. Cortinas blackout no quarto bloqueiam o calor da tarde, almofadas frescas de algodão em tons que lembram o Mediterrâneo ou mesmo uma planta aromática na varanda podem criar um ambiente que as pessoas descrevem como “acolhedor” ou “encantador” nas suas avaliações. Também vale a pena investir em materiais com polímeros anti-UV nos têxteis de interior e exterior: capas de almofadas, toalhas de mesa ou tapetes de varanda que não desbotam época após época, transmitindo uma imagem de cuidado aos hóspedes.

Uma garrafa de vinho regional na mesa, um pequeno cesto com produtos locais ou um raminho de alfazema na casa de banho são gestos de boas-vindas que custam pouco, mas dizem muito. O hóspede que chega após horas de viagem e encontra esse tipo de detalhe agradece e conta: na avaliação, nas redes sociais, aos amigos. E, na época alta, essa recomendação vale muito.

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Espanhóis ‘fogem’ do calor de Sevilha e vão para esta pequena praia no Algarve que pode não ter espaço para todos

As praias do sul de Portugal continuam a captar a atenção de turistas estrangeiros, sobretudo durante os meses mais quentes, numa altura em que muitos procuram alternativas a destinos mais concorridos. No Algarve, algumas zonas costeiras têm ganho destaque junto de visitantes espanhóis pela combinação entre paisagem natural, proximidade geográfica e acessos relativamente rápidos a partir da Andaluzia.

Segundo o jornal espanhol 20minutos, uma das praias que mais tem despertado curiosidade entre turistas vindos de Sevilha é a Praia do Camilo, em Lagos. A publicação descreve o local como um dos areais mais procurados por quem pretende evitar praias mais massificadas durante o verão. No entanto, as reduzidas dimensões do areal podem não permitir que todos os visitantes ali consigam estender a toalha.

Areal escondido entre falésias

A poucos quilómetros de Ponta da Piedade, a Praia do Camilo surge encaixada entre arribas escarpadas e formações rochosas típicas da costa algarvia. De acordo com o mesmo jornal, o cenário natural e a água transparente transformaram o local num dos pontos mais procurados da região.

O acesso, no entanto, não é imediato. Para chegar ao areal é necessário descer mais de 200 degraus, um percurso que acaba por limitar a circulação de visitantes e reduzir a capacidade da praia nos dias de maior procura. Conforme a mesma fonte, essa dificuldade contribui para a sensação de isolamento que muitos turistas procuram.

Proximidade com Espanha pesa na escolha

A curta distância em relação à fronteira espanhola tem sido outro dos fatores apontados para o aumento da procura. Escreve o jornal que a viagem desde Sevilha até Lagos pode ser feita em poucas horas, o que tem levado muitos visitantes andaluzes a escolherem o Algarve para escapadelas de verão.

Além da localização, a paisagem tem sido um dos elementos mais destacados por quem visita a zona. A publicação refere que as falésias avermelhadas contrastam com a areia clara e com o azul do Atlântico, criando uma imagem frequentemente partilhada nas redes sociais.

Túnel liga os dois lados da praia

A Praia do Camilo apresenta ainda uma característica pouco comum. O areal está dividido em duas zonas separadas por uma grande formação rochosa. Segundo a mesma fonte, existe um túnel escavado na rocha que permite a passagem entre os dois lados da praia sem necessidade de regressar pelas escadas de acesso.

Esse detalhe tornou-se uma das imagens mais associadas ao local. Acrescenta a publicação que muitos visitantes percorrem o túnel para explorar diferentes perspetivas sobre a costa e as falésias envolventes.

Espaço reduzido pode tornar-se um problema

Apesar da crescente popularidade, a dimensão da praia é limitada. Durante a época alta, sobretudo em dias de temperaturas elevadas, o espaço disponível no areal pode esgotar rapidamente. O número de visitantes aumenta também devido à proximidade com outros pontos turísticos da região.

De acordo com o 20minutos, a Praia do Camilo é frequentemente incluída em roteiros turísticos juntamente com Ponta da Piedade, uma das zonas mais conhecidas da costa algarvia pelas suas formações rochosas e miradouros sobre o oceano.

Lagos continua a ganhar protagonismo

Importa ainda destacar que, nos últimos anos, Lagos consolidou-se como um dos municípios mais procurados do Algarve, sobretudo entre turistas estrangeiros. Refere a mesma fonte que a combinação entre praias encaixadas nas falésias, percursos pedonais junto ao mar e zonas históricas tem reforçado a atratividade da cidade.

Ao mesmo tempo, a procura crescente por praias consideradas mais reservadas tem levado muitos visitantes a afastarem-se de zonas urbanas mais movimentadas. A Praia do Camilo surge precisamente como uma dessas alternativas, embora a procura crescente possa tornar cada vez mais difícil encontrar espaço durante o verão.

Leia também: Concessionários rejeitam acusações de abuso nas praias

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Nem praias nem restaurantes: alemães entregam prémio ao Algarve e este foi o motivo

O Algarve voltou a captar atenções fora de Portugal, desta vez por motivos ligados ao turismo de natureza e às caminhadas. A região foi distinguida numa votação promovida por uma revista alemã especializada, surgindo entre os destinos europeus mais apreciados por quem procura percursos pedestres, paisagens naturais e experiências fora dos circuitos tradicionais de verão.

De acordo com a revista alemã Trekking Magazine, o Algarve alcançou o terceiro lugar no prémio “Most Popular Hiking Regions in Europe 2026”. A escolha foi feita através da votação de cerca de 35.000 leitores da publicação, dedicada ao turismo de natureza e às caminhadas em vários países europeus.

A região portuguesa aparece atrás das Dolomitas e Tirol do Sul, em Itália, e da Bretanha, em França. Segundo a mesma fonte, a classificação coloca o Algarve entre os principais destinos europeus para quem privilegia trilhos, paisagens naturais e percursos de longa distância.

Caminhadas ganham espaço no turismo algarvio

Nos últimos anos, o Algarve tem procurado diversificar a oferta turística para além do verão e das praias. O reconhecimento internacional surge numa altura em que o turismo ligado à natureza ganha peso na região, sobretudo fora da época alta.

Escreve a publicação alemã que fatores, como o clima ameno ao longo do ano e a autenticidade das experiências locais ajudaram a consolidar a posição do Algarve neste segmento. A possibilidade de realizar caminhadas durante vários meses do ano tem sido apontada como uma das vantagens da região.

Trilhos que atravessam o interior e a costa

Entre os percursos destacados encontram-se a Via Algarviana e a Rota Vicentina. A primeira atravessa o interior algarvio, enquanto a segunda acompanha parte da costa sudoeste portuguesa.

Segundo a mesma fonte, estes percursos permitem descobrir zonas menos associadas ao turismo balnear, passando por áreas rurais, pequenas localidades e paisagens naturais afastadas dos centros mais movimentados da região.

Evento que quer atrair visitantes fora do verão

O prémio foi anunciado poucos dias antes do arranque do Algarve Walking Season, uma iniciativa que reúne cinco festivais dedicados às caminhadas. O objetivo passa por incentivar visitas durante períodos de menor procura turística.

Acrescenta a publicação que esta estratégia procura promover um contacto mais próximo com o património natural e cultural da região. A aposta em atividades ligadas à natureza é vista também como uma forma de distribuir o fluxo turístico ao longo do ano.

Há mais caminhos além das zonas balneares

Apesar de continuar associado às praias e ao turismo de verão, o Algarve tem vindo a ganhar notoriedade junto de visitantes interessados em experiências ligadas ao ar livre. Os trilhos pedestres, os percursos rurais e as zonas protegidas passaram a integrar vários roteiros turísticos internacionais.

Um dos percursos apontados como exemplo é o trilho entre Alte e a Ribeira de Alte, que conduz à Queda do Vigário. O local é conhecido pela presença de uma cascata procurada por visitantes durante diferentes épocas do ano.

Distinção que muda o foco sobre a região

A presença do Algarve neste ranking europeu mostra também uma mudança na forma como a região é promovida além-fronteiras. O destaque já não passa apenas pelas zonas costeiras mais conhecidas, mas também pelo património natural do interior e pelos percursos de natureza.

A Trekking Magazine refere ainda que o Algarve continua a consolidar a sua posição como destino multifacetado, capaz de atrair visitantes interessados em diferentes tipos de turismo, incluindo caminhadas, observação da paisagem e atividades ao ar livre.

Leia também: Leva guarda-sol para a praia? Estes são os sítios onde o podem mandar retirar (e só estas pessoas têm autoridade para o fazer)

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Ingleses ‘adoram’ o Algarve mas dizem que estas praias portuguesas são ainda melhores

Portugal continua a afirmar-se como um dos destinos balneares mais procurados da Europa, sobretudo durante os meses de verão. Apesar da popularidade consolidada do Algarve entre turistas estrangeiros, especialmente ingleses, começam a ganhar destaque outras zonas costeiras do país, apontadas como alternativas para quem procura praias menos concorridas e paisagens diferentes das habituais imagens promocionais do sul português.

De acordo com o portal de notícias britânico Which?, vários destinos portugueses fora do Algarve estão a despertar cada vez mais interesse entre visitantes britânicos. A publicação britânica destaca regiões costeiras, como Setúbal, Comporta, Sintra, Cascais e Peniche como opções para férias de praia longe das zonas mais pressionadas pelo turismo internacional.

Alternativa ao Algarve mais turístico

A publicação refere que o Algarve continua a ser uma escolha habitual entre turistas britânicos devido às extensas praias, às formações rochosas e ao clima quente. Ainda assim, a crescente procura pela região torna mais difícil encontrar espaços tranquilos durante a época alta.

Entre as alternativas mencionadas surge a Baía de Setúbal. Segundo a mesma fonte, praias como a dos Galapinhos e a dos Galápos destacam-se pela água transparente, pela areia clara e pela proximidade ao Parque Natural da Arrábida.

Praias entre falésias e natureza

O mesmo portal refere ainda que a Praia dos Galápos oferece acessos mais simples, enquanto a dos Galapinhos exige um percurso mais longo até ao areal. Em ambos os casos, explica o site, o enquadramento natural e o mar calmo são alguns dos elementos mais valorizados pelos visitantes.

A região de Setúbal é também apresentada como um destino associado à gastronomia e às atividades marítimas. Conforme a mesma fonte, os passeios para observação de golfinhos e os restaurantes de peixe e marisco junto à frente ribeirinha continuam entre as principais atrações locais.

A zona costeira que atrai famosos

Outro dos locais destacados é a Comporta. Escreve a publicação que a região tem vindo a ganhar notoriedade internacional e já foi apelidada informalmente de “Hamptons portuguesa”, devido à presença de figuras públicas e compradores estrangeiros.

Apesar desse crescimento, a mesma fonte considera que a zona continua relativamente discreta face a outros destinos turísticos europeus. As praias extensas, os bares de praia e as pequenas tabernas continuam a marcar a identidade da região.

Entre arrozais, dunas e pinhais

De salientar ainda que a Comporta oferece vários quilómetros de areia contínua, além de zonas de pinhal e áreas propícias à observação de aves. Acrescenta a publicação que os visitantes encontram também pequenos cafés e restaurantes afastados dos circuitos turísticos mais massificados.

Mais a norte, a costa entre Sintra e Cascais surge igualmente entre os destaques. A mesma fonte sublinha a diversidade de praias existentes naquela faixa litoral, desde enseadas urbanas a zonas mais selvagens rodeadas por arribas.

Uma costa ligada a Lisboa

A proximidade a Lisboa é apontada como uma das vantagens da região. Segundo o portal Which?, ficar alojado entre Cascais e Sintra permite combinar dias de praia com visitas aos palácios e monumentos históricos da serra de Sintra.

A publicação menciona ainda o Estoril e a Praia de São Pedro do Estoril, descrevendo a zona como um local de águas mais calmas e protegido por falésias calcárias. Conforme a mesma fonte, a vegetação costeira ajuda a criar um ambiente diferente daquele que normalmente é associado ao litoral mais turístico.

Peniche entra na lista

Por fim, Peniche é outro dos destinos destacados pela publicação britânica. Apesar das comparações frequentes com as formações rochosas do Algarve, a mesma fonte considera que esta zona da costa oeste oferece uma experiência distinta e mais ligada à cultura marítima.

Note que Peniche mantém uma forte identidade piscatória e continua muito associada ao surf e às atividades ligadas ao mar. A proximidade do arquipélago das Berlengas é apresentada como uma das grandes atrações da região.

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Nesta cidade no Algarve há uma adega no fundo do mar com quase 3.000 garrafas e tem ainda uma barrica com 225 litros de vinho

O Algarve está a receber um projeto experimental ligado ao vinho que envolve garrafas submersas, barricas especiais e provas periódicas realizadas no fundo do mar. Na Marina de Albufeira, duas produtoras da região colocaram milhares de garrafas em estágio subaquático para estudar os efeitos do oceano no envelhecimento dos vinhos.

De acordo com o portal NiT, o projeto arrancou em março de 2025 e junta investigação, enologia e enoturismo. Mais de um ano depois da submersão inicial, várias garrafas foram retiradas temporariamente para análises e provas técnicas realizadas no final de abril.

Adega criada debaixo de água

A experiência decorre numa das zonas da Marina de Albufeira, onde estão atualmente submersas quase 3.000 garrafas pertencentes à Quinta do Canhoto e à Adega do Cantor. Os produtores pretendem perceber de que forma fatores como a pressão constante, a ausência de luz e a estabilidade térmica do mar podem influenciar o processo de envelhecimento do vinho.

Durante a operação realizada no final de abril, algumas garrafas foram recolhidas para avaliação técnica. O procedimento incluiu provas comparativas entre vinhos mantidos em ambiente subaquático e outros envelhecidos em condições tradicionais. Escreve a publicação que, além das garrafas, também foi retirada temporariamente uma barrica para testes. Os resultados das análises ainda estão a ser estudados pelas equipas envolvidas no projeto.

Há uma barrica inédita no fundo do mar

Um dos elementos mais invulgares desta experiência encontra-se ainda submerso. Trata-se de uma barrica com capacidade para 225 litros, desenvolvida especificamente para resistir às condições marítimas. Segundo a mesma fonte, esta é a primeira barrica portuguesa colocada em estágio subaquático. A peça foi produzida pela Tanoaria J.M. Gonçalves e recebeu alterações estruturais para suportar a corrosão provocada pela água salgada.

O responsável pela tanoaria, Abílio Gonçalves, explicou que a barrica foi construída com madeira de carvalho francês sujeita a três anos de secagem. “Trata-se de uma madeira de carvalho francês, com três anos de secagem. O material é de altíssima qualidade”, afirmou, citado pelo mesmo portal. O responsável acrescentou ainda que a estrutura “teve uma construção adicional, com barras de reforço nos tampos”.

Mar deixou marcas nas garrafas

Ao fim de 13 meses no fundo do mar, as garrafas apresentam já sinais evidentes da permanência subaquática. Ostras, cracas e outros organismos marinhos ficaram presos ao vidro durante o processo. Conforme a mesma fonte, as equipas responsáveis admitem que as rolhas terão de ser protegidas com lacre, uma vez que alguns organismos marinhos acabam por danificá-las ao longo do tempo.

A Adega do Cantor acompanha atualmente cerca de 600 garrafas em estágio subaquático. Entre os vinhos selecionados encontram-se um espumante de 2022, o Vida Nova branco de 2024 e vários tintos produzidos nos últimos anos. O enólogo Rúben Pinto explicou que a escolha recaiu sobre vinhos ainda numa fase inicial da sua evolução. “Quisemos optar por vinhos que tivessem no início da sua vida”, afirmou, citado pela NiT.

Há seis métodos de envelhecimento diferentes

Já a Quinta do Canhoto colocou em ensaio um monocasta Alicante Bouschet de 2023, distribuído por diferentes formatos e condições de armazenamento. Refere a mesma fonte que o vinho está a ser envelhecido em garrafas de vários tamanhos, tanto em terra como no mar, além de barricas mantidas nos dois ambientes. No total, estão a ser comparados seis processos distintos de estágio.

Para tentar aproximar algumas condições da adega tradicional, a equipa recorre também à utilização de levedura seca ativa, simulando o chamado efeito de “borra fina”. “Isto é tudo novo, estamos a descobrir. Podemos estar a fazer uma asneira, mas não sabemos”, admitiu o enólogo Jorge Páscoa.

As provas técnicas realizam-se de três em três meses e os produtores continuam a avaliar qual será o momento ideal para retirar definitivamente os vinhos do fundo do mar. A Quinta do Canhoto admite que algumas garrafas possam regressar à superfície já em julho, embora a decisão final dependa da evolução observada nas próximas análises.

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Longe da confusão, conheça a praia do Algarve que está deserta até no verão

Encontrar uma praia ‘deserta’ no Algarve em pleno verão pode parecer uma tarefa difícil, sobretudo nos meses em que a região recebe mais visitantes. Ainda assim, há recantos onde o silêncio, a natureza e o mar continuam a marcar o ritmo do dia, longe das zonas mais movimentadas e dos areais cheios de chapéus de sol.

É o caso da Praia da Barrinha, em Faro, um ponto recôndito da Ria Formosa que continua a ser associado à ideia de praia quase deserta. Segundo o blog Visit Algarve, trata-se de uma zona muito tranquila, normalmente sem grandes concentrações de pessoas, acessível a pé a partir da Praia de Faro ou de barco.

Onde fica e por que continua quase deserta

Situada na extremidade nascente da Península do Ancão, muitas vezes associada à chamada Ilha de Faro, a Praia da Barrinha oferece uma frente atlântica ampla e uma paisagem marcada pela proximidade à Ilha Deserta, também conhecida como Ilha da Barreta. A zona integra o Parque Natural da Ria Formosa, área protegida caracterizada por ilhas-barreira, dunas, sapais e canais, segundo o Instituto de Conservação da Narureza e das Florestas (ICNF).

O principal motivo para continuar longe das maiores enchentes está no acesso. Quem parte da Praia de Faro tem de caminhar por um longo passadiço de madeira e seguir depois até ao areal, enquanto a alternativa passa por chegar de barco, opção que exige maior planeamento. Essa dificuldade ajuda a explicar porque é que a Barrinha mantém um ambiente mais reservado, de acordo com a fonte inicialmente citada.

Uma praia sem bares nem música de fundo

A ausência de grandes infraestruturas turísticas reforça o caráter natural da praia. Na Barrinha não há a mesma oferta de bares, restaurantes ou apoios que se encontra noutros areais mais urbanos, pelo que quem a visita deve preparar-se com água, comida ligeira e proteção contra o sol. O portal Info Beach descreve-a como uma praia sem infraestrutura, selvagem e acessível por passadiço ou por barco.

Esta característica também ajuda a preservar o sistema dunar e a vegetação costeira. O percurso sobre passadiços permite atravessar zonas sensíveis sem pisar diretamente as dunas, reduzindo o impacto da presença humana num território que faz parte de uma das áreas naturais mais importantes do Algarve.

Segurança e particularidades da maré

O nome Barrinha está ligado à barra que separa a zona lagunar do Atlântico, num ponto onde a paisagem muda com o vento, as ondas e as marés. O blog algarvio anteriormente citado destaca precisamente essa alteração constante da linha de costa, uma das características mais marcantes deste recanto da Ria Formosa.

Por essa razão, a visita exige atenção redobrada, sobretudo junto às zonas de corrente. Em maré baixa, a paisagem ganha bancos de areia e zonas rasas que atraem quem procura fotografias e passeios demorados, mas os banhistas devem respeitar sempre a sinalização e evitar zonas sem condições de segurança.

Reserva natural de aves migradoras

A envolvente da Praia da Barrinha é também relevante para a observação de aves. A Ria Formosa funciona como local de passagem e permanência para várias espécies, num conjunto de habitats que inclui sapais, dunas, canais e zonas lagunares, de acordo com o ICNF.

Além das aves, o sistema dunar do Algarve é também habitat de espécies como o camaleão-comum, associado às zonas costeiras e à vegetação dunar. Por isso, caminhar pelos passadiços e evitar sair dos percursos assinalados é uma forma simples de proteger este equilíbrio natural.

Dicas para uma visita responsável

Quem planeia passar várias horas nesta praia deve levar tudo o que precisa para o dia, incluindo água, refeições leves, chapéu e guarda-sol. Como se trata de uma zona sem apoio turístico permanente, a visita exige mais preparação do que uma ida a uma praia urbana.

Também é importante trazer de volta todo o lixo produzido durante o dia. A regra deve ser simples: nada deve ficar no areal ou nas dunas. Este cuidado é ainda mais relevante numa área integrada no Parque Natural da Ria Formosa, onde a preservação dos habitats depende também do comportamento dos visitantes.

Nos meses de maior calor, a melhor opção passa por começar a caminhada cedo ou escolher horários de menor exposição solar. Além de tornar o percurso mais confortável, esta escolha permite aproveitar a praia com mais tranquilidade e observar a paisagem com outra luz.

Localização desta praia quase deserta

A Praia da Barrinha fica no concelho de Faro, na ponta oriental da Península do Ancão, com acesso a partir da Praia de Faro através de um longo passadiço de madeira ou por barco. A localização afastada das zonas mais movimentadas é precisamente um dos fatores que ajudam a manter o ambiente tranquilo.

Quem chega de carro pode dirigir-se à zona da Praia de Faro e, a partir daí, seguir a pé, de acordo com o Visit Algarve. No verão, o estacionamento pode ser mais difícil, pelo que a visita exige alguma margem de tempo. Para quem prefere evitar a caminhada, os passeios ou táxis marítimos a partir de Faro podem ser uma alternativa, dependendo das condições de maré e da disponibilidade dos operadores locais.

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Esta piscina é gratuita e fica na serra algarvia: descubra como pode chegar lá

Há um recanto no interior do Algarve que parece feito para quem quer fugir à confusão das praias mais movimentadas sem abdicar de um mergulho refrescante. Fica na Fonte da Seiceira, no Ameixial, concelho de Loulé, e tem uma particularidade difícil de ignorar: a entrada é gratuita.

A descoberta ganhou fôlego nas redes sociais, através de um vídeo partilhado pelo Visit Loulé e pelos influenciadores digitais Miguel & Inês no Instagram. Entre a serra, a água límpida e o ambiente tranquilo, o espaço tem sido apresentado como uma espécie de oásis escondido na Serra do Caldeirão.

Um refúgio no interior do Algarve

A Fonte da Seiceira fica no Ameixial, uma das aldeias serranas do concelho de Loulé. O local distingue-se por oferecer uma piscina de acesso gratuito, envolvida pela paisagem natural da Serra do Caldeirão. Para quem associa o Algarve apenas ao litoral, este é um daqueles sítios que mostram outra face da região, mais silenciosa, rural e ligada à natureza.

Segundo a descrição partilhada pelos influenciadores Miguel & Inês, trata-se de um espaço “em plena Serra do Caldeirão” e ainda “pouco conhecido”, ideal para quem procura escapar à confusão das praias algarvias.

Como chegar à piscina gratuita

O acesso faz-se pela Estrada Nacional 2, uma das vias mais conhecidas do país. A piscina situa-se na aldeia do Ameixial, apontada pelos criadores de conteúdo como “a primeira aldeia logo que se entra no Algarve”. Para quem chega do interior, é precisamente esta localização que torna o espaço numa paragem natural antes de descer até ao litoral.

A envolvente serrana reforça o caráter de refúgio. Em vez de grandes areais e parques cheios, o visitante encontra um ambiente mais recolhido, pensado para um dia de descanso em contacto com a natureza.

Há mais do que água para mergulhar

O espaço não se limita à piscina. De acordo com a informação divulgada no vídeo partilhado pelo Visit Loulé e por Miguel & Inês, a Fonte da Seiceira dispõe de casas de banho, chuveiros, parque infantil, mesas de piquenique, churrasqueiras, bar ou restaurante e uma fonte com água potável.

Estas condições tornam o local especialmente apelativo para famílias ou grupos que queiram passar várias horas na serra, sem depender apenas do banho. A existência de zona de merendas e equipamentos de apoio permite transformar a visita num programa de dia inteiro.

Uma alternativa às praias mais cheias

No verão, muitas praias do Algarve enchem rapidamente, sobretudo nas zonas mais conhecidas do litoral. É precisamente aí que espaços como a Fonte da Seiceira ganham interesse. A piscina gratuita do Ameixial surge como alternativa para quem quer água, sombra, tranquilidade e um ritmo mais lento.

A Serra do Caldeirão oferece ainda um enquadramento diferente, com paisagens interiores, ar mais seco e uma sensação de isolamento que contrasta com a pressão turística junto ao mar.

Ideal para quem gosta de natureza

O local deverá agradar sobretudo a quem procura experiências simples, ligadas ao território. Não se trata de um parque aquático nem de uma piscina urbana convencional. O encanto está precisamente na combinação entre água, serra e ambiente de aldeia.

Para quem vive no Algarve, pode ser uma escapadinha curta. Para quem visita a região de férias, pode funcionar como um desvio diferente no roteiro, sobretudo para quem quer conhecer o interior algarvio e não ficar apenas pelas praias.

Um segredo cada vez menos escondido

As redes sociais têm ajudado a dar visibilidade a lugares que, durante anos, foram conhecidos sobretudo por habitantes locais ou visitantes habituais. A Fonte da Seiceira é um desses casos. O vídeo partilhado pelo Visit Loulé e pelos influenciadores Miguel & Inês voltou a colocar este espaço no mapa de quem procura sugestões diferentes no Algarve.

Ainda assim, o local mantém o charme de uma descoberta serrana. A piscina gratuita, os equipamentos de apoio e a localização junto à EN2 fazem dela uma opção simples, acessível e com forte ligação ao território.

Uma paragem para guardar no roteiro

Se está a planear uns dias no Algarve, a Fonte da Seiceira pode ser uma alternativa a incluir no percurso, sobretudo se quiser conhecer o lado menos óbvio da região. Entre mergulhos, piqueniques, sombra e paisagem serrana, este recanto do Ameixial mostra que o Algarve também se descobre longe da linha de costa. E, neste caso, sem pagar entrada.

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Nem Porto, nem Lisboa: foi esta cidade do Algarve que ‘conquistou’ os espanhóis como destino ideal de verão

O Algarve continua a afirmar-se como uma das regiões mais procuradas por quem visita Portugal, não só pelas praias, mas também pelo património, pela gastronomia e por um ritmo de vida mais calmo. Entre os destinos que mais têm despertado atenção além-fronteiras, esta cidade algarvia voltou a ganhar destaque entre os espanhóis por reunir história, natureza e autenticidade no mesmo cenário.

Segundo o canal espanhol LaSexta, Faro é uma das cidades portuguesas que mais tem vindo a conquistar turistas espanhóis, aparecendo como uma alternativa menos evidente do que Lisboa ou Porto, mas cada vez mais apreciada por quem quer conhecer o sul do país de forma mais completa.

Como capital do Algarve, Faro beneficia também da sua localização estratégica. Com aeroporto internacional e uma dimensão urbana equilibrada, a cidade funciona como porta de entrada para a região, sem perder a atmosfera acolhedora que a distingue de outros destinos turísticos mais massificados.

Entre muralhas, arcos e séculos de história

As origens de Faro remontam à época romana, quando era conhecida como Ossonoba, segundo o blog Visit Faro. Ao longo dos séculos, a cidade atravessou diferentes períodos de domínio, incluindo a presença muçulmana e, mais tarde, a reconquista cristã, deixando marcas visíveis no traçado urbano e na arquitetura.

É precisamente essa herança que dá identidade ao centro histórico. O Arco da Vila, um dos locais mais emblemáticos da cidade, e as muralhas que delimitam a antiga Vila Adentro continuam a testemunhar a passagem de várias culturas por este território.

No interior da Cidade Velha, as ruas estreitas e empedradas convidam a passeios sem pressa. É uma zona onde o ambiente se mantém mais resguardado e onde o passado continua bastante presente, tanto nos edifícios como na forma como o espaço se organiza.

Cidade antiga continua a ser um dos maiores trunfos

Entre os principais pontos de interesse está a Sé Catedral de Faro, construída em 1251 sobre uma antiga mesquita. O edifício reúne diferentes influências arquitetónicas e oferece, a partir da torre, uma vista ampla sobre a cidade e sobre a paisagem envolvente da Ria Formosa.

O próprio Arco da Vila, uma das entradas mais fotografadas de Faro, conserva no seu interior um arco em ferradura de origem islâmica, elemento que ajuda a compreender a diversidade histórica da cidade e a sucessão de civilizações que por ali passaram.

Outro dos espaços que mais impressiona os visitantes, de acordo com a mesma fonte, é a Capela dos Ossos de Faro, integrada na Igreja de Nossa Senhora do Carmo. Decorada com ossos de mais de 1.200 monges carmelitas, continua a ser um dos locais mais marcantes do património religioso algarvio.

Ria Formosa reforça o lado natural da cidade

Nas proximidades de Faro estende-se o Parque Natural da Ria Formosa, uma das zonas húmidas mais importantes da Europa. Com canais, sapais e ilhas-barreira, esta área protegida tem um papel central na identidade local e é também um dos grandes atrativos para quem procura natureza preservada junto ao mar.

A Praia de Faro, situada numa dessas ilhas, é apontada como um dos espaços mais apreciados por quem quer juntar cidade e praia no mesmo destino. Além do areal, a zona permite explorar o ecossistema através de passeios de barco ou de caiaque, muitas vezes acompanhados por guias locais.

Sabores locais e uma cidade virada para a ria

Mesmo junto à Cidade Velha, a marina de Faro tornou-se um dos pontos mais movimentados da cidade, refere ainda a mesma fonte. As esplanadas, os restaurantes e a proximidade da ria transformaram esta zona num espaço de encontro entre residentes e turistas, mas também num ponto de partida para visitas às ilhas e outras atividades náuticas.

A gastronomia é outro dos aspetos que mais cativa quem chega. Pratos como cataplana de marisco, arroz de lingueirão ou sardinhas assadas continuam entre as propostas mais associadas à região, a par de doces tradicionais como Dom Rodrigo ou figos recheados.

O Museu Municipal de Faro, instalado no antigo Convento de Nossa Senhora da Assunção, ajuda a completar esse retrato da cidade, reunindo peças de arqueologia romana, arte sacra e pintura que permitem compreender melhor a evolução histórica do Algarve.

Uma cidade com peso histórico no sul do país

Faro mantém ainda uma ligação especial à própria origem do nome Algarve. A designação deriva do árabe Al-Gharb al-Andalus, expressão que significa “o ocidente do al-Andalus”, e a cidade, então chamada Ossonoba, teve um papel relevante na organização administrativa da região durante a ocupação muçulmana.

No século X, chegou mesmo a cunhar a sua própria moeda, sinal da importância económica e política que teve no sul da Península Ibérica. Hoje, essa profundidade histórica continua bem visível em muitos recantos da cidade, ajudando a explicar porque é que Faro continua a encantar quem a visita.

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“Truque de expert”: espanhóis destacam atividade para fazer no Algarve perto de Tavira que custa 2€

O Algarve, no sul de Portugal, está a ser apresentado em Espanha como uma região onde natureza, património e acessos costeiros pouco convencionais se cruzam numa mesma rota turística. Perto de Tavira destaca-se uma atividade de baixo custo associada a uma travessia marítima para uma zona de areia quase isolada.

De acordo com o portal espanhol Notícias del Vino, Tavira surge como ponto inicial para compreender o Sotavento algarvio, com ligação direta ao rio Gilão e um centro histórico de ruas tradicionais. A mesma fonte refere que a cidade funciona como transição entre a malha urbana e a paisagem lagunar. Esta proximidade com zonas naturais torna Tavira um dos pontos mais utilizados para explorar o interior costeiro oriental do Algarve.

O acesso de dois euros à praia da Fábrica

No entanto, é a 15 minutos de carro de Tavira que pode realizar a atividade que nem todos conhecem e que o mesmo portal considera um “truque de expert” para quem vai ao Algarve. E o ‘truque’ passa por fazer a travessia até à Praia da Fábrica, uma faixa de areia praticamente deserta. O percurso é feito de barco e o trajeto de ida e volta custa apenas dois euros.

A mesma fonte acrescenta que este acesso é frequentemente apontado como uma das experiências mais simples da região para chegar a uma zona costeira pouco frequentada.

Cacela Velha e a vista sobre a Ria Formosa

A Praia da Fábrica fica perto da aldeia histórica de Cacela Velha, que mantém um núcleo histórico elevado, com vista direta sobre a Ria Formosa e sobre o sistema de ilhas barreira que caracteriza esta área do Algarve. O local é descrito como ponto estratégico de observação da costa.

De acordo com a mesma fonte, a Ria Formosa estende-se ao longo de dezenas de quilómetros e integra canais naturais e zonas húmidas com circulação marítima constante.

Faro e Silves no eixo histórico

Segundo a publicação, Faro é muitas vezes apenas associada ao aeroporto, mas o seu centro histórico preserva a chamada Vila Adentro, com estruturas antigas e ligação à catedral, pelo que também deve ser um ponto obrigatório de passagem numa visita ao Algarve. O contraste entre entrada moderna e núcleo antigo é sublinhado como elemento recorrente.

Por sua vez, Silves mantém vestígios do período islâmico, com destaque para o castelo em pedra vermelha e a vista sobre o vale do rio Arade.

Benagil, Marinha e os percursos costeiros

No Barlavento algarvio, a gruta de Benagil, uma formação natural com abertura superior que permite a entrada de luz, sendo apenas acessível por via marítima devido às condições de segurança é também um local de visita obrigatória na região.

Nas imediações, a Praia da Marinha e a Rota dos Sete Vales Colgantes formam um percurso pedestre ao longo de falésias, com cerca de seis quilómetros entre zonas de elevada exposição ao mar.

Lagos, Ponta da Piedade e o extremo de Sagres

Por fim, o Noticias del Vino recomenda uma visita a Lagos, já que combina património histórico com praia, como é o caso da Praia do Camilo, acessível por escadarias junto às falésias. A cidade mantém ligação à história marítima portuguesa.

A mesma fonte acrescenta que a Ponta da Piedade apresenta formações rochosas esculpidas pela erosão, enquanto Sagres e o Cabo de São Vicente representam o extremo ocidental do Algarve, marcado por ventos fortes e falésias expostas ao Atlântico.

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Esta praia fluvial com Bandeira Azul e sombra natural é uma ‘joia escondida’ ideal para famílias e para férias longe de multidões

Nem todas as férias em Portugal têm de passar pelas praias mais concorridas do litoral. No interior do país, há zonas balneares de água doce que oferecem sombra natural, ambiente tranquilo e infraestruturas capazes de receber famílias durante os meses mais quentes.

Uma dessas opções é a Praia Fluvial do Carvoeiro, situada na localidade de Carvoeiro, no concelho de Mação, distrito de Santarém. De acordo com o Ekonomista, este espaço fica a cerca de 25 minutos de Mação e a menos de duas horas de Lisboa, o que o torna uma alternativa acessível para uma escapadinha ou para alguns dias de descanso.

Uma praia fluvial rodeada por pinheiros

A Praia Fluvial do Carvoeiro está integrada numa paisagem marcada por pinheiros altos, vegetação abundante e água doce, criando um ambiente mais resguardado do que o de muitas zonas balneares costeiras.

Segundo a rede Aldeias do Xisto, trata-se de um espaço com um amplo espelho de água, envolvido por pinheiros e afastado de fontes relevantes de poluição. Essa localização contribui para a sensação de refúgio que muitos visitantes procuram quando querem fugir à agitação das praias mais conhecidas.

Bandeira Azul e Praia Acessível

A qualidade da praia tem sido reconhecida ao longo dos anos. A Praia Fluvial do Carvoeiro tem recebido a Bandeira Azul, distinção associada à qualidade da água, segurança, gestão ambiental e infraestruturas de apoio. O espaço é também classificado como Praia Acessível, o que reforça a sua vocação para receber diferentes tipos de visitantes.

De acordo com informação regional do Médio Tejo, em 2026 a praia fluvial de Carvoeiro recebeu a Bandeira Azul pela 20.ª vez consecutiva, desde 2007, sendo destacada como uma das referências da região.

Condições pensadas para famílias

Um dos principais atrativos desta praia fluvial está nas infraestruturas. O espaço dispõe de piscina para crianças, parque de merendas, churrasqueira, bar, balneários, posto de primeiros socorros e zona de sombra. A existência de cadeira anfíbia permite ainda melhorar o acesso à água por parte de pessoas com mobilidade reduzida.

Estas condições tornam a Praia Fluvial do Carvoeiro especialmente interessante para famílias com crianças, que procuram um local seguro, confortável e com apoios suficientes para passar o dia.

Um refúgio longe das multidões

Ao contrário de muitos destinos costeiros durante o verão, esta praia fluvial oferece uma experiência mais calma e ligada à natureza.

A envolvente arborizada ajuda a proteger do calor, enquanto a água doce e o ambiente rural tornam o espaço apelativo para quem procura descanso sem abdicar de condições básicas.

Ainda assim, julho e agosto tendem a ser os meses de maior procura. Para quem prefere maior tranquilidade, junho e setembro podem ser alternativas mais equilibradas.

O que fazer nas redondezas

A visita pode ser complementada com outros pontos de interesse no concelho de Mação. A região é conhecida pela paisagem natural, pelos percursos pedestres, pela arte rupestre do rio Ocreza e pela gastronomia local, com destaque para enchidos, presunto, filhós, cavacas e tigeladas.

Para quem gosta de explorar, há ainda miradouros, aldeias e formações geológicas que ajudam a prolongar a escapadinha para além da zona balnear.

Como chegar

A Praia Fluvial do Carvoeiro localiza-se na ribeira de Carvoeiro, a nordeste do concelho de Mação. O acesso faz-se a partir de Mação, seguindo em direção ao Caratão e depois para Carvoeiro. As coordenadas GPS são 39.6303, -7.92306.

No final, esta praia fluvial mostra que nem sempre é preciso seguir até ao litoral para encontrar um bom destino de verão. Com Bandeira Azul, sombra, água doce e infraestruturas familiares, o Carvoeiro continua a ser uma das opções mais interessantes para quem procura férias longe das multidões.

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Britânicos rendidos: a melhor experiência do mundo fica nesta cidade portuguesa e custa menos de 3 euros

A melhor experiência do mundo fica em Portugal e custa menos de 3 euros, segundo a imprensa britânica. Trata-se de um passeio a pé pelo centro histórico do Porto, recentemente distinguido nos prémios Travellers’ Choice Awards: Best of the Best Things to Do, do Tripadvisor.

A experiência chama-se The Unvanquished Tour in Porto City Center e foi destacada pelo jornal britânico The Sun como a atividade que lidera a lista mundial das melhores coisas para fazer, de acordo com as avaliações dos viajantes na plataforma.

O passeio é conduzido por guias locais e leva os visitantes por alguns dos pontos mais conhecidos da cidade, cruzando história, arquitetura, cultura e recomendações úteis para quem quer conhecer melhor o Porto.

Um passeio por 2.000 anos de história

Segundo a descrição da experiência, o objetivo é levar os participantes a mergulhar em 2.000 anos de história, passando por monumentos icónicos e recantos menos óbvios da cidade.

O percurso começa junto à Câmara Municipal do Porto e segue pela Avenida dos Aliados, uma das principais artérias da cidade. A partir daí, o grupo percorre vários locais de interesse no centro histórico.

Entre as paragens estão a Livraria Lello, frequentemente apontada como uma das livrarias mais bonitas do mundo, a Igreja do Carmo, a Universidade do Porto, os jardins da cidade, o antigo bairro judeu, a estação de São Bento e a Ponte D. Luís I.

Mais de 26 mil avaliações de cinco estrelas

A distinção do Tripadvisor tem por base a quantidade e a qualidade das avaliações feitas pelos viajantes entre 1 de fevereiro de 2025 e 31 de janeiro de 2026.

De acordo com o The Sun, o The Unvanquished Tour in Porto City Center soma mais de 26 mil avaliações de cinco estrelas e é recomendado por 99,9% dos viajantes.

Um dos visitantes descreveu o guia como “fantástico” e disse que a experiência foi uma das melhores visitas guiadas que já fez. Outro avaliador considerou o passeio “a melhor forma de ver o Porto”.

Preço é flexível

Embora o valor indicado comece abaixo das 3 libras, cerca de 3 euros, a experiência funciona com preço flexível. Ou seja, os participantes pagam aquilo que consideram justo no final da visita.

A própria descrição refere que as gorjetas são bem-vindas e esperadas, de acordo com o grau de satisfação de cada pessoa.

O passeio dura cerca de duas horas e meia e tem um limite máximo de 25 participantes, o que permite uma experiência relativamente próxima e guiada.

Porto continua a conquistar turistas

O destaque internacional surge num momento em que o Porto continua a afirmar-se como um dos destinos mais procurados em Portugal. A cidade é a segunda maior do país e fica junto ao rio Douro, com um centro histórico conhecido pela arquitetura, gastronomia e vistas sobre a Ribeira e Vila Nova de Gaia.

Além do passeio distinguido pelo Tripadvisor, há muitas outras experiências para fazer na cidade. Entre elas estão as caves de vinho do Porto, o teleférico de Gaia, os miradouros, as igrejas revestidas a azulejo e os percursos junto ao rio.

A cidade também é fácil de explorar a pé, embora as subidas possam exigir algum esforço. Ainda assim, é precisamente essa dimensão caminhável que torna os tours pelo centro tão populares entre visitantes estrangeiros.

Gastronomia também pesa na experiência

O The Sun destaca ainda a comida e a bebida como parte essencial de uma visita ao Porto. Entre os exemplos referidos estão os pastéis de nata, que podem ser encontrados por preços acessíveis, e pratos tradicionais como o bacalhau.

Outro símbolo gastronómico da cidade é a francesinha, uma sanduíche recheada com carnes, coberta com queijo e servida com molho à base de tomate e cerveja.

A ligação ao vinho do Porto é igualmente incontornável. A região produz este vinho há séculos e há várias experiências dedicadas à história, prova e processo de produção.

Uma experiência portuguesa no topo do mundo

A eleição deste passeio como a melhor experiência do mundo reforça a projeção internacional do Porto e mostra como atividades simples, acessíveis e bem avaliadas podem ter grande impacto no turismo.

Por menos de 3 euros, os visitantes conseguem percorrer alguns dos locais mais emblemáticos da cidade acompanhados por guias locais, com explicações históricas e sugestões práticas.

Para Portugal, o reconhecimento é mais um sinal da força do turismo urbano, especialmente quando combina património, autenticidade, gastronomia e preços acessíveis.

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Febril, doentio. O “disco mais importante” da vida dos Moonspell

“Far from God” nasce de uma “inquietação” e reconciliação com amores antigos, “tipo histórias de vampiros, terror, romances encarnados na poesia francesa, de um espírito mais febril, mais doentio”, que o vocalista da banda portuguesa de gothic metal diz estar muito ligado ao espírito da atualidade. Os portugueses Moonspell vão editar em julho o seu 14.º álbum, intitulado “Far from God”, que o vocalista Fernando Ribeiro diz ter sentido como o “disco mais importante” da vida do grupo, numa nova junção entre metal e gótico. “Sempre senti que este era o disco mais importante das nossas vidas, apesar de termos

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Olivia Rodrigo, o vestido babydoll e quem sexualiza o quê

A cantora norte-americana Olivia Rodrigo rejeitou as críticas ao vestido “babydoll “que usou em palco em Espanha, defendendo que a polémica revela atitudes sexistas em relação ao corpo das mulheres e a forma como a cultura normaliza a sexualização de referências associadas à infância. O  vestido semelhante a um babydoll que Olivia Rodrigo usou recentemente em Barcelona, no Spotify’s Billions Club Live, gerou forte controvérsia nas redes sociais, conta o The Guardian. «Isto mostra como normalizamos a pedofilia na nossa cultura», diz a cantora pop, para quem as acusações de que o visual que usou era “infantil” assentavam em atitudes

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Estamos fartos de super-heróis? As evidências podem surpreender

Apesar de os filmes estarem a perder gás, a popularidade dos videojogos e da banda desenhada sugere que os super-heróis ainda rendem muito. Os super-heróis estão a passar por um momento turbulento. A Marvel, criadora do Homem-Aranha e do Capitão América, está a sofrer com uma série de lançamentos dececionantes, como “The Marvels” (2023) e “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos” (2025). Isto obrigou a Disney, proprietária da Marvel, a repensar completamente a sua estratégia para o universo Marvel, pouco antes da estreia dos novos filmes do Homem-Aranha e dos Vingadores nos cinemas ainda este ano. A DC Comics, criadora do Batman

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