Como sabíamos que horas eram antes dos relógios? Tivemos de ser criativos. Eis como funcionavam os relógios de incenso da China e Japão medievais. Hoje, saber as horas é um gesto ainda mais automático do que era há uns anos atrás, quando ainda tínhamos de erguer o pulso e, uns mais rápidos que outros, “traduzir” os ponteiros. Agora, temos sempre o telemóvel na mão, sempre pronto para nos dizer se vamos chegar a tempo. No entanto, durante grande parte da história da humanidade, medir o tempo exigiu alguma criatividade. Antes dos relógios mecânicos, e muito antes dos relógios atómicos, os
Como sabíamos que horas eram antes dos relógios? Tivemos de ser criativos. Eis como funcionavam os relógios de incenso da China e Japão medievais. Hoje, saber as horas é um gesto ainda mais automático do que era há uns anos atrás, quando ainda tínhamos de erguer o pulso e, uns mais rápidos que outro
Os robôs inscritos na primeira turma vão começar por aprender 45 “competências básicas”, como agarrar, levantar, pousar e mover objectos. Estes movimentos parecem simples, mas tarefas como dobrar roupa, arrumar prateleiras ou limpar equipamentos são difíceis para robôs humanoides. A China apresentou a sua primeira “escola de formação” para robôs humanoides, uma infraestrutura em Xangai concebida para ensinar às máquinas as competências práticas de que precisarão para trabalhar em casas, fábricas, hospitais, empresas de serviços e explorações agrícolas. O centro deverá entrar em pleno funcionamento em Julho e começará por reunir mais de 100 robôs de mais de uma dúzia
https://www.youtube.com/watch?v=k1_Z7-jGd6w Os robôs inscritos na primeira turma vão começar por aprender 45 “competências básicas”, como agarrar, levantar, pousar e mover objectos. Estes movimentos parecem simples, mas tarefas como dobrar roupa, arrumar prateleiras ou limpar equipamentos são difíce