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Dois vereadores do PS em Lisboa arguidos na Operação Imergente

No centro da investigação estão contratos públicos adjudicados a uma empresa ligada a um assessor do PS, em procedimentos onde a concorrência pode ter sido apenas aparente. O Ministério Público suspeita que várias autarquias socialistas adjudicaram contratos a empresas ligadas entre si. Dois vereadores do PS na Câmara Municipal de Lisboa foram constituídos arguidos no âmbito da Operação Imergente, investigação que envolve suspeitas de irregularidades na adjudicação de contratos públicos por autarquias. Sérgio Cintra e Carla Madeira, que integram a equipa socialista liderada por Alexandra Leitão no município, foram alvo de buscas domiciliárias na última quinta-feira, avançou o Observador. Nenhum

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José Luís Carneiro exige “comportamentos irrepreensíveis” a dirigentes do PS

“Quem representa o PS, quem é militante, quem é dirigente tem especiais responsabilidades éticas”, diz o líder do PS, que admitiu que as notícias recentes sobre crimes económico-financeiros em autarquias lideradas pelos socialistas “fragilizam a imagem do partido”. O secretário-geral do Partido Socialista, José Luís Carneiro, exigiu hoje “comportamentos irrepreensíveis” nos planos éticos, morais e legais a quem tem funções de responsabilidade no partido ou em seu nome. “É um momento de tristeza para todos os militantes, é bom que todos tenham consciência que quando desempenham funções em nome do PS estão a representar uma massa humana de muitos milhares

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Imergente: assessor do PS e mulher terão simulado concorrer em consulta prévia

Assessor de José Luís Carneiro e a sua mulher detidos por alegado esquema de simulação de concorrência em contratos públicos com autarquias do PS. As empresas de Duarte Moral e Rute Reimão apresentaram-se ao mesmo concurso público, juntamente com a de um ex-porta-voz do PSOE, também detido. O ex-jornalista Duarte Moral, assessor de comunicação do secretário-geral socialista José Luís Carneiro, e a mulher, Rute Reimão, estão entre os quatro detidos no âmbito da ‘Operação Imergente‘, uma investigação centrada num alegado esquema de favorecimento em contratos públicos com autarquias lideradas pelo PS. No centro da investigação está um procedimento de consulta

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Preso político chegou a casa e encontrou o polícia que o deteve a viver lá. “Aqui não há nada meu”

Idoso de 73 anos, doente, passou vários dias a dormir no corredor do prédio, em Caracas, na Venezuela. Está agora a dormir em sua casa, onde cumprirá pena em prisão domiciliária, mas os seus bens foram todos roubados. Aos 73 anos, José Breijo regressou finalmente a casa depois de sair da prisão, graças à amnistia decretada para presos políticos, na Venezuela. Mas encontrou o seu apartamento ocupado pelo mesmo agente da polícia que o deteve. Sem alternativa, o uruguaio-venezuelano, colocado em prisão domiciliária, passou vários dias a dormir no corredor do prédio de Caracas. E também queriam expulsar o preso

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Buscas: Miguel Coelho suspende mandato; e o futuro do PS?

Operação Imergente da PJ causa danos no partido. A ex-vereadora Filipa Laborinho foi libertada ao final da tarde. As buscas realizadas pela Polícia Judiciária (PJ), nesta quinta-feira, terminaram com 37 arguidos, cinco dos quais foram detidos. Em causa estão suspeitas de prevaricação, tráfico de influência, recebimento indevido de vantagem, e de favorecimentos de empresas ligadas a militantes do PS na atribuição de contratos por ajuste direto. Quatro foram detidos por suspeitas de crimes económico-financeiros. A outra pessoa detida foi apanhada em flagrante delito por posse ilegal de arma – mas já foi libertada, ao final da tarde. É Filipa Laborinho,

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Contratos com empresas de militantes: megaoperação da PJ na sede do PS e autarquias socialistas

Há cinco detidos e 37 arguidos. A operação visa suspeitas de favorecimentos de empresas ligadas a militantes socialistas na atribuíção de contratos por ajuste direto, com a Junta de Freguesia de Santa Maria Maior no epicentro. A Polícia Judiciária (PJ) realizou esta manhã uma das maiores operações do ano no âmbito de uma investigação por suspeitas de corrupção relacionadas com o poder autárquico do Partido Socialista. No centro da investigação está a Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, em Lisboa, anteriormente presidida pelo socialista Miguel Coelho, que é um dos visados na operação. As autoridades investigam suspeitas dos crimes

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