Reading view

Como uma pastilha elástica ajudou a condenar um violador em série por dois assassinatos 40 anos depois

Mais de 40 anos depois dos crimes, Mitchell Gaff foi identificado como o assassino de Susan Vesey e Judy Weaver graças a amostras de ADN obtidas por detetives disfarçados de representantes de marcas de pastilhas elásticas. Mais de quatro décadas após os assassinatos de duas mulheres no estado de Washington terem chocado os investigadores e devastado as suas famílias, os avanços na tecnologia do ADN e uma operação secreta invulgar levaram finalmente a uma confissão e condenação. Mitchell Gaff, de 68 anos, confessou os homicídios de Susan Vesey em 1980 e Judy Weaver em 1984, encerrando duas investigações de casos

  •  

Peças falsas com defeito, um pirata que estudou, um ex-DJ. E 6,6 milhões que voaram da TAP

Três cidadãos portugueses e um antigo DJ estrangeiro são os principais visados numa alegada burla internacional com peças de avião que terá causado prejuízos de 45 milhões de euros a várias companhias aéreas —  6,5 dos quais à TAP. Entre 2019 e 2023, segundo a acusação do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), chegaram ao mercado mais de 60 mil peças, a maioria com defeitos e certificados falsificados. A circulação destes componentes obrigou a TAP, a American Airlines e a Aero Norway a suspender operações para inspecionar todos os elementos instalados nas suas aeronaves. Os arguidos portugueses, Gonçalo

  •  

Burlas “Olá pai, olá mãe”: prisão efetiva para… pai e filho

Condenação no Tribunal de Leiria, com dois anos e nove meses de prisão, por seis crimes de burla. Arguidos ficam sem mais de 5 mil euros. Dois homens, pai e filho, foram condenados no Tribunal de Leiria a prisão efetiva por vários crimes de burla conhecidas como “Olá pai, olá mãe”, segundo o acórdão ao qual a agência Lusa teve hoje acesso. Os arguidos, de 25 e 58 anos, que estavam em prisão preventiva, foram condenados na pena única de dois anos e nove meses de prisão, por seis crimes de burla, um dos quais tentado, com o coletivo de

  •  

Puseram o Claude, Grok, Gemini e ChatGPT a dirigir o mundo. Eis o futuro que nos espera

Uma simulação da Emergence AI colocou agentes Claude, Grok, Gemini e ChatGPT a governar sociedades digitais com agentes autónomos. O ensaio acabou em crimes, colapsos sociais e mortes virtuais, abrindo um novo debate sobre os riscos da inteligência artificial autónoma. Imagine uma cidade vazia. Sem habitantes humanos, apenas dez agentes artificiais, cada um com a sua “personalidade”, acesso à internet, mais de 120 ferramentas e uma única tarefa: viver juntos. Votar. Trabalhar. Planear um futuro. Ou destruí-lo — dependendo do modelo que estivesse no controlo. Foi precisamente este o mundo que a Emergence AI criou durante uns dias, e os

💾

Uma simulação da Emergence AI colocou agentes Claude, Grok, Gemini e ChatGPT a governar sociedades digitais com agentes autónomos. O ensaio acabou em crimes, colapsos sociais e mortes virtuais, abrindo um novo debate sobre os riscos da inteligência artificial autónoma. Imagine uma cidade vazia. Sem
  •  
❌