Medicamentos para emagrecer podem reduzir o risco de cancro da mama

O Centro de Saúde de Monte Gordo dispõe agora de melhores condições para servir a população, na sequência da obra de ampliação e requalificação inaugurada esta terça-feira, que permitiu reforçar a capacidade de resposta da unidade e melhorar o atendimento aos utentes. A cerimónia contou com a presença do Executivo Municipal, do coordenador da USF […]
O Centro de Saúde de Monte Gordo conta agora com melhores condições de funcionamento, após a conclusão da obra de ampliação e requalificação inaugurada esta terça-feira. A intervenção permitiu aumentar a capacidade de resposta da unidade e melhorar o atendimento prestado aos utentes.
A cerimónia contou com a presença do Executivo Municipal, do coordenador da USF Levante, Ricardo Cordeiro, do presidente da Junta de Freguesia de Monte Gordo, da delegada de saúde do ACES Algarve III – Sotavento, Halyna Karuna, de representantes da equipa de enfermagem e do secretariado clínico da USF Levante, bem como de várias entidades civis, militares, religiosas e associativas do concelho.
A obra permitiu aumentar de dois para quatro o número de gabinetes médicos e de dois para três os gabinetes de enfermagem, reforçando os meios disponíveis para a prestação de cuidados de saúde primários.

A intervenção incluiu ainda a instalação de um novo sistema de climatização e a requalificação das áreas comuns, tornando o edifício mais funcional, confortável e adequado às necessidades dos utentes e dos profissionais de saúde.
Segundo o Município de Vila Real de Santo António, a ampliação teve como principal objetivo “adequar a unidade às atuais exigências da prestação de cuidados de saúde primários”, criando melhores condições de funcionamento e preparando o centro de saúde para responder de forma mais eficaz às necessidades da população.
A requalificação permite também reforçar a vertente formativa da unidade, que passa a dispor de maior capacidade para acolher internos de Medicina Geral e Familiar, bem como alunos de Enfermagem.
Com um investimento global de 213 mil euros, dos quais 191,8 mil euros foram financiados através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), a obra representa um reforço da rede de cuidados de saúde primários no concelho.

De acordo com a autarquia, a concretização desta intervenção resulta da articulação entre as entidades envolvidas e do compromisso de “continuar a investir na melhoria dos cuidados de saúde de proximidade”, dotando o Centro de Saúde de Monte Gordo de melhores condições para responder às necessidades atuais e futuras da população.
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A obra de ampliação e requalificação permitiu ao Centro de Saúde de Monte Gordo aumentar a resposta aos utentes e melhorar instalações.
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A União das Freguesias de Faro (Sé e São Pedro) está a receber estudantes da Licenciatura em Enfermagem da Universidade do Algarve, no âmbito do protocolo de colaboração estabelecido com a Escola Superior de Saúde da UAlg.
A iniciativa decorre em contexto de ensino clínico comunitário e tem como principal objetivo aproximar os futuros profissionais de saúde da realidade das populações, permitindo-lhes conhecer de perto os desafios dos territórios, as necessidades das comunidades e a importância da promoção da saúde fora do ambiente hospitalar.

Ao todo, participam neste projeto dois grupos de sete estudantes, cada um com uma permanência de três semanas.
O primeiro grupo iniciou o estágio a 18 de maio e permanecerá na comunidade até ao dia 7 de junho, desenvolvendo atividades de observação, planeamento e intervenção comunitária, sempre com acompanhamento docente e em articulação com a União das Freguesias.
No passado dia 29 de maio realizou-se a iniciativa “Mexa-se com Segurança!”, uma sessão dedicada à ginástica sénior, ao movimento e à prática de exercícios adaptados.
A atividade teve como objetivo promover o equilíbrio, a mobilidade, a força e a autonomia da população sénior, proporcionando momentos de convívio e partilha entre estudantes, participantes e parceiros locais.
Segundo a União das Freguesias, estas ações demonstram a importância do trabalho de proximidade junto da comunidade, permitindo “aprender com as pessoas, escutar as suas experiências, valorizar os seus saberes e transformar esse contacto em ações concretas de promoção da saúde e bem-estar”.
A próxima atividade está agendada para o dia 3 de junho, às 14:00, na Unidade Local de Proteção Civil da Ilha da Culatra.
Sob o tema “Verão com Saúde na Culatra”, a iniciativa será dedicada à hidratação, proteção solar e prevenção da insolação, recorrendo à partilha de histórias, mitos e verdades sobre os cuidados de saúde durante os meses mais quentes.

A União das Freguesias agradece o empenho dos estudantes e docentes envolvidos no projeto, bem como o contributo dos parceiros e participantes que tornam possível esta ligação entre ensino superior e comunidade.
A partir de 8 de junho, um segundo grupo de estudantes dará continuidade ao trabalho desenvolvido, prosseguindo o percurso de aprendizagem em contexto comunitário durante mais três semanas.
A autarquia considera que “cuidar da comunidade também é formar profissionais mais atentos, humanos e preparados para responder às necessidades reais das pessoas” e sublinha que “Juntos, continuamos a construir uma comunidade mais próxima, mais participativa e mais saudável”.
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Artigo de Opinião de Sofia Carvalhana, gastrenterologista na ULS Santa Maria e Hospital Lusíadas Lisboa, vice-presidente da assembleia-geral da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF). Assinalado a 11 de junho, o Global Fatty Liver Day pretende sensibilizar a população para uma condição silenciosa, mas cada vez mais frequente: a doença hepática esteatótica. A […]
O Magnetic Maya é um projeto português criado por Sónia Gonçallves, neurocientista, neuroterapeuta e psicanalista clínica, que cruza ciência do comportamento humano, psicanálise e música para refletir sobre a transformação da autoestima e da identidade feminina a partir dos 40 anos.
Mais do que uma proposta musical, o projeto nasce da experiência clínica da sua criadora e da observação de uma realidade vivida por muitas mulheres nesta fase da vida, frequentemente marcada por mudanças emocionais, questionamento identitário e sensação de perda de visibilidade.
Através de um álbum original em português, o Magnetic Maya procura traduzir conhecimento científico sobre o cérebro, as emoções e os processos psíquicos numa linguagem acessível através da música.
O projeto assume uma dimensão artística, emocional e educativa, procurando ajudar mulheres a reconectarem-se com a autoestima, a identidade e o sentido de valor pessoal, promovendo processos de reflexão e reconexão interna.

Segundo Sónia Gonçallves, “o projeto surge da integração entre o seu percurso académico e clínico e a compreensão de que a música tem um impacto direto nos estados emocionais, na memória e na forma como o ser humano processa experiências internas”.
O Magnetic Maya posiciona-se como uma proposta híbrida entre ciência e arte, dirigida sobretudo a mulheres a partir dos 40 anos que atravessam processos de transformação emocional e procuram ferramentas de reconexão com a sua identidade.
O álbum já está disponível nas principais plataformas digitais e soma mais de 3.000 reproduções, sinalizando uma crescente identificação do público com a mensagem do projeto.
Natural do Algarve e com raízes em Boliqueime, Sónia Gonçallves tem dedicado o seu percurso académico e profissional ao estudo do comportamento humano, das emoções, da identidade e dos processos de transformação psíquica.
A formação nas áreas da neurociência, neuroterapia e psicanálise clínica permitiu-lhe trabalhar diretamente com dinâmicas emocionais complexas, com especial enfoque na autoestima, reconstrução identitária e regulação emocional.
Foi a partir da experiência clínica e da observação continuada de padrões emocionais em mulheres adultas, sobretudo após os 40 anos, que Sónia identificou uma realidade recorrente: a sensação de invisibilidade, a desconexão com a identidade pessoal e a perda de valorização interna.
Desta convergência entre ciência, prática clínica e observação humana nasceu o Magnetic Maya, que se apresenta como um projeto português inovador na ligação entre neurociência, psicanálise e música.
Sónia acredita que “a música, quando aliada à compreensão científica da mente humana, pode funcionar como um instrumento poderoso de transformação emocional, memória afetiva e reprogramação de padrões internos”.
Atualmente, o Album Magnetic Maya encontra-se em expansão, com presença crescente nas plataformas digitais e uma comunidade de mulheres que se identifica com a sua mensagem de reconexão, força e identidade.
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Internamentos indevidos continuam a aumentar nos hospitais e agravam a pressão sobre o Serviço Nacional de Saúde, alerta hoje a Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH).
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