Vários hospitais tiveram adesão de 100%, de acordo com os sindicatos. A FNSTFPS fala numa adesão acima de 95%, mas a ministra do Trabalho frisa que a maioria do setor privado está a operar. A greve geral convocada pela CGTP como protesto contra a proposta de alteração ao Código do Trabalho provocou esta quarta-feira fortes constrangimentos em vários setores essenciais, com especial impacto na Saúde, Educação e Transportes. O Governo não conseguiu alcançar um acordo em Concertação Social sobre o pacote laboral, circunstância que levou a central sindical a avançar com a greve nacional. Apesar da paralisação, foram assegurados os
Ana Paula Martins defende o seu trabalho e afirma que o Governo está a ser culpado por problemas estruturais que demoram tempo a ser resolvidos. A ministra fala ainda em “interesses poderosos” que procuram condicionar o setor da Saúde em Portugal. A ministra da Saúde defendeu a atuação do Governo na gestão do Serviço Nacional de Saúde (SNS), argumentando que as reformas em curso estão a produzir resultados apesar das dificuldades herdadas. Num artigo de opinião publicado no Público, Ana Paula Martins sustentou que o Governo encontrou um sistema marcado por problemas estruturais acumulados ao longo de vários anos e
A proposta prevê ainda que os beneficiários terão direito a transporte, alimentação e seguro de acidentes pessoais quando o trabalho social ocupa pelo menos 4 horas diárias. De acordo com a proposta da lei entregue pelo Governo no Parlamento, a obrigação de realizar trabalho social não se vai limitar ao titular da nova Prestação Social Única. Outros membros adultos do agregado familiar que vivam na mesma habitação e estejam desempregados também poderão ser chamados a participar em atividades de solidariedade social, nomeadamente nas áreas da economia social e da proteção civil. As tarefas terão um limite de 15 horas semanais,