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“Não consigo respirar”. Polícia britânica sob pressão após morte de jovem algemado

Henry Nowak, estudante britânico de 18 anos, foi algemado pela polícia enquanto agonizava após ter sido esfaqueado numa rua de Southampton, no sul de Inglaterra. Um vídeo que mostra o estudante a ser algemado pela polícia britânica, depois de ter sido esfaqueado por um homem que o acusou falsamente de lhe ter dirigido insultos racistas, provocou indignação pública e desencadeou diversos protestos. Nas imagens da detenção, captadas pelas câmaras corporais dos agentes, ouve-se Nowak repetir várias vezes: “Não consigo respirar“, enquanto se encontrava gravemente ferido no chão, após uma saída à noite com colegas da sua equipa de futebol. Tommy

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Piora o cenário para Putin, que reage com mais violência na Ucrânia – mas “não tem uma boa saída” da guerra

Ataque letal desta semana pode ser o primeiro de vários. O Putinismo é afinal uma “armadilha para todos os envolvidos”. Esta semana começou com um ataque em larga escala, e particularmente letal, na Ucrânia. A Rússia atacou com mais de 600 drones e 73 mísseis, matando pelo menos 23 pessoas, segundo a contabilidade oficial mais recente. Este pode ter sido o primeiro de vários ataques mais violentos que o Kremlin estará a preparar na direcção da Ucrânia. Isto porque, na versão oficial, a Rússia “esgotou a paciência” após o que classifica como “ataques terroristas” dos ucranianos a território russo. Mas

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Vida e obra do investigador de provérbios Gyula Paczolay recordadas em cerimónia na Hungria

A Biblioteca Universitária e o Centro de Conhecimento da Universidade de Pannonia, em Veszprém, na Hungria, acolheram uma cerimónia especial, durante a qual foi inaugurada uma placa comemorativa em homenagem ao professor Gyula Paczolay, falecido a 26 de maio de 2025.

O engenheiro químico e investigador de provérbios de renome internacional – que foi aluno do primeiro ano da Universidade da Indústria Química de Veszprém, fundada em 1949, e mais tarde professor – deixou à instituição um legado inigualável de livros, composto por vários milhares de volumes.

“Hoje lembramos um homem cuja mente brilhante uniu dois pontos aparentemente distantes do conhecimento humano: a precisão da ciência exata e a riqueza da tradição oral”, começou por
dizer o professor Rui Soares em sua homenagem.

O presidente da Associação Internacional de Paremiologia (AIP-IAP), com sede em Tavira, Portugal, afirmou: “Gyula Paczolay era um homem de visão ampla. Como engenheiro químico e cientista, compreendia as leis que regem a matéria, mas na paremiologia, no estudo dos provérbios, revelou ao mundo sua profunda sensibilidade para com a alma humana. Ele sabia que os elementos químicos estão interligados e que as culturas também se cruzam em verdades universais que as pessoas transmitem de geração em geração”.

Há um provérbio que diz: “A ciência é uma árvore que dá frutos eternos”. Gyula plantou e cuidou dessa árvore”, concluiu.

O reitor, Dr. János Abonyi, partilhou com a plateia uma memória pessoal dos seus tempos de estudante. “Quando éramos estudantes, frequentemente o víamos trabalhando na biblioteca. E o que víamos? Montanhas de livros. Ficheiros, anotações manuscritas, pequenos pedaços de papel recortados, organizados, colados, corrigidos e reorganizados. Víamos paciência. Víamos disciplina. Profunda concentração. Mas devo dizer honestamente: naquela época, não entendíamos completamente o que víamos”.

“O Dr. Paczolay era professor associado de físico-química e, além da carreira académica, dedicou a sua vida aos provérbios. O que é particularmente notável é que grande parte desse trabalho começou como o que ele próprio chamava de hobby – sem apoio institucional real, mas com enorme empenho pessoal”, enalteceu.

Segundo o reitor, para o professor Paczolay, os provérbios eram uma ponte entre línguas, culturas e pessoas.

Na cerimónia, a Dr.ª Katalin Urbán, diretora-geral da Biblioteca Universitária e Centro de Conhecimento da Universidade de Pannonia, relembrou a vida extremamente rica do professor Gyula Paczolay e, após a inauguração da placa comemorativa, os convidados puderam ver a pequena coleção de livros reunida a partir de seu legado.

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Os trabalhadores estão tão stressados que até já recusam promoções

Cada vez mais trabalhadores procuram um equilíbrio entre a vida profissional e pessoal e priorizam a sua saúde mental em vez de ascender no trabalho. Um número crescente de trabalhadores está a dar prioridade ao seu bem-estar mental em detrimento da ascensão na carreira, com muitos dispostos a rejeitar promoções e oportunidades de emprego com salários mais elevados se acreditarem que as responsabilidades adicionais afetarão negativamente a sua qualidade de vida, de acordo com um novo inquérito. O estudo, conduzido pela plataforma de carreiras Kickresume, inquiriu 1028 trabalhadores sobre a saúde mental no local de trabalho e o valor que

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