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Kim Jong-un: os segredos do filho ilegítimo e os irmãos afastados por assassinato e ópio

By: ZAP
1 June 2026 at 20:30
Entre os muitos mistérios que rodeiam o líder norte-coreano, o segredo em torno da sua mãe é um dos mais intrigantes. Kim nunca a mencionou publicamente pelo nome, ao longo dos seus 15 anos no poder. Porquê? A legitimidade da ditadura hereditária assenta na “linhagem do Monte Paektu”, nome dado à montanha mais alta da Península Coreana, celebrada como berço mitológico do povo coreano e também como o local onde o líder fundador Kim Il-sung terá conduzido atividades de guerrilha contra os colonizadores japoneses. Ao contrário das duas mães anteriores da linhagem do regime — Kang Pan-sok, mãe do fundador

Verão à porta: saiba se ainda pode conduzir de chinelos ou descalço em 2026

1 June 2026 at 18:00

Com o verão à porta e os dias de praia a aproximarem-se, regressa uma dúvida antiga entre muitos automobilistas: afinal, ainda é permitido conduzir de chinelos em 2026? Em Portugal, o Código da Estrada não proíbe expressamente este tipo de calçado, mas isso não significa que todos os comportamentos ao volante sejam seguros ou estejam livres de consequências.

A ideia de que conduzir de chinelos dá automaticamente multa é um dos mitos rodoviários mais repetidos todos os verões. A dúvida surge sobretudo depois de idas à praia, piscinas ou zonas balneares, quando muitos condutores entram no carro com chinelos, sandálias abertas ou até com os pés molhados.

De acordo com o Código da Estrada, não existe uma norma que obrigue o condutor a usar um tipo específico de calçado. Também não há uma contraordenação própria apenas por conduzir de chinelos, descalço ou em tronco nu.

Não há multa automática por conduzir de chinelos

A regra principal é simples: conduzir de chinelos, por si só, não dá origem a uma multa automática em Portugal. O Código da Estrada não define que calçado deve ser usado pelo condutor nem estabelece uma proibição direta de chinelos, sandálias ou outro calçado aberto.

A GNR já divulgou mensagens no mesmo sentido, sublinhando que o ato de conduzir de chinelos não tem uma contraordenação própria associada no Código da Estrada. Também o ACP e a DECO PROteste explicam que a lei não proíbe este tipo de calçado, embora recomendem atenção à segurança.

Isto significa que um condutor não deve ser autuado apenas por estar a usar chinelos. No entanto, a situação muda se esse calçado dificultar o controlo dos pedais, escorregar, ficar preso ou contribuir para uma manobra perigosa.

O problema está na segurança ao volante

Embora não exista uma proibição específica, o condutor deve garantir que consegue conduzir em segurança. O artigo 11.º do Código da Estrada estabelece que os condutores devem abster-se de quaisquer atos suscetíveis de prejudicar o exercício da condução com segurança.

A infração a esta regra pode ser sancionada com coima de 60 a 300 euros. Ou seja, o problema não é o chinelo em si, mas o facto de o calçado, ou qualquer outro comportamento, poder prejudicar o domínio do veículo.

Na prática, se os chinelos escorregarem do pé, ficarem presos entre os pedais ou impedirem uma travagem rápida, podem tornar-se um problema. Numa situação de fiscalização ou acidente, as autoridades podem avaliar se o calçado contribuiu para uma condução sem segurança.

É por isso que a resposta não deve ser vista como um simples “sim, pode”. Pode conduzir de chinelos, mas deve fazê-lo apenas se conseguir manter controlo total do automóvel, dos pedais e das manobras necessárias.

Chinelos podem escorregar ou prender nos pedais

Os riscos aumentam quando os chinelos estão molhados, com areia ou pouco ajustados ao pé. Depois de um dia de praia, é comum entrar no carro com os pés húmidos, o que pode fazer com que o calçado escorregue no momento de acelerar, travar ou carregar na embraiagem.

Outro problema está nos chinelos mais largos ou gastos, que podem dobrar, sair do pé ou ficar presos debaixo dos pedais. Estas situações podem parecer improváveis, mas bastam poucos segundos de distração para comprometer a reação do condutor.

Conduzir descalço também não é proibido

Outra dúvida frequente é saber se conduzir descalço é permitido. Tal como acontece com os chinelos, não existe uma regra que obrigue o condutor a estar calçado durante a condução.

Ainda assim, conduzir descalço também pode trazer riscos. Os pés podem estar molhados, com areia ou sensíveis ao contacto com os pedais, reduzindo a força ou a precisão necessária para travar em segurança.

Além disso, em dias de muito calor, o interior do carro pode atingir temperaturas elevadas e os pedais podem tornar-se desconfortáveis. A recomendação é ter sempre no veículo um par de sapatos confortáveis e seguros para conduzir, sobretudo depois da praia.

O que deve usar para conduzir no verão

O calçado mais seguro para conduzir deve ficar bem preso ao pé, ter sola estável e permitir sentir corretamente os pedais. Sapatos leves, sapatilhas ou sandálias bem ajustadas costumam ser opções mais seguras do que chinelos soltos.

O ideal é evitar calçado com sola demasiado escorregadia, plataformas muito altas, saltos instáveis ou modelos que possam sair facilmente do pé. O objetivo não é cumprir uma regra sobre moda ou vestuário, mas garantir que o condutor mantém controlo total do veículo.

Quem costuma ir à praia pode deixar no carro um par de calçado próprio para conduzir. É uma solução simples e prática, que evita riscos desnecessários sem obrigar a grandes mudanças de rotina.

Quando é que pode haver problema com a polícia?

A simples utilização de chinelos não deve, por si só, originar uma coima. No entanto, se o condutor estiver envolvido numa situação em que fique demonstrado que o calçado prejudicou a condução, poderá haver consequências.

Por exemplo, se os chinelos se prenderem nos pedais e provocarem uma travagem brusca, uma perda de controlo ou um acidente, as autoridades podem enquadrar o comportamento como uma violação do dever de condução segura previsto no artigo 11.º do Código da Estrada.

Nestes casos, o foco não é o chinelo em si, mas o facto de o condutor não ter assegurado as condições necessárias para conduzir com segurança. É essa diferença que muitos automobilistas desconhecem.

Pode conduzir de chinelos, mas com cuidado

A resposta final é clara: sim, pode conduzir de chinelos em Portugal em 2026, porque não há multa automática nem proibição expressa no Código da Estrada. Ainda assim, deve garantir que o calçado não compromete a condução.

Se os chinelos estiverem molhados, largos, gastos ou forem pouco estáveis, o mais prudente é não conduzir com eles. Um par de sapatos confortáveis no carro pode evitar sustos, atrasos e possíveis problemas em caso de acidente.

Leia também: Atenção se vai à praia: saiba o que fazer se tocar numa alforreca e que erros deve evitar

Adeus bom senso? Descubra se existe uma distância mínima para colocar a toalha na praia

1 June 2026 at 17:30

Com a chegada da época balnear, volta uma dúvida comum entre muitos banhistas: existe uma distância mínima obrigatória para colocar a toalha na praia, junto de outras pessoas? Em regra, atualmente não há uma distância nacional fixa para separar toalhas ou chapéus de sol no regime normal das praias portuguesas, mas há regras de bom senso, segurança e ocupação do areal que devem ser respeitadas.

A confusão tem origem, em parte, nas regras aplicadas durante a pandemia, quando existiram normas específicas sobre distanciamento entre grupos no areal. Em 2020, por exemplo, o Decreto-Lei n.º 24/2020 previa 1,5 metros entre utentes e três metros entre chapéus de sol. Essas medidas excecionais já não correspondem ao regime normal em vigor nas praias portuguesas.

Hoje, quem vai à praia deve distinguir duas situações diferentes: a distância entre banhistas por uma questão de convivência e conforto, e as regras relativas às zonas concessionadas, aos acessos, às áreas de circulação, à sinalização e às indicações dadas pelas autoridades no local.

Não há uma distância fixa entre toalhas

Em termos gerais, não existe uma regra nacional que obrigue os banhistas a colocar a toalha a uma distância mínima exata da toalha de outra pessoa. Ou seja, atualmente não há uma medida única, como um metro, dois metros ou três metros, que seja aplicada de forma automática em todas as praias.

Ainda assim, isso não significa que se possa ocupar qualquer espaço sem cuidado. As praias são espaços de uso público, mas devem ser usadas de forma a permitir a circulação, o acesso ao mar e a utilização do areal por todos os banhistas.

Na prática, aproximar demasiado uma toalha, um guarda-sol ou outros objetos de um grupo que já está instalado pode gerar conflitos e dificultar a circulação. Mesmo sem uma distância legal fixa, deve ser mantido espaço suficiente para que as pessoas se movimentem, entrem e saiam do local com segurança.

Atenção aos acessos e zonas de passagem

Um dos pontos mais importantes é não bloquear acessos, zonas sinalizadas, canais assinalados, entradas para apoios de praia, zonas de socorro ou passagens usadas por veículos de emergência. Estas áreas devem permanecer livres, independentemente da lotação do areal.

Também deve haver cuidado junto à linha de água, sobretudo em praias com mar mais agitado, ondulação forte ou subidas rápidas da maré. A Autoridade Marítima Nacional recomenda que os banhistas cumpram as indicações dos nadadores-salvadores, respeitem bandeiras e placas de sinalização e não virem as costas às ondas e ao mar.

Além disso, em praias com arribas, falésias ou zonas instáveis, os banhistas devem respeitar sempre a sinalização existente. A Autoridade Marítima Nacional recomenda que não se permaneça debaixo ou próximo de arribas e zonas instáveis, mesmo que o espaço pareça livre.

E nas praias concessionadas?

Outra dúvida frequente está relacionada com as zonas concessionadas, onde existem chapéus de sol, toldos ou espreguiçadeiras pagos. Nos últimos dias, o tema voltou a ganhar destaque depois de a Agência Portuguesa do Ambiente ter esclarecido que os banhistas podem colocar chapéus de sol e toalhas em frente às concessões, desde que estejam fora da área efetivamente concessionada.

Segundo declarações do presidente da Agência Portuguesa do Ambiente à Lusa, a área concessionada corresponde ao espaço delimitado da concessão. Fora dessa área, o restante areal é de uso livre, não podendo ser tratado como exclusivo do concessionário.

Isto significa que um banhista pode instalar-se em frente a uma zona concessionada, desde que não invada o espaço delimitado da concessão nem impeça acessos, circulação ou regras de segurança. A praia continua a ser um espaço de uso público nas áreas não concessionadas.

Bom senso continua a ser a principal regra

Mesmo sem uma distância mínima definida por lei entre toalhas, o bom senso é essencial. Deixar algum espaço entre grupos evita incómodos, facilita a circulação e reduz situações de conflito em praias mais cheias.

Colocar a toalha demasiado perto de outra pessoa, tocar no guarda-sol de outro banhista ou ocupar o espaço que outro grupo estava claramente a usar pode não resultar numa coima automática, mas é uma atitude que deve ser evitada.

Em dias de grande afluência, pode ser difícil encontrar espaço amplo no areal. Nesses casos, a melhor opção é procurar zonas menos congestionadas, respeitar quem já está instalado e evitar bloquear caminhos naturais até ao mar.

O que pode dar problemas na praia

Embora não exista uma distância mínima nacional para a toalha, há comportamentos que podem levar à intervenção das autoridades. Bloquear acessos, desrespeitar sinalização, instalar-se em zonas interditas, transpor barreiras de proteção, ocupar áreas reservadas ou ignorar ordens dos nadadores-salvadores e da Autoridade Marítima pode ter consequências.

Também podem existir regras específicas em determinadas praias, definidas por editais, planos de ordenamento ou decisões locais. Por isso, os banhistas devem estar atentos aos avisos afixados nas entradas das praias e junto aos apoios balneares.

A regra prática é simples: pode colocar a toalha no areal livre, mas deve fazê-lo sem impedir a circulação, sem invadir áreas concessionadas delimitadas e sem desrespeitar zonas de segurança.

Afinal, onde pode pôr a toalha?

Pode colocar a toalha numa zona livre do areal, incluindo em frente a concessões, desde que não esteja dentro da área concessionada delimitada nem bloqueie acessos ou zonas de passagem. Não há, atualmente, uma distância mínima nacional obrigatória entre toalhas de banhistas diferentes.

Ainda assim, é aconselhável deixar espaço suficiente para circular, abrir o guarda-sol com segurança e não incomodar quem está ao lado. Esta distância não tem de ser medida com fita métrica, mas deve permitir uma convivência normal no areal.

A dúvida sobre a distância mínima pode ter uma resposta simples: a lei não impõe uma medida fixa entre toalhas no regime normal atual, mas a praia deve ser usada com respeito, segurança e atenção às indicações locais. No verão, mais do que chegar primeiro, importa saber ocupar o espaço sem prejudicar os outros.

Leia também: Atenção se vai à praia: saiba o que fazer se tocar numa alforreca e que erros deve evitar

Nota de 10 euros leva CGD a abrir processo contra o Banco de Portugal

By: ZAP
1 June 2026 at 16:30
Em causa está uma multa de 9000 euros imposta pelo Banco de Portugal à Caixa Geral de Depósitos devido a falhas em ações de fiscalização do regulador. A Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a contestar em tribunal uma coima de 9000 euros aplicada pelo Banco de Portugal. O processo continua a ser apreciado pelo Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão, em Santarém. De acordo com o Público, o caso remonta a duas ações de fiscalização efetuadas pelo Banco de Portugal em balcões da CGD, em Santiago do Cacém e Guimarães. No balcão de Santiago do Cacém, a inspeção concluiu

Impressão de órgãos, crioterapia, miniporcos. O plano anti-envelhecimento de Putin

1 June 2026 at 15:30
Presidente russo a tentar viver para sempre desde os 16 anos. Projeto é prioridade do Kremlin, que já gastou 22 mil milhões de euros na busca pela longevidade de Vladimir Putin, segundo investigação do Wall Street Journal. Desde terapias genéticas contra o envelhecimento, impressão 3D de tecidos vivos, transplantes de órgãos cultivados em animais e experiências com crioterapia: o presidente da Rússia, Vladimir Putin, já terá canalizado milhares de milhões de dólares para projetos estatais dedicados à longevidade humana. A investigação é do Wall Street Journal, que no final da semana passada avançou que, para ser exato, o líder russo,

Atenção passageiros: Metro de Lisboa vai estar encerrado até este dia

1 June 2026 at 13:50

O Metro de Lisboa vai estar encerrado a partir das 23h00 desta terça-feira, 2 de junho, e só deverá retomar o serviço às 06h30 de quinta-feira, 4 de junho. A paralisação está relacionada com a greve geral marcada para quarta-feira, 3 de junho, e deverá levar ao encerramento de todas as estações.

De acordo com o Notícias ao Minuto, a transportadora informou esta segunda-feira que, por motivo de greve convocada pelos sindicatos representativos dos trabalhadores da empresa, se prevê a paralisação do serviço de transporte durante o dia 3 de junho. A empresa antecipa ainda o encerramento da exploração para a noite anterior.

Segundo a nota divulgada pelo Metro de Lisboa, o serviço encerra a partir das 23h00 de terça-feira e será retomado apenas às 06h30 de quinta-feira. Durante esse período, os passageiros não deverão contar com circulação nas linhas nem com acesso às estações.

Estações vão estar encerradas

A paralisação deverá afetar toda a rede do Metropolitano de Lisboa. A empresa indica que as estações estarão encerradas, o que poderá causar fortes constrangimentos nas deslocações dentro da capital e na ligação entre Lisboa e concelhos vizinhos.

O impacto deverá ser sentido sobretudo na quarta-feira, dia da greve geral, mas começa ainda na terça-feira à noite, devido ao encerramento antecipado do serviço. Quem depende do metro para regressar a casa ao final do dia deve planear alternativas com antecedência.

Na mesma comunicação, o Metro de Lisboa agradece a compreensão dos passageiros e lamenta os eventuais inconvenientes causados pela paralisação. A transportadora não indicou serviços mínimos na informação divulgada.

Greve geral pode afetar vários transportes

A greve geral convocada para 3 de junho poderá ter impacto alargado nos transportes públicos. Além do Metro de Lisboa, várias organizações representativas de trabalhadores do setor já manifestaram intenção de aderir à paralisação.

Entre os setores que podem sofrer perturbações estão o transporte ferroviário, os transportes urbanos de passageiros e a aviação civil. A situação poderá gerar dificuldades acrescidas para quem se desloca diariamente por motivos profissionais, escolares ou pessoais.

A CP também poderá ser afetada, depois de estruturas sindicais ligadas aos trabalhadores com funções comerciais e aos maquinistas terem anunciado adesão à greve. Os pré-avisos foram apresentados no âmbito da contestação às alterações à legislação laboral.

Carris e aviação também na lista

A Carris e a Carristur também surgem entre as empresas onde os trabalhadores decidiram aderir à greve geral. Esta adesão poderá criar constrangimentos adicionais em Lisboa, especialmente para passageiros que procurem alternativas ao metro através de autocarros ou elétricos.

No setor da aviação, o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil aprovou a adesão à greve geral. Também o Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroporto anunciou que vai aderir ao protesto, apontando críticas ao pacote laboral em discussão.

Por outro lado, o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil não deverá aderir à paralisação. Ainda assim, a existência de greves em diferentes áreas ligadas ao transporte pode provocar atrasos, cancelamentos ou perturbações operacionais ao longo do dia.

Protesto contra alterações laborais

A greve geral foi convocada pela CGTP-IN para quarta-feira, 3 de junho, contra as alterações à lei laboral. O pré-aviso foi entregue depois de as negociações com o Governo terem terminado sem acordo.

O Governo aprovou em Conselho de Ministros uma proposta de lei de revisão da legislação laboral, que deverá ser discutida no Parlamento. O anúncio foi feito pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho.

A proposta surge após o fim das negociações em sede de Concertação Social, sem entendimento entre o Executivo e os parceiros sociais. As estruturas sindicais contestam o pacote laboral e defendem que as alterações representam um recuo nos direitos dos trabalhadores.

Passageiros devem preparar alternativas

Face ao encerramento anunciado do Metro de Lisboa, os passageiros devem preparar alternativas de transporte para a noite de terça-feira, para toda a quarta-feira e para o início da manhã de quinta-feira. A situação poderá ser particularmente difícil nas horas de ponta.

Quem tiver consultas, viagens, aulas, trabalho presencial ou ligações a aeroportos e estações ferroviárias deve confirmar horários e condições de circulação antes de sair de casa. A greve poderá afetar diferentes meios de transporte em simultâneo.

A recomendação principal é planear as deslocações com margem adicional, consultar os avisos das transportadoras e acompanhar eventuais atualizações ao longo do dia. A paralisação do Metro de Lisboa deverá ser um dos principais impactos da greve geral na Área Metropolitana de Lisboa.

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Edmar da Silva assinala Dia da Criança com mensagem dedicada aos leitores

1 June 2026 at 12:43

A Oficina do Livro com Edmar assinala o Dia da Criança com uma iniciativa que reforça a importância da leitura no desenvolvimento pessoal, educativo e social das crianças e dos jovens.

O projeto, desenvolvido há mais de duas décadas em contexto escolar, continua a promover o contacto com os livros como uma experiência de descoberta, criatividade e cidadania.

Ao longo dos anos, a iniciativa tem procurado despertar o gosto pela leitura e pela escrita através de histórias, oficinas e encontros com leitores, envolvendo milhares de crianças e jovens da região. Segundo o projeto, a leitura constitui uma ferramenta essencial para o desenvolvimento do pensamento crítico, da empatia e da capacidade de compreender diferentes realidades.

Neste contexto, a Oficina do Livro com Edmar decidiu assinalar a data partilhando uma seleção de obras que marcaram leitores ao longo dos anos, destacando livros capazes de estimular a imaginação, os valores humanos, a amizade, a inclusão, a consciência ambiental e o prazer de ler.

Mais de duas décadas a promover a leitura

O projeto sublinha que, num contexto marcado pela rapidez da informação e pelo consumo imediato de conteúdos digitais, a leitura continua a ser uma das formas mais eficazes de desenvolver competências pessoais e sociais.

Ao longo de mais de vinte anos, a Oficina do Livro com Edmar tem promovido atividades de narração de histórias, escrita criativa e reflexão, transformando a leitura numa experiência participativa e próxima dos jovens leitores.

Segundo o projeto, estas iniciativas têm abordado temas como a inclusão social, o combate ao racismo, a proteção ambiental e o desenvolvimento humano, utilizando a literatura como instrumento de sensibilização e transformação social.

Edmar da Silva destaca a importância da leitura no crescimento das novas gerações, afirmando que “Cada criança que descobre o prazer da leitura ganha uma nova forma de compreender o mundo e de sonhar o futuro”.

No âmbito das comemorações do Dia da Criança, a Oficina do Livro com Edmar deixa ainda uma mensagem de felicitação a todas as crianças, desejando que continuem a encontrar nos livros uma fonte de inspiração, conhecimento e imaginação.

A iniciativa recorda que os livros permanecem uma ferramenta insubstituível na formação de cidadãos mais conscientes, criativos e preparados para os desafios do futuro.

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Pensão média de velhice sobe e este é o novo valor

1 June 2026 at 12:01

A evolução das pensões de velhice em Portugal está a ser marcada por mudanças no perfil das reformas e no valor médio pago aos aposentados, num contexto em que a idade de saída do mercado de trabalho continua a aumentar entre os funcionários públicos. Os dados mais recentes apontam também para alterações na estrutura das novas pensões atribuídas no sistema da Caixa Geral de Aposentações.

De acordo com o Conselho de Finanças Públicas, numa análise baseada na informação da Caixa Geral de Aposentações referente a 2025, a pensão média de velhice registou um aumento face ao ano anterior.

Pensão média sobe mais de 50 euros

Segundo escreve o jornal Correio da Manhã, o valor médio mensal das pensões de velhice aumentou 53 euros em 2025, passando de 1.707 euros em 2024 para 1.760 euros no ano seguinte. Este crescimento está associado às características das novas pensões atribuídas. O Conselho de Finanças Públicas explica à mesma fonte que este aumento resulta, em grande parte, do peso crescente das novas reformas da administração central, cujo valor médio é superior ao conjunto global das pensões.

As pensões atribuídas a novos aposentados oriundos da administração central apresentaram, em 2025, um valor médio de 2521 euros, o que representa um aumento de 2,5% em comparação com o ano anterior. Acrescenta a análise citada pelo Correio da Manhã que estes novos beneficiários representaram 44,3% do total das novas pensões atribuídas pela Caixa Geral de Aposentações no mesmo ano.

Reforma cada vez mais tardia

Os dados mostram também uma tendência de adiamento da saída da vida ativa. Em 2024, a idade média de acesso à reforma situou-se nos 65,6 anos, muito próxima da idade legal definida, que era de 66 anos e sete meses.

Este aumento está ligado tanto às penalizações aplicadas em caso de reforma antecipada como às dificuldades em aceder a esse regime, o que tem levado muitos trabalhadores a prolongar a sua atividade profissional.

Reformas aos 70 anos atingem novo máximo

O número de trabalhadores que se reformaram aos 70 anos atingiu, no último ano, o valor mais elevado dos últimos cinco anos, sinalizando um prolongamento progressivo das carreiras na administração pública. O Conselho de Finanças Públicas sublinha ainda que as aposentações voluntárias não antecipadas passaram a ser a modalidade dominante nas novas pensões, reforçando uma tendência que se tem consolidado nos últimos anos.

Em 2025 foram atribuídas 21.769 novas pensões de aposentação e reforma, menos 912 do que no ano anterior, o que representa uma quebra de 4%. Ainda assim, o sistema registou o número mais elevado de pensões de velhice dos últimos cinco anos. Segundo o mesmo relatório, este crescimento do número total de reformados resulta do aumento das pensões por velhice, parcialmente compensado pela redução das pensões por invalidez.

Mais beneficiários no sistema

O número médio de reformados passou de 490.084 em 2024 para 497.247 em 2025, o que corresponde a mais 7.163 beneficiários no sistema. Esta evolução resulta sobretudo do aumento de 9.267 pensões por velhice e outros motivos, ainda que parcialmente equilibrado pela redução de 2104 pensões de invalidez.

O conjunto destes dados aponta para uma transformação gradual no sistema de pensões da função pública, tanto ao nível do valor médio como da idade de acesso à reforma. As tendências identificadas mostram um reforço das reformas mais tardias e um peso crescente das pensões de maior valor na composição global do sistema da Caixa Geral de Aposentações.

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Governo deixa de financiar o SNS com receitas do imposto sobre bebidas açucaradas

1 June 2026 at 11:16
As receitas do imposto, que estavam destinadas na totalidade ao SNS, vão agora integrar a receit geral do Estado. A taxa já gerou mais de 500 milhões de euros desde a sua criação em 2017. O Governo decidiu pôr fim à consignação direta ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) das receitas provenientes do Imposto sobre as Bebidas Adicionadas de Açúcar ou Edulcorantes (IABA), conhecido como imposto das bebidas açucaradas. A alteração foi introduzida no Orçamento do Estado para 2026 sem debate público e representa uma mudança significativa na filosofia que presidiu à criação desta taxa em 2017. Desde a sua

Passos fez algo raro: Ventura ficou submisso. O histórico do “professor e aluno”

1 June 2026 at 11:08
Antes da famosa frase sobre os “prostitutos” na política, houve um momento peculiar entre Passos Coelho e André Ventura. Durante a apresentação de um livro, Pedro Passos Coelho falou (durante quase 50 minutos). E disse uma frase que entrou para as notícias. “O que é autêntico e genuíno sempre se manifesta de uma forma muito mais eficaz do que o que é postiço. E então o postiço fica sem nada: fica sem integridade, fica como um prostituto sem carácter, sem reduto de pensamento, simplesmente vendido ao aplauso que o momento lhe possa fornecer”. Um discurso sem destinatário mencionado. E um

Há novas regras em vigor para a apanha de bivalves: este documento terá de ser preenchido e entregue em papel

1 June 2026 at 11:05

A apanha e comercialização de bivalves em Portugal entrou num novo regime de controlo, com alterações que reforçam as obrigações dos apanhadores e introduzem registos mais detalhados sobre a circulação destes produtos. As novas regras, em vigor a partir desta segunda-feira, 1 de junho, visam melhorar a rastreabilidade e combater práticas ilegais associadas ao setor.

De acordo com o Ministério da Agricultura, citado pela agência de notícias Lusa, passa a ser obrigatório que os bivalves “passem por um estabelecimento conexo nacional devidamente licenciado e autorizado pela Direção-Geral da Alimentação e Veterinária (DGAV), antes da realização de qualquer tipo de transação”.

Registo obrigatório em suporte papel

Uma das mudanças centrais está na forma como os movimentos dos moluscos passam a ser registados. Segundo o Ministério da Agricultura, “os apanhadores passam a estar obrigados a registar todas as movimentações de moluscos bivalves vivos através de documento emitido pela Direção-Geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos (DGRM), exclusivamente em suporte papel, válido apenas em território nacional”.

A medida surge como solução temporária enquanto não entra em funcionamento uma plataforma digital prevista para o setor. O objetivo é garantir maior controlo administrativo sobre a cadeia de distribuição.

Venda apenas após controlo e depuração

As novas regras também apertam as condições de venda. De acordo com a mesma fonte, “a venda de moluscos bivalves vivos a estabelecimentos comerciais grossistas e retalhistas ou diretamente ao consumidor final só pode ser efetuada após o respetivo registo e depuração e/ou expedição por estabelecimento conexo nacional devidamente aprovados para o efeito”.

Estes procedimentos aplicam-se de forma generalizada ao território continental e procuram assegurar maior segurança alimentar e controlo sanitário dos produtos.

Sistema de rastreabilidade mais rígido

O Governo justifica as alterações com a necessidade de reforçar a rastreabilidade e a salubridade dos bivalves. O objetivo passa por garantir que a circulação dos produtos é feita sob controlo e que existe registo em todas as fases do processo.

Nesse sentido, o ministério refere ainda que a nova regulamentação pretende assegurar “condições de rastreabilidade e de salubridade” ao longo da cadeia de distribuição.

Regras para estabelecimentos e fiscalização

Os estabelecimentos conexos passam também a estar sujeitos a requisitos específicos, incluindo comunicação de dados às entidades competentes e verificação da validade das licenças dos apanhadores.

Estes espaços devem “cumprir seis critérios”, entre os quais a confirmação da atividade legal, a comunicação de dados à Docapesca e a utilização de mecanismos de verificação através de QR Code.

Medidas surgem após operações no terreno

As alterações legislativas surgem num contexto de reforço da fiscalização. Antes destas mudanças, o diretor-geral de Recursos Naturais, Segurança e Serviços Marítimos tinha já proibido a captura de amêijoa-japonesa no rio Tejo, medida que visava travar práticas ilegais e melhorar o controlo sanitário.

A ação das autoridades incluiu operações de fiscalização no terreno. A Autoridade Marítima Nacional e a ASAE realizaram uma operação no rio Tejo que levou à apreensão de embarcações e produtos. De acordo com os dados oficiais, a operação resultou na identificação de suspeitos e na apreensão de cerca de meia tonelada de amêijoa-japonesa, reforçando a necessidade de novas regras de controlo no setor.

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Greve geral chega esta semana e há sinais de que tudo começa antes do previsto: saiba quais setores vão sentir primeiro o impacto

1 June 2026 at 10:00

A semana arranca com sinais de perturbação em vários setores e um alerta crescente para dificuldades na mobilidade e no funcionamento de serviços essenciais. Transportes, saúde e educação estão entre as áreas mais sensíveis, num contexto em que se antecipam impactos alargados que poderão não ficar limitados a um único dia. Só no final deste cenário se confirma a razão: está marcada uma greve geral para quarta-feira, 3 de junho.

De acordo com o Notícias ao Minuto, alguns dos efeitos poderão começar ainda antes da paralisação, nomeadamente nos transportes ferroviários, onde a CP já antecipa constrangimentos.

A mobilização foi convocada pela CGTP-IN após o fracasso das negociações com o Governo sobre a revisão da lei laboral. O executivo aprovou a proposta em Conselho de Ministros, remetendo-a para o Parlamento, sem consenso alcançado na Concertação Social.

Transportes antecipam dias difíceis

O setor dos transportes deverá ser um dos mais afetados. A CP alertou para “perturbações na circulação de comboios”, sublinhando que o impacto pode não se limitar ao dia da greve. A empresa admite que os efeitos se façam sentir também no dia anterior e no seguinte, o que poderá condicionar deslocações ao longo de vários dias.

Segundo a mesma fonte, estão previstos serviços mínimos em diferentes categorias de comboios, incluindo Alfa Pendular, Intercidades, regionais e urbanos. Ainda assim, a operação poderá sofrer alterações relevantes, com atrasos e supressões de ligações.

O efeito não deverá ficar confinado ao transporte ferroviário. Diversos sindicatos de trabalhadores do setor dos transportes já manifestaram intenção de aderir à paralisação, o que poderá ter reflexos mais amplos na mobilidade, tanto nas cidades como nas ligações interurbanas.

Mobilização alargada a vários setores

A greve geral deverá abranger um conjunto vasto de atividades, incluindo serviços públicos essenciais. Na saúde, antecipa-se o funcionamento condicionado de unidades hospitalares e centros de saúde, com prioridade para serviços urgentes. No ensino, o impacto dependerá do grau de adesão, podendo traduzir-se no encerramento de escolas ou na redução de atividades letivas.

Também no setor industrial há sinais de mobilização. No Parque Industrial da Autoeuropa, trabalhadores de várias empresas manifestaram apoio à greve em plenários realizados nos últimos dias, reforçando a dimensão da contestação ao pacote laboral.

A paralisação surge, assim, num momento de tensão entre sindicatos e Governo, depois de meses de negociações inconclusivas. A apresentação da proposta de revisão da lei laboral sem acordo acabou por desencadear uma resposta coordenada por parte de diferentes estruturas sindicais.

No conjunto, o que se desenha é uma semana marcada por incerteza operacional em vários serviços, com impactos que poderão estender-se para além do próprio dia da greve. Segundo o Notícias ao Minuto, a expectativa é de constrangimentos antes e depois da paralisação, refletindo a dimensão desta mobilização nacional.

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Operadora low-cost ‘mexe o mapa’ em Portugal e entra em cidades onde ainda não estava

1 June 2026 at 09:20

A presença da DIGI em Portugal continua a alargar-se e ganhou agora novo impulso com a abertura de cinco pontos de venda adicionais, incluindo a entrada em dois mercados onde ainda não tinha representação direta. Caldas da Rainha e Penafiel passam a integrar a rede física da operadora, num movimento que reforça a sua cobertura no território nacional.

De acordo com o 4gnews, site especializado em tecnologia e telecomunicações, esta expansão surge num momento em que a empresa intensifica a aposta na proximidade com os clientes, reforçando a sua presença fora dos grandes centros urbanos.

Novos espaços reforçam cobertura

Os novos pontos de atendimento estão distribuídos por diferentes regiões e incluem locais com forte circulação de público. Entre eles encontram-se o Pingo Doce de Penafiel e o centro comercial La Vie, em Caldas da Rainha, que marcam a estreia da marca nestes concelhos.

A estes juntam-se ainda novas localizações já operacionais no Shopping Cidade do Porto, no Centro Comercial Aqua Roma, em Lisboa, e no Spot Retail de Ovar, numa estratégia que combina expansão geográfica com presença em espaços comerciais de elevada afluência.

A diversificação dos formatos mantém-se: além de lojas de rua, a operadora continua a apostar em quiosques e pontos integrados em superfícies comerciais, facilitando o acesso aos serviços e simplificando o contacto direto com os consumidores.

Crescimento sustentado ao longo dos últimos meses

Este reforço da presença física não é um caso isolado. Nos meses anteriores, a DIGI já tinha consolidado a sua posição com a abertura de lojas próprias em cidades como Setúbal e Coimbra, ao mesmo tempo que reforçava a presença em centros comerciais estratégicos da área metropolitana de Lisboa, como o Colombo e o Vasco da Gama.

A expansão tem seguido uma lógica gradual, com a operadora a procurar cobrir novas zonas sem se limitar aos principais polos urbanos. A aposta passa por alargar o alcance dos serviços e garantir maior proximidade com os clientes, numa fase em que a marca continua a disputar quota de mercado com os operadores tradicionais.

Melhorias técnicas acompanham expansão

Paralelamente à abertura de novos espaços, a empresa tem vindo a introduzir melhorias na rede móvel. Uma das mais recentes passa pela ativação do codec EVS-SWB nas chamadas realizadas através de VoLTE e VoWiFi, o que permite melhorar significativamente a qualidade do áudio.

Na prática, esta tecnologia aumenta a fidelidade do som nas chamadas, aproximando a experiência de comunicação de um registo mais natural, com maior clareza e definição.

Este tipo de evolução técnica surge num contexto mais amplo de reforço da infraestrutura, que inclui melhorias na cobertura e ajustes progressivos à rede, numa resposta às exigências do crescimento da base de utilizadores.

Uma rede que continua a crescer no país

Com os novos pontos inaugurados, a rede física da DIGI passa a abranger um conjunto alargado de localidades em Portugal, incluindo cidades como Lisboa, Porto, Braga, Aveiro, Faro e várias outras zonas do interior e do litoral.

A presença distribui-se por lojas próprias, espaços em centros comerciais e pontos integrados em retalhistas, num modelo que procura maximizar a acessibilidade. Este crescimento acontece num mercado competitivo, onde a operadora tem procurado diferenciar-se com ofertas mais flexíveis e sem fidelização obrigatória.

Segundo a mesma fonte, a abertura destes cinco novos pontos integra uma estratégia mais vasta que combina expansão territorial com investimento contínuo na qualidade do serviço, num processo que deverá continuar ao longo dos próximos meses.

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Governo aumenta para 10.800 euros o subsídio aos bombeiros por cada ambulância

By: Lusa
1 June 2026 at 08:30
A medida abrange 520 Postos de Emergência Médica dos bombeiros. “Se me perguntam se é suficiente, eu diria que é aquilo que este ano conseguimos”, diz a ministra da Saúde, Ana Paula Martins. O subsídio mensal fixo atribuído por cada Posto de Emergência Médica nos bombeiros será atualizado, a partir de 1 de julho, em 23%, passando de 8.760 euros para 10.800 euros, anunciou este domingo a ministra da Saúde, Ana Paula Martins. “Vamos atualizar em 23% os 520 postos de emergência médica, que são quem nos garante não só a diferenciação no socorro, mas também a tal capilaridade e

Vem aí descida ‘acentuada’ do preço dos combustíveis: este é o valor que vão baixar

31 May 2026 at 22:00

O preço dos combustíveis volta a estar no centro das atenções dos condutores portugueses, numa altura em que cada ida à bomba pesa cada vez mais no orçamento familiar. Depois de semanas marcadas por subidas, a primeira semana de junho deverá trazer algum alívio para quem abastece gasolina ou gasóleo.

A partir da próxima semana, de 1 a 7 de junho, tanto a gasolina como o gasóleo deverão ficar 12 cêntimos por litro mais baratos, segundo a previsão divulgada pelo Automóvel Club de Portugal (ACP).

Descida deverá abranger gasolina e gasóleo

A previsão aponta para uma redução expressiva nos dois combustíveis mais usados em Portugal. No caso da gasolina simples 95, a descida deverá ser de 12 cêntimos por litro, o mesmo valor previsto para o gasóleo simples, avança o ACP.

Esta evolução surge depois de uma semana em que os preços tinham voltado a subir. Entre sexta-feira e segunda-feira, a gasolina ficou 1,2 cêntimos mais cara, enquanto o gasóleo aumentou cerca de meio cêntimo.

Quanto custam agora os combustíveis?

De acordo com os dados da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), o preço médio do gasóleo simples estava nos 1,957 euros por litro na passada sexta-feira, 29 de maio. Já a gasolina simples 95 apresentava um preço médio de 2,024 euros por litro.

Na prática, se a previsão se confirmar, muitos condutores poderão sentir uma diferença relevante no momento de abastecer. Ainda assim, o valor final pago em cada posto pode variar consoante a marca, a localização e a política comercial de cada operador.

Governo ajustou desconto no ISP

A evolução dos preços acontece também num momento em que o Governo voltou a mexer no desconto extraordinário do ISP. Segundo a informação disponível, o desconto foi aumentado em 0,305 cêntimos por litro no gasóleo e em 0,315 cêntimos por litro na gasolina.

Este mecanismo tem sido usado para atenuar parte do impacto das oscilações dos combustíveis no mercado internacional. Ainda assim, as variações semanais continuam a refletir fatores como o preço da matéria-prima, a carga fiscal e os custos de distribuição.

ERSE tinha apontado subida esta semana

Antes desta previsão de descida, a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) tinha calculado uma subida do preço eficiente semanal de 0,1% na gasolina e de 0,3% no gasóleo para a semana de 25 a 31 de maio.

Segundo a mesma entidade, o preço eficiente com impostos situava-se em 2,075 euros por litro para a gasolina simples 95 e em 2,068 euros por litro para o gasóleo simples. Estes valores refletem a evolução das cotações internacionais e servem como referência para avaliar os preços praticados no mercado.

Condutores devem comparar antes de abastecer

Apesar da descida prevista, a diferença entre postos pode continuar a ser significativa. Por isso, consultar os preços praticados na zona antes de abastecer pode ajudar a poupar ainda mais, sobretudo em depósitos maiores.

A confirmar-se a redução de 12 cêntimos por litro, a primeira semana de junho poderá trazer um alívio raro para os automobilistas, depois de vários dias em que tanto a gasolina como o gasóleo voltaram a pressionar o orçamento dos portugueses.

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Nesta região de Portugal os impostos e regras fiscais são diferentes do resto do país e é isto que muda para ‘melhor’

31 May 2026 at 20:50

Os impostos na Região Autónoma dos Açores são um tema que levanta muitas dúvidas a quem vive no arquipélago, pensa mudar-se para as ilhas ou tem uma empresa com atividade na região. Apesar de Portugal ter um sistema fiscal nacional, a autonomia regional permite adaptar algumas regras à realidade insular, marcada pela distância ao continente e por custos próprios da vida numa região ultraperiférica.

A principal diferença está no facto de os Açores poderem aplicar reduções próprias em impostos como o IRS, o IRC e o IVA.

De acordo com a Lei das Finanças das Regiões Autónomas, é permitido que as assembleias legislativas regionais diminuam as taxas nacionais destes impostos até ao limite de 30%, tendo em conta a situação financeira e orçamental da região, explica o Diário da República.

Autonomia fiscal pensada para compensar a insularidade

No caso dos Açores, esta adaptação fiscal não é recente. O diploma regional que adapta o sistema fiscal nacional ao arquipélago refere que a redução da carga fiscal pretende melhorar as condições de vida dos residentes e reforçar a competitividade das empresas que suportam os custos da insularidade, segundo o Decreto Legislativo Regional n.º 2/99/A.

Na prática, isto significa que a situação fiscal de uma pessoa ou empresa nos Açores pode ser diferente da verificada no continente. No entanto, essa diferença não quer dizer que todos paguem automaticamente menos em todos os impostos, porque há regras de residência fiscal, localização da atividade, tipo de rendimento e natureza da operação a ter em conta.

IVA mais baixo do que no continente

Uma das diferenças mais visíveis está no IVA. Em Portugal continental, as taxas são de 6%, 13% e 23%, enquanto na Região Autónoma dos Açores são de 4%, 9% e 16%, respetivamente para a taxa reduzida, intermédia e normal, indica o portal gov.pt.

Isto pode fazer diferença no preço final de muitos bens e serviços, embora o impacto sentido pelo consumidor dependa sempre do produto, do setor e da forma como cada empresa reflete essa diferença nos preços. A taxa normal de 16% nos Açores, por exemplo, fica bastante abaixo dos 23% aplicados no continente.

IRS também tem adaptação regional

No IRS, a regra regional prevê uma redução de 30% sobre as taxas nacionais aplicáveis, quando estejam em causa pessoas singulares fiscalmente residentes nos Açores. O mesmo diploma explica que a redução se aplica ao IRS devido por residentes fiscais na região, independentemente do local onde exerçam a atividade.

Ainda assim, convém distinguir taxa de imposto e imposto final. O valor que cada contribuinte paga depende também dos rendimentos, deduções, composição do agregado familiar e retenções na fonte. Para 2026, foram aprovadas tabelas próprias de retenção na fonte para rendimentos do trabalho dependente e pensões de titulares residentes nos Açores, com efeitos desde 1 de janeiro de 2026, segundo o Despacho n.º 1179/2026.

Empresas também têm regras diferentes no IRC

As empresas com sede, direção efetiva ou estabelecimento estável nos Açores também beneficiam de adaptação fiscal. O regime regional determina uma redução de 30% nas taxas nacionais de IRC, aplicável nos termos previstos para entidades com ligação fiscal à região.

Além disso, o Orçamento da Região Autónoma dos Açores para 2026 mantém uma taxa de IRC de 8,75% para empresas que exerçam diretamente e a título principal uma atividade agrícola, comercial, industrial ou de prestação de serviços, desde que sejam qualificadas como micro, pequenas ou médias empresas, de acordo com o Decreto Legislativo Regional n.º 27/2025/A, e que deve ser apresentada como taxa aplicável nos termos do artigo 41.º-B do Estatuto dos Benefícios Fiscais, em regra aos primeiros 50.000 euros de matéria coletável.

O mesmo orçamento regional prevê ainda benefícios fiscais ligados ao reinvestimento de lucros em áreas consideradas estratégicas, como promoção turística, investigação e desenvolvimento, reforço da capacidade de exportação, energias renováveis, eficiência energética, aquicultura, transformação de pescado e aquisição de veículos elétricos.

Nem tudo muda, mas há diferenças importantes

Apesar destas particularidades, os Açores continuam integrados no sistema fiscal português. Ou seja, muitos procedimentos, declarações e obrigações fiscais seguem regras nacionais, ainda que adaptadas em pontos concretos pela legislação regional.

Para os contribuintes, a grande diferença está sobretudo nas taxas reduzidas e no enquadramento fiscal próprio da região. Para as empresas, a localização da atividade, a sede, o estabelecimento estável e o volume de negócios imputável aos Açores podem ser decisivos para perceber que regime se aplica.

No fundo, viver ou investir nos Açores não significa estar fora do sistema fiscal português, mas sim dentro de uma versão adaptada à realidade do arquipélago. É essa autonomia que explica por que razão impostos como o IVA, o IRS e o IRC podem ter um peso diferente nas ilhas quando comparados com o continente.

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Estabelecimentos podem recusar servir água da torneira grátis? Saiba o que diz a lei portuguesa

31 May 2026 at 19:40

Com o calor a apertar e a hidratação a tornar-se ainda mais importante, muitos consumidores perguntam se um café, restaurante, bar ou hotel pode recusar um copo de água da torneira. Em Portugal, a resposta passa pela lei aplicável ao setor HORECA, que inclui hotelaria, restauração, cafés e bares.

Água da torneira deve estar disponível para os clientes

Em Portugal, os estabelecimentos do setor HORECA são obrigados a manter à disposição dos clientes um recipiente com água da torneira e copos não descartáveis higienizados para consumo no local, de forma gratuita. Esta obrigação está prevista no artigo 25.º-A do Decreto-Lei n.º 152-D/2017, na redação dada pela Lei n.º 52/2021, de 10 de agosto.

Na prática, isto significa que, se for cliente e estiver a consumir no local, o estabelecimento não deve cobrar pela água da torneira nem transformar esse pedido numa compra obrigatória de água engarrafada. A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) também esclarece que hotelaria, restauração, cafés e bares têm de manter essa água e os copos higienizados disponíveis gratuitamente para os clientes.

Recusar água da torneira pode violar a lei?

Se o pedido for feito por um cliente para consumo no local, a recusa de disponibilizar água da torneira pode contrariar a obrigação legal atualmente em vigor. A lei mencionada não obriga o estabelecimento a oferecer água engarrafada, água mineral ou água com gás, mas obriga a disponibilizar água da torneira e copos adequados, de forma gratuita.

A regra não deve ser confundida com o fornecimento de outros produtos, como garrafas de água, água filtrada com serviço próprio, gelo ou bebidas embaladas. O que a lei refere expressamente é a existência de um recipiente com água da torneira e copos não descartáveis higienizados para consumo no local.

No entanto, a redação legal refere-se a “clientes”. Isto significa que uma pessoa que entre apenas para pedir água, sem consumir no estabelecimento, poderá não estar abrangida por esta obrigação, embora o espaço possa fornecê-la por cortesia.

Esta obrigação aplica-se a cafés, bares, restaurantes e hotéis

O setor HORECA abrange, em termos gerais, hotelaria, restauração, cafés e bares. Por isso, a regra não se limita aos restaurantes tradicionais, podendo aplicar-se também a outros estabelecimentos onde haja consumo no local e atendimento a clientes.

Esta obrigação surgiu também no contexto das medidas para reduzir a utilização de plásticos e embalagens de utilização única, incentivando alternativas reutilizáveis e diminuindo a dependência de garrafas descartáveis.

Água gratuita não significa água engarrafada gratuita

Um dos pontos que mais gera dúvidas é a diferença entre água da torneira e água embalada. O cliente pode pedir água da torneira, mas o estabelecimento pode continuar a vender água engarrafada, desde que não impeça o acesso gratuito à água da rede quando a lei se aplica.

Também pode existir água filtrada ou tratada por sistemas próprios do estabelecimento, eventualmente cobrada se estiver devidamente identificada e constar da lista de preços. Ainda assim, isso não substitui a obrigação de disponibilizar água da torneira gratuita aos clientes.

Também é importante notar que a água disponibilizada deve ser própria para consumo humano. Segundo a Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), a água da torneira em Portugal continental é sujeita a controlo de qualidade. Os dados mais recentes divulgados pela entidade indicam 98,86% de água segura em 2024, valor considerado de excelência.

Clientes podem reclamar se a água da torneira for recusada

Caso um estabelecimento recuse disponibilizar água da torneira a um cliente para consumo no local, o consumidor pode pedir esclarecimento com base na regra prevista no artigo 25.º-A e, se entender necessário, apresentar reclamação no Livro de Reclamações.

A fiscalização destas matérias pode envolver entidades competentes como a ASAE, que disponibiliza informação pública sobre as obrigações dos estabelecimentos no âmbito da redução da utilização de plástico e das regras aplicáveis ao setor HORECA.

Portugal tem regra diferente de Itália

A discussão ganhou novo destaque depois de uma decisão em Itália, onde o Supremo Tribunal considerou que um hotel não estava legalmente obrigado a servir água da torneira a uma cliente. Segundo a imprensa internacional, o caso envolveu um hotel nos Dolomitas e terminou com a confirmação de que, em Itália, não existe uma obrigação legal geral para hotéis e restaurantes fornecerem água da torneira gratuitamente.

Em Portugal, porém, o enquadramento é diferente, porque existe uma obrigação expressa para os estabelecimentos HORECA disponibilizarem água da torneira e copos higienizados aos clientes, gratuitamente.

Assim, em território português, a questão não depende apenas da cortesia do estabelecimento. Quando estão em causa clientes e consumo no local, a lei prevê que a água da torneira deve estar disponível sem custo, como medida ligada à sustentabilidade, à redução de embalagens descartáveis e à utilização responsável dos recursos.

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Atenção se vai à praia: saiba o que fazer se tocar numa alforreca e que erros deve evitar

31 May 2026 at 18:20

Com a chegada do verão, aumentam as idas à praia e também a probabilidade de encontrar organismos gelatinosos junto à costa. Em Portugal, as alforrecas, águas-vivas e caravelas-portuguesas podem surgir no mar ou no areal, e saber como agir nos primeiros minutos pode evitar dor, irritação e complicações.

A época balnear marca o regresso de muitos portugueses às praias, mas a segurança não passa apenas pelo sol, pelo mar ou pelas correntes. A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) recomenda que os banhistas sigam as indicações dos nadadores-salvadores e frequentem zonas com controlo da qualidade da água, sobretudo nos períodos de maior afluência.

Alforrecas podem aparecer no mar ou no areal

As alforrecas fazem parte dos chamados organismos gelatinosos e algumas espécies têm células urticantes, sobretudo nos tentáculos, capazes de injetar veneno quando entram em contacto com a pele. Segundo o programa GelAvista, do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), a maioria dos contactos é acidental e acontece na praia, durante o banho ou quando estes organismos dão à costa.

Mesmo quando parecem mortas ou estão fora de água, algumas alforrecas podem manter células urticantes ativas. Por isso, se vir uma alforreca no areal ou na rebentação, não lhe toque, evite aproximar-se dos tentáculos e avise o nadador-salvador ou as autoridades presentes na praia.

Como agir nos primeiros minutos após a picada

Se for picado por uma alforreca, o primeiro passo é sair da água com calma, evitando o pânico, para reduzir o risco de afogamento ou de novo contacto. Depois, deve lavar a zona afetada com água do mar, sem esfregar, para ajudar a remover vestígios sem espalhar o veneno.

Caso existam restos de tentáculos agarrados à pele, devem ser retirados com cuidado, usando uma pinça, luvas ou outro meio que evite o contacto direto com as mãos. O GelAvista recomenda que a zona seja limpa com água do mar e que os vestígios sejam removidos com uma pinça, sem friccionar a pele.

Gelo pode ajudar na picada de alforreca, mas com cuidado

No caso de contacto com uma medusa ou água-viva, depois de lavar e limpar a zona com água do mar, a mesma fonte recomenda a aplicação de compressas de gelo durante cerca de 15 minutos. O SNS 24 também indica a aplicação de frio ou gelo, sempre com cuidado para não provocar queimadura pelo frio diretamente na pele.

Se a dor persistir, se a zona ficar muito inchada ou se a pessoa apresentar falta de ar, mal-estar intenso, tonturas ou sinais de reação alérgica, deve ser pedida ajuda médica. O GelAvista aconselha a consultar um médico ou farmacêutico quando a dor não melhora, e o SNS 24 recomenda contactar o Centro de Informação Antivenenos em situações de intoxicação ou dúvida.

Atenção à caravela-portuguesa

Nem todos os organismos gelatinosos são iguais. A caravela-portuguesa, que ocorre ao longo da costa portuguesa, incluindo Açores e Madeira, é descrita pela fonte anterior como a espécie mais perigosa das que ocorrem em Portugal, podendo ter tentáculos que atingem até 30 metros.

No caso da caravela-portuguesa, as recomendações diferem das aplicadas a muitas alforrecas. Depois de limpar a zona com água do mar, é indicada a aplicação de compressas quentes a cerca de 40 graus durante cerca de 20 minutos ou vinagre sem diluir, sendo esta a exceção importante à regra geral sobre o vinagre.

Mitos sobre a picada de alforreca que podem piorar a situação

Um dos erros mais comuns é lavar a picada com água doce, como a água dos chuveiros da praia. Tanto o SNS 24 como o GelAvista alertam que a zona deve ser lavada com água do mar e que não se deve usar água doce, álcool ou amónia, porque estas práticas podem agravar a reação.

Outro mito frequente é aplicar vinagre em qualquer picada de alforreca. Em Portugal, a recomendação geral é não usar vinagre nas picadas de medusas ou águas-vivas, exceto quando o contacto é com caravela-portuguesa, situação em que o procedimento recomendado é diferente.

Também não se deve esfregar a zona afetada com toalha, areia ou as mãos, nem colocar ligaduras ou pensos rápidos sobre a picada. De acordo com a mesma fonte, coçar ou friccionar pode espalhar o veneno, enquanto cobrir a zona pode dificultar a limpeza e a avaliação da reação.

A ideia de urinar sobre uma picada de alforreca continua a circular, mas deve ser encarada como um mito. O National Health Service (NHS), serviço público de saúde do Reino Unido, inclui expressamente esta prática na lista do que não deve ser feito após uma picada de alforreca ou de outros animais marinhos.

Prevenir continua a ser o melhor conselho

Antes de entrar no mar, observe a água, esteja atento a avisos no areal e siga sempre as indicações dos nadadores-salvadores. O GelAvista recomenda evitar o contacto direto com organismos gelatinosos e, se não reconhecer a espécie, a regra mais segura é simples: não toque.

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Britânicos consideram esta cidade portuguesa como a melhor do mundo para expatriados

31 May 2026 at 18:00

Lisboa foi eleita a melhor cidade do mundo para expatriados, segundo um novo ranking internacional da Global Citizen Solutions. A cidade portuguesa alcançou 88,49 pontos em 100 e ficou à frente de cidades como Amesterdão, Melbourne, Viena e Barcelona.

De acordo com o portal britânico Express, o estudo analisou 35 cidades em seis continentes e avaliou fatores considerados decisivos para quem quer viver fora do país de origem.

Entre os indicadores estiveram o custo de vida, a segurança, os cuidados de saúde, a qualidade do ar, o domínio do inglês, a facilidade de integração social e os direitos de mobilidade.

A Global Citizen Solutions concluiu que Lisboa não lidera necessariamente todos os critérios de forma isolada, mas apresenta um desempenho equilibrado em praticamente todas as áreas avaliadas.

Lisboa destaca-se pelo equilíbrio

A capital portuguesa ficou no primeiro lugar da lista com uma pontuação global de 88,49 em 100.

Segundo o ranking, Lisboa combina qualidade de vida, segurança, bom acesso a cuidados de saúde, clima favorável e custos ainda competitivos face a outras capitais da Europa Ocidental.

O estudo destaca também a facilidade de integração para estrangeiros, um fator cada vez mais relevante para trabalhadores remotos, reformados, famílias e empreendedores digitais.

Para muitos expatriados, a cidade oferece uma combinação difícil de encontrar: vida urbana, proximidade ao mar, boa oferta cultural e uma comunidade internacional já consolidada.

Capital portuguesa à frente de grandes cidades

Na classificação geral, Amesterdão ficou em segundo lugar, com 81,97 pontos, seguida de Melbourne, com 81,79.

Viena ocupou a quarta posição, com 81,07 pontos, enquanto Barcelona fechou o top cinco com 80,70.

O top 10 inclui ainda Singapura, Auckland, Tóquio, Copenhaga e Seul.

Apesar da forte concorrência, Lisboa conseguiu distinguir-se por apresentar bons resultados em vários indicadores ao mesmo tempo, em vez de depender apenas de um ponto forte.

Segurança e saúde pesaram no ranking

A segurança e os cuidados de saúde tiveram especial peso na avaliação, por serem considerados fatores essenciais para quem decide mudar-se para outro país a médio ou longo prazo.

O estudo refere que algumas cidades com excelentes infraestruturas e bons serviços de saúde podem, ainda assim, apresentar maiores dificuldades de integração social para estrangeiros.

Foi o caso de cidades como Viena e Copenhaga, que ficaram bem classificadas no ranking geral, mas registaram resultados mais baixos na componente de integração.

Lisboa e Barcelona foram destacadas pela capacidade de combinar custos moderados, bons sistemas de saúde e maior acessibilidade social.

Clima e localização reforçam atratividade

Além dos indicadores avaliados no estudo, Lisboa continua a beneficiar de fatores que reforçam a sua atratividade internacional.

O clima ameno, os muitos dias de sol ao longo do ano e a proximidade a praias atlânticas são alguns dos elementos que ajudam a explicar a popularidade da cidade.

Para os britânicos, a capital portuguesa é também uma opção próxima, com voos diretos a partir de Londres e do sul de Inglaterra que costumam demorar cerca de duas horas e meia a três horas.

A ligação aérea regular, operada por várias companhias, facilita estadias prolongadas, viagens frequentes e mudanças de residência.

Nem tudo são vantagens para quem chega

Apesar da boa posição no ranking, a crescente procura internacional por Lisboa também tem levantado desafios dentro da cidade.

O aumento da pressão sobre a habitação, o custo das rendas e a transformação de alguns bairros históricos são temas que têm marcado o debate público nos últimos anos.

Ainda assim, no contexto internacional avaliado pela Global Citizen Solutions, Lisboa continua a aparecer como uma das capitais mais atrativas para quem procura segurança, qualidade de vida e integração fora do país de origem.

O resultado reforça a imagem da cidade como destino global para expatriados, mas também reacende a discussão sobre o equilíbrio entre atração internacional e qualidade de vida para quem já vive na capital.

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Vai haver cortes de água prolongados no início de junho: estas serão as regiões afetadas

31 May 2026 at 17:30

Vários municípios portugueses têm cortes de água programados para a primeira semana de junho, entre segunda-feira, 1 de junho, e domingo, 7 de junho. As interrupções resultam sobretudo de trabalhos de manutenção, ligação de redes e lavagem de reservatórios, podendo afetar moradores e comerciantes durante várias horas.

Os avisos conhecidos foram divulgados por autarquias e entidades gestoras locais, uma vez que não existe uma lista nacional única com todas as interrupções previstas no abastecimento de água. Por esse motivo, a informação disponível pode não abranger todos os concelhos do país.

Entre os locais com cortes já anunciados estão Almada, Tavira, Espinho, Coruche e Sintra. Em alguns casos, as interrupções decorrem durante o dia; noutros, estão previstas para o período noturno, de forma a reduzir o impacto junto da população.

Almada e Tavira com cortes logo no dia 1 de junho

Em Almada, a interrupção está prevista para segunda-feira, 1 de junho, entre as 09h00 e as 17h00, na União das Freguesias da Caparica e Trafaria. Segundo o aviso municipal, o corte deve-se a trabalhos dos SMAS de Almada para ligação de nós à rede pública de abastecimento.

As zonas afetadas incluem a Rua 1.º de Maio, Azinhaga dos Moinhos, Rua Comandante Ferreira Lopes, Travessa Escola Primária, Travessa 25 de Abril, Rua Capitão Ribeiro da Cruz, Largo Capitão Ribeiro da Cruz e Rua Bento de Jesus Caraça. O contacto de piquete indicado no aviso é o 800 205 712.

Também em Tavira há uma interrupção programada para 1 de junho, entre as 14h00 e as 18h00, na Travessa de Santo Estêvão, na freguesia de Cachopo. O aviso foi divulgado pela Taviraverde, empresa municipal responsável pelo abastecimento de água no concelho.

Espinho com intervenções em vários arruamentos

Em Espinho, o município publicou um aviso relacionado com a renovação da rede do sistema de abastecimento de água. A intervenção decorre entre 25 de maio e 5 de junho, abrangendo assim parte da primeira semana de junho.

Para o período entre 1 e 5 de junho, os excertos disponíveis apontam para condicionamentos em troços como a Rua 22, a Rua 62 e a Rua 7. Entre os locais referidos estão a Rua 62, entre a Rua 20 e a Rua 22, nos dias 2 e 3 de junho, e a Rua 7, entre a Rua 62 e a Rua 22, entre 2 e 5 de junho.

Como a tabela completa do aviso não ficou integralmente acessível, os moradores e comerciantes devem confirmar junto do Município de Espinho ou da entidade gestora a rua exata, o horário previsto e a duração da interrupção antes dos trabalhos.

Couço e Sintra também têm avisos confirmados

No concelho de Coruche, a Águas do Ribatejo tem sinalizada uma suspensão do abastecimento de água no Couço para terça-feira, 2 de junho, entre as 08h30 e as 12h00. A informação pública disponível confirma o aviso, embora o detalhe completo dos arruamentos afetados não tenha sido possível consultar.

Em Sintra, estão previstas várias interrupções temporárias devido a trabalhos de manutenção e lavagem de reservatórios. Uma delas decorre entre as 22h00 de 2 de junho e as 07h00 de 3 de junho, na União das Freguesias de Agualva e Mira Sintra, associada à lavagem do Reservatório de Mira Sintra.

Entre as zonas afetadas neste aviso estão a Avenida 25 de Abril, Largo da Igreja, Rua 1.º de Maio, Rua Capitães de Abril, Rua da Mina, Rua Dr. Agostinho Neto, Rua Fundação Gulbenkian, Rua Guilhermina Suggia e parte da Rua São Francisco de Assis.

Cacém, São Marcos e Almargem do Bispo na lista

A mesma intervenção em Sintra afeta também a União das Freguesias do Cacém e São Marcos, igualmente entre as 22h00 de 2 de junho e as 07h00 de 3 de junho. O aviso municipal identifica vários arruamentos, incluindo a Alameda Cidade Bona, Avenida Cidade de Londres, Avenida dos Bombeiros Voluntários, Avenida dos Missionários, Rua Cidade de Belgrado, Rua Cidade de Bruxelas, Rua Cidade de Madrid, Rua Cidade de Roma, Rua de Mira Sintra e Rua Soldados da Paz.

Ainda no concelho de Sintra, está prevista uma suspensão temporária do abastecimento na freguesia de Almargem do Bispo, no dia 3 de junho, entre as 00h10 e as 06h00. A interrupção está relacionada com a lavagem do Reservatório do Sabugo.

As zonas indicadas pela autarquia são Alto das Falimas, Morelena, Olelas, Quarteiras, Sabugo, na zona baixa, e Palmeiros. Por se tratar de uma intervenção durante a madrugada, o impacto poderá ser menor, mas os residentes devem garantir alguma reserva de água para necessidades essenciais.

Nova interrupção anunciada em Tavira

Tavira volta a surgir na lista de avisos para quarta-feira, 3 de junho. A Taviraverde anunciou uma interrupção programada de abastecimento em Santa Margarida, na freguesia de Tavira, entre as 09h00 e as 18h00.

Este será um dos cortes mais prolongados da semana, podendo chegar às nove horas de duração. A população abrangida deve acautelar o consumo de água durante esse período, sobretudo em habitações, estabelecimentos comerciais e serviços locais.

As entidades gestoras costumam recomendar que, durante e após as interrupções, os utilizadores deixem correr a água durante alguns minutos antes de a consumir, caso esta apresente turvação ou alteração temporária de cor. Esta situação pode acontecer após intervenções na rede pública.

Avisos podem mudar em cima da hora

Os cortes programados podem sofrer alterações devido ao decorrer dos trabalhos, às condições técnicas no local ou a imprevistos na rede. Além disso, as ruturas não programadas tendem a ser comunicadas apenas no próprio dia, o que significa que podem surgir novos avisos durante a semana.

Por essa razão, os moradores das zonas afetadas devem confirmar a informação junto da respetiva câmara municipal, serviços municipalizados ou empresa gestora de água na véspera da interrupção. Esta recomendação é particularmente importante nos casos de Espinho e Couço, onde o detalhe público disponível estava incompleto.

A preparação antecipada pode evitar transtornos, sobretudo em famílias com crianças, idosos ou pessoas dependentes. Ter água armazenada para consumo, higiene básica e confeção de alimentos é a principal medida preventiva para enfrentar interrupções prolongadas no abastecimento.

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