Encontrado um dos primeiros filmes de animação portugueses. “A Lenda de Miragaia” estava na Feira da Ladra

Uma antiga escola no Sobrado e um quiosque em Armação de Pêra passam a acolher atividades associativas.
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O Algarve tem duas igrejas candidatas às Novas 7 Maravilhas de Portugal e ambas ficam em Tavira. A Igreja da Misericórdia e a Igreja de Santa Maria do Castelo, dois dos mais relevantes monumentos religiosos da cidade, integram a categoria Religião e são apresentadas pela Diocese do Algarve como as únicas igrejas algarvias em concurso nesta edição.
De acordo com a Agência Ecclesia, que cita informação divulgada pela Diocese do Algarve, as candidaturas resultam de uma parceria entre a Santa Casa da Misericórdia de Tavira e a Paróquia de Tavira, através da empresa paroquial Artgilão. A mesma fonte refere que esta estratégia de cooperação patrimonial tem vindo a ganhar forma há cerca de dez anos.
A Diocese do Algarve considera que estas duas candidaturas representam um caso raro de cooperação patrimonial em Portugal. Em causa estão dois edifícios religiosos com forte expressão histórica, artística e cultural, mas também com uma ligação profunda à identidade local.
O padre Miguel Lopes Neto, diretor da Pastoral do Turismo da Diocese do Algarve e pároco de Tavira, defende que iniciativas deste tipo ajudam a mobilizar a população para a valorização do seu património. Citado pela Agência Ecclesia, o responsável sublinha que o facto de serem as únicas igrejas algarvias em concurso mostra a importância das parcerias privadas na promoção do património religioso.
Para o sacerdote, este trabalho permite levar estes espaços para lá do âmbito estritamente cultual, apresentando-os também como lugares de beleza, história, cultura e identidade, capazes de chegar a crentes e não crentes.
A Igreja da Misericórdia de Tavira é apresentada no concurso como um monumento maior da arte e da consciência humanista no Sul do país. Fundada em 1541 pela Santa Casa da Misericórdia, é considerada uma das expressões mais significativas da arquitetura renascentista no Algarve.
Entre os elementos destacados estão o portal escultórico, os retábulos barrocos e os painéis de azulejos das 14 Obras de Misericórdia, datados de 1760. Estes elementos ajudam a explicar o peso histórico e artístico do edifício, que continua a ser um dos pontos de referência patrimonial da cidade.
Alexandra Rufino, responsável pelo património histórico da Misericórdia de Tavira, afirma, em declarações citadas pela Agência Ecclesia, que a igreja é uma peça maior da história artística, religiosa e social do Algarve. Para a responsável, o monumento traduz também séculos de compromisso com a comunidade, com a fé e com a memória coletiva.
A Igreja de Santa Maria do Castelo surge como outro dos grandes símbolos patrimoniais de Tavira. A candidatura apresenta o monumento como um verdadeiro palimpsesto da história portuguesa, onde se cruzam diferentes tempos e estilos arquitetónicos.
No edifício convivem marcas góticas, manuelinas e neoclássicas, estas últimas associadas às alterações realizadas após o terramoto de 1755. A sua história está ligada à reconquista, à memória nacional e à identidade cultural da cidade.
Miguel Falcão Pereira, gestor do património histórico da Paróquia de Tavira, considera que Santa Maria do Castelo é um dos grandes lugares da memória de Tavira e do país. Citado pela Agência Ecclesia, o responsável destaca a densidade histórica do monumento, a sobreposição de estilos e a força simbólica que continua a conservar.
A Meia-Final Regional das Novas 7 Maravilhas de Portugal realiza-se em Olhão, no dia 27 de junho, às 15h00. Segundo a organização do concurso, os dois patrimónios mais votados em cada categoria seguem para a final regional.
Os apurados serão conhecidos a 11 de julho. Até lá, Tavira assume-se como o principal rosto do património religioso algarvio nesta fase da competição, com duas igrejas que a Diocese do Algarve descreve como “joias maiores” da região.
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Filmes, realizadores e atores ligados ao Algarve estão em destaque numa mostra de cinema na Biblioteca Municipal de Lagos.
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O Parque de Feiras e Exposições de São Bartolomeu de Messines volta a receber a tradicional Festa do Caracol, que este ano celebra a sua 11.ª edição, entre os dias 3 e 7 de junho.
O conteúdo Toy, José Malhoa e Iran Costa em Festa do Caracol algarvia aparece primeiro em Algarve Marafado.
O concelho de Vila Real de Santo António volta a celebrar os Santos Populares durante o mês de junho, com um programa que leva música, tradição e animação a diferentes localidades das três freguesias do município.
Ao longo de várias semanas, arraiais populares, bailes ao ar livre e atuações musicais prometem dinamizar espaços emblemáticos de Vila Real de Santo António, Monte Gordo, Vila Nova de Cacela e Manta Rota, envolvendo residentes e visitantes numa das festividades mais enraizadas da cultura popular portuguesa.
As iniciativas decorrem na Praça Marquês de Pombal e nas Hortas, em Vila Real de Santo António, na zona poente de Monte Gordo, no Largo Manuel Cabanas, em Vila Nova de Cacela, e na Rua da Nora, na Manta Rota.
As Marchas Populares assumem um papel central na programação deste ano, com vários desfiles previstos ao longo do mês.
A Marcha da Vila, promovida pelo Grupo de Marchas da Junta de Freguesia de Vila Real de Santo António, desfila nos dias 12, 23 e 28 de junho, na Praça Marquês de Pombal, e a 20 de junho, nas Hortas, sempre a partir das 21:30.
Já a Marcha da Associação Juvenil, Social, Cultural e Desportiva de Monte Gordo apresenta-se nos dias 12, 23 e 28 de junho, na zona poente da vila, seguindo depois para Vila Real de Santo António, onde desfila a 13 de junho, na Avenida da República, e para Vila Nova de Cacela, onde atua a 24 de junho, no Largo Manuel Cabanas. Todas as apresentações têm início às 22:00.
O programa contempla ainda a participação da marcha convidada “Poetas da Nossa Terra e o Nosso Padroeiro São Brás”, agendada para o dia 14 de junho, na Praça Marquês de Pombal, bem como da Marcha da Banda Musical Castromarinense, que se junta às celebrações em Monte Gordo no dia 28 de junho.
Além dos desfiles, os bailes populares voltam a marcar presença em vários pontos do concelho, proporcionando momentos de convívio e animação através da participação de diversos artistas e grupos musicais.
Com entrada livre, os Santos Populares voltam a afirmar-se como uma das iniciativas mais aguardadas do calendário festivo local, promovendo a valorização das tradições e da cultura popular.
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Toy, José Malhoa, Augusto Canário são alguns dos artistas que integram o cartaz da XI Festa do Caracol em Messines. A Festa do Caracol regressa ao Parque de Feiras e Exposições de São Bartolomeu de Messines entre os dias 3 e 7 de junho, para a sua 11.ª edição, com um programa que combina música, […]
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Vila Real de Santo António, Monte Gordo e Vila Nova de Cacela recebem marchas, bailes e animação ao longo de junho.
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O Parque de Feiras e Exposições de São Bartolomeu de Messines recebe, entre os dias 3 e 7 de junho, a XI edição da Festa do Caracol, um dos eventos mais emblemáticos da freguesia, que promete cinco dias de animação, gastronomia e convívio.
Organizada pela União Desportiva Messinense, com a coorganização da Câmara Municipal de Silves e da Junta de Freguesia de São Bartolomeu de Messines, a iniciativa tem entrada livre e apresenta um programa diversificado, pensado para todas as idades.
O cartaz deste ano reúne alguns dos nomes mais conhecidos da música e da comédia nacional. Entre os destaques estão as atuações dos humoristas Ana Arrebentinha e Rouxinol Faduncho, bem como os concertos de Augusto Canário e Amigos, Iran Costa, David Antunes & Midnight Band, José Malhoa e Toy.
A programação contempla ainda bailes populares animados por J.P. Cavaco, Paulo das Vacas, Ritmos do Sul e Xico Barata, garantindo momentos de dança e entretenimento ao longo dos cinco dias do certame.
Para além dos espetáculos musicais e de humor, a Festa do Caracol inclui demonstrações de capoeira, jogo do pau, ginástica, zumba e Muay Thai. A oferta será complementada por espaços dedicados à gastronomia tradicional e ao artesanato local, proporcionando uma experiência diversificada tanto para residentes como para visitantes.
O Magnetic Maya é um projeto português criado por Sónia Gonçallves, neurocientista, neuroterapeuta e psicanalista clínica, que cruza ciência do comportamento humano, psicanálise e música para refletir sobre a transformação da autoestima e da identidade feminina a partir dos 40 anos.
Mais do que uma proposta musical, o projeto nasce da experiência clínica da sua criadora e da observação de uma realidade vivida por muitas mulheres nesta fase da vida, frequentemente marcada por mudanças emocionais, questionamento identitário e sensação de perda de visibilidade.
Através de um álbum original em português, o Magnetic Maya procura traduzir conhecimento científico sobre o cérebro, as emoções e os processos psíquicos numa linguagem acessível através da música.
O projeto assume uma dimensão artística, emocional e educativa, procurando ajudar mulheres a reconectarem-se com a autoestima, a identidade e o sentido de valor pessoal, promovendo processos de reflexão e reconexão interna.

Segundo Sónia Gonçallves, “o projeto surge da integração entre o seu percurso académico e clínico e a compreensão de que a música tem um impacto direto nos estados emocionais, na memória e na forma como o ser humano processa experiências internas”.
O Magnetic Maya posiciona-se como uma proposta híbrida entre ciência e arte, dirigida sobretudo a mulheres a partir dos 40 anos que atravessam processos de transformação emocional e procuram ferramentas de reconexão com a sua identidade.
O álbum já está disponível nas principais plataformas digitais e soma mais de 3.000 reproduções, sinalizando uma crescente identificação do público com a mensagem do projeto.
Natural do Algarve e com raízes em Boliqueime, Sónia Gonçallves tem dedicado o seu percurso académico e profissional ao estudo do comportamento humano, das emoções, da identidade e dos processos de transformação psíquica.
A formação nas áreas da neurociência, neuroterapia e psicanálise clínica permitiu-lhe trabalhar diretamente com dinâmicas emocionais complexas, com especial enfoque na autoestima, reconstrução identitária e regulação emocional.
Foi a partir da experiência clínica e da observação continuada de padrões emocionais em mulheres adultas, sobretudo após os 40 anos, que Sónia identificou uma realidade recorrente: a sensação de invisibilidade, a desconexão com a identidade pessoal e a perda de valorização interna.
Desta convergência entre ciência, prática clínica e observação humana nasceu o Magnetic Maya, que se apresenta como um projeto português inovador na ligação entre neurociência, psicanálise e música.
Sónia acredita que “a música, quando aliada à compreensão científica da mente humana, pode funcionar como um instrumento poderoso de transformação emocional, memória afetiva e reprogramação de padrões internos”.
Atualmente, o Album Magnetic Maya encontra-se em expansão, com presença crescente nas plataformas digitais e uma comunidade de mulheres que se identifica com a sua mensagem de reconexão, força e identidade.
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A Câmara Municipal de Loulé expressa publicamente o seu profundo orgulho e felicita os jovens acordeonistas algarvios, com especial destaque para os talentos do concelho, que conquistaram vários prémios nacionais e internacionais no 29º Troféu Nacional e no 10º Concurso Internacional de Acordeão “Cidade de Alcobaça”, decorridos entre 22 e 24 de maio.
Estão de parabéns todos os evolvidos e que, através das suas prestações nestes galardões, elevaram o nome do concelho: os acordeonistas Tiago Conceição, Miguel Coelho, Bruna Palma, Catarina Viegas, Carolina Palma, Carolina Veloso, Rodrigo Veloso, Rafaela Cabanita, Tomás Coelho, Francisca Marrachinho, Benjamim Viegas, Maya Veit Souza, Apolo Pereira e Gustavo Martinho, mas também os professores Nelson Conceição, Vítor Mira e Jorge Alves, e as instituições culturais Associação de Acordeão Garvefole, Conservatório de Música de Loulé – Francisco Rosado e Centro de Artes Artistas Minerva.
“Para o Município de Loulé, estes resultados são o reflexo do empenho, paixão e dedicação dos jovens músicos, das suas famílias e dos professores que, diariamente, trabalham para elevar a cultura e a tradição do acordeão a patamares de excelência mundial, justificando plenamente o contínuo investimento da Autarquia no associativismo e no ensino artístico. Estes jovens são bem o exemplo do nível da formação musical ministrada na região, em particular no concelho de Loulé”, afirma Telmo Pinto, presidente da Câmara Municipal de Loulé.
Reconhecida como uma das mais prestigiadas do país na área do acordeão, esta competição reuniu mais de uma centena de participantes e contou com um júri internacional de excelência, num ambiente de enorme exigência técnica.
O grande destaque da competição foi o louletano Tiago Conceição, aluno do professor Nelson Conceição e representante da Associação de Acordeão Garvefole, sediada em Loulé. Apesar de competir ainda em idade júnior, o jovem músico venceu a categoria Sénior Varieté e alcançou a melhor pontuação global do concurso, somando uns impressionantes 24,63 pontos numa escala de 0 a 25. Adicionalmente, Tiago Conceição arrecadou o primeiro prémio nas categorias de Livre Solista Concerto, Duo e Trio.
A Associação de Acordeão Garvefole, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Loulé, dominou várias categorias com múltiplos primeiros lugares atribuídos, para além, de Tiago Conceição, a Miguel Coelho, Bruna Palma, Catarina Viegas, Carolina Palma, Carolina Veloso, Rodrigo Veloso, Rafaela Cabanita, Tomás Coelho, e ainda das excelentes classificações de Francisca Marrachinho e Benjamim Viegas.
O concelho de Loulé viu também o talento dos seus estudantes ser reconhecido através do Conservatório de Música de Loulé – Francisco Rosado, sob a orientação do professor Vítor Mira. A aluna Maya Veit Souza sagrou-se vencedora da categoria Iniciado Convertor 1, tanto no Troféu Nacional como no Concurso Internacional, enquanto o aluno Apolo Pereira garantiu o terceiro lugar no prestigiado Prémio Vitorino Matono. Também sediado em Loulé, o Centro de Artes Artistas Minerva celebrou a excelente prestação do aluno Gustavo Martinho, orientado pelo professor Jorge Alves.
A Autarquia estende as felicitações aos restantes executantes da região que dignificaram o nome do Algarve em Alcobaça, nomeadamente os alunos do Conservatório de Música de Olhão, da Escola de Música da Casa do Povo da Conceição de Faro e da Associação Cultural Sambrasense.
Recorde-se que o Município de Loulé tem apoiado e promovido o ensino artísticos na área da música, nomeadamente ao impulsionar a criação do Conservatório de Música de Loulé – Francisco Rosado, mas apoiado também as associações culturais através da celebração de contratos-programa.
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Convento de Nossa Senhora da Assunção, Arco da Vila, Ruínas Romanas de Milreu Palácio Fialho e Palácio de Estoi passaram à segunda fase de concurso de valorização do património nacional.
O Município de Faro conta com cinco patrimónios entre os 147 candidatos que seguem para a segunda e fase final do concurso das Novas 7 Maravilhas de Portugal 2026. O anúncio foi feito esta sexta-feira, dia 29 de maio, numa cerimónia que teve lugar no Palácio Nacional de Queluz, tendo sido eleitos finalistas, em diferentes categorias, todas os patrimónios candidatos pelo Município de Faro: na categoria “Religião”, o Convento de Nossa Senhora da Assunção; na categoria “História”, o Arco da Vila e as Ruínas Romanas de Milreu; na categoria “Século XX”, o Palácio Fialho, e na categoria “Turismo”, o Palácio de Estoi.
Em representação da Câmara Municipal de Faro na cerimónia, a vereadora Tatiana Homem de Gouveia declarou que “a nomeação destes cinco patrimónios como finalistas a este concurso nacional só valoriza e reforça o reconhecimento do nosso património histórico e cultural e o Município de Faro tudo fará, nesta fase final, para mobilizar a população a votar e a tornar estas referências do património farense como algumas das Novas 7 Maravilhas de Portugal”.
A votação poderá ser realizada através de chamada telefónica e/ ou através da aplicação TVI Pass até ao dia 18 de julho, quando acontece a Gala Final das Novas 7 Maravilhas de Portugal.
Consulte os números de votação em: https://7maravilhas.pt/patrimonios/regiao/algarve .
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O Parque de Feiras e Exposições de São Bartolomeu de Messines recebe, entre os dias 3 e 7 de junho, a 11.ª edição da Festa do Caracol, um dos eventos mais populares da freguesia, que promete cinco dias de animação para toda a família.
Organizada pela União Desportiva Messinense, com a coorganização da Câmara Municipal de Silves e da Junta de Freguesia de São Bartolomeu de Messines, a iniciativa tem entrada livre e combina música, humor, gastronomia, artesanato e atividades desportivas.
Ao longo dos cinco dias de festa, o público poderá assistir a espetáculos de alguns dos nomes mais conhecidos da música e da comédia nacional, num programa que pretende atrair residentes e visitantes de toda a região.
O cartaz deste ano inclui atuações dos humoristas Ana Arrebentinha e Rouxinol Faduncho, bem como dos músicos Augusto Canário e Amigos, Iran Costa, David Antunes & Midnight Band, José Malhoa e Toy.
A programação contempla ainda vários bailes populares, animados por J.P. Cavaco, Paulo das Vacas, Ritmos do Sul e Xico Barata, proporcionando momentos de dança e convívio ao longo do evento.
Além da componente musical, a Festa do Caracol contará com diversas demonstrações e atividades desportivas, incluindo capoeira, jogo do pau, ginástica, zumba e Muay Thai.
Os visitantes terão também à disposição espaços dedicados à gastronomia tradicional e ao artesanato local, reforçando a vertente cultural e económica da iniciativa.
Com uma programação diversificada e dirigida a diferentes públicos, a Festa do Caracol celebra a tradição, o convívio e a identidade local.
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O espaço JALI, em Silves, recebe entre os dias 1 e 10 de junho a residência artística internacional Fios do Sul, uma iniciativa que promove o encontro entre criadoras de Portugal e do Chile em torno da arte têxtil contemporânea, da sustentabilidade e da criação colaborativa.
O projeto é orientado pela konceito.r, iniciativa de moda circular dirigida por Cristina Guerreiro, e conta com a participação das artistas chilenas Fernanda Jara, fundadora da VESO Upcycling, e Aileen Díaz Henríquez, do projeto Ancestro Arte Tejido.
A residência integra ainda a artista silvense Patrícia Marques e a associação cultural Amarelarte, parceira deste intercâmbio cultural entre os dois países.
Durante dez dias, as participantes desenvolvem um processo criativo assente na reutilização de materiais têxteis recolhidos no Algarve, incluindo peças de vestuário usadas e excedentes da indústria. Através de técnicas de upcycling e métodos artesanais, como o crochet, os materiais ganham novas formas e significados, dando origem a peças artísticas e narrativas visuais.
A iniciativa decorre no JALI, espaço dedicado à criação e experimentação artística e parceiro do Geoparque Algarvensis, reforçando a ligação entre arte, património, território e sustentabilidade.
Segundo a organização, o projeto parte das afinidades existentes entre o Algarve e o Chile, duas regiões ligadas ao território, à paisagem e aos saberes tradicionais, mas também confrontadas com os desafios da sustentabilidade e da necessidade de repensar os modelos de produção e consumo.
Num contexto marcado pelo impacto ambiental da indústria da moda, Fios do Sul propõe uma abordagem centrada na reutilização criativa e na valorização de materiais existentes, promovendo práticas mais conscientes e sustentáveis.
A residência artística culmina no dia 10 de junho, Dia de Portugal, com uma apresentação pública dos trabalhos desenvolvidos ao longo da iniciativa.
O programa inclui uma instalação têxtil construída a partir de materiais reutilizados recolhidos localmente, a apresentação de dois coordenados originais criados durante a residência e um momento de encontro entre artistas, parceiros institucionais e público.
A organização descreve a iniciativa como “Um diálogo entre o Algarve e a América Latina através do têxtil.”
A apresentação pretende proporcionar uma reflexão contemporânea sobre identidade, território e criação artística, cruzando referências culturais do Algarve e da América Latina através da arte têxtil e da colaboração internacional.
A residência é organizada pela konceito.r, com o JALI como parceiro anfitrião e a Amarelarte como parceira cultural.
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A Sociedade Filarmónica Lacobrigense 1.º de Maio promove, no próximo sábado, dia 6 de junho, a 34.ª edição do Festival de Bandas Civis de Lagos, um evento que volta a celebrar a tradição filarmónica e a música de banda no concelho.
Além da banda anfitriã, a iniciativa contará com a participação da Sociedade Filarmónica Portimonense e da Banda Filarmónica 1.º de Dezembro de Moncarapacho, reunindo músicos de diferentes pontos do Algarve numa tarde dedicada à divulgação e valorização da música filarmónica.
O programa tem início às 14:00 com a receção das bandas convidadas na sede da Sociedade Filarmónica Lacobrigense 1.º de Maio, situada na Praça d’Armas.
Pelas 15:00, os músicos participam numa arruada pelas ruas da cidade, seguindo em desfile até à Praça do Infante, onde decorrerão os concertos.
As atuações estão marcadas para as 16:00 e prometem proporcionar ao público uma mostra do repertório e da qualidade artística das três filarmónicas participantes.
O Festival de Bandas Civis é uma iniciativa da Sociedade Filarmónica Lacobrigense 1.º de Maio, que contribui para a promoção da cultura musical e para a preservação de uma tradição profundamente enraizada na comunidade algarvia.
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Há candidaturas que nascem de grandes máquinas institucionais. E há candidaturas que nascem da visão, da persistência e do amor
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Em junho, o Cineteatro Louletano apresenta uma programação que cruza dança, música, teatro e cinema, mantendo a aposta na coprodução
O conteúdo Vera Mantero, teatro nacional de São Carlos, Paus e cinema italiano entre tantos outros no cineteatro louletano em junho e julho aparece primeiro em Algarve 7.

A despedida da banda Paus, a dança da coreógrafa Vera Mantero, um concerto intimista de Tomás Wallenstein e uma ópera do Teatro Nacional de São Carlos marcam a programação de Junho no Cine-Teatro Louletano.
A programação do espaço cultural de Loulé cruza dança, música, teatro e cinema, mantendo a aposta na coprodução artística, na diversidade de linguagens e na acessibilidade, com Língua Gestual Portuguesa e Audiodescrição.
O mês arranca com dança a 5 de Junho, às 21h00, no Cineteatro Louletano, com “C.C. (Crematística e Contraforça)”, peça da coreógrafa Vera Mantero.
Esta coprodução do Cineteatro Louletano propõe uma reflexão coreográfica e performativa em torno das relações entre economia, poder e corpo, numa criação assinada por uma das mais relevantes figuras da dança contemporânea portuguesa.
Nos dias 6 e 7 de Junho, o Auditório do Solar da Música Nova acolhe a 19ª edição da Festa do Cinema Italiano, promovida pela Associação Il Sorpasso.
No sábado, dia 6, existem três sessões, às 16h00, às 19h00 e às 21h00, e no domingo duas sessões, intercaladas com cine-jantar pelo chef Sergio Zanotti, inspirado no filme “Louca-Mente”, de Paolo Genovese, que é exibido após a refeição.
No dia 9, às 21h00, o Cineteatro Louletano recebe “As Damas da Noite”, Uma Farsa de Elmano Sancho. O espetáculo, com interpretação em Língua Gestual Portuguesa, recorre à sátira social imergindo no mundo fascinante e provocador do transformismo.
Os artistas transformistas/dragqueens “vestem a pele de um outro, tentam ser um outro”.

No mesmo dia, às 21h00, o Auditório do Solar da Música Nova acolhe mais uma sessão do ciclo Filme Francês do Mês, promovido pela Alliance Française do Algarve. Desta vez é “Fifi”, de Paul Saintillan e Jeanne Aslan (2022), uma obra centrada nas relações humanas, juventude e desigualdade social.
A música ocupa lugar de destaque no dia 13 de Junho, às 21h00, no Cineteatro Louletano, com a apresentação da ópera “Relicário Perpétuo”, de Luísa Costa Gomes e Luís Tinoco.
A peça, trazida a Loulé pelo Teatro Nacional de São Carlos, estreia em Lisboa três dias antes, no Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas, e assinala os 500 anos do nascimento de Luís de Camões.
A criação junta literatura e composição musical contemporânea e é marcada pelo cruzamento entre palavra, memória e património cultural.
No dia 14, às 17h00, o Cineteatro Louletano recebe Tomás Wallenstein. Conhecido do grande público enquanto músico e compositor como vocalista e guitarrista dos Capitão Fausto, o artista apresenta-se num formato mais intimista, explorando as suas canções com diferentes sonoridades e novas dimensões.
A 19 de junho, às 21h00, sobe ao palco do Cineteatro Louletano “Álbum de Família”, de Lúcia Pires, pelo Projecto Casa, projeto de apoio à criação tripartido entre o Cineteatro Louletano, o Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, e O Espaço do Tempo, em Montemor-o-Novo.
Esta coprodução, com audiodescrição, propõe uma reflexão sobre memória, relações familiares e identidade, através de uma abordagem intimista e contemporânea.
A 20 de junho, às 17h00, o Auditório do Solar da Música Nova acolhe o Grupo Síntese – Concerto no Património, numa fusão única entre a expressão musical contemporânea e o património cultural.
O grupo traz obras de Luciano Berio, Pedro Rebelo, Eduardo Patriarca, Amilcar Vasques-Dias e Jorge Peixinho, numa iniciativa de entrada gratuita que cruza música e valorização patrimonial.
No mesmo dia, às 21h00, os PAUS apresentam-se no Cineteatro Louletano, na digressão que decreta o fim da banda, com o álbum “Enterro”.
Conhecida pela energia dos seus concertos e pela fusão entre rock, percussão e eletrónica, a banda traz a Loulé um espetáculo marcado pela intensidade sonora e performativa e toda a carga de um final anunciado, que culminará com dois concertos em novembro, em Lisboa e Porto.
O mês fecha a 21 de Junho, às 17h00, no Cineteatro Louletano, precisamente com o Concerto de Laureados do Conservatório.
O espetáculo reúne jovens músicos distinguidos pela instituição, celebrando o talento emergente e o ensino artístico especializado no concelho.
Já em Julho, há mais um espetáculo multidisciplinar, com “Ostra feliz não faz pérola”, de Ana Borges, no dia 4, às 21h00. É uma metáfora sobre a vivência no feminino, construída a partir das muitas imposições históricas, sociais, culturais, de corpo e de existência.
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O músico Pedro Abrunhosa vai regressar aos palcos internacionais no final deste ano para uma série de quatro concertos em várias cidades europeias, acompanhado pela banda Comité Caviar, anunciou esta segunda-feira a sua agência de representação.
De acordo com a Sons em Trânsito, a digressão passará por Genebra, na Suíça, a 9 de dezembro, seguindo depois para o Luxemburgo, a 19 de fevereiro de 2027. Em março, Pedro Abrunhosa atua em Londres, no dia 5, e em Paris, a 7 de março.
Os concertos internacionais acrescem à agenda nacional de Abrunhosa, que conta com atuações previstas para Faro, Alcobaça, Póvoa de Varzim, Sintra, Évora, Braga, Coimbra, Santa Maria da Feira, Santarém e Viana do Castelo, entre outubro deste ano e fevereiro do próximo.
A digressão “Inverbo” vai atravessar “fronteiras para unir os novos temas aos clássicos incontornáveis que marcam a sua carreira”.
“É o regresso de Pedro Abrunhosa aos palcos internacionais, reafirmando a força da sua narrativa e a universalidade das suas autorias que continuam a emocionar o público e a marcar o seu tempo”, pode ler-se no comunicado.
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Vera Mantero, PAUS e a Festa do Cinema Italiano estão entre os destaques da programação de verão do Cineteatro Louletano.
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