As estirpes recentes (e famosas) são muito diferentes das espécies identificadas há décadas. Como responder a estas situações? Os recentes surtos de ébola e hantavírus reacenderam o debate científico sobre a enorme diversidade de estirpes virais existentes na natureza e sobre os riscos associados à transmissão entre espécies. Investigadores e autoridades de saúde pública alertam que muitos destes vírus continuam pouco conhecidos, apesar do potencial para provocar epidemias graves. No caso do ébola, os cientistas – intrigados, como resume o New York Times – acompanham com preocupação uma nova variante associada ao vírus Bundibugyo, identificada na República Democrática do Congo. Esta
Um novo vírus gigante descoberto no Japão e batizado de furtivovírus, replica-se de uma forma nunca antes observada: destrói parcialmente o núcleo da célula hospedeira e replica-se nos seus restos. Uma equipa investigadores da Universidade de Ciências de Tóquio (TUS) descobriu um novo tipo de vírus gigante, que se replica de uma forma nunca antes observada. Mais surpreendente ainda, esta entidade poderá fornecer-nos pistas sobre as próprias origens da vida complexa. Os vírus situam-se fora da árvore da vida convencional, uma vez que são constituídos por segmentos de material genético e não por células, o que torna difícil perceber como