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Kim Jong-un: os segredos do filho ilegítimo e os irmãos afastados por assassinato e ópio

Entre os muitos mistérios que rodeiam o líder norte-coreano, o segredo em torno da sua mãe é um dos mais intrigantes. Kim nunca a mencionou publicamente pelo nome, ao longo dos seus 15 anos no poder. Porquê? A legitimidade da ditadura hereditária assenta na “linhagem do Monte Paektu”, nome dado à montanha mais alta da Península Coreana, celebrada como berço mitológico do povo coreano e também como o local onde o líder fundador Kim Il-sung terá conduzido atividades de guerrilha contra os colonizadores japoneses. Ao contrário das duas mães anteriores da linhagem do regime — Kang Pan-sok, mãe do fundador

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Música e marchas populares animam os domingos de junho em Moncarapacho

O mês de junho vai ser animado em Moncarapacho com as tradicionais “Matinés ao Domingo”, uma iniciativa que alia música popular e atuações de marchas, proporcionando tardes de convívio e animação à comunidade.

O programa decorre todos os domingos do mês, na Casa Povo do Concelho de Olhão – Moncarapacho, entre as 15:00 e as 19:00, e conta com a participação de vários artistas e coletividades ligadas às tradições populares da região.

Música e marchas animam as tardes de junho

A primeira sessão realiza-se a 7 de junho, com a atuação de Filipe Romão, acompanhada pela Marcha Popular da Universidade Sénior de Moncarapacho.

No dia 14 de junho sobe ao palco Silvino Campos, num espetáculo que contará também com a participação da Marcha Popular da ACASO.

A programação prossegue a 21 de junho com Sandrine, numa tarde enriquecida pela atuação da Marcha Popular do Museu do Traje.

O encerramento do programa de junho acontece a 28 de junho, com Luís José e a participação da Marcha Popular da Junta de Freguesia de Olhão.

A iniciativa pretende celebrar o espírito dos Santos Populares e promover momentos de encontro entre diferentes gerações, valorizando simultaneamente a música popular portuguesa e o trabalho desenvolvido pelas associações e coletividades locais.

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Castro Marim assinala 40 anos da adesão à União Europeia com homenagem a José Saramago

O Mercado Local de Castro Marim recebe, no próximo dia 5 de junho, uma exposição fotográfica e uma conferência dedicadas à rota literária de José Saramago no Algarve, numa iniciativa integrada nas comemorações dos 40 anos da adesão de Portugal à União Europeia.

A partir das 18:00, o espaço acolhe a exposição “Viagem Fotográfica ao Algarve”, promovida pela ¼ Escuro – Associação de Fotógrafos Amadores de Vila Real de Santo António. A mostra propõe um olhar sobre o Algarve contemporâneo, estabelecendo uma comparação com a realidade encontrada por José Saramago durante a viagem que realizou pela região em 1980.

Para a concretização deste projeto, os fotógrafos participantes percorreram os vários concelhos algarvios visitados pelo escritor, inspirando-se nos textos produzidos por Saramago nessa época. A exposição permanecerá patente ao público até ao dia 7 de junho.

Conferência aborda percurso literário de José Saramago no Algarve

No mesmo dia terá lugar uma conferência dedicada ao mesmo tema, conduzida por Adriana Freire Nogueira, professora da Universidade do Algarve.

A iniciativa pretende promover a reflexão sobre o legado literário de José Saramago e a evolução do território algarvio ao longo das últimas décadas, através do cruzamento entre literatura, fotografia e património regional.

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Tavira prolonga exposição «O Azulejo em Portugal» até 6 de junho

Tavira prolongou a exposição «O Azulejo em Portugal» até 6 de junho após a mostra ultrapassar os 8.500 visitantes.

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Quarteira abre inscrições para programa de verão gratuito dedicado aos jovens

A Junta de Freguesia de Quarteira abriu esta segunda-feira as inscrições para o 8125 AZUL, um programa de verão destinado a jovens entre os 12 e os 16 anos, que decorrerá entre 6 de julho e 14 de agosto, no Edifício Sociocultural de Quarteira.

A iniciativa oferece um conjunto diversificado de atividades gratuitas, realizadas durante o período da tarde, de segunda a sexta-feira, entre as 14:00 e as 17:00.

O objetivo passa por proporcionar alternativas de ocupação dos tempos livres durante as férias escolares, promovendo simultaneamente o convívio, a criatividade e o desenvolvimento de competências pessoais.

Atividades criativas e convívio longe dos ecrãs

Segundo Célia Rodrigues, técnica superior do Gabinete Sociocultural da Junta de Freguesia de Quarteira, o projeto pretende proporcionar “uma oferta de atividades gratuitas, que seja flexível e ajustada à liberdade própria do período das férias”.

O programa está estruturado em três vertentes distintas: Espaço Lúdico, Projetos Criativos e Workshops Pontuais. O Espaço Lúdico disponibilizará jogos de tabuleiro e diversos materiais recreativos, incentivando os jovens a socializar e a ocupar o tempo longe dos dispositivos eletrónicos.

Já os Projetos Criativos incluem áreas como Arte Urbana, Fotografia e Música, desenvolvidas ao longo das seis semanas do programa. Estas atividades serão orientadas pela Associação Policromia, pelo fotógrafo André Santos e pelo músico Marc Noah, culminando na concretização de um projeto final concebido pelos participantes.

Workshops semanais abordam jornalismo, culinária e capoeira

Uma vez por semana, os jovens inscritos poderão ainda participar em workshops temáticos dedicados a diferentes áreas de interesse, entre as quais jornalismo, culinária e capoeira. Todas as atividades terão lugar no Edifício Sociocultural de Quarteira, junto à Praça do Mar.

Para o presidente da Junta de Freguesia de Quarteira, João Romão, esta iniciativa representa “não como um custo, mas como um investimento; uma resposta à sazonalidade típica da região e no auxílio às famílias, aumentando a oferta ao nível da ocupação dos tempos livres dos nossos jovens”.

A participação é gratuita, mas sujeita a inscrição obrigatória, uma vez que o número de vagas é limitado. O programa completo e o formulário de inscrição estão disponíveis em em jf-quarteira.pt.

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Autora bestseller britânica vem ao Algarve lançar romance passado nos Olhos de Água

O romance The Hotel by the Sea, que vai ser editado em português amanhã, dia 2 de junho, com o título «Uma Pousada no Algarve», vai ser apresentado pela sua autora best-seller Julie Caplin, na Fnac do AlgarveShopping, na Guia (Albufeira), no dia 6 de Junho, às 21h00.

A sessão vai ser apresentada por Analita Alves dos Santos.

A história de «Uma Pousada no Algarve» passa-se nos Olhos de Água.

Julie Caplin é uma escritora britânica, autora bestseller internacional de comédias românticas e romances de viagens.

É particularmente conhecida pela sua série “Destinos Românticos” (ou Romantic Escapes), onde cada livro se passa numa cidade ou cenário pitoresco diferente pelo mundo e destaca a culinária e a cultura locais.

Antes de se dedicar à escrita a tempo inteiro, Caplin trabalhou durante anos como diretora de relações públicas. Nessa profissão, viajou por toda a Europa acompanhando críticos gastronómicos e de enologia, o que lhe proporcionou a inspiração e a paixão pela pastelaria e gastronomia que descreve nas suas obras.

Sul Informação

Outras obras de Julie Caplin, editadas também em português:


Um café em Copenhaga, publicado em português em janeiro de 2023

Kate mora em Londres e tem uma vida perfeita, até que o namorado lhe rouba a promoção.

Vai para Copenhaga em trabalho, como relações públicas, para organizar um evento com vários jornalistas ingleses, que vão fazer várias reportagens sobre o segredo dinamarquês para a felicidade.

Entre esses jornalistas há o Benedict, com quem ela já teve alguns arrufos de trabalho.

No tempo em que lá estão, vão experienciando o hygge, estar em lugares acolhedores, com uma boa chávena de café e um bolo…

A atmosfera de Copenhaga e do estilo de vida dinamarquês são contados de uma forma muito acolhedora.


Um chá em Tóquio, março 2024

Fiona (que conhecemos por alto no livro anterior) é fotógrafa e blogger. Ganha uma bolsa de estudo para Tóquio, para acompanhar o trabalho de uma grande referência no seu meio.

Parece tudo perfeito, exceto Gabriel, o fotógrafo que ela vai acompanhar, pois é o mesmo homem que lhe partiu o coração.

Fica hospedada com uma família tradicional japonesa, que tem uma casa de chá, então, são-nos dados a conhecer o ritual de chá tradicional, as cerejeiras em flor…


Um castelo na Escócia, novembro 2024

Izzy herda um castelo nas Terras Altas da Escócia, que é também um hotel. O problema é que o castelo está a cair aos bocados.

Quando chega, apercebe-se que, ao contrário do que esperava, tem um hóspede de longa duração, Ross, um autor de thrillers.

Para tornar tudo ainda mais stressante, a sua mãe tem também uma grande reserva para o Natal, fazendo com que Izzy tenha de remodelar o hotel, sem interferir demasiado com o trabalho do autor, e sem perder o negócio de família.


Uma confeitaria em Paris, abril 2025

Nina, pasteleira, vai para Paris para ajudar a gerir a confeitaria de um amigo da família. O problema: Sebastian, melhor amigo do seu irmão, é também a sua crush.

Habituada a ser tratada como a criança da família, esta é a sua oportunidade de mostrar a todos o que vale.

Para quem já visitou Paris, este foi um regresso àquelas ruas, recheadas de montras apetitosas. A forma como os bolos são descritos deixa-nos com água na boca.

Para além de tudo isto, as relações de amizade que Nina cria com os colegas e clientes, aquece mesmo o coração.


Uma pousada no Algarve, junho 2026

Rebecca é instrutora de Pilates. Depois de lhe partirem o coração, decide aproveitar esta oportunidade única de trabalhar numa quinta em Olhos de Água.

Vinda de uma família de rapazes, é muitas vezes considerada maria-rapaz.

Felipe Rebelo, o responsável pela quinta, por sua vez, é o único homem no meio de muitas mulheres, dando a impressão de que é o macho-alfa, que nem tem de escolher as próprias meias. Mas Rebeca vai perceber que não é bem assim.

Um romance leve e quente, como um pôr do sol numa tarde de verão. Esta história emociona pela forma como as relações familiares, gastronomia, história, arte da calçada e, ainda mais especial, a cidade algarvia foram transcritas para o papel.

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Festival MED em contagem decrescente com abertura da Loja Oficial

O arranque da contagem decrescente para o Festival MED 2026 ficou marcado, no sábado, 30 de maio, pela inauguração da Loja MED, um espaço dedicado à promoção do evento que funcionará até 28 de junho no Mercado Municipal de Loulé.

A abertura foi assinalada com uma atuação do músico britânico Daniel Kemish, que proporcionou um momento musical de antecipação ao festival, onde atuará no próximo dia 26 de junho, no Palco Chafariz.

Com entrada pela Praça da República, a loja assume-se como um ponto de informação e uma das bilheteiras oficiais do Festival MED, disponibilizando ao público diversos artigos de merchandising inspirados no evento. Entre os produtos disponíveis encontram-se t-shirts, chapéus, bonés, tote bags, leques, meias e toalhas de praia, muitos deles concebidos no âmbito do projeto Loulé Criativo.

Uma parte significativa destes artigos foi produzida a partir de materiais reciclados utilizados em edições anteriores do festival, nomeadamente tecidos que integraram a decoração das ruas da zona histórica de Loulé, uma das imagens de marca do evento.

Além da venda de produtos, o espaço disponibiliza informações sobre a programação do festival, incluindo concertos, horários e atividades culturais paralelas. A organização prevê ainda a realização de pequenos momentos musicais nas manhãs dos próximos sábados, prolongando o ambiente de animação que antecede o certame.

A Loja MED funciona de segunda a sexta-feira, entre as 14h00 e as 20h00, e aos sábados das 09h00 às 15h00, encerrando aos domingos.

Até 22 de junho decorre a fase de pré-venda de bilhetes, com o bilhete diário disponível por 10 euros e o passe geral por 30 euros. Após essa data, os preços passam para 15 euros e 40 euros, respetivamente. Os ingressos podem ser adquiridos na Loja MED, no Cineteatro Louletano e através da plataforma BOL.

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Luís Ramos leva ecopoesia e consciência ambiental ao Festival ECOlógita em Tavira

O jovem poeta algarvio Luís Carlos Vicente Ramos vai apresentar a performance “Deus sive Natura: ecopoesia espiritual” no Festival ECOlógita, que decorre em Tavira. O espetáculo está agendado para o dia 6 de junho, pelas 21:00, na Zona Palco do evento.

A performance centra-se na problemática ambiental e na ecologia espiritual, propondo uma reflexão sobre a natureza enquanto realidade dotada de um carácter sagrado.

O projeto utiliza a poesia como ferramenta de sensibilização para a atual crise ambiental, explorando novas formas de perceção e convivência com o meio natural.

Entre os textos que integram a apresentação encontram-se poemas como “História espiritual da destruição do mundo”, “Ribeira Alta” e “Mãe-Terra”, sendo também evocadas obras de poetas naturais do concelho de Tavira relacionadas com esta temática.

Poesia como forma de ativismo ambiental

A iniciativa pretende aproximar um público diversificado da mensagem ecológica presente na poesia ambiental, despertando o interesse pelas correntes da ecopoesia e da ecologia espiritual. O projeto procura igualmente demonstrar que a poesia pode constituir um instrumento de ativismo ecológico e de consciencialização ambiental.

Natural de Tunes, no concelho de Silves, Luís Carlos Vicente Ramos nasceu em 1998. É licenciado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e mestre em Ética e Filosofia Política pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto. É também criador do projeto digital de divulgação cultural “O Cravo de Tunes”.

A performance integra a programação da terceira edição do Festival ECOlógita, iniciativa que regressa nos dias 5 e 6 de junho com o objetivo de promover a ligação entre educação, cultura, ambiente e cidadania.

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Beja acolhe festival de banda desenhada enquanto prepara instalação de museu

Beatriz Brajal, Dinis Conefrey, Luckas Iohanathan e Thomas Ott estão entre os autores com exposições e presença marcada no Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, que começa na sexta-feira.

De acordo com a programação divulgada, uma das novidades do festival, este ano, é a realização do Interstícios, o mercado de auto-edição e edição alternativa, com vários pequenos projetos editoriais, independentes, de banda desenhada e artes visuais, como por exemplo Magma Bruta, Opuntia Books, Erva Daninha e Gorila Sentado.

Tal como nos anos anteriores, o festival de BD de Beja proporciona encontros e sessões de autógrafos com autores, um mercado do livro, com cerca de 60 editoras, e várias exposições na cidade.

Entre as mostras anunciadas estão as de Beatriz Brajal, que, no outono passado, se estreou com o livro “A cada sete ondas”, e de Dinis Conefrey, a propósito do álbum desenhado “Estância do Sino Coberto”, igualmente lançado no final de 2025.

O autor brasileiro Luckas Ioanathan, distinguido com o prémio Jabuti para melhor banda desenhada com o livro “Como Pedra”, estará também em Beja com uma exposição em torno daquela obra.

Beja acolhe ainda uma exposição coletiva vinda de Espanha, intitulada “Aventureras gráficas”, que reúne obras de cinco artistas: Ana Penyas, Laura Pérez, María Medem, Natacha Bustos e Nuria Tamarit.

Haverá ainda exposições de Inês Louro (Portugal), Thomas Ott e Simone Baumann (Suíça), Benjamin Bachelier (França), a coletiva romena “Dracula in Comics” e uma dedicada ao autor Filipe Pina, que morreu em 2025, reunindo obras de André Oliveira, Filipe Andrade, Nuno Lourenço Rodrigues, Nuno Saraiva e Osvaldo Medina.

O coletivo Toupeira, que desde 1996 tem ativo em Beja um atelier de produção de banda desenhada, junta-se à programação com autores de Angola, Brasil, Espanha, Reino Unido e Portugal.

A 21ª edição do Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, organizada pela autarquia, está marcada de 5 a 21 de Junho.

O festival, que tem direção do autor e programador Paulo Monteiro, acontece numa altura em que a câmara municipal prepara a instalação do Museu de Banda Desenhada (MBD) de Beja, o primeiro do género em Portugal.

O museu, que ocupará um edifício devoluto no centro histórico da cidade, tem previsão de abertura para 2027, com um investimento de mais de 1,2 milhões de euros, com verbas comunitárias, e foi anunciado em janeiro deste ano.

Nessa altura, o diretor da Bedeteca de Beja e do festival de BD, Paulo Monteiro, revelou à Lusa que o futuro museu conta com «um espólio espantoso, que medeia entre meados do século XIX e o início do século XXI, contemplando uma série de grandes autores de banda desenhada».

Ao todo são «perto de 1.500 pranchas [de banda desenhada]», assim como «centenas de fotografias, manuscritos e correspondência» de quase uma centena de artistas nacionais, como Rafael Bordalo Pinheiro, Stuart de Carvalhais e Carlos Botelho.

O museu terá salas de leitura, onde ficará instalada a Bedeteca de Beja, atualmente sediada na Casa da Cultura, sete salas de exposição permanente, duas salas para exposições temporárias, uma sala para oficinas pedagógicas, loja, arquivo e terraço.

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Edmar da Silva assinala Dia da Criança com mensagem dedicada aos leitores

A Oficina do Livro com Edmar assinala o Dia da Criança com uma iniciativa que reforça a importância da leitura no desenvolvimento pessoal, educativo e social das crianças e dos jovens.

O projeto, desenvolvido há mais de duas décadas em contexto escolar, continua a promover o contacto com os livros como uma experiência de descoberta, criatividade e cidadania.

Ao longo dos anos, a iniciativa tem procurado despertar o gosto pela leitura e pela escrita através de histórias, oficinas e encontros com leitores, envolvendo milhares de crianças e jovens da região. Segundo o projeto, a leitura constitui uma ferramenta essencial para o desenvolvimento do pensamento crítico, da empatia e da capacidade de compreender diferentes realidades.

Neste contexto, a Oficina do Livro com Edmar decidiu assinalar a data partilhando uma seleção de obras que marcaram leitores ao longo dos anos, destacando livros capazes de estimular a imaginação, os valores humanos, a amizade, a inclusão, a consciência ambiental e o prazer de ler.

Mais de duas décadas a promover a leitura

O projeto sublinha que, num contexto marcado pela rapidez da informação e pelo consumo imediato de conteúdos digitais, a leitura continua a ser uma das formas mais eficazes de desenvolver competências pessoais e sociais.

Ao longo de mais de vinte anos, a Oficina do Livro com Edmar tem promovido atividades de narração de histórias, escrita criativa e reflexão, transformando a leitura numa experiência participativa e próxima dos jovens leitores.

Segundo o projeto, estas iniciativas têm abordado temas como a inclusão social, o combate ao racismo, a proteção ambiental e o desenvolvimento humano, utilizando a literatura como instrumento de sensibilização e transformação social.

Edmar da Silva destaca a importância da leitura no crescimento das novas gerações, afirmando que “Cada criança que descobre o prazer da leitura ganha uma nova forma de compreender o mundo e de sonhar o futuro”.

No âmbito das comemorações do Dia da Criança, a Oficina do Livro com Edmar deixa ainda uma mensagem de felicitação a todas as crianças, desejando que continuem a encontrar nos livros uma fonte de inspiração, conhecimento e imaginação.

A iniciativa recorda que os livros permanecem uma ferramenta insubstituível na formação de cidadãos mais conscientes, criativos e preparados para os desafios do futuro.

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Universidade do Algarve inova: nesta plataforma há uma nova funcionalidade gratuita para os alunos estudarem para os exames nacionais

A preparação para exames nacionais passa a contar com novas ferramentas digitais que procuram aproximar o estudo em casa das condições reais das provas. A iniciativa envolve uma plataforma educativa desenvolvida em Portugal e dirigida a alunos e professores, com foco na simulação de testes em ambiente digital.

Ouvido pela agência de notícias Lusa, o coordenador do projeto MILAGE, Mauro Figueiredo sublinha que a plataforma passou a disponibilizar novas funcionalidades que permitem gerar fichas de treino em formato semelhante ao das provas digitais nacionais. O responsável explicou que os alunos podem praticar em condições muito próximas das que vão encontrar nos exames, tanto em estrutura como em apresentação visual.

O mesmo responsável referiu que estes exercícios foram desenhados para reproduzir o modelo das provas nacionais digitais, incluindo diferentes níveis de dificuldade e conjuntos variados de questões, permitindo várias tentativas ao longo do processo de aprendizagem.

Treino progressivo e autonomia dos estudantes

Segundo o coordenador do projeto, a lógica da plataforma passa por incentivar uma preparação mais gradual e autónoma, adaptada ao ritmo de cada aluno. A ideia é garantir que os estudantes chegam aos exames familiarizados com o formato e com o tipo de ambiente digital utilizado nas avaliações.

Mauro Figueiredo acrescentou que os exercícios são gerados automaticamente com base numa base de dados acumulada ao longo de vários anos, o que permite diversificar conteúdos e exercícios de treino.

Feedback imediato e apoio ao estudo

Conforme o coordenador, após a realização das tarefas, os alunos podem aceder às soluções para verificar o desempenho e identificar os conteúdos que precisam de ser reforçados. Este mecanismo pretende apoiar o estudo contínuo e a consolidação das matérias ao longo do tempo.

O projeto surge numa fase em que o sistema de avaliação em Portugal tem vindo a integrar progressivamente ferramentas digitais, tanto no ensino como na realização de provas.

Professores também ganham novas ferramentas

Além dos alunos, a plataforma passa também a permitir que os professores criem testes de avaliação em formato digital de forma gratuita. Estes podem ser construídos com recurso a questões próprias ou ao banco de exercícios disponível na plataforma.

Segundo o coordenador do projeto, estas funcionalidades reforçam o papel da MILAGE na promoção de métodos de aprendizagem mais ativos e na disponibilização de recursos educativos acessíveis a diferentes níveis de ensino.

Projeto com origem na Universidade do Algarve

O projeto foi criado em 2016 na Universidade do Algarve e tem vindo a ser desenvolvido como uma ferramenta de apoio ao ensino. A plataforma disponibiliza conteúdos desde o pré-escolar até ao ensino secundário e abrange várias disciplinas.

Mauro Figueiredo concluiu que a evolução recente reforça o compromisso da plataforma com a inclusão digital e com o sucesso escolar, sublinhando a disponibilização de recursos gratuitos para estudantes e professores.

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Mulheres Social Democratas do Algarve organizam Arraial em Armação de Pêra

As Mulheres Social Democratas do Algarve vão promover um Arraial no dia 26 de junho, pelas 19h00, na Fortaleza de Armação de Pêra, num evento aberto à comunidade e de entrada livre.

A iniciativa pretende ser um momento de convívio, celebração e aproximação à população, reforçando os laços entre militantes, simpatizantes e cidadãos em geral. Segundo a organização, o objetivo passa por criar um ambiente de proximidade e partilha, valorizando a identidade e a tradição algarvia.

O programa inclui animação musical, gastronomia típica, momentos de convívio e diversas atividades dirigidas a todos os participantes, num ambiente festivo junto ao mar. O espaço escolhido, a Fortaleza de Armação de Pêra, é destacado pela organização como um cenário privilegiado para o encontro, proporcionando também a possibilidade de usufruir do pôr do sol.

Para além da vertente cultural e recreativa, a iniciativa procura evidenciar o papel das mulheres na vida política, social e associativa da região, promovendo valores de participação cívica, igualdade de oportunidades e envolvimento comunitário.

As Mulheres Social Democratas do Algarve sublinham que este Arraial pretende afirmar-se como “um espaço de encontro, diálogo e valorização das tradições algarvias”.

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Tavira reforça programação cultural com parceria do Teatro Nacional São João

O Município de Tavira aprovou, em reunião do executivo municipal, um protocolo de cooperação entre o Teatro Municipal António Pinheiro e o Teatro Nacional São João, reforçando a estratégia de colaboração cultural com instituições de referência a nível nacional.

O acordo estabelece um quadro de cooperação para a apresentação regular de produções artísticas em Tavira, bem como para o desenvolvimento de iniciativas educativas e de mediação cultural, promovendo uma maior ligação entre a criação artística e a comunidade.

A nova parceria integra a estratégia cultural que o município tem vindo a desenvolver através da criação de redes de colaboração com entidades nacionais do setor.

Protocolo reforça programação e participação cultural

O Teatro Municipal António Pinheiro mantém já protocolos com várias instituições de referência, entre as quais a Fundação Calouste Gulbenkian, a OPART – que integra a Companhia Nacional de Bailado e o Teatro Nacional de São Carlos – e o Teatro Nacional D. Maria II.

Segundo a autarquia, este conjunto de parcerias tem contribuído para o reforço da programação cultural do concelho e para a diversificação da oferta artística disponível para a população.

O protocolo agora aprovado com o Teatro Nacional São João prevê a circulação de espetáculos, o contacto direto com artistas e a realização de ações dirigidas às escolas e à comunidade.

A iniciativa pretende promover o acesso à cultura e incentivar a participação cultural no território, aproximando diferentes públicos da criação artística contemporânea.

Com esta colaboração, o Município de Tavira reforça a sua presença nas redes nacionais de programação cultural e dá continuidade ao trabalho que tem vindo a desenvolver na área da cultura.

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