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Luís Guilherme, Al Mouraria, Bandidos do Cante e Os Quatro e Meia animam Festas da Cidade de Olhão

O Jardim Pescador Olhanense volta a receber, entre os dias 13 e 16 de junho, as tradicionais Festas da Cidade de Olhão, iniciativa que promete quatro noites de animação musical com entrada livre para toda a população.

O programa deste ano reúne vários artistas e grupos conhecidos do público português, num cartaz pensado para animar residentes e visitantes junto à zona ribeirinha da cidade.

As celebrações arrancam no dia 13 de junho com o espetáculo “Obrigado Marco”, protagonizado por Luís Guilherme, marcado para as 22:00. A abertura da noite ficará a cargo do DJ Filipe Martins, a partir das 18:30.

No dia 14 de junho, sobe ao palco o grupo Al Mouraria, também às 22:00, antecedido pela atuação do DJ Unno.

Música portuguesa marca quatro noites de festa

A programação prossegue no dia 15 de junho com o concerto dos Bandidos do Cante, marcado para as 22:00, depois da atuação do DJ Zoon, às 18:30.

O encerramento das Festas da Cidade acontece a 16 de junho com a atuação d’Os Quatro e Meia, uma das bandas mais populares da música portuguesa da atualidade.

A última noite contará ainda com animação do DJ Bentz, a partir das 18:30.

Com entrada gratuita, as Festas da Cidade prometem voltar a atrair milhares de pessoas, celebrando a música, a cultura local e o espírito festivo da comunidade olhanense.

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Britânicos lançam “aviso urgente” para todos o que viajam para Portugal: património português está em risco e este é o motivo

Portugal continua a ser um dos destinos preferidos dos turistas britânicos, mas quem visita o país está a ser aconselhado a ter atenção à compra de azulejos antigos vendidos na rua, em feiras ou em lojas sem informação clara sobre a origem das peças. O alerta surge devido ao roubo de azulejos em edifícios antigos, que depois podem ser vendidos como artigos “vintage” ou recuperados.

Os azulejos são uma das marcas mais reconhecidas do património português e fazem parte da identidade visual de igrejas, palácios, estações ferroviárias, fachadas de casas e edifícios históricos. Muitos turistas procuram estas peças como recordação, mas especialistas e residentes alertam que nem todos os azulejos à venda têm proveniência legal.

Segundo relatos divulgados por criadores de conteúdo residentes em Portugal, citados pelo portal britânico Express, existe um mercado paralelo alimentado pelo furto de azulejos retirados de edifícios abandonados, imóveis em obras ou até habitações ocupadas. As peças são depois vendidas em mercados, zonas turísticas, plataformas online e, em alguns casos, enviadas para o estrangeiro.

Azulejos são património, não simples lembranças

Conhecidos pela cor, detalhe e valor artístico, os azulejos portugueses têm mais de cinco séculos de história e estão presentes em diferentes regiões do país. Para além da função decorativa, contam histórias ligadas à religião, à arquitetura, à vida quotidiana e à evolução urbana de várias cidades.

O problema é que a procura turística por peças antigas tornou estes elementos mais apetecíveis para redes de furto e revenda. Um azulejo retirado de uma fachada não é apenas um objeto isolado: faz parte de um conjunto arquitetónico e, quando desaparece, deixa uma marca visível no edifício e empobrece o património local.

Por isso, a compra de azulejos sem origem comprovada pode contribuir, mesmo sem intenção, para a destruição de património histórico. Muitos compradores acreditam estar a adquirir uma peça recuperada de forma legítima, mas nem sempre fazem perguntas sobre a proveniência ou exigem documentação.

Como funciona o mercado ilegal

De acordo com os alertas partilhados, os ladrões tendem a procurar edifícios antigos, imóveis devolutos ou fachadas em reabilitação, onde os azulejos podem ser removidos com menor vigilância. Em alguns casos, são usadas ferramentas próprias para retirar as peças com cuidado, evitando que se partam e aumentando o seu valor de revenda.

Depois de retirados, os azulejos podem surgir à venda como peças “antigas”, “recuperadas” ou “vintage”. A aparência envelhecida, que para o turista pode parecer sinal de autenticidade, é precisamente um dos fatores que aumenta o risco de se tratar de património furtado.

A falta de perguntas sobre a origem das peças facilita este negócio. Se o vendedor não consegue explicar de onde vieram os azulejos, não apresenta fatura, certificado ou informação clara sobre a proveniência, o comprador deve desconfiar.

O que devem fazer os turistas

Quem quiser comprar azulejos em Portugal deve privilegiar lojas de artesãos, oficinas de cerâmica, museus, lojas especializadas e espaços que vendam peças novas ou reproduções devidamente identificadas. Comprar diretamente a artistas locais é uma forma mais segura de levar uma recordação autêntica sem alimentar o mercado ilegal.

Antes de comprar uma peça antiga, é aconselhável perguntar a origem, pedir comprovativo de venda e perceber se se trata de uma reprodução, de um azulejo novo ou de uma peça recuperada de forma legal. Se o vendedor evitar responder, não emitir recibo ou apresentar a peça de forma vaga, o melhor é não comprar.

Este cuidado é especialmente importante em zonas turísticas onde há maior circulação de visitantes e maior facilidade em vender objetos sem grande controlo. A regra é simples: se parece demasiado antigo, raro ou barato e não há explicação convincente sobre a origem, o risco é maior.

Património português em risco

Os azulejos portugueses têm valor cultural e histórico, mas também económico, o que os torna vulneráveis ao furto. A retirada ilegal destas peças afeta a imagem das cidades, prejudica proprietários e dificulta a preservação de edifícios antigos.

Nos últimos anos, várias entidades ligadas ao património têm alertado para a necessidade de maior proteção, registo e sensibilização. O problema não está apenas em quem rouba, mas também em quem compra sem questionar a origem.

Para os turistas, o conselho é claro: levar uma recordação de Portugal não deve significar retirar uma parte da história do país. A melhor alternativa passa por apoiar ceramistas e lojas responsáveis, escolhendo peças novas, reproduções autorizadas ou produtos com proveniência comprovada.

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Boliqueime promove noite solidária para apoiar tratamentos de Martim

A Junta de Freguesia de Boliqueime promove, no próximo dia 9 de junho, mais uma edição do “SUN7 Mar à Vista”, iniciativa solidária que terá lugar no adro da Igreja de São Faustino, a partir das 19:00.

O evento tem como principal objetivo a angariação de fundos para apoiar os tratamentos de Martim, uma criança diagnosticada com Paralisia Cerebral – Tetraparésia Distónica.

Segundo a organização, a totalidade do valor arrecadado será destinada aos tratamentos intensivos realizados em clínicas especializadas, cujo custo médio ronda os 7.800 euros por bloco terapêutico.

A Junta de Freguesia de Boliqueime sublinha que este acompanhamento clínico é fundamental para “o desenvolvimento da sua autonomia e melhoria da qualidade de vida”.

Evento alia solidariedade, música e animação

O “SUN7 Mar à Vista” volta a unir a vertente solidária à dinamização cultural da freguesia, proporcionando aos participantes um ambiente de convívio com vista panorâmica.

A animação musical estará a cargo do DJ Canhoto, contando ainda com a colaboração da View Activities.

Durante o evento haverá também serviço de bebidas, cocktails e tapas para os participantes.

A iniciativa é organizada pela Junta de Freguesia de Boliqueime, com o apoio da Câmara Municipal de Loulé e a colaboração da Paróquia de São Sebastião de Boliqueime.

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Vera Marciano lança livro infantil “Bleu e a Mágica Porta Azul” na FNAC do Forum Algarve

A escritora Vera Marciano vai lançar o livro infantil “Bleu e a Mágica Porta Azul”, uma obra dedicada ao público mais jovem que alia fantasia e aprendizagem emocional através de uma narrativa centrada em valores essenciais do desenvolvimento infantil.

A apresentação da obra será feita no próximo domingo, dia 31 de maio, pelas 11:00, na FNAC do Forum Algarve, pela mentora literária, Analita Santos.

O livro acompanha a história de Bleu, “um menino curioso que vive numa casa onde existe uma misteriosa porta azul”.

Ao descobrir a porta, o protagonista percebe que esta “tem uma característica única: é mágica e oferece conselhos que o ajudam a compreender melhor o mundo à sua volta”.

Ao longo da narrativa, a autora aborda temas como o respeito, a amizade, a organização, os cuidados de higiene e a adoção de hábitos de alimentação saudável, apresentados como elementos importantes no crescimento e aprendizagem das crianças.

Livro aposta em fantasia e aprendizagem emocional

Com ilustrações de Mara Silva, “Bleu e a Mágica Porta Azul” apresenta uma identidade visual marcada pelos tons de azul, reforçando o ambiente mágico e acolhedor da história.

Segundo a nota de apresentação, a obra pretende ir além do entretenimento, assumindo-se também como uma ferramenta educativa para utilização em contexto familiar e escolar.

A autora procura, através da fantasia, estimular competências emocionais e promover valores ligados à convivência, empatia e desenvolvimento pessoal das crianças.

O lançamento integra uma sessão aberta ao público na FNAC Algarve, em Faro.

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Música de câmara da Orquestra do Algarve chega a Alcoutim

A Igreja Matriz de Alcoutim recebe, no próximo dia 19 de junho, pelas 18:00, o concerto “Solistas Orquestra do Algarve – Música de Câmara”, uma proposta musical dedicada ao universo da ópera através da interpretação de um sexteto de sopros da Orquestra do Algarve.

O espetáculo promete revisitar algumas das mais emblemáticas árias do repertório operático, reinterpretadas através da expressividade e sonoridade dos instrumentos de sopro.

Segundo o Município de Alcoutim, o concerto será “repleto de charme, virtuosismo e teatralidade”, proporcionando ao público uma viagem pelas obras de compositores como Rossini, Mozart, Bizet e Kurt Weill.

O programa convida os espectadores a redescobrirem melodias intemporais marcadas pelo humor, lirismo e intensidade dramática associados à ópera clássica.

Sexteto de sopros revisita clássicos da ópera

Através da música de câmara, os músicos da Orquestra do Algarve darão nova vida a algumas das mais conhecidas composições do repertório operático internacional.

Entre as obras incluídas no programa destacam-se excertos de “O Barbeiro de Sevilha”, de Gioachino Rossini, “A Flauta Mágica” e “As Bodas de Fígaro”, de Wolfgang Amadeus Mozart.

O concerto integra ainda peças de Kurt Weill, como “Moritat vom Mackie Messer” e “Youkali”.

Segundo a organização, esta será “uma oportunidade única para ouvir algumas das melodias mais acarinhadas pelo público e mergulhar nas histórias e emoções que marcaram gerações”.

O espetáculo contará com a participação dos solistas Luís Figueiredo, no oboé, Catarina Avelãs, no fagote, Stefania Bernardi, na flauta, Emidio Costa, no clarinete, João Mogo, no trompete, e Todd Sheldrick, na trompa.

A entrada é livre.

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Tecnologia 3D do projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360® reforça combate ao tráfico ilícito de bens culturais 

O projeto PATRIMÓNIO CULTURAL 360®, uma iniciativa do Património Cultural, I.P. financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), assume-se hoje

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Concertos do MED só acontecem no final de Junho, mas o Festival já chegou à cidade de Loulé

O Festival MED só se realiza de 25 a 28 de Junho, mas já está a mexer com a cidade de Loulé, graças à Loja MED, que foi inaugurada este sábado de manhã, com a ajuda de Daniel Kemish, artista algarvio que também irá atuar no festival em si.

Localizado no Mercado Municipal de Loulé, com porta aberta diretamente para a Praça da República, o espaço vai ser «uma montra do diverso merchandising do evento, mas também uma das bilheteiras oficiais do Festival MED’26», segundo a Câmara de Loulé.

T-shirts, chapéus, bonés, tote bags, leques, meias, toalhas de praia e outros produtos (re)criados pelas mãos dos designers do projeto Loulé Criativo são algumas das coisas que podem ser encontradas no estabelecimento, onde os interessados também podem obter informações sobre o evento, desde as bandas à programação cultural paralela e horários.

Sul Informação

«Parte dos produtos que aqui podem ser comprados são feitos de materiais reciclados que já tiveram uma “outra vida” no Festival, por exemplo restos dos panos coloridos que decoram as ruas da Zona Histórica de Loulé e que são uma imagem de marca do MED», explicou a autarquia.

Daniel Kemish, que no dia 26 de Junho atua no Palco Chafariz, «foi o primeiro a fazer neste espaço um warm up para o Festival, mas nas manhãs dos próximos sábados outras surpresas musicais passarão por aqui».

A loja funciona de segunda a sexta-feira, das 14h às 20h, e aos sábados, das 9h às 15h. Encerra ao domingo.

A pré-venda de bilhetes para o MED decorre até 22 de Junho, podendo os bilhetes ser adquiridos por 10 euros (bilhete diário) e 30 euros (bilhete festival). Depois dessa datas, terão um custo de 15 e 40 euros, respetivamente. Além da Loja MED, também é possível comprar os bilhetes no Cineteatro Louletano e online.

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Auditório Carlos do Carmo recebe espetáculo “O Amante”

Entre os dias 2 e 4 de junho, pelas 21h30, o largo do Auditório Carlos do Carmo, em Lagoa, recebe o espetáculo de teatro O Amante.

Os bilhetes, com o custo de 12 euros, podem ser adquiridos aqui.


O Amante, de Harold Pinter, é o ponto de partida para a nova criação da associação cultural Mákina de Cena.

“Sara e Rodrigo são um casal, mas também têm amantes. Na sua intimidade, aparentemente plena de cumplicidade e amor, mas afastada das normas sociais, descobriram diferentes formas de se relacionar, mantendo vivo o desejo e povoando o quotidiano de desafios e conflitos”, pode ler-se num comunicado da autarquia.

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Porque sexualizamos os seios? Perguntem a França, a Hollywood e a Jesus Cristo

Socióloga foi à procura de respostas para a pergunta que não quer calar: porque é que o mamilo da mulher é sexualizado e o dos homens não? É uma coisa ocidental, os seios “não são universalmente eróticos”. Dois dias antes de se submeter a uma mastectomia dupla, Sarah Thornton foi nadar. Enquanto se mudava, olhou para os seios e agradeceu-lhes por estarem ali. Pediu desculpa por não os ter “amado o suficiente” e pediu perdão “por os deixar partir”. Foram sete anos “stressantes e esgotantes” de exames médicos e biópsias. Os médicos estavam preocupados com as suas “muitas células raras”,

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