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Famosa marca de moda vai ter grande loja num dos principais centros comerciais do Algarve

A Parfois do centro comercial AlgarveShopping, da Guia vai aumentar substancialmente o espaço de exposição dos seus produtos.

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Comércio de Albufeira preocupado com redução de horários por ruído

A Associação Comercial de Albufeira alerta para os impactos económicos das novas restrições de horários e controlo do ruído.

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InBeauty Algarve reúne profissionais da beleza no Centro de Congressos de Lagoa

O Município de Lagoa acolhe, nos dias 31 de maio e 1 de junho, a primeira edição da InBeauty Algarve, uma feira profissional dedicada aos setores da estética, cosmética, cabelos, unhas, maquilhagem e wellness, que decorre no Centro de Congressos de Lagoa.

Promovido pela Exponor – Feira Internacional do Porto, o evento marca a chegada ao Algarve de uma iniciativa reconhecida a nível nacional pela organização de certames especializados na área da beleza.

Centro de Congressos de Lagoa. Crédito: CML

A escolha de Lagoa para receber esta nova feira é vista pela autarquia como um reforço do posicionamento do concelho enquanto destino de referência para o turismo de negócios e para a realização de eventos profissionais de âmbito nacional e internacional.

Centro de Congressos reforça papel estratégico

A realização da InBeauty Algarve enquadra-se na estratégia municipal de valorização e dinamização do Centro de Congressos de Lagoa, consolidando este equipamento como uma infraestrutura vocacionada para acolher congressos, convenções, feiras e eventos especializados ao longo de todo o ano.

Segundo o município, esta aposta pretende aumentar a atratividade do concelho, dinamizar a economia local e contribuir para reduzir a sazonalidade turística através da captação de novos públicos e segmentos de mercado.

Beleza, inovação e networking em destaque

A edição inaugural da feira tem como tema central a “Skin Longevity”, conceito associado à promoção de hábitos preventivos de combate ao envelhecimento, ao cuidado da saúde da pele e à valorização do bem-estar.

O evento conta com uma ampla área expositiva, demonstrações técnicas, apresentações de produtos, equipamentos e tendências do setor, bem como competições e momentos de networking destinados a marcas, profissionais e decisores das áreas da beleza, hotelaria e wellness.

De acordo com a organização, o forte interesse demonstrado pelo mercado reflete-se na elevada taxa de ocupação do espaço expositivo, atualmente praticamente esgotado.

Com a realização desta iniciativa, o Município de Lagoa pretende continuar a afirmar o Centro de Congressos como um espaço multifuncional preparado para receber eventos de grande dimensão e qualidade, reforçando simultaneamente a notoriedade do concelho nos setores do turismo, dos negócios e do bem-estar.

A InBeauty Algarve decorre entre as 10:00 e as 18:00, no Centro de Congressos de Lagoa.

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Pensão média de velhice sobe e este é o novo valor

A evolução das pensões de velhice em Portugal está a ser marcada por mudanças no perfil das reformas e no valor médio pago aos aposentados, num contexto em que a idade de saída do mercado de trabalho continua a aumentar entre os funcionários públicos. Os dados mais recentes apontam também para alterações na estrutura das novas pensões atribuídas no sistema da Caixa Geral de Aposentações.

De acordo com o Conselho de Finanças Públicas, numa análise baseada na informação da Caixa Geral de Aposentações referente a 2025, a pensão média de velhice registou um aumento face ao ano anterior.

Pensão média sobe mais de 50 euros

Segundo escreve o jornal Correio da Manhã, o valor médio mensal das pensões de velhice aumentou 53 euros em 2025, passando de 1.707 euros em 2024 para 1.760 euros no ano seguinte. Este crescimento está associado às características das novas pensões atribuídas. O Conselho de Finanças Públicas explica à mesma fonte que este aumento resulta, em grande parte, do peso crescente das novas reformas da administração central, cujo valor médio é superior ao conjunto global das pensões.

As pensões atribuídas a novos aposentados oriundos da administração central apresentaram, em 2025, um valor médio de 2521 euros, o que representa um aumento de 2,5% em comparação com o ano anterior. Acrescenta a análise citada pelo Correio da Manhã que estes novos beneficiários representaram 44,3% do total das novas pensões atribuídas pela Caixa Geral de Aposentações no mesmo ano.

Reforma cada vez mais tardia

Os dados mostram também uma tendência de adiamento da saída da vida ativa. Em 2024, a idade média de acesso à reforma situou-se nos 65,6 anos, muito próxima da idade legal definida, que era de 66 anos e sete meses.

Este aumento está ligado tanto às penalizações aplicadas em caso de reforma antecipada como às dificuldades em aceder a esse regime, o que tem levado muitos trabalhadores a prolongar a sua atividade profissional.

Reformas aos 70 anos atingem novo máximo

O número de trabalhadores que se reformaram aos 70 anos atingiu, no último ano, o valor mais elevado dos últimos cinco anos, sinalizando um prolongamento progressivo das carreiras na administração pública. O Conselho de Finanças Públicas sublinha ainda que as aposentações voluntárias não antecipadas passaram a ser a modalidade dominante nas novas pensões, reforçando uma tendência que se tem consolidado nos últimos anos.

Em 2025 foram atribuídas 21.769 novas pensões de aposentação e reforma, menos 912 do que no ano anterior, o que representa uma quebra de 4%. Ainda assim, o sistema registou o número mais elevado de pensões de velhice dos últimos cinco anos. Segundo o mesmo relatório, este crescimento do número total de reformados resulta do aumento das pensões por velhice, parcialmente compensado pela redução das pensões por invalidez.

Mais beneficiários no sistema

O número médio de reformados passou de 490.084 em 2024 para 497.247 em 2025, o que corresponde a mais 7.163 beneficiários no sistema. Esta evolução resulta sobretudo do aumento de 9.267 pensões por velhice e outros motivos, ainda que parcialmente equilibrado pela redução de 2104 pensões de invalidez.

O conjunto destes dados aponta para uma transformação gradual no sistema de pensões da função pública, tanto ao nível do valor médio como da idade de acesso à reforma. As tendências identificadas mostram um reforço das reformas mais tardias e um peso crescente das pensões de maior valor na composição global do sistema da Caixa Geral de Aposentações.

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Prestação da casa: portugueses procuram taxas fixas e mistas

Entre 17 e 60 euros, todos os empréstimos ficam mais caros neste mês – sempre em taxa variável. Procura-se alternativa. Junho começa e traz um aumento no empréstimo da casa. O crédito à habitação fica mais caro em todos os contratos: a três meses, seis meses e 12 meses. As simulações para a Lusa da Deco Proteste/Contas e Direitos apontam para um aumento de cerca de 60 euros (12 meses), 33 euros (seis meses) e 17 euros nos contratos de três meses. Tudo num cenário de financiamento de 150.000 euros a 30 anos e um spread de 1%. E tudo

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VRSA apoia concessionários e pede clarificação das regras sobre colocação de chapéus-de-sol

A Câmara de Vila Real de Santo António defende a manutenção do modelo de organização das praias adotado nos últimos anos, considerando que este tem contribuído para a segurança, o ordenamento e o bom funcionamento das zonas balneares do concelho.

“A posição reuniu o consenso de todas as forças políticas representadas na Câmara Municipal (PS, PSD e Chega), que consideram que o modelo seguido nas praias do concelho tem contribuído para assegurar uma utilização organizada, segura e equilibrada do areal”, refere o município, em comunicado.

A posição da autarquia surge depois de, na segunda-feira, o presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) ter classificado como um “abuso” o impedimento da colocação de chapéus-de-sol em frente às áreas com sombras geridas pelos concessionários das praias.

Ao defender a “manutenção da organização que tem vindo a ser adotada nas praias do concelho nos últimos anos”, a Câmara de Vila Real de Santo António sublinha que o modelo atual tem sido enquadrado em “procedimentos, editais e sinalização” das autoridades competentes e tem garantido “o bom funcionamento das zonas balneares e uma convivência harmoniosa entre os diferentes utilizadores da praia”.

Município defende papel dos concessionários

“A tomada de posição surge na sequência das recentes interpretações tornadas públicas sobre a possibilidade de colocação de chapéus-de-sol e outros equipamentos de praia em frente às concessões balneares, uma questão que tem gerado preocupação entre os concessionários das zonas balneares”, acrescenta o município.

A autarquia destaca ainda a importância dos concessionários para a segurança das praias, recordando que, além dos serviços que prestam, têm a seu cargo a vigilância e o socorro a banhistas, garantem a conservação dos equipamentos de apoio à atividade balnear e contribuem para a limpeza e preservação do areal.

“Para a autarquia, o trabalho desenvolvido pelos concessionários constitui um importante complemento ao esforço das entidades públicas na gestão das zonas balneares e tem sido determinante para a qualidade da experiência proporcionada a residentes e visitantes”, salienta.

APA fala em “abuso” e promete clarificação

O município indica também que já pediu uma clarificação sobre este tema às autoridades competentes, para assegurar “estabilidade, previsibilidade e regras uniformes para todos os intervenientes”, e remeteu a sua posição à Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) e à Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL).

Na segunda-feira, o presidente da APA, José Pimenta Machado, disse que a imposição de não colocar chapéus-de-sol em frente às concessões de praia é um “abuso”, garantindo que esta semana iria ser divulgada uma nota de esclarecimento.

“A única área que está onerada e que está concessionada é aquela que está delimitada por aquele retângulo e nada mais, isto que fique claro, todo o resto é de uso livre”, afirmou José Pimenta Machado, durante uma visita da ministra do Ambiente à Praia do Garrão, em Loulé, no distrito de Faro.

Questionado então pelos jornalistas sobre se vai ser retirada a sinalética que indica aos banhistas as áreas onde podem colocar chapéus-de-sol, e que exclui o areal em frente às concessões, o presidente da APA respondeu afirmativamente e garantiu que a situação ia ser revista.

“Sim, é um abuso, não há dúvida sobre isso”, reforçou, notando que esta situação acontece quase exclusivamente nas praias do Algarve.

O presidente da APA disse ainda que, até ao final da semana, a tempo do arranque oficial da época balnear na maioria dos município, em 01 de junho, a APA iria divulgar uma nota para uniformizar a interpretação das regras junto de municípios, concessionários e da Autoridade Marítima.

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Faturas cada vez mais altas. A febre da IA começa a sair cara às empresas

A IA está a ficar cara, e as empresas começam a repensar o uso intensivo que estão a fazer desta tecnologia — que, em alguns casos, acaba por ficar mais cara do que um funcionário. Algumas empresas estão a mudar para modelos gratuitos, outras a optar por modelos mais pequenos e especializados. Seguindo uma estratégia já muito conhecida em Silicon Valley, as empresas de IA praticaram preços muito baixos para conquistar clientes, depois de o ChatGPT ter entrado de rompante em cena. Kevin Simback, da incubadora norte-americana de startups Delphi Labs, chama-lhe a era da “inteligência subsidiada” — ou seja,

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“Organizações terroristas”. Uma decisão dos EUA pode abanar o PIX

Estados Unidos classificaram o PCC e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. Sistema financeiro do Brasil pode “abanar”. O Governo brasileiro afirmou que a decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas pode afetar o sistema financeiro nacional e inovações como o PIX. Em nota divulgada pelo Palácio do Planalto, o executivo defendeu que o Brasil trava um “combate permanente” contra fações criminosas e milícias, mas criticou possíveis medidas unilaterais adotadas por autoridades estrangeiras. Segundo o Governo, o terror causado pelas fações procura o “lucro através do crime” e não pode

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“Maior erro de sempre”: Bill Gates admite falha catastrófica que custou quase 350 mil milhões de euros à sua empresa

A história da tecnologia está cheia de decisões que mudaram mercados inteiros, mas poucas tiveram um impacto tão visível como a disputa pelo domínio dos telemóveis. No caso da Microsoft, a entrada tardia e pouco eficaz no ecossistema móvel tornou-se um dos episódios mais marcantes da carreira de Bill Gates.

O fundador da Microsoft admitiu que o maior erro da sua carreira foi a má gestão que impediu a empresa de ocupar o lugar que viria a ser conquistado pelo Android, hoje associado à Google e dominante entre os sistemas operativos móveis.

A confissão foi feita numa entrevista à empresa de investimento Village Global, citada pelo portal americano especializado em tecnologia The Verge, na qual Gates estimou que essa oportunidade perdida poderia ter valido cerca de 400 mil milhões de dólares, cerca de 343 mil milhões de euros.

Falha que abriu espaço à Google

A Microsoft tinha sido durante décadas a grande referência dos computadores pessoais, mas não conseguiu repetir esse domínio quando o mercado começou a deslocar-se para os smartphones. A empresa tentou responder com Windows Mobile e, mais tarde, com Windows Phone, mas a transição revelou-se lenta e desajustada face ao avanço da Apple e da Google.

Bill Gates reconheceu que, nos mercados de plataformas, a vitória tende a concentrar-se num pequeno número de empresas. Nas suas palavras, traduzidas para português, “o maior erro de sempre” foi a má gestão que levou a Microsoft a não ser aquilo que o Android se tornou.

A Google comprou a Android Inc. em 2005, numa altura em que o mercado dos telemóveis ainda estava longe do cenário atual. A aposta acabaria por transformar o Android no principal sistema operativo móvel fora do universo Apple, precisamente o espaço que Gates considerava natural para a Microsoft ocupar, de acordo com a entrevista citada.

Android tornou-se o rival que a Microsoft não conseguiu travar

O peso do Android continua a ser expressivo. Segundo dados da empresa americana StatCounter, em abril deste ano, o sistema operativo da Google tinha 67,35% do mercado móvel mundial, enquanto o iOS surgia com 32,55%. Estes valores ajudam a perceber a dimensão da oportunidade que escapou à Microsoft.

A leitura de Gates é simples: havia espaço para um grande sistema operativo não pertencente à Apple, e esse lugar acabou por ser ocupado pela Google.

Para a Microsoft, que já tinha experiência, escala e relações fortes com fabricantes, a derrota no setor móvel tornou-se uma das falhas estratégicas mais estudadas da indústria tecnológica.

Resposta do fundador do Android

A confissão de Bill Gates voltou a ganhar destaque quando Rich Miner, um dos fundadores do Android, reagiu no X. Miner escreveu, em tradução para português, que ajudou “literalmente a criar o Android para impedir que a Microsoft controlasse o telefone como controlava o PC”, acrescentando que via esse domínio como um risco para a inovação.

A frase mostra que o Android não nasceu apenas como mais um produto tecnológico, mas também como resposta ao receio de que a Microsoft pudesse transportar para os telemóveis a influência que tinha nos computadores pessoais. Esse contexto ajuda a explicar a intensidade da disputa nos primeiros anos dos smartphones.

Steve Ballmer, antigo CEO da Microsoft, também reconheceu problemas na estratégia da empresa. Numa entrevista citada pela publicação Windows Central, admitiu que a Microsoft foi demasiado confiante no Windows e tentou levar o sistema para áreas onde este não se encaixava naturalmente.

Excesso de confiança saiu caro

Ballmer resumiu essa falha ao afirmar, em tradução para português: “Fomos demasiado confiantes. Não acho que tenhamos insistido demasiado tempo no Windows. Acho que tentámos colocar o Windows em lugares onde ele não se encaixava naturalmente.”

Essa insistência acabou por deixar a Microsoft numa posição frágil num mercado que exigia rapidez, aplicações, experiência tátil intuitiva e uma resposta clara ao iPhone. Enquanto a empresa reorganizava a sua estratégia móvel, o Android crescia entre fabricantes e consumidores.

O resultado foi uma viragem histórica. A Microsoft manteve a sua força nos computadores e no software empresarial, mas perdeu a corrida dos smartphones para a Google e para a Apple, num erro que Bill Gates ainda identifica como o mais caro da sua carreira.

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