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Lagoa | Campanha de Desratização e Desbaratização no concelho

O Município de Lagoa informa a população que irá decorrer a 6.ª Campanha de Desratização e Desbaratização no concelho, com o objetivo de reforçar as condições de higiene e saúde pública nas diversas freguesias do município. A campanha terá lugar de acordo com a seguinte calendarização:  • Lagoa – 02, 03, 05 e 08 de junho • Carvoeiro – 09, […]

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Concessionários do Algarve dizem que chapéus-de-sol frente aos apoios são «perigo»

Concessionários do Algarve contestam hoje a APA e alertam para riscos de segurança associados aos chapéus-de-sol junto aos apoios de praia.

O conteúdo Concessionários do Algarve dizem que chapéus-de-sol frente aos apoios são «perigo» aparece primeiro em Barlavento.

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UFF | Ensino Clínico em Enfermagem na Comunidade | Parceria UFF com a Universidade do Algarve 

A União das Freguesias de Faro (UFF), tem vindo a acolher estudantes do Curso de Licenciatura em Enfermagem da Universidade do Algarve, no âmbito do protocolo de colaboração existente com a UAlg – Escola Superior de Saúde. Este Ensino Clínico decorre em contexto comunitário e tem como principal objetivo aproximar os futuros enfermeiros da realidade […]

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Lagoa | “Arte & Afeto” – Escola de Artes de Lagoa – Mestre Fernando Rodrigues

Sentir e crescer juntos através da arte é o desafio para esta oficina onde se pretende, através da partilha em grupo, de atividades de expressão plástica, histórias e jogos, ajudar os jovens a reconhecer, compreender e expressar as suas emoções de forma natural e segura.  De 13 de Junho a 29 de Agosto (12 sessões), […]

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Lagos | Há cinema na Biblioteca! Mostra destaca o Algarve e o seu talento

A Biblioteca Municipal de Lagos recebe, nos dias 9 e 10 de junho, a segunda edição da iniciativa, desta vez dedicada ao tema “Cinema em Tom Algarvio”, uma mostra de cinema português com curadoria de Ânia Bento, que pretende dar a conhecer diferentes obras ligadas ao Algarve e, em particular, à cidade de Lagos. O […]

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Escola de Artes de Lagoa promove oficina intitulada ‘Arte e Afeto’

Sentir e crescer juntos através da arte é o desafio para uma oficina na Escola de Artes de Lagoa – Mestre Fernando Rodrigues, onde se pretende, através da partilha em grupo, de atividades de expressão plástica, histórias e jogos, ajudar os jovens a reconhecer, compreender e expressar as suas emoções de forma natural e segura.

Será de 13 junho a 29 agosto, em 12 sessões, aos sábados das 10h00 às 11h30, sendo que esta iniciativa surge como um espaço seguro, acolhedor e promotor do bem-estar, facilitando a livre expressão de emoções, sentimentos e opiniões, bem como a exploração do mundo interior e o relacionamento com o Outro.

Desta forma, pretende-se criar condições facilitadoras do desenvolvimento pessoal que envolve o autoconhecimento, a autorregulação emocional, a autoconfiança e as habilidades sociais. Para isso, o projeto vai canalizar e potencializar o efeito terapêutico da arte, aliado a outras técnicas da psicologia, como veículo de expressão.

Os participantes serão convidados a explorar a sua “paleta interior” através da introdução e discussão de temas que englobam a inteligência emocional, a partilha de experiências e a realização de atividades práticas — como desenho, pintura, moldagem, recorte e colagem — relacionadas com temas centrais (por exemplo: conhecer o meu Eu, o medo, a coragem, comunicar com o Outro, entre outros). 

As sessões serão estruturadas por tema, mas sofrendo adaptações conforme as características e necessidades do grupo, mantendo sempre a flexibilidade e o espaço para o que os jovens quiserem expor no dia. No final, se as crianças assim o desejarem, será possível expor as suas obras para os pais e para o público geral. 

A atividade será inteiramente orientada por Valeria Gore, psicóloga clínica, o que garante um acompanhamento cuidadoso e personalizado a cada participante. A sua experiência permite identificar necessidades emocionais, apoiar a gestão das emoções e promover a confiança, o bem-estar e relações mais positivas com os outros.

A Escola de Artes de Lagoa – Mestre Fernando Rodrigues Num ambiente seguro, acolhedor e respeitador, os jovens poderão desenvolver competências emocionais, cognitivas e motoras importantes para o seu crescimento saudável.

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Atletismo de Formação celebrado em Albufeira com a realização do 43º Olímpico Jovem

A 43.ª edição do Olímpico Jovem integrou a programação oficial “Albufeira Cidade Europeia do Desporto 2026“, com destaque para a vitória da Associação de Atletismo de Lisboa, que revalidou o título conquistado na edição anterior. Para o presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Rui Cristina, “acolher uma das mais importantes provas do desporto de formação é um motivo de enorme orgulho para o concelho”.

Centenas de jovens atletas de todo o país juntaram-se em Albufeira para participarem na 43.ª edição do Olímpico Jovem. A competição, organizada pela Federação Portuguesa de Atletismo, em conjunto com a Câmara Municipal de Albufeira e a Associação de Atletismo do Algarve decorreu ao longo de dois dias.

A competição reuniu atletas dos escalões de sub-16 e sub-18, nas vertentes masculino e feminino. Com momentos de grande nível competitivo, o evento terminou com vários registos que permitem a qualificação para os Campeonatos da Europa de sub-18, que este ano acontecem em Rieti (Itália).

No final, destaque para a vitória da Associação de Atletismo de Lisboa, que revalidou o título alcançado em 2025. Com uma pontuação total de 773 pontos, o coletivo da capital ficou à frente da Associação Distrital de Atletismo de Leiria, com 738,5 pontos, e da Associação de Atletismo de Setúbal, com 664 pontos.

De salientar que na sessão de abertura, o presidente da Câmara Municipal de Albufeira mostrou estar satisfeito por receber “jovens talentos de vários pontos do país”. Para Rui Cristina, “a realização do Olímpico Jovem em Albufeira demonstra, uma vez mais, a capacidade do nosso concelho para servir de casa a competições de referência no desporto de formação”.

Refira-se também que a 43.ª edição do Olímpico Jovem integrou a programação oficial “Albufeira Cidade Europeia do Desporto 2026”.

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Há cinema na Biblioteca de Lagos dedicada ao tema ‘Cinema em Tom Algarvio’

Mostra destaca o Algarve e o seu talento

A Biblioteca Municipal de Lagos recebe, nos dias 9 e 10 de junho, a segunda edição da iniciativa, desta vez dedicada ao tema ‘Cinema em Tom Algarvio’, uma mostra de cinema português com curadoria de Ânia Bento, que pretende dar a conhecer diferentes obras ligadas ao Algarve e, em particular, à cidade de Lagos.

O programa arranca a 9 de junho, pelas 21h30, com a exibição da longa-metragem “A Fada do Lar”, de João Maia. O filme acompanha a história de Vera, uma mãe solteira que enfrenta dificuldades financeiras e pessoais para sustentar os filhos após o desaparecimento do companheiro. A sessão contará com a presença do argumentista lacobrigense André Guerra dos Santos, também responsável pelo argumento da recente série Adónis (RTP1).

No dia 10 de junho, pelas 17h30, serão exibidas três curtas-metragens realizadas por Pedro Noel da Luz: “A Arte Xávega”, dedicada a esta tradição piscatória ainda presente na Meia Praia; “ABC da Nossa Vida”, documentário sobre um projeto teatral apresentado no Centro Cultural de Lagos; e “M-PEX Fusões”, uma homenagem à guitarra portuguesa e à herança cultural associada ao fado. O realizador estará presente para uma conversa com o público.

Pedro Noel da Luz

A programação encerra às 21h30 desse dia, com a exibição de “Listen”, de Ana Rocha de Sousa, filme premiado internacionalmente que retrata a luta de uma família portuguesa emigrada em Londres após perder a guarda dos filhos. A sessão contará com a participação do ator lacobrigense Ruben Garcia, um dos protagonistas do filme.

A entrada gratuita, com inscrição prévia através do telefone 282 767 816, Facebook da Biblioteca ou email biblioteca@cm-lagos.pt. Esta é uma oportunidade para descobrir histórias, paisagens e protagonistas ligados ao Algarve através do olhar do cinema português.

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Câmara de Silves com serviços municipais encerrados no dia 5 de junho

A Câmara Municipal de Silves informa que os serviços municipais, vão estar encerrados ao público na próxima sexta-feira, dia 05 de junho, devido à concessão de tolerância de ponto.

Nestes dias, tendo em atenção a continuidade dos serviços essenciais à população, são garantidos os serviços públicos de recolha de resíduos urbanos e piquete de água. Estão abertos ao público os seguintes equipamentos:

Quinta Pedagógica, Complexo das Piscinas Municipais, Castelo de Silves, Museu Municipal de Arqueologia, Centro de Exposições de Alcantarilha, Igreja da Misericórdia e Museu do Traje e das Tradições.

A autarquia agradece a compreensão e colaboração de todos, lamentando os transtornos causados.

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Campeonato de Futebol Golfinhos reuniu cerca de 250 crianças em Albufeira

Terminou no passado domingo a 19.ª edição do Campeonato de Futebol Golfinhos, uma iniciativa dedicada aos mais jovens praticantes de futebol do concelho de Albufeira, tendo ao longo de cinco jornadas, o evento promovido o convívio, a aprendizagem e os valores do desporto junto de cerca de 250 crianças dos 5 aos 8 anos de idade.

A competição decorreu entre março e maio, e passou pelos Sintéticos dos Montes dos Elóis e Municipais de Albufeira, o Estádio Arsénio Catuna, os Sintéticos da Nora e o Estádio Municipal Fernando Barata, tendo a edição de 2026 juntado formações do Imortal Desportivo Clube, Futebol Clube de Ferreiras, Guia Futebol Clube e Padernense Clube.

Os clubes disputaram os encontros num modelo de competição em que todas as equipas jogaram entre si, tendo o objetivo passado, uma vez mais, por promover o espírito desportivo, o convívio e a formação dos mais jovens.

A jornada final ficou igualmente marcada pela realização de uma cerimónia simbólica de entrega da Bandeira da Ética ao Município de Albufeira. A distinção foi entregue pelo Diretor Regional do Algarve do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), Ricardo Pinto, ao vice-presidente da Câmara Municipal de Albufeira, Jorge Carmo, e funciona como um reconhecimento pelo trabalho promovido pelo Município na promoção dos valores éticos do Desporto.

A atribuição da Bandeira da Ética ao Município reforça o compromisso de Albufeira com uma prática desportiva assente em valores educativos e sociais, e constitui um importante reconhecimento do trabalho desenvolvido junto da comunidade”, afirma o autarca.

Jorge Carmo aproveitou ainda a ocasião para destacar a importância do Campeonato Golfinhos como “um dos momentos mais especiais do calendário desportivo do concelho”. “O mais importante não são os resultados, mas sim a alegria com que estas crianças vivem o desporto e as experiências que levam consigo para o futuro“, acrescentou.

Como já é tradição, todos os participantes receberam uma medalha comemorativa, um póster e uma t-shirt representativa do respetivo clube. Os clubes receberam ainda troféus personalizados com imagens dos seus atletas. O evento realizou-se no âmbito da programação oficial “Albufeira Cidade Europeia do Desporto 2026”.

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APA esclarece que banhistas podem colocar chapéus-de-sol em frente às concessões

Os banhistas podem colocar chapéus-de-sol nas zonas em frente às concessões de praia, desde que sejam respeitados os limites definidos para a ocupação concessionada, que “não podem exceder 30% da área útil da praia, nem 50% da frente de praia”, esclareceu a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), numa nota técnica hoje divulgada.

No documento, a APA recorda que “Em Portugal, as praias são espaços de utilização pública e de acesso livre”, no âmbito de um esclarecimento sobre a ocupação de áreas não concessionadas nas praias balneares.

A entidade explica que a ocupação de áreas do domínio público marítimo por concessionários é permitida sempre que exista uma licença válida, sublinhando, no entanto, que essas zonas ficam sujeitas aos limites, condições e obrigações definidos nos respetivos títulos, tendo em conta as características morfológicas de cada praia, os instrumentos de gestão territorial e as determinações das autoridades competentes.

No esclarecimento técnico sobre a ocupação de áreas do domínio público marítimo nas praias balneares, a APA refere que os Planos de Ordenamento da Orla Costeira e os Regulamentos de Gestão das Praias Marítimas em vigor fixam limites para a ocupação das praias por apoios balneares, “garantindo o equilíbrio entre o uso privado e o uso público”, sendo que estas ocupações “não podem exceder 30% da área útil da praia, nem 50% da frente de praia”.

Áreas concessionadas devem estar devidamente identificadas

A definição das áreas afetas às utilizações privativas do domínio público marítimo considera, entre outras, “as condições morfológicas da praia, atendendo ao parecer da APA e ponderando as recomendações da Autoridade Marítima Nacional”, realça, explicando que a ocupação privativa do domínio hídrico depende de título válido e apenas produz efeitos dentro dos limites nele definidos.

“As áreas tituladas encontram-se sujeitas ao respetivo regime de utilização privativa. As áreas não tituladas mantêm-se afetas ao uso público balnear, sem prejuízo das limitações regulamentares e das regras de segurança balnear. A sinalética a utilizar deve identificar as diferentes áreas”, adianta.

No âmbito do esclarecimento, que pretende “contribuir para uma melhor compreensão do enquadramento legal aplicável”, a APA refere que cabe aos concessionários a utilização das áreas licenciadas e “os limites dessas áreas devem estar devidamente identificados no local, de forma clara e visível para os utentes, através de sinalética adequada”.

APA destaca papel dos concessionários no apoio aos banhistas

A APA destaca ainda “o importante papel dos concessionários na prestação dos apoios à praia previstos nas respetivas licenças, através da disponibilização e manutenção de equipamentos e serviços de apoio aos utentes”, nomeadamente apoios de praia, instalações sanitárias, balneários e vigilância balnear assegurada por nadadores-salvadores.

Ainda de acordo com esta entidade pública responsável pela implementação das políticas de ambiente, a fruição pública das praias é assegurada pelas diversas entidades competentes, designadamente a APA, municípios e Autoridade Marítima Nacional, “garantindo o equilíbrio entre a atividade concessionada, a segurança balnear e o direito de acesso e utilização do domínio público marítimo por todos os cidadãos”.

A APA salienta que a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) foi consultada sobre este esclarecimento técnico e considerou que se trata de “um documento equilibrado, que reflete o enquadramento legal vigente e as realidades de diferentes praias e respetivas concessões”, tendo também a Autoridade Marítima Nacional (AMN) se pronunciado “favoravelmente”.

Presidente da APA classificou restrição como “abuso”

Na semana passada, o presidente da APA disse que a imposição de não colocar chapéus-de-sol em frente às concessões de praia é um “abuso”, garantindo que esta semana seria divulgado uma nota de esclarecimento.

“A única área que está onerada e que está concessionada é aquela que está delimitada por aquele retângulo e nada mais, isto que fique claro, todo o resto é de uso livre”, afirmou José Pimenta Machado durante uma visita da ministra do Ambiente à Praia do Garrão, em Loulé, no distrito de Faro.

Leia também: Aos 102 anos, algarvia Gracinda Andrade continua a encantar gerações

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Doença Hepática Esteatótica: o “fígado gordo” que não deve ser ignorado

Assinalado a 11 de junho, o Global Fatty Liver Day pretende sensibilizar a população para uma condição silenciosa, mas cada vez mais frequente: a doença hepática esteatótica.

A designação “Doença Hepática Esteatótica” engloba diferentes formas de doença hepática associadas à gordura acumulada no fígado. Entre elas, a doença hepática esteatótica associada a disfunção metabólica (MASLD), previamente conhecida como fígado gordo não alcoólico, que reflete melhor a forte ligação entre esta condição e alterações metabólicas como obesidade, diabetes tipo 2, síndroma metabólica e hipertensão arterial.

A MASLD é a doença hepática crónica mais comum no mundo. Estima-se que cerca de um em cada quatro adultos no mundo tenha algum grau de fígado gordo (esteatose), sendo que muitos desconhecem totalmente o problema. Em Portugal, tal como noutros países europeus, o aumento do sedentarismo, da obesidade, da diabetes e dos hábitos alimentares desequilibrados tem contribuído para o crescimento do número de casos.

Os fatores de risco mais comuns para MASLD incluem excesso de peso, obesidade abdominal, diabetes tipo 2, resistência à insulina, colesterol e triglicéridos elevados, hipertensão arterial e sedentarismo. A predisposição genética e alguns hábitos alimentares, como uma dieta rica em açúcares, gorduras saturadas e alimentos ultraprocessados também contribuem para o desenvolvimento da doença.

Apesar de na maioria das vezes não provocar sintomas nas fases iniciais, esta doença pode evoluir para situações graves, como inflamação hepática, fibrose, cirrose e até cancro do fígado. O diagnóstico precoce, através de exames de imagem e análises específicas, bem como o acompanhamento médico, são fundamentais, sobretudo na presença de fatores de risco, permitindo intervir antes que os danos hepáticos se tornem irreversíveis.

A adoção de um estilo de vida saudável continua a ser a estratégia mais eficaz para travar a progressão da doença e, em muitos casos, reverter os danos iniciais. A perda de peso, a prática regular de exercício físico e uma alimentação equilibrada têm demonstrado benefícios significativos.

O Global Fatty Liver Day surge, assim, como uma oportunidade para reforçar a literacia em saúde e alertar para a importância do diagnóstico precoce. Apesar de frequentemente negligenciada, a Doença Hepática Esteatótica é hoje um importante problema de saúde pública, com impacto crescente a nível mundial.

* Gastrenterologista na ULS Santa Maria e Hospital Lusíadas Lisboa, vice-presidente da assembleia-geral da Associação Portuguesa para o Estudo do Fígado (APEF)
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Espanhóis apontam para este recanto natural do Algarve que acaba de entrar na lista da UNESCO

A imprensa espanhola está a destacar um recanto natural do Algarve que acaba de entrar na lista da UNESCO. Trata-se do Geoparque Algarvensis, recentemente reconhecido como Geoparque Mundial da UNESCO e localizado numa das regiões mais turísticas de Portugal, embora longe da imagem habitual de praias, falésias e águas cristalinas.

De acordo com o jornal diário espanhol 20minutos, o novo geoparque fica muito perto de Espanha e revela um Algarve menos conhecido, marcado por paisagens interiores, formações geológicas antigas, biodiversidade e vestígios de um passado com centenas de milhões de anos.

Um Algarve diferente daquele que costuma aparecer nos roteiros

O Geoparque Algarvensis abrange território dos concelhos de Loulé, Silves e Albufeira. Apesar de incluir municípios fortemente associados ao turismo balnear, o seu valor principal está no interior algarvio, onde a paisagem se afasta da imagem mais clássica da região.

Segundo informação divulgada pela Universidade do Algarve, o território reconhecido pela UNESCO tem 2.427 quilómetros quadrados, incluindo uma componente marinha superior a 840 quilómetros quadrados. A mesma entidade refere que o geoparque se distingue por um património geológico com mais de 300 milhões de anos.

A entrada do Algarvensis na Rede Mundial de Geoparques da UNESCO coloca este território entre os espaços internacionais classificados pelo seu valor geológico, natural, educativo e cultural.

O recanto algarvio que chamou a atenção em Espanha

O jornal espanhol 20minutos descreve o Algarvensis como um dos novos geoparques incorporados pela UNESCO e sublinha a sua proximidade à fronteira com Espanha. A publicação destaca ainda o contraste entre este território e a imagem mais turística do Algarve.

Neste geoparque, o protagonismo não pertence aos areais junto ao Atlântico, mas às zonas serranas e de barrocal, aos fósseis, às rochas antigas e às paisagens que mostram outra leitura da região.

Entre os aspetos referidos pelo 20minutos está a dimensão do património geológico, com formações e vestígios que ajudam a contar uma história natural muito anterior à presença humana.

Fósseis, rochas antigas e paisagens de interior

O Algarvensis é apresentado como um território com elevado interesse científico e natural. Entre os seus elementos mais relevantes estão os fósseis de dinossauros, que integram um património geológico com centenas de milhões de anos.

A biodiversidade é outro dos pontos fortes deste território. Flora, fauna, formações rochosas e paisagens rurais cruzam-se num espaço que pretende valorizar o interior algarvio sem desligá-lo da sua identidade local.

Esta dimensão torna o geoparque atrativo não apenas para investigadores ou especialistas, mas também para visitantes interessados em natureza, percursos pedestres, aldeias, património rural e gastronomia.

Rocha da Pena e grés de Silves entre os destaques

Entre os locais referidos pelo 20minutos está a Rocha da Pena, uma das formações naturais mais conhecidas do barrocal algarvio. Com cerca de 480 metros de altitude, é uma referência para caminhadas, observação da paisagem e contacto com a biodiversidade da região.

Outro destaque é o grés de Silves, uma rocha de tom avermelhado que marca a paisagem e parte da arquitetura local. A sua presença é particularmente visível em alguns dos elementos patrimoniais mais conhecidos da cidade, incluindo o castelo.

Estes elementos ajudam a explicar por que motivo o Algarvensis entrou na rede da UNESCO. O território funciona como um arquivo natural, onde diferentes períodos da história da Terra permanecem inscritos na paisagem.

Portugal passa a contar com sete geoparques

Com o reconhecimento do Algarvensis, Portugal passa a contar com sete Geoparques Mundiais da UNESCO. O novo território junta-se a Naturtejo, Arouca, Açores, Terras de Cavaleiros, Estrela e Oeste.

A classificação reforça a presença portuguesa numa rede internacional que procura proteger e valorizar territórios com património geológico relevante, promovendo ao mesmo tempo educação, ciência, turismo sustentável e desenvolvimento local.

No caso do Algarve, o selo da UNESCO acrescenta uma nova camada à imagem da região, habitualmente associada ao sol e mar, mas também marcada por uma história natural muito mais antiga e diversa.

Um novo motivo para olhar para o interior algarvio

O destaque dado pela imprensa espanhola mostra que o Algarvensis pode atrair novos públicos, sobretudo pela proximidade ao país vizinho e pela diferença face aos roteiros turísticos mais previsíveis. Para os visitantes, o geoparque oferece uma forma distinta de conhecer o Algarve. Em vez da praia, propõe serras, barrocal, aldeias, formações geológicas, fósseis e tradições locais. No fundo, este recanto natural do Algarve agora reconhecido pela UNESCO mostra que a região ainda tem muito para revelar, mesmo a quem pensa conhecê-la bem.

Leia também: “Ouro verde”: espanhóis rendidos ao fruto exótico muito produzido no Algarve que ‘dá’ anos de vida e ajuda o coração

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Série documental ‘Inter-Vivos’ estreia dia 6 de junho em Martim Longo

Quando se fala de futebol e futsal em Portugal, raramente se contam as histórias das associações que sobrevivem, crescem e mobilizam comunidades inteiras no interior do país. A série documental ‘Inter-Vivos’ procura precisamente dar voz a essa realidade.

Os Inter-Vivos – Associação de Jovens do Nordeste Algarvio é uma associação sem fins lucrativos fundada em 1995, sediada em Martim Longo, concelho de Alcoutim, desenvolvendo atividade nas áreas do desporto, juventude, cultura e dinamização comunitária.

Ao longo de mais de três décadas, a associação tem desempenhado um papel fundamental numa região marcada pela baixa densidade populacional, criando oportunidades para centenas de jovens através do desporto e do associativismo.

Atualmente, os Inter-Vivos conta com equipas de formação e uma equipa sénior a competir na Liga 1 Algarve Futsal. Pelo quinto ano consecutivo, é reconhecida pela Federação Portuguesa de Futebol como Centro Básico de Formação de Futsal.

Adeptos

Ao longo do seu percurso, a associação tem sido também um espaço de crescimento para atletas e treinadores. O atual Selecionador Nacional Feminino de Futsal, Luís Conceição, iniciou aqui o seu percurso como treinador. Além disso, dois atletas formados nos Inter-Vivos, Lucas Mestre e Henrique Vicente, competem atualmente na Liga Placard Futsal, o principal escalão nacional da modalidade.

Muitos outros atletas passaram pela formação da associação e continuam hoje a competir em diversos clubes da região e do país, levando consigo a identidade, os valores e o espírito Inter-Vivos, mantendo sempre uma forte ligação ao clube onde iniciaram a sua caminhada desportiva.

A série documental ‘Inter-Vivos’ acompanha a época desportiva 2025/2026 e retrata muito mais do que os resultados dentro de campo. Mostra os bastidores de um clube do interior, o trabalho dos dirigentes e voluntários, a dedicação dos treinadores, os sonhos dos atletas e o apoio constante dos adeptos que ajudam a manter vivo este projeto.

É uma história de comunidade, pertença, sacrifício e paixão pelo desporto, contada a partir de uma pequena localidade do interior algarvio.

No próximo dia 6 de junho de 2026, pelas 20h30, realizaremos a apresentação pública do primeiro episódio da série documental na sede da associação, em Martim Longo.

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Incêndio deflagra no sítio dos Cavalos em plena Serra do Caldeirão

Esta tarde deflagrou um incêndio numa zona de mato, muito próximo do sítio dos Cavalos, mas segundo a autoridade de Proteção Civil, já na freguesia do Ameixial, concelho de Loulé, que tem estado a consumir mato e algumas árvores dispersas, nomeadamente sobreiras e medronheiros.

O alerta para este incêndio foi dado pelas 17:57 horas, no site da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, tendo-se iniciado o combate ao fogo algum tempo depois.

Combatem este incêndio 26 operacionais, auxiliados por 6 veículos terrestres de combate a fogos florestais e um helicóptero em termos de meios aéreos.

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Olhão volta a ser distinguido ‘Município Amigo da Juventude’ agora com 4 estrelas

O Município de Olhão voltou a ser distinguido como Município Amigo da Juventude, tendo alcançado este ano a classificação de 4 Estrelas, atribuída pela Federação Nacional das Associações Juvenis (FNAJ), no âmbito da Rede Nacional de Municípios Amigos da Juventude, sendo de realçar que além de renovar a distinção, o concelho registou uma evolução na avaliação, passando de 3 para 4 estrelas, o que representa um reconhecimento acrescido do trabalho desenvolvido em prol da juventude.

O vereador da Juventude do Município de Olhão, Custódio Moreno, que recebeu o comprovativo em Castro Daire, das mãos de Fernando Vieira, presidente da FNAJ, já disse que Olhão vai agora “trabalhar para na próxima edição chegar às 5 estrelas”.

Esta renovação e melhoria da classificação representam “o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelo Município na promoção de políticas locais de juventude, reforçando o compromisso com a participação ativa dos jovens na vida da comunidade e com a criação de oportunidades que contribuam para o seu desenvolvimento pessoal, social e cívico”, referiu o responsável pelo pelouro da Juventude.

Criada em 2020 pela FNAJ, a Rede Nacional de Municípios Amigos da Juventude é uma plataforma que aproxima o movimento associativo juvenil e o poder local, promovendo a implementação de políticas de juventude inovadoras, estruturadas e sustentáveis, o projeto assenta na partilha de boas práticas, na criação de estratégias conjuntas e na promoção de sinergias entre associações juvenis e municípios de todo o país.

A distinção atribuída a Olhão enquadra-se neste trabalho em rede, que tem como base o Plano Nacional de Políticas Locais de Juventude e o modelo de Diálogo Jovem de Base Local, incentivando os municípios a desenvolverem medidas concretas que respondam às necessidades e aspirações das novas gerações.

Com esta renovação e subida para a categoria de 4 Estrelas, Olhão reafirma o seu compromisso com os jovens do concelho, prosseguindo uma estratégia que valoriza a sua participação e envolvimento na construção de uma comunidade mais dinâmica, inclusiva e preparada para os desafios do futuro.

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Requalificação do Centro de Saúde de Monte Gordo representa investimento de 213 mil euros

O Centro de Saúde de Monte Gordo conta agora com melhores condições de funcionamento, após a conclusão da obra de ampliação e requalificação inaugurada esta terça-feira. A intervenção permitiu aumentar a capacidade de resposta da unidade e melhorar o atendimento prestado aos utentes.

A cerimónia contou com a presença do Executivo Municipal, do coordenador da USF Levante, Ricardo Cordeiro, do presidente da Junta de Freguesia de Monte Gordo, da delegada de saúde do ACES Algarve III – Sotavento, Halyna Karuna, de representantes da equipa de enfermagem e do secretariado clínico da USF Levante, bem como de várias entidades civis, militares, religiosas e associativas do concelho.

Unidade passa a ter mais gabinetes médicos e de enfermagem

A obra permitiu aumentar de dois para quatro o número de gabinetes médicos e de dois para três os gabinetes de enfermagem, reforçando os meios disponíveis para a prestação de cuidados de saúde primários.

A intervenção incluiu ainda a instalação de um novo sistema de climatização e a requalificação das áreas comuns, tornando o edifício mais funcional, confortável e adequado às necessidades dos utentes e dos profissionais de saúde.

Segundo o Município de Vila Real de Santo António, a ampliação teve como principal objetivo “adequar a unidade às atuais exigências da prestação de cuidados de saúde primários”, criando melhores condições de funcionamento e preparando o centro de saúde para responder de forma mais eficaz às necessidades da população.

Investimento reforça cuidados de proximidade e formação

A requalificação permite também reforçar a vertente formativa da unidade, que passa a dispor de maior capacidade para acolher internos de Medicina Geral e Familiar, bem como alunos de Enfermagem.

Com um investimento global de 213 mil euros, dos quais 191,8 mil euros foram financiados através do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), a obra representa um reforço da rede de cuidados de saúde primários no concelho.

De acordo com a autarquia, a concretização desta intervenção resulta da articulação entre as entidades envolvidas e do compromisso de “continuar a investir na melhoria dos cuidados de saúde de proximidade”, dotando o Centro de Saúde de Monte Gordo de melhores condições para responder às necessidades atuais e futuras da população.

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